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A teologia da prosperidade e o cristianismo puro e simples - Lição 9 – 01 de Março de 2013


LIÇÃO 9 – 01 de Março de 2013

A teologia da prosperidade e o cristianismo puro e simples

TEXTO AUREO

“E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho”. Jo 14.13

VERDADE APLICADA

A teologia da prosperidade oferece um caminho rápido para o sucesso sem passar pelo trabalho, pela renúncia e pelo esforço.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Definir a teologia da prosperidade;
Explicar que a teologia da prosperidade é uma heresia diferente das heresias clássicas;
Ensinar o que as Escrituras dizem ser o evangelho.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jo 14.10 - Não crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
Jo 14.11- Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
Jo 14.12 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.
Jo 14.13 - E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
Jo 14.14 - Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.
Jo 14.15 - Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.

A construção gramatical da pergunta em João 14:10 indica que Jesus esperava uma resposta afirmativa de Filipe: ele cria que Je­sus estava no Pai e que o Pai estava nele. Sendo esse o caso, Filipe deveria ter perce­bido que as palavras de Jesus, bem como suas obras, eram provenientes do Pai e reve­lavam o Pai. Os cristãos de hoje não viram o Senhor Jesus pessoalmente (1 Pe 1:8), mas podemos ver Cristo e suas obras na Palavra. Ao longo de todo seu Evangelho, João enfatiza não ser possível separar as palavras de Cristo de suas obras, pois ambas vêm do Pai e revelam o Pai.
O verbo "crer", em João 14:10, é con­jugado no singular, pois Jesus falava com Filipe; mas em João 14:11, é usado no plu­ral, pois o Mestre dirige-se a todos os discí­pulos. O tempo verbal, nos dois casos, é "prossigam crendo". Deixem que sua fé cresça!
Quatrocentos anos antes de Jesus nas­cer, o filósofo grego Platão escreveu: "É uma tarefa difícil encontrar o Pai e Criador de todo o universo, e, falar dele a todos os homens ao encontrá-lo, é impossível". Mas Platão es­tava errado! Podemos conhecer o Pai e Cria­dor do universo, pois Jesus o revelou para nós. Por que deixar que nosso coração fique perturbado quando o Criador e Governante do universo é nosso Pai?
O Senhor do céu e da Terra é nosso Pai (Lc 10:21). Não precisamos ficar ansiosos, pois ele está no controle.
Temos o privilégio de orar (Jo 14:12-15)
"Por que orar quando pode se preocupar?", diz uma placa vista em alguns lugares. A oração é um dos melhores remédios para um coração perturbado.
Oh! que paz perdemos sempre, Oh! que dor no coração. Só porque nós não levamos Tudo a Deus em oração.
Todavia, a fim de que Deus responda a nossas orações e dê paz a nosso coração, devemos preencher certos requisitos. Na ver­dade, o próprio cumprimento dessas condi­ções já é uma bênção.
Devemos orar com fé (v. 12). Essa é uma promessa da qual podemos nos apropriar, e, para isso, devemos ter fé. A expressão "em verdade, em verdade" mostra que se trata, sem dúvida alguma, de uma declaração so­lene. O fato de Jesus ter voltado para o Pai é um grande estímulo, pois hoje está inter­cedendo por nós junto ao Pai. Jesus voltará a falar sobre essa obra intercessora mais adiante.
As "outras [obras] maiores" referem-se, inicialmente, aos apóstolos, que receberam o poder de realizar milagres especiais como credencial de seu ministério (Rm 15:18, 19; Hb 2:3, 4). Esses milagres não eram maiores em termos de qualidade, pois "o servo não é maior do que seu senhor" (Jo 13:16), mas sim em termos de abrangência e de quanti­dade. Pedro pregou um sermão, e três mil pecadores converteram-se em um só dia! O fato de pessoas comuns realizarem esses sinais tornava-os mais maravilhosos e glorifi­cava ainda mais a Deus (At 5:13-16).
Claro que não é o próprio cristão que realiza essas "coisas maiores"; antes, quem opera os milagres é Deus trabalhando den­tro do cristão e por meio dele: "Cooperan­do com eles o Senhor" (Mc 16:20). "Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar" (Fp 2:13). A fé e as obras devem sempre andar juntas, pois é a fé que libera o poder de Deus em nossa vida. Tanto o amor quanto a obediência fazem parte da oração eficaz. "Se eu no coração contemplara [encontrara e aprovara] a vaidade, o Senhor não me teria ouvido" (Sl 66:18).
Não obedecemos ao Senhor simples­mente porque desejamos que nossas ora­ções sejam respondidas, como fazem as crianças antes do Natal. Obedecemos ao Senhor porque o amamos, e quanto mais obedecemos a ele, mais experimentamos seu amor. "Guardar" os mandamento signi­fica dar-lhes valor, entesourar, preservar e obedecer. "Do mandamento de seus lábios nunca me apartei, escondi no meu íntimo as palavras da sua boca" (Jó 23:12).
A oração feita com fé é um remédio maravilhoso para o coração perturbado. Su­giro que meditemos sobre Filipenses 4:6, 7 e que coloquemos essas palavras em prática!
Devemos orar em nome de Jesus (vv. 13, 14). Não se trata de uma "fórmula mági­ca" que acrescentamos automaticamente aos pedidos em nossas orações para garan­tir que Deus nos responderá. Pedir qualquer coisa ao Pai em nome de Jesus significa pe­dir o que Jesus pediria, o que lhe agradaria e o glorificaria, fazendo sua obra avançar. Quando um amigo diz: "Pode usar meu no­me", está lhe dando um grande privilégio, bem como uma tremenda responsabilidade.
A expressão "tudo quanto" em João 14:13 é qualificada por tudo o que Deus revelou em sua Palavra sobre a oração; o mesmo se aplica à expressão "alguma coi­sa" em João 14:14. Deus não nos está dan­do carta branca; o elemento controlador é "em meu nome". Saber o nome de Deus significa conhecer sua natureza, aquilo que ele é e o que deseja que façamos. Deus res­ponde às orações a fim de honrar seu nome; portanto, a oração deve estar dentro de sua vontade (1 Jo 5:14, 15). O primeiro pedido da oração do Pai Nosso é "Santificado seja o teu nome" (Mt 6:9). Qualquer pedido que não glorifica o nome de Deus não deve ser feito em nome de Jesus.
Devemos orar em obediência amorosa (v. 15). Quando amamos alguém, honramos seu nome, e jamais usamos esse nome de maneira depreciativa. O amor é um tema importante no Evangelho de João; o verbo e o substantivo são usados mais de cinquenta vezes no texto original.

