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Jesus, o advogado fiel - Lição 9 – 26 de Agosto de 2012


LIÇÃO 9 – 26 de Agosto de 2012

Jesus, o advogado fiel


TEXTO AUREO

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo”. I Jo 2.1

VERDADE APLICADA

A história da mulher pecadora é uma história que condena a história de juízos temerários.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jo 8.1 - Porém Jesus foi para o monte das Oliveiras.
Jo 8.2 - E, pela manhã cedo, voltou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
Jo 8.3 - E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério.
Jo 8.4 - E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando,
Jo 8.5 - e, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?

Introdução
Apresentamos a seguir, a lição em que Jesus, de modo inesperado, torna-se o advogado da mulher apanhada no adultério - Ela fora encaminhada a Ele pelos escribas e fariseus antes do nascer do sol - e, nesse estudo, veremos que para Jesus, o mais importante não era ficar julgando as pessoas ou absolvê-las, e sim ensiná-las o verdadeiro sentido da Lei naquele momento.
É uma pequena serra montanhosa, que incorpora quatro picos, o mais elevado deles fica a 830 metros acima do nível do mar, dando frente para Jerusalém e para o monte onde foi edificado o templo, para os lados do oriente, do outro lado do vale Cedrom e do tanque de Siloé. Nos dias de Jesus, o monte das Oliveiras era um lugar onde havia bosques, rico em oliveira; e essa circunstância é que lhe deu o nome. Porém quando o cerco das tropas comandadas pelo general Tito, foi desnudado de todas as suas árvores. Nos tempos da antiga dispensação, o monte das Oliveiras foi palco das idolatrias de Salomão, sendo o lugar onde foram levantados altares a