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Lição 8 - As perseguições no ministério de Jesus / Texto Áureo / Verdade Aplicada

ASSUNTO DA LIÇÃO: As perseguições no ministério de Jesus
TEXTO ÁUREO: “Quem crê em mim. como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre”. Jo 7.38
VERDADE APLICADA: Perseverar na perseguição é uma benção espiritual, e um sinal de maturidade cristã.
Introdução
A perseguição ao seu trabalho na Judéia tornara-se tão ameaçador que resolveu ficar por algum tempo ali.
1. Seu ministério em meio à perseguição
“Pregar a palavra”: essa é a responsabilidade principal da qual Paulo trata. Tudo o mais que ele diz é relacionado a isso. O verbo “pregar” significa “pregar como um arauto”. No tempo de Paulo, o governante possuía um arauto especial que fazia as proclamações para o povo. Era comissionado pelo governante para proclamar sua mensagem em voz alta e clara de modo que todos ouvissem. Não era um embaixador com privilégio de negociar; era um mensageiro com uma proclamação a ser ouvida e obedecida. Deixar de atender ao mensageiro era uma falta grave e maltratar o mensageiro era pior ainda.
Timóteo deveria proclamar a palavra de Deus com autoridade do céu. A palavra de Deus é o que tanto os salvos quanto os pecadores precisam.
1.1. A malícia dos parentes (Jo 7.1,3,4)
A festa dos tabernáculos comemorava a jornada de Israel pelo deserto e voltava os olhos do povo para o futuro, para o reino prometido do Messias. A festa era um tempo de alegria para o povo, mas os dias de comemoração foram difíceis para Jesus, pois marcaram o começo de uma oposição aberta e intensa a sua pessoa e a seu ministério, desde a cura do paralítico no sábado, Jesus passou a ser alvo dos líderes judeus que desejavam mata-lo.
Muitos subiam a Jerusalém para comemorar uma festa religiosa, no entanto não aceitavam o próprio messias, é fácil seguir as tradições sem assimilar a verdade eterna.
Alguns desses homens pensavam como o mundo: se deseja ter seguidores, deve usar as oportunidades para fazer algo espetacular. Jerusalém estaria cheia de peregrinos e seria um “palco” perfeito para Jesus apresentar e granjear discípulos, claro que os irmãos de Jesus sabiam da multidão de seguidores que desertara (Jo 6.66). O reino de Jesus não era aqui, afinal Ele recusou ser rei, quando a multidão quis proclamá-lo Rei (Jo 6.15).
1.2. A controvérsia entre o povo (Jo 7.12)
Podemos destacar a presença de pelo menos três grupos nessa discursão pública sobre Jesus: 1º, evidente formado pelos líderes judeus, que viviam em Jerusalém e estava ligados ao ministério do templo, também estava nesse grupo os fariseus e os saduceus, com pouca exceção, como Nicodemos e José de Arimateia. 2º, era formado pelo povo, tratava-se da multidão que se dirigia a Jerusalém para comemorar a festa e adorar, muitos deles se deixaram influenciar pelos líderes religiosos, desses muitos se admiraram de que alguém o quisesse matar, não estavam por dentro de todos os boatos que corriam pela cidade. E o 3º, era constituído por moradores de Jerusalém, estes em sua maioria, tomaram partido dos líderes religiosos.
 