Introdução
A teologia da prosperidade é um movimento de origem inglesa, com enorme receptividade no Brasil, a partir de 1980. Também é conhecida como “confissão positiva”, “palavra da fé”, “movimento da fé” e “evangelho da saúde e da prosperidade”. Ao contrário do que se imagina, as doutrinas desse movimento não surgiram no pentecostalismo, e sim de algumas seitas sincréticas da Nova Inglaterra. No entanto foi exatamente nesse meio que essa teologia mais conseguiu se firmar.

1. O que é a teologia da prosperidade?
Não há nada de errado em o ser humano buscar prosperidade nos diferentes aspectos de sua vida, nem há qualquer condenação na Bíblia se uma pessoa desejar vencer. O próprio Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais. No entanto muitos não percebem o que há de errado com a chamada teologia da prosperidade, pois ela é diferente das heresias clássicas, que negam a divindade de Cristo, a morada no céu para os salvos, ou até mesmo a existência do inferno. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico, porque não nega exatamente as doutrinas fundamentais do cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que ela declara, mas sim o que ela não declara.

1.1. O seu conteúdo
A base está no individualismo com sua concepção de concorrência e com petição. Só chega lá os chamados vencedores, os mais fortes, mais sábios e mais inteligentes. Para eles Deus quer a felicidade, os bens materiais, a saúde e tudo o de melhor agora para os seus filhos sem destacar, contudo, que nesse mundo teremos aflições (Jo 16.33 LEIA A PARTE 1). Tudo feito de forma milagrosamente pela fé. Sempre através de campanhas e correntes, sem valorizar o estudo e a profissionalização. A ênfase é na fé, nunca na integridade, honestidade e muito trabalho. Eles dizem: “se vamos para o céu, por que não trazê-lo para Terra agora”.
PARTE 1
João 16:33 “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês
terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
É o resumo e o ponto culmi­nante da mensagem do cenáculo. Jesus deu esta mensagem para que os discípulos ti­vessem paz em meio a um mundo de tri­bulações. É importante observar o contraste entre "em mim" e "no mundo". Essa é a con­dição da qual precisamos nos apropriar: estamos em Cristo e, portanto, podemos vencer o mundo e todo seu ódio.
George Morrison definiu ter paz como "estar de posse dos recursos adequados". Em Jesus Cristo, temos todos os recursos de que precisamos. Mas a paz depende tam­bém de relacionamentos apropriados. Em nós mesmos, não temos coisa alguma; mas "em Cristo" temos tudo de que precisamos.


