Pessoas que gostam deste blog

Lição 13 - A morte e ressurreição de Jesus Cristo

LIÇÃO 13 – 25 de Setembro de 2016 – Editora BETEL

A morte e ressurreição de Jesus Cristo

SLIDES VISUALIZAR / BAIXAR

VÍDEO 1


VÍDEO 2


VÍDEO 3


VÍDEO 4


VÍDEO 5


TEXTO ÁUREO
Comentarista: Bispo Dr. Manoel Ferreira

“Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra de reconciliação.” 2Co 5.19

VERDADE APLICADA
Cristo se entregou de maneira obediente, voluntária, e sacrificial, para demonstrar à humanidade a grandeza e a profundidade do amor divino.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar o propósito da missão de Cristo;
Revelar o verdadeiro sentido da cruz de Cristo;
Apresentar a ressurreição como o sólido alicerce da fé cristã.

GLOSSÁRIO
Autenticidade: Digno de fé ou de confiança; genuíno;
Enfático: Fazer sobressair a importância especial das palavras;
Martírio: Sofrer tormentos ou a morte por causa da fé cristã.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Mt 20.17 - E, subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos e, no caminho, disse-lhes:
Mt 20.18 - Eis que vamos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e condená-lo-ão à morte.
Mt 20.19 -  E o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará.
Mt 20.28 - Bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida em resgate de muitos.

HINOS SUGERIDOS
39, 291 e 545.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Louve a Deus pela salvação alcançada em Cristo Jesus.

Introdução
A cruz de Cristo é o maior evento já realizado na Terra. Jamais deixará de ser um assunto atual, pois, na cruz, Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo (2Co 5.19).

A paixão de Cristo
Cristo chega ao ato culminante de Sua vida. Após vencer as tentações, após ter salvado e curado a muitos e ter escolhido um pequeno grupo para encaminhá-lo em Seu ministério; ter sofrido perseguições e injúrias; ter saciado a fome de tantos, era-Lhe necessário ainda o último ato à razão principal da Sua vinda: dar a Sua vida para salvar a humanidade.
Seu corpo dolorido está fraco. A dor é imensa! A humilhação, sem par! E Jesus prossegue até o Calvário. Lá, Ele permite que os soldados preguem-No ao rude madeiro! Com pregos nas mãos e pés, e uma coroa de espinhos em Sua cabeça, porém, sem reclamar, sem qualquer revide, é erguido entre o céu e a terra, a fim de cumprir a Sua missão, segundo a vontade do Pai.
Enquanto tantos ao redor zombam e insultam o meigo Nazareno, com palavras injuriosas, Ele permanece na mais completa dependência da vontade de Deus Pai.
A crucificação de Jesus durou seis horas! Durante as três primeiras horas, Cristo sofreu nas mãos dos homens. Puseram-No na cruz às nove horas da manhã (ou à terceira hora dos judeus). Ao meio-dia ou à hora sexta (Mt 27.45) vieram as trevas que duraram até às três horas.
Assim, durante este segundo período, o sofrimento de Cristo deu-se em meio à escuridão. Escuridão é, muitas vezes, o símbolo do julgamento de Deus. Neste segundo período, Cristo tornou-se pecado.
Tomou os pecados do mundo e morreu para que nós vivêssemos. Ele entregou Seu espírito, coisa que nenhum outro homem jamais fez. Morreu porque quis, para dar a salvação a milhares de pessoas.
Vários sinais acompanharam a morte de Jesus. O véu do santuário se rasgou de alto a baixo, significando o fim da separação entre Deus e o homem. Era um véu de nove centímetros de espessura, tecido firmemente confeccionado e recondicionado manualmente.
A própria natureza revoltou-se ante tamanha ignomínia! Ocorreu um terremoto! Sepulcros se abriram e muitos santos ressuscitaram.
Trata-se de algo extraordinário! O centurião que comandava a guarda romana, tomado de temor creu e disse: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mt 27.54).
José, homem rico da cidade de Arimatéia e discípulo de Jesus, tocado pela graça de Deus, concorreu para o cumprimento das Escrituras: “...com o rico esteve na sua morte” (Is 53.9). Assim, cumpriu a abençoada missão, tomando conta do corpo do Senhor Jesus.
O Sinédrio, temendo a ressurreição de Jesus Cristo, pediu a Pilatos para que o sepulcro fosse guardado até o terceiro dia, com medo que os discípulos chegassem durante a noite e tirassem o corpo de Jesus, para depois mentirem ao povo, afirmando que Ele ressuscitara.
Assim, a guarda cerca o sepulcro, cuja pedra foi selada. Aqui está o homem tentando, por todos os meios, impedir a glorificação do nome de Deus, entretanto, ao terceiro dia, deu-se o inevitável – Jesus ressuscitou!
As autoridades judaicas, ao ouvirem que Cristo tinha ressuscitado, forjaram uma grande mentira, dizendo que os discípulos tinham roubado o corpo de Jesus; eles haviam dado “grande soma de dinheiro” aos guardas e mandaram-lhes espalhar tal história pela cidade! Até hoje a mentira prevalece entre os judeus. A verdade, contudo, dificilmente é destruída. E a verdade sobre Cristo jamais será ofuscada ou vencida.
Tenham uma semana de ótimos estudos na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1. O propósito da vinda de Cristo
Jesus veio ao mundo com um propósito definido (Mt 20.28; Lc 19.10). Ele jamais fugiu de Seu objetivo, mesmo sabendo que este o levaria à morte. Ele falou porque nasceu, quem era, como morreria e como ressuscitaria ao terceiro dia.