1.3. As ameaças de prisão e morte
Cristo proclamou em voz alta que estavam errados no que pensavam sobre sua origem. Foi enviado por Deus, quem se mostrou fiel a suas promessas. Esta declaração, de que eles não conheciam a Deus, com sua pretensão de ter um conhecimento peculiar, provocou os ouvintes; e procuraram detê-lo.
2. A sabedoria na perseguição.
Você saberia como agir em meio a perseguição?
2.1. Sua prudência (Jo 7.10)
Vemos nessas atitudes de Jesus uma bela ilustração da soberania divina e da responsabilidade humana. O pai tinha um plano para o filho, e nada poderia frustrar esse plano. Jesus não tentou o Pai apressando-se para ir a festa nem demorando depois de chegada a hora de partir. Compreender o tempo de Deus é algo que requer discernimento espiritual.
2.2. Estava oculto em meio ao povo
 Naquela ocasião, Jesus estava como um grão de trigo oculto, mas em meio ao povo prestes a revelar o momento esperado.
2.3. No meio da festa subiu ao templo e ensinava (Jo 7.14)
Quando Jesus começou a ensinar no templo, a discussão passou a ser a respeito de sua doutrina. É evidente que caráter e doutrina andam juntos. Seria absurdo crer nos ensinamentos de um mentiroso. Os judeus admiravam-se com o que Jesus ensinava, pois o Mestre não possuía qualquer credencial das escolas rabínicas autorizadas. Porém, uma vez que lhe faltava as “devidas credenciais”, seus inimigos consideravam que seus ensinamentos não passavam de opiniões próprias sem qualquer valor. Costuma-se dizer que Jesus ensinava com autoridade, enquanto os escribas e fariseus ensinavam por meio das autoridades, citando todos os rabinos famosos.
3. Sua mensagem em meio à perseguição.
O ápice do capítulo sete de João aponta para a mensagem de Jesus, que aconteceu no último dia da grande festa.
3.1. A mensagem foi uma surpresa
A rocha de onde saiu água no deserto era lembrada e celebrada naquela solenidade. Tal rocha apontava para o Messias.
3.2. A mensagem foi reveladora (Jo 7.37,38)
Provavelmente Jesus formulou sua palavra dessa maneira porque fazia parte do costume da festa um processo impressionante, o qual podia usar como ponto de conexão. Todos os dias da festa, sacerdotes desciam até o tanque de Siloé, enchiam ali uma jarra dourada com água e a traziam numa solene procissão ao templo. Sob o júbilo do povo e os sons da música do templo, essa jarra era esvaziada ao mesmo tempo com uma jarra de vinho nas vasilhas de prata afixadas no altar. Diante da grande congregação festiva estava a palavra de Isaías: ―Com alegria, tirareis água das fontes da salvação‖ (Is 12.3). Era esse seu orgulho e sua felicidade, acreditavam possuir o poço da salvação e que podiam buscar água dele. Que festa magnífica era essa! Dizia-se em Israel: ―”Quem não viu a alegria de buscar água jamais viu uma alegria.”
O sétimo dia encerrava a festa. Era o dia em que os sacerdotes marchavam sete vezes ao redor do altar entoando o Salmo 118:25 e, pela última vez, derramava a água tirada do tanque de siloé. É provável que, quando estava sendo derramada a água que simbolizava aquela que Moisés havia tirado rocha, Jesus levantou se, em alta voz, fez o seu convite aos pecadores sedentos.
3.3. A mensagem foi admirável (Jo 7.46)
Em virtude das queixas contra Jesus, que ensinava e pregava no Templo foi acionada a própria guarda para prendê-lo e restabelecer a ordem.

5 comentários:

  1. Só o Senhor Jesus pode verdadeiramente nos libertar dos desejos dominadores do pecado!!

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  2. A paz do Senhor Jesus, minha irmã, obrigado por participar do site www.revistaebd.com

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  3. A Paz do Senhor Jesus!
    Estava procurando subsídios para a EBD e encontrei o seu blog. Acredite, com essa simplicidade e sabedoria, você tem sido um instrumento afinado nas mãos do Senhor.
    Que Deus, em Cristo Jesus, continue te abençoando!

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  4. Miss.ª Arlete, A Paz do Senhor Jesus, obrigado por nos visitar.
    Ore por esse projeto.
    Obrigado.

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  5. A graça e paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, querido irmão Eudes, não irei comentar a sua lição, o motivo de meu contato é convidar o irmão para colocar o meu link de site em seu site nos sites recomendados; caso tenha interesse http://www.cpljmartins.blogspot.com, se o irmão autorizar faço a divulgação de seu material "sem custo e sem compromisso. Um abraço e que Deus lhe abençoe multiplicando as suas bençãos.

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