1.2. O seu espírito
Na forma de pensar da teologia da prosperidade, não há lugar para a solidariedade, nem para o compromisso pelos pobres. Ela é essencialmente egoísta, calcada nos resultados imediatos. Para esses pensadores e pregadores, os ricos já estão abençoados, pois suas posses darão paz e felicidade interior, uma vez que já possuem suas riquezas. Para eles, os pobres devem buscar através de sua fé, bênçãos através de unção com óleo em seus pertences, como por exemplo, a carteira de trabalho. Crer-se que, se uma ferramenta de trabalho for ungida, a prosperidade chegará com certeza. Mistura-se fé com superstição religiosa (Hb 11.1-6 LEIA A PARTE 2). Essas práticas ocuparam o lugar da fé na vida de muitas pessoas (Tg 5.14,15 LEIA PARTE 3). A vida espiritual passou a ser uma transação financeira com o céu. Para esses quanto maior a oferta, tanto maior a benção.

PARTE 2
Hb 11.1-6 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem. Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho. Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala. Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte e não foi achado, porque Deus o trasladara, visto como, antes da sua trasladação, alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.
A descrição da fé Não se trata de uma definição da fé, mas sim de uma descrição do que ela faz e de como funciona. A verdadeira fé bíblica não consiste em um otimismo cego nem em um sentimento forçado de "espero que [...]". Também não é uma aquiescência intelectual à doutrina. Certamente não c crer apesar das evidências, pois isso seria superstição!
A verdadeira fé bíblica é uma obediência confiante à Palavra de Deus apesar das cir­cunstâncias e consequências. Convém ler a frase anterior novamente e deixar que ela penetre a mente e o coração.
Essa fé funciona de maneira bastante sim­ples. Deus fala, e ouvimos sua Palavra. Con­fiamos em sua Palavra e agimos de acordo com ela, a despeito das circunstâncias e das consequências. As circunstâncias podem ser impossíveis e as consequências assustado­ras e desconhecidas. Ainda assim, obedece­mos à Palavra de Deus e cremos que ele fará o que é certo e o que é melhor.
O mundo incrédulo não entende a verda­deira fé bíblica, provavelmente porque vê tão pouca fé operando na Igreja de hoje. H. L. Mencken, um editor cínico, definiu a fé co­mo "uma crença ilógica na ocorrência do impossível". O mundo não entende que a fé tem o mesmo valor que seu objeto, e que o objeto de nossa fé é Deus. A fé não é um "sentimento" que criamos. É nossa resposta de corpo e alma àquilo que Deus revelou em sua Palavra.
Três termos em Hebreus 11:1-3 resumem a verdadeira fé bíblica: certeza, convicção e testemunho. O termo traduzido por "certe­za" significa, literalmente, "servir de escora, sustentar". A fé é para o cristão aquilo que o alicerce é para a casa: dá confiança e segu­rança de permanecer em pé com firmeza. Assim, podemos dizer que ter fé é "estar seguro das coisas que se esperam". A fé do cristão é o meio que Deus usa para lhe dar confiança e segurança de que as promessas serão cumpridas.
A palavra convicção quer dizer "persua­são íntima". É a convicção íntima dada por Deus de que ele cumprirá o que prometeu. A presença no coração da fé recebida de Deus é convicção suficiente de que ele cum-\ prirá sua Palavra.
O termo testemunho é importante em Hebreus 11. Aparece não apenas no ver­sículo 2, mas também duas vezes no versículo 4, uma vez no versículo 5 e uma vez ; no versículo 39. O resumo em Hebreus 12:1 chama essa lista de homens e mulheres de "grande nuvem de testemunhas". São teste­munhas para nós porque Deus testemunhou para eles. Em cada exemplo citado, Deus deu testemunho da fé desse indivíduo por meio da aprovação de sua vida e ministério.
O autor da Epístola aos Hebreus deixa claro que, apesar do que os incrédulos di­zem, a fé é algo extremamente prático (Hb 11:3). Ela permite compreender o que Deus faz e ver o que outros não são capazes de enxergar (ver Hb 11:7, 13, 27). Em decor­rência disso, a fé nos permite realizar o que outros não são capazes de fazer! Houve quem zombasse de grandes homens e mu­lheres que agiram pela fé, mas Deus estava com eles e os capacitou a ser bem-sucedidos para a glória dele. J. Oswald Sanders expressa tal realidade perfeitamente quan­do diz: "A fé permite à alma que crê tratar o futuro como o presente e o invisível como o visível".
A melhor maneira de crescer na fé é ca­minhar com os que têm fé. O restante deste capítulo é dedicado a um resumo da vida e do trabalho de grandes homens e mulheres de fé do Antigo Testamento. Em cada caso, encontramos os mesmos elementos de fé.