1.1. Um propósito determinado desde a eternidade
Nada do que aconteceu a Jesus nesse mundo foi obra do acaso. Deus enviou o Seu Filho para morrer, a fim de consumar a nossa salvação (Jo 2.16). A paixão de Cristo foi planejada por Deus desde antes da fundação dos séculos (Ap 13.8b). Deus anunciou o fim antes do começo. Jesus sabia que todos os eventos que lhe sobrevieram faziam parte de um propósito eterno. Ele estava consciente de Sua paixão, morte e ressurreição (Mt 17.22-23; 26.56; At 4.27-28).
Explique para os alunos que ser humano algum poderia estar ao mesmo tempo em tantos eventos a não ser Jesus. N’Ele se cumpriram aproximadamente 66 profecias literais em Seu corpo. Diga para os alunos que todos os detalhes como: lançar sortes sobre suas vestes; ser perfurado por uma lança; não ter as pernas quebradas; ser traído por um amigo por trinta moedas; ser entregue às autoridades; ser flagelado; crucificado; e tudo o que mais lhe aconteceu, tudo isto foi planejado pelo Pai e predito nas Sagradas Escrituras (At 4.27-28).

1.2. Ele aceitou a causa e anunciou o resultado final
Mesmo sendo um plano elaborado na eternidade, não existe dúvida alguma que Cristo se submeteu a ele de forma desejosa (Lc 22.42). Se, por um lado, Jesus se submeteu à vontade do Pai, por outro, Ele prosseguiu no plano por Sua autoridade divina. Ele assim afirmou: “Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.17-18). Que outra autoridade esboçou tal poder para anunciar de forma antecipada que voltaria de entre os mortos? Está claro que Ele sabia o que estava fazendo. Ele escolheu morrer. Seu Pai ordenou todas as coisas, o outro obedeceu.
Comente com os alunos que a autoridade estava nas mãos de Deus e estava nas mãos de Jesus, porque Jesus é Deus. Ensine para os alunos que também nascemos destinados a algo. Infelizmente, esquecemos esse tão importante detalhe de nossas vidas. Diga para os alunos que, assim como Jesus, ninguém nasce sem propósito. Todos nós nascemos com um fim. Reforce para os alunos que precisamos compreender que tudo o que Deus diz a nosso respeito há de se cumprir, assim como em Jesus Cristo se cumpriu (Is 46.9-10).

1.3. Ele veio satisfazer a exigência divina sobre o pecado original
Deus é Amor, mas Ele é também Justo, Santo e Perfeito. Esses atributos não podem, em hipótese alguma, permitir que um indivíduo pecaminoso esteja em Sua presença. Foi isso que aconteceu no jardim do Éden com Adão. Ele perdeu essa condição e, como era o pai de todas as gerações, as contaminou com sua imagem decaída (Rm 5.12). Todavia, isso já estava claro na presciência de Deus e essa imagem deveria ser restaurada, não com sacrifícios de animais, mas de um homem capaz de morrer por todos os outros e que vivesse de maneira incontaminável e santa (Is 53.6; 1Pe 1.18-19). Então, foi tomada uma decisão nos céus: enviar o Filho, para se tornar carne e satisfazer a exigência divina (1Co 15.49).
Explique para os alunos que a santidade de Deus se contrastava com o pecado da raça humana e éramos, por natureza, réus de morte, pois esse é o salário do pecado (Rm 6.23). Ensine para os alunos que os sacrifícios de animais no passado apenas amenizavam a ira de Deus contra os homens, eles eram sombras do que Cristo realizaria através de Sua morte na cruz (Hb 9.11-15). Comente com os alunos que, sendo 100% homem e 100% Deus, Jesus foi capaz de cumprir a exigência divina e ainda retornar triunfante de entre os mortos. Deus tratou com a humanidade em amor, sem ter que destruir o homem pecaminoso, pois, através da morte de Jesus na cruz, a natureza reta de Deus foi satisfeita. Em vez de inimigos, por Jesus Cristo, nos tornamos amigos.

