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Lição 6 - O Evangelho da Missão Integral / Texto Áureo / Verdade Aplicada

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TEXTO ÁUREO

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”. Jo 5.24
VERDADE APLICADA
A Igreja é a agência de Jesus que hoje executa a Sua missão, que é de restaurar o homem completamente.

1. A missão de curar
O Profeta Isaias havia predito que o messias, levaria sobre si as nossas enfermidades (Is 53.4); João também usa em seu livro uma palavra que não é dunamis, que enfatiza o poder, mas sim semion, que significa “um sinal”. O que é um sinal? É algo que aponta para além de si, para outra coisa maior. Não bastava o povo crer nas obras de Jesus; precisavam crer nele e no pai que o havia enviado (Jo 5.14-24). Curar era um “sinal” de sua divindade. E agora também uma determinação à sua igreja (Mc 16.17-18).
O tanque de Betesda é metáfora que lembra a humanidade que Deus olha graciosamente para os desfavorecidos. “Os milagres que procedem de Deus não premiam quem souber se mostrar hábil, santo ou rico – Deus não faz acepção de pessoas, nem busca transformar os espaços religiosos numa corrida desenfreada pela bênção onde só os mais fortes sobrevivem”.


1.1. Um paralítico jaz sem esperança

Esse homem estava a tanto tempo doente, não se sabe a quanto junto ao tanque de Betesda, ou “casa de misericórdia”. Possivelmente ele estava morando na “casa de misericórdia”, no entanto, a misericórdia não era praticada por seus moradores. Isso se observa por meio de sua resposta a Jesus, “... não tenho ninguém que me ponha no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, desce outro antes de mim.”.
Essa passagem representa bem os homens, os quais no caso de seus problemas espirituais têm consciência de supostas soluções, que em alguns casos parecem dar certo, mas que, na realidade, são inadequadas. Dessa maneira, o autor sagrado mostra-nos que devemos olhar para Jesus, o único capaz de dar solução real e duradora a todos os problemas espirituais (incluído a questão da cura da alma, mediante a regeneração), afastando-nos de nossos “tanques”, que muitos prometem, mas que jamais correspondem com a realidade dos fatos, e só nos frustra.
1.2. A Palavra ergue o homem
O autor sagrada ilustra aqui a cegueira do legalismo religioso, bem como os preconceitos religiosos, em suas formas mais diversificadas. Não lhe parecia motivo de atenção o fato de que um homem, escravizado há trinta e oito anos por uma enfermidade incurável, tivesse sido repentinamente, milagrosamente curado. Tinha uma lei: e sobre essa lei haviam erigido muitos preconceitos insensatos. Mas a tradição requeria deles que observasse tais preceitos. E assim se confirmou o fato de que observavam as questões mínimas da lei, mas negligenciavam as questões mais importantes, com a justiça, a verdade e a misericórdia.
1.3. A evangelização séria tem curas e milagres
Os Atos dos Apóstolos são continuidade do ministério terreno de Jesus. Portanto, a igreja deve dar continuidade em sua missão. Se de fato reunimos em seu nome, como registra Mateus 18.20, Ele estará conosco (através do seu Espírito) e nos orientará e nos fará lembrar sobre tudo que Ele ensinou (Jo 14.26). Então por certo os sinais que identificam sua presença irão acontecer (Mc. 16.17-18).
2. A missão de alimentar a alma e espírito (Jo 5.19-47)
João 05 dos versículos 19 a 47, em resposta às acusações dos líderes religiosos, Jesus fez algumas declarações importantes comprovando sua filiação.
Declarou ser igual a Deus (19-23), em vez de negar as acusações, ele as confirmou. Se ouvíssemos alguém fazer uma declaração dessas hoje, diríamos trata-se de uma piada ou de insanidade mental. Jesus certamente não era louco, e há evidências de sobra de que falava muito sério.
Declarou ter autoridade para ressuscitar os mortos (24-29), pela segunda vez Jesus sua declaração com as palavras: “Em verdade, em verdade”. Vemos Jesus usando essa forma solene em seu discurso mais de vinte vezes ao longo do Evangelho de João. É como se estivesse dizendo: “Prestem atenção! O que vou dizer agora é importante!”. Jesus fala de quatro tipos de ressurreição: 1ª a ressurreição dos pecadores para a vida eterna (24-25); 2ª ressurreição mencionada do próprio Cristo (26); 3ª ressurreição, quando os cristãos serão ressurretos dos mortos (28-29ª); 4ª é a ressurreição do Juízo (29).