PARTE 3
Tg 5.14,15 Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.
Oração pelos enfermos. Não creio que Tiago esteja apresentando uma fórmula genérica para a cura de enfermos. A cura não se dá pela unção, mas sim pela oração. O termo grego traduzido por "ungindo-o", no versículo 14, é um ter­mo médico e pode ser traduzido por "massagear". Talvez seja uma indicação de que Tiago sugere o uso de meios disponíveis para a cura além de orar pedindo ao Senhor seu toque divino. Deus pode curar com ou sem esses meios; de uma forma ou de outra, é ele quem opera a cura.
Mas o que vem a ser essa "oração da fé" que cura os enfermos? A resposta encontra-se em 1 João 5:14, 15: "E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito". A "oração dá fé" é uma oração ofereci­da quando estamos dentro da vontade de Deus. Os presbíteros buscaram a vontade de Deus quanto a essa questão e, em segui­da, oraram de acordo com tal vontade.
O texto grego diz: "se estiver pecando constantemente". Vemos um paralelo em 1 Coríntios 11:30: "Eis a razão por que há entre vós muitos irados e doentes e não poucos que dormem [faleceram]". Tiago descreve um membro da igreja que se encontra enfermo por estar sendo disciplinado por Deus. Esse é o motivo de os presbíteros da igreja terem sido chamados: o homem não pode ir à igreja confessar os pecados, de modo que pede aos líderes espirituais que venham até ele. Os líderes eram encarregados da disciplina da congregação.

1.3. A mentira da confissão positiva
A expressão há poder em suas palavras, ganhou espaço nos ambientes cristãos como doutrina bíblica bem usada por determinados mestres e pregadores do evangelho. Com seus argumentos mentirosos dizem que não se deve submeter nossos pedidos a vontade de Deus, mas sim decretar o que queremos e será feito. Usam João 14.14, ensinando que a palavra “pedir” também significa “exigir”; ou seja, o versículo passaria a ser assim: “E tudo quanto exigirdes em meu nome, isso eu fareiLEIA A PARTE 4. Para eles usar a frase bíblica “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu” (Mt 6.10 LEIA A PARTE 5), no momento da oração pode até ter aparência de espiritualidade, e demonstrar piedade de um crente temente e submisso a Deus, mas, além de não adiantar nada, ensinam que destrói a oração.

PARTE 4
Jo 14.14 O que vocês pedirem em meu nome, eu farei.
Deus não nos está dan­do carta branca; o elemento controlador é "em meu nome". Saber o nome de Deus significa conhecer sua natureza, aquilo que ele é e o que deseja que façamos. Deus res­ponde às orações a fim de honrar seu nome; portanto, a oração deve estar dentro de sua vontade (1 Jo 5:14, 15). O primeiro pedido da oração do Pai Nosso é "Santificado seja o teu nome" (Mt 6:9). Qualquer pedido que não glorifica o nome de Deus não deve ser feito em nome de Jesus.

PARTE 5
Mt 6.10 Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
Seis são as petições: As primeiras três petições do Pai Nosso tratam daquilo que Deus quer. Todas as intenções pessoais dos discípulos são inicialmente deixadas de lado. Não se fala da vontade deles nem da bem-aventurança deles, mas da vontade de Deus unicamente!
Depois das coisas da glória, do reino e da vontade de Deus, oramos pelo sustento e o consolo necessário na vida presente. Aqui cada palavra contém uma lição. Pedimos pão: isso nos ensina sobriedade e temperança; e somente pedimos pão, não o que não necessitamos. Pedimos por nosso pão: isso nos ensina honestidade e trabalho; não devemos pedir o pão de outrem nem o pão do engano (Provérbios 20.17). Nem o pão do ócio (Provérbios 31.27), senão o pão honestamente obtido. Pedimos por nosso pão diário, o que nos ensina a depender constantemente da providência divina. Rogamos a Deus que no-lo : não que o venda ou o empreste, senão que o dê. O maior dos homens deve dirigir-se à misericórdia de Deus para seu pão diário. Oramos: dá-nos. Isto nos ensina compaixão pelos pobres. Também que devemos orar com nossa família. Oramos para que Deus no-lo dê neste dia, o que nos ensina a renovar os desejos de nossas almas Enquanto a Deus, como são renovadas as necessidades de nossos corpos. Ao chegar o dia, devemos orar a nosso Pai celestial e reconhecer que poderíamos passar muito bem o dia sem comida, mas não sem oração.