2. A paixão e morte de Cristo
A agonia, a vergonha, o desprezo e o martírio foram reais. Cristo viveu tudo isso em sua carne e não podemos fugir dessa realidade. Todavia, a cruz se revela muito além do sofrimento e reflete a glória de uma tarefa cumprida (Jo 19.30b).

2.1. O perdão total da humanidade
A cruz está repleta de eventos significativos para a humanidade. Jesus estendeu o Seu perdão para aqueles que o estavam crucificando (Lc 23.34). Eles o maltrataram, o fizeram gemer, rasgaram Seu corpo com chicote, mas jamais puderam fazer com que lhes odiasse. Mesmo dilacerado e agonizante, na cruz, Jesus revelou Seu incomparável amor e Sua poderosa autoridade ao declarar que um dos ladrões estaria assegurado em Seu Reino (Lc 23.42-43). Era o momento mais importuno para ver um reino ser estabelecido. Mas, ali, estava a autoridade daquele que decide quem entra ou não na eternidade. Quando disse: “Está consumado”, revelou claramente que havia terminado com êxito a Sua missão salvadora (Jo 19.30b).
Explique para os alunos que, nos tempos de Jesus Cristo, a crucificação era vista como maldição. Por esse motivo, o criminoso era crucificado no alto, entre o céu e a terra, significando que não era digno nem do céu, nem da terra. Comente com os alunos que, para nós, o sentido é outro. Jesus está entre o céu e a terra como nosso mediador (Gl 3.13; 1Tm 2.5-6).

2.2. Um grito de vitória
Perto da hora nona, Jesus começou a exclamar e alguns até pensavam que clamava por Elias. Mateus assinalou que, antes de render Seu espírito, Jesus clamou com grande voz. Esse clamor marcante aparece nos quatro evangelhos (Mt 27.50; Mc 15.37; Lc 23.46). Porém, João nos diz que Jesus morreu com um grito: “Está consumado!” (Jo 19.30). Em grego e em aramaico essa frase se diz em uma só palavra: “Tetelestai”. Essa palavra é a exclamação do vencedor; de um homem que completou sua tarefa; de quem venceu a luta; de quem saiu da escuridão à glória da luz e tomou posse da coroa. Jesus morreu vitorioso e conquistador, com um grito de triunfo nos lábios.
Explique para os alunos que, enquanto todos viam o fim, Cristo mirava para o princípio. Com essas palavras, Ele dizia muito mais do que o fim da vida. Ele queria dizer: “Cumpri de maneira plena e satisfatória a obra que meu Pai me confiou”. Ele viveu uma vida inteira de obediência imaculada a Deus, a qual findou com uma vergonhosa e horrenda morte de cruz. Reforce para os alunos que Jesus Cristo cumpriu cabalmente cada etapa daquilo que fora escrito a Seu respeito (At 4.27-28). Finalmente, o motivo pelo qual Ele veio estava consumado.

2.3. O novo caminho de acesso a Deus
Quando Cristo rendeu Seu espírito ao Pai, outro evento sobrenatural ocorreu: o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27.50-51). A consumação de Sua obra foi simbolizada pelo novo acesso de intimidade. Na morte de Jesus vemos o amor de Deus e o caminho, que uma vez esteve fechado a todos os homens, agora aberto para que todos possam d’Ele se aproximar. No Santíssimo, somente o sumo sacerdote poderia entrar, no Dia do Perdão. Mas, em Sua morte, o véu que ocultava Deus dos homens foi rasgado. A morte de Cristo abriu o caminho para se ter uma íntima, santa, pessoal, perdoada e alegre comunhão com o Pai. Ele se tornou o único Mediador necessário entre os homens e Deus (Hb 10.19.22).
Ensine para os alunos que este véu guardava o Lugar Santíssimo, onde morava a própria presença de Deus, ao qual ninguém podia entrar, salvo o sumo sacerdote, somente uma vez ao ano, no Dia da Expiação. Era um caminho que até o momento estava fechado a todos os homens. A ideia que temos é como se o coração de Deus, escondido até esse momento, se despisse perante os homens. Comente com os alunos que a chegada de Jesus, Sua vida e Sua morte rasgam o véu que tinha separado o homem da pessoa de Deus. Na cruz, os homens viram o amor de Deus como nunca tinham visto.