2.2. Jesus falou dos sinais e das Escrituras
Afirmou haver testemunhas válidas para corroborar suas declarações de divindade (30-47). O termo “testemunha” é uma palavra chave no Evangelho de João, em que aparece mais de cinquenta vezes. Jesus de testemunho de si mesmo, mas sabia que este não seria aceito pelos líderes, de modo que chamou outras três testemunhas. 1ª testemunha, João Batista (30-35), o qual os líderes religiosos haviam interrogado detalhadamente (Jo 1.15); 2ª testemunha, seus milagres (36); e a 3ª testemunha, a Palavra do Pai (37-47), o povo judeu referenciava profundamente a Palavra escrita de Deus, especialmente a Lei que ele havia dado por intermédio de Moisés.
2.3. A seriedade na missão de Jesus é necessária
João 3.36, fala que podemos escapar da ira de Deus. Essa é a única passagem do Evangelho e das epístolas de João em que encontramos a palavra “ira” (João emprega seis vezes no Livro de Apocalipse). Esse versículo é um paralelo com João 3.18 e deixa claro que, em que se tratando do testemunho de Jesus Cristo, não é possível manter-se neutro: ou cremos nele ou o rejeitamos.
Mateus 16.16-18, Pedro disse, por si mesmo e por seus irmãos, que estavam seguros de que nosso Senhor era o Messias prometido, o Filho do Deus vivo. Isto mostra que criam que Jesus eram mais que homem. Nosso Senhor afirma que Pedro era bem-aventurado, porque o ensinamento de Deus o fazia diferente de seus compatriotas incrédulos.
Cristo agrega que o chama Pedro, aludindo a sua estabilidade ou firmeza para professar a verdade. A palavra Cristo é a Rocha, o fundamento provado da Igreja; aí daquele que tentar colocar outro. A confissão de Pedro é esta rocha enquanto doutrina; toda e qualquer pretensão humama, no sentido de desatar ou de amarrar os pecados dos homens, são no mínimo absurdas. Ninguém pode perdoar pecados, senão somente Deus. E este amarrar e desamarrar na linguagem corriqueira dos judeus significava proibir e permitir, ou ensinar o que é legal ou ilegal.
3. A missão de alimentar o corpo (Jo 6.1-15)
Mateus nos informa que foram cerca de 5mil homens, além de mulheres e crianças, a alimentação da multidão foi um milagre de tal magnitude que chamou a atenção dos discípulos a ponto de está registrado nos quatro evangelhos.
3.1. Uma multidão faminta
Mateus, Marcos e Lucas afirmam que Jesus olhou para o céu quando deu graças. Com esse gesto o mestre lembra o povo faminto de que Deus é a fonte de dadivas boas e necessárias. Podemos extrair daqui a seguinte  lição:  “em vez de nos queixarmos daquilo que não temos, devemos dar graças a Deus por aquilo que temos, e Ele multiplicará esses recursos.
- Marcos escreve que o Jesus determinou que se assentasse sobre a relva verde, repartido em grupos de 100 em 100 e 50 em 50. O milagre é real, no entanto temos que nos organizar.
3.2. A Palavra que alimenta o homem
Em João 6.57, o Senhor revela o segredo de sua vida interior. No começo de seu ministério ele disse ao tentador que o homem não viverá só de pão, mas da palavra de Deus. Aqui ele vai além e diz que ele vive não das palavras de Deus, mas do próprio Deus. Portanto, aqui fica um segredo, coma e viva. Jesus disse eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo (Jo 6.51).




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