Embora os adeptos da teologia da prosperidade considerem Kenneth Hagin o pai desse movimento, pesquisas cuidadosas feitas por vários estudiosos, como D. R. Mc Connell demonstraram conclusivamente que o verdadeiro originador da confissão positiva foi Essek William Kenyon (1867-1948). Em 1892, mudou-se para Boston, onde estudou no Emerson College, conhecido por ser um centro do chamado movimento “transcendental” ou “metafísico”, que deu origem a várias seitas de orientação duvidosa. Pregou diversas vezes no célebre Templo Angelus, em Los Angeles, da evangelista Aimee Semple Mc Pherson, fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular. Foi um pioneiro do evangelismo pelo rádio, com sua “Igreja do Ar". Cunhou muitas expressões populares do
movimento da fé, como “O que eu confesso, eu possuo”.

2. Ignorância, dinheiro e consumismo
Os três males desse tempo que têm levado as pessoas cristãs a fazerem o que Deus não quer; de conhecer o que Ele não conhece; e de amar o que Ele não ama. É a ignorância, o dinheiro e o maldito consumismo, que são combustíveis da teologia da prosperidade.

2.1. O perigo da ignorância
Não há ignorância maior como aquela do homem ignorar a Deus. A história nos mostra que todas as vezes que o conhecimento de Deus foi deixado de lado, a esperteza dos adversários sobrepujava ao povo de Deus. William Shakespeare deu tom sábio a essa sentença ao dizer: “não há trevas senão na ignorância”. A igreja de Cristo precisa de todo conhecimento possível, e principalmente das Escrituras, para não viver nas trevas e sim na luz do conhecimento (Os 4.6 LEIA A PARTE 6). Para não ser enganada e destruída pela ignorância, é necessário estar informado e atento aos perigos dos novos tempos. Pois, sempre haverá inescrupulosos que tentarão manipular, defraudar e persuadir os menos esclarecidos. Os divulgadores da teologia da prosperidade, com seus apelos financeiros, procuram arrancar o último centavo dos incautos (Não cauteloso; imprudente.), apelando à fé com seus discursos religiosos. Homens que, com seus pedidos abusivos, praticam verdadeiras extorsões em nome de Deus.

PARTE 6
Os 4.6 O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.
A população geral de Israel estava sendo destruída e seria totalmente aniquilada, finalmente, por causa da falta de conhecimento acerca de Deus e de seus caminhos, conhecimento que vem aos homens através da lei de Moisés. Ver os vss. 1 e 2. Os próprios sacerdotes, que eram intérpretes da lei, tinham-se recusado a aprender a legislação mosaica. Por isso, Deus os rejeitara. Eles não eram mais dignos do sacerdócio. Eles tinham esquecido os ensinos da lei, pelo que também foram esquecidos por Deus. Além disso, aqueles que deveriam estar sendo ensinados por eles, e se mantinham em estado constante de rebelião, foram rejeitados. Haveria uma queda generalizada quando os assírios varressem de Israel todas as coisas. O termo hebraico aqui usado é torah lei, com o sentido de ensino, orientação, bem como o corpo geral de leis e ordenanças que tornavam Israel um povo distintivo, ver Deu. 4.4-8). Note a repetição das palavras horrendas: destruído... rejeitaste... te rejeitarei... te esqueces­te... me esquecerei:  a punição de Israel apagaria os crimes desse povo. “Os sacerdotes que Jeroboão levantou eram os homens mais vis entre o povo, homens ignorantes e iletrados (I Reis 12.31; 13.33). Eles rejeitaram, com desprezo, o conhecimento de Deus e de todas as realidades divinas” (John Gill, in loc.). “A ignorância deles era propositada” (Fausset, in loc.).