3. A glória e exaltação do Rei
Jesus terminou com honra o trabalho de redenção. O preço exigido por Deus para a reconciliação com o homem foi pago. Agora, Deus confirmaria essa consumação ressuscitando Jesus dos mortos. Fato que Jesus predisse e planejou (Lc 18.31-33).

3.1. O pilar da fé cristã
A ressurreição é um milagre que Deus cercou de provas por todos os lados (Mt 12.38-40; 27.62-63; Mc 8.31; Lc 9.22). É o grande sinal que comprova a autenticidade das palavras de Cristo (Jo 2.22). Religião alguma é capaz de afirmar ou provar que seu fundador teve o privilégio de regressar do mundo dos mortos. O cristianismo, porém, é o único capaz de afirmar que sem a ressurreição de Jesus não há cristianismo. O sacrifício de Jesus foi único e toda a fé cristã repousa em Sua ressurreição (1Co 15.14).
Ensine para os alunos que Jesus foi até o fim. Ele concluiu o trabalho inigualável que o Pai lhe dera para fazer e que a ressurreição, como resposta, foi a prova de que Deus ficou satisfeito. Diga para os alunos que, dada a ressurreição de Cristo, abriram-se os sepulcros. Explique para os alunos que esse acontecimento reflete a vitória de Jesus sobre a morte. Ao morrer e ressuscitar, Jesus destruiu o poder da morte. Devido à Sua vida, Sua morte e Sua ressurreição, o sepulcro perdeu seu poder, a tumba perdeu seu terror e a morte sua tragédia, porque agora estamos seguros de que, porque Ele vive, nós também viveremos (At 17.28).

3.2. A importância da ressurreição de Jesus
O apóstolo Paulo nos ensina que, sem a ressurreição de Cristo nossa fé seria vã (1Co 15.17). A nossa pregação seria inútil e a nossa esperança seria vazia. Nosso testemunho seria falso e nossos pecados não seriam perdoados. Seríamos os mais infelizes de todos os homens. Sem a ressurreição de Cristo, o cristianismo seria o maior engodo da história, a maior farsa inventada pelos cristãos. Os mártires teriam morrido por uma mentira e uma mentira teria salvado o mundo. Glórias a Deus porque Jesus ressuscitou e hoje temos vida abundante. Louvado seja Deus por Seu amor em nos conceder a vida eterna (Jo 3.16).
Comente com os alunos que a ressurreição de Cristo é a demonstração do supremo poder de Deus. É o fato mais extraordinário da História. Sem a ressurreição de Cristo, o cristianismo seria uma religião vazia de esperança, um museu de relíquias do passado. Sem a ressurreição de Cristo, a morte teria a última palavra e a esperança do céu seria um pesadelo (1Co 15.17)..

3.3. Um brado de amor
Existem muitos outros significados que a cruz de Cristo nos revela, mas existe um que não podemos jamais deixar de apontar: Jesus quis fazer o que fez. Ele sabia no que implicava Sua vinda. Sabia que o único preço para nossa salvação era Sua morte. Ele poderia evita-la. Ele disse que poderia (Jo 10.17). A ressurreição de Cristo é o brado de Seu amor pela humanidade (Jo 10.11). Se Ele desejasse, chamaria Seus anjos, devastaria Seus inimigos e escaparia da cruz, mas não. Ele escolheu. Ele foi até as mais baixas profundezas para que nenhum de nós tivesse que se perder. Ele nos perdoou, nos aceitou e nos amou de maneira inexplicável (Rm 5.1-11).
Merece ser especialmente explicado para os alunos que qualquer pessoa que tentar afirmar o que disse Jesus Cristo será considerada mentalmente perturbada. Ele disse que tinha autoridade como homem sobre a morte para retomar Sua vida. Comente com os alunos que Jesus literalmente estava dizendo que poderia controlar a vida e a morte. Que tremendo!

Conclusão
O que seria mais difícil dizer: “Eu estou entregando a minha vida para a morte por minha própria vontade e iniciativa, ou eu voltarei de entre os mortos pela força do meu poder, porque eu dou a minha vida e eu mesmo a tomo de volta?” Nunca duvide de Deus. Ele é sobrenatural, tremendo e inexplicável.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2016, ano 26 nº 100 – Jovens e Adultos – Edição Histórica - Professor – Mateus: Uma visão panorâmica do Evangelho do Rei.

Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus – Edição de 2000 – Os Evangelhos: o que Jesus fez e ensinou – Richard LeRoy Hoover – Campinas, SP.

Online