2.2. O perigo do dinheiro
O sistema doutrinário baseado no egoísmo e potencializado no amor ao dinheiro (lTm 6.10 LEIA A PARTE 7), em vez de amor ao próximo, diz que o povo de Deus não foi feito para ser cauda do mundo, mas sim, a sua cabeça. Até aí nada de errado. Mas como foi dito antes, tudo é uma questão de ênfase. Usam erroneamente Deuteronômio 28.13 LEIA A PARTE 8, dizendo que o povo de Deus deve ambicionar postos de mando no mundo, porque para eles, os pecadores não arrependidos, cabe apenas a obediência para evitar que façam males maiores. A participação deles na política, por exemplo, não visa uma transformação social, mas apenas travar uma luta do bem contra o mal, sem lugar para a implantação da justiça divina. Não há políticas para os pobres e necessitados. Enquanto isso, a teologia da prosperidade só melhora a vida dos seus pregadores.

PARTE 7
lTm 6.10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
O desejo de riqueza conduz ao pecado, conduzem à escravidão, não à liberdade. Em vez de saciar, as riquezas criam outras concupiscências (desejos) a se­rem satisfeitas. Paulo dá uma descrição vívi­da dos resultados: "muitas concupiscências insensatas e perniciosas [...] afogam os ho­mens na ruína e perdição" (1 Tm 6:9). Vemos aqui a imagem de um homem se afogando! Ele confiava em suas riquezas e navegava tranquilamente pela vida, quando veio a tem­pestade e o afundou.
É perigoso usar a religião como fachada para obter riquezas. Por certo, o obreiro de Deus é digno de seu salário (1 Tm 5:17, 18), mas sua motivação para trabalhar não é o dinheiro. Se fosse, ele seria apenas um "mer­cenário", não um verdadeiro pastor (Jo 10:11-14). Não devemos perguntar: "Quan­to vou ganhar com isso?", mas sim: "Quanto posso dar?".

PARTE 8
Dt 28.13 E o SENHOR te porá por cabeça e não por cauda; e só estarás em cima e não debaixo, quando obedeceres aos mandamentos do SENHOR, teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e fazer.
O Senhor te porá por cabeça. Este versículo repete a mensagem de Deut. 4.5 ss.; 26.19 e 28.1. Mas agora é empregada a metáfora que envolve um animal. Um animal tem cabeça, corpo e cauda, partes essas que servem para indicar importância e prioridade relativa. Israel estava destinado a tornar-se a cabeça das nações. Mas visto que, por sua desobediência, Israel foi expulso da Terra Prometida. Entrementes, a partir dos cativeiros, Israel passou a ser a cauda das nações, o que explica a dispersão e as perseguições a que o antigo povo de Deus tem sido sujeitado. "... a cabeça significa hegemonia; a cauda representa povos que ficam em sujeição; ou, então, a cabeça são aqueles que são honrados e em alta estima, e a cauda são aqueles que vivem humildes e aviltados. Ver Isa. 14.14,15" (John Gill, in loc.).

O dinheiro que surgiu há apenas 2500 mil anos, em forma de moeda metálica, e que, depois virou papel-moeda, e mais recentemente, dinheiro eletrônico, a cada metamorfose, foi se submetendo mais e mais à natureza humana, à sua lógica dominante. Assim, o ser humano também mudou seu enfoque sobre o centro do universo. Antigamente, Deus era o centro de todas as coisas; depois, com o advento do humanismo, o ser humano passou a ser o foco de tudo; finalmente, na pós-modemidade, o dinheiro passou a ser a medida de todas as coisas. Ele está de tal forma imbricado na cobiça, inerente à natureza humana, que engendrou um sistema para dar-lhe guarida: o capitalismo. (Ednaldo Michellon).

2.3. O perigo do consumismo
A maneira de pensar no cristianismo anteriormente, impedia a existência das dívidas, com base no seguinte princípio: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei” (Rm 13.8 LEIA A PARTE 9). Entretanto, no início século XX já não era dívida e, sim, “crédito para consumo”, ou seja, o sistema financeiro mundial trocou o peso do pecado da dívida e transformou em correto, pois qual o ser humano que não se orgulha de ter o nome com crédito no mercado? A partir daí a dívida se tornou a forma mais terrível de dominação mundial. Essa foi a forma inventada para manter a pressão consumista ao máximo. Como bem disse o doutor em Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Campinas, SP, Ednaldo Michellon “na outra ponta, a indústria da propaganda garante que o negócio é comprar, mesmo não tendo dinheiro, pois o sistema não pode parar”. Essa ciranda financeira afeta drasticamente a vida espiritual, pois o homem se torna refém do dinheiro possuído e do dinheiro desejado. Sua rotina diária é pensar como ganhá-lo, se submetendo a trabalhos extenuantes, sacrificando a família e os amigos (Pv 22.7 O rico domina sobre os pobres, e o que toma emprestado é servo do que empresta.).

PARTE 9
Rm 13.8 Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei.
Por causa do amor. Paulo am­plia o círculo de responsabilidade de modo a incluir outras pessoas além das autorida­des. "Amai-vos uns aos outros" é o princípio fundamental da vida cristã. É o "novo man­damento" que Cristo nos deu (Jo 13:34). Quando praticamos o amor, não precisamos de nenhuma outra lei, pois o amor abrange todas as coisas! Se amarmos os outros, não pecaremos contra eles. Isso explica por que o Novo Testamento não se refere com fre­quência aos Dez Mandamentos. Na verda­de, o mandamento acerca do sábado sequer é mencionado em qualquer das epístolas. Como cristãos, não vivemos sob a Lei, mas sim sob a graça. Nossa motivação para obe­decer a Deus e ajudar os outros é o amor de Cristo em nosso coração.
A frase: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" também se refere às práticas financeiras do cristão? Alguns acreditam que sim e afirmam que é pecado ter dívidas. J. Hudson Taylor, o piedoso missionário na China, recusava-se a fazer qualquer dívida tomando por base esse versículo. Charles Spurgeon, conhecido pregador batista, tinha a mesma convicção. No entanto, a Bíblia não proíbe fazer empréstimos nem realizar transações legais que envolvam juros. O que a Bíblia proíbe é a cobrança de juros abusi­vos, a extorsão de irmãos [e a inadimplência no caso de dívidas honestas (ver Êx 22:25-27; Ne 5:1-11). Mateus 25:27 e Lucas 19:23 indicam que os negócios bancários e os in­vestimentos financeiros não são errados. Sem dúvida, não devemos fazer dívidas des­necessárias nem assinar contratos que não seremos capazes de cumprir. "Não furtarás." No entanto, aplicar Romanos 13:8 a todo tipo de obrigação legal envolvendo dinhei­ro me parece uma interpretação forçada.

3. O cristianismo puro e simples
Segundo a tradição cristã, existem três virtudes teológicas que podem sintetizar o cristianismo: a, a esperança e a caridade (ICo 13.13). A fé foi doada por Deus ao ser humano para que ele possa ser salvo. A fé, portanto, é um dom de Deus (Ef 2.1-8). A esperança é fruto da fé que recebemos de Deus. Passamos a ter esperança, pois invocamos o nome do Senhor (Rm 10.13). A caridade é a maior das virtudes. Ela dá vida contagiante, é maior que os talentos. A caridade nunca falha.

3.1. A fé cristã
A fé implica concordância e em algumas vezes se deve crer mesmo que a verdade não seja muito clara. Pois ela é o “firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11.1 LEIA A PARTE 10). No entanto, para crer não precisamos renunciar a razão, ao contrário, a razão deve ser usada, porque sem ela, é impossível acreditar. Devemos entender que a capacidade de pensar é presenteada por Deus para que o possamos alcançar. Quem crê, pensa e pensando crê. “A fé se não é pensada é vazia” (Agostinho).

PARTE 10
Hb 11.1 Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.
A fé sempre tem sido a marca dos servos de Deus desde o começo do mundo. Onde o Espírito regenerador de Deus implanta o princípio, fará que se receba a verdade acerca da justificação por meio dos sofrimentos e os méritos de Cristo. as mesmas coisas que são objeto de nossa esperança são o objeto de nossa fé. é uma firme persuasão e expectativa de que Deus cumprirá todo o que nos tem prometido em Cristo. este convencimento dá a alma o gozo dessas coisas agora; lhes dá uma subsistência ou realidade na alma pelas primícias e antecipação delas. A fé demonstra à mente a realidade das coisas que não se podem ver com os olhos do corpo. É a plena demonstração de tudo o revelado por Deus como santo, justo e bom. Este enfoque da fé se explica mediante o exemplo de muitas pessoas de tempos passados que obtiveram bom testemunho ou um caráter honorável na palavra de Deus. a fé foi o princípio de sua santa obediência, seus serviços notáveis e sofrimentos pacientes.

3.2. A Esperança cristã
Ao contrário do pensamento do homem pós-moderno o desejo frequente pela eternidade com Deus, não é uma forma de escapismo ou de auto ilusão, mas uma das características dos cristãos. Não significando que o crente deixe o mundo como está. Porque se averiguarmos na história, veremos que os crentes que mais labutaram neste mundo, foram exatamente os que mais pensaram no porvir. Todos marcaram suas épocas, porque decididamente suas mentes estavam ocupadas com o Paraíso de Deus (1 Co 9.23-27).

1 Co 9.23-27 E eu faço isso por causa do evangelho, para ser também participante dele. Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.
O apóstolo se compara com os corredores e os combatentes dos jogos ístmicos, bem conhecidos pelos coríntios. Mas na carreira cristã todos podem correr para ganhar. Portanto, este é o maior alento para perseverar nesta carreira com toda nossa força. Os que corriam nesses jogos se mantinham com uma dieta magra. Acostumavam-se às dificuldades. Exercitavam-se. Os que procuram os interesses de suas almas, devem pelejar com força contra as luxúrias carnais. Não se deve tolerar que mande o corpo. O apóstolo enfatiza este conselho aos coríntios. Expõe ante si mesmo e ante eles o perigo de render-se aos desejos carnais, cedendo ao corpo e a suas luxúrias e apetites. O santo temor de si mesmo era necessário para manter fiel a um apóstolo, quanto mais se necessita para nossa preservação! Aprendamos daqui a humildade e a cautela, e a vigiar contra os perigos que nos rodeiam enquanto estejamos no corpo.

3.3. A caridade cristã
Nas palavras de C.S. Lewis, um dos maiores pensadores que o cristianismo já produziu no século XX, a caridade significa amor no sentido cristão. Mas o amor no sentido cristão não é emoção. Não é um estado do sentimento, mas da vontade: aquele estado da vontade que temos naturalmente com a nossa pessoa, mas devemos aprender a ter com as outras pessoas. Ao contrário da teologia da prosperidade, que prega conquistas egoístas e desfiles de riqueza. O amor cristão reparte os bens da vida como máximo testemunho, porque quem não reparte não ama.

Conclusão
Ter bens materiais não significa necessariamente ser próspero na linguagem bíblica. Valorizar a pobreza também não é sinal de humildade cristã. O que precisamos entender acima de tudo é que os bens que possuímos são dádivas de Deus para suprir nossas necessidades e nos trazer satisfação pessoal Mas não podemos nos esquecer, que se temos bens materiais é porque temos a oportunidade de dividir com quem não tem.

QUESTIONÁRIO
1ª Parte
1. Em que se baseia a teologia da prosperidade?
R: A base está no individualismo com sua concepção de concorrência e competição.
2. Como as pessoas têm misturado a fé com superstição?
R: Crer-se que, se uma ferramenta de trabalho for ungida, a prosperidade chegará.
3. O que os teólogos da prosperidade pessam da oração do Pai Nosso?
R: Tem aparência de espiritualidade, mas, além de não adiantar nada, ensinam que destrói a oração.
2ª Parte
4. Quais os três males desse tempo segundo a lição?
R: A ignorância, o dinheiro e o consumismo.
3ª Parte
5. Quais as três virtudes teológicas do cristianismo?
R: A fé, a esperança e a caridade.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 1º Trimestre de 2013, ano 23 nº 86 – Jovens e Adultos – Vida Cristã Vitoriosa.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento 
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Bíblia – THOMPSON (Digital)
Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP (Digital)
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

8 comentários:

  1. Olá,
    A paz do Senhor!
    Quero parabeniza-lo pelo seu trabalho.
    Como faço para baixar a liçao em meu tablet?

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    1. A paz do Senhor Jesus irmã Lais Duque!
      Sinceramente, minha irmã, não sei. Mas creio que é o mesmo padrão dos navegadores pc, clique no link "baixar" slide no canto superior direito; acredito que vai dar certo, ele está na versão Office 2007.
      Eudes

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    2. Eu salvei para leitura offline e ficou otimo

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  2. A Paz do Senhor abençoado de Jesus.
    Tbm quero parabenizá-lo, sou superintendente da EBD e quero dizer que amei
    este trabalho e que está uma maravilha, pra glória de Deus.
    Deus continue te usando em nome de Jesus.Parabéns.

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  3. Gostaria de só avisar que no texto de referência no versículo 13 em vez de estar Filho, está Pilho. É para ficar tudo bonitinho como sempre foi. Maravilhoso o site de vocês. Deus vos abençoe.

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    1. Ok, obrigado queridos irmãos Marlene e Carlos.

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  4. É muita Benção este Site,tem abençoado muitas vidas,é uma Fonte de Pesquisa inesgotável,Deus Abençoe ao Pastor Eudes que tem se dedicado muito e a toda Equipe de Irmãos empenhado nesta Obra,Fiquem na Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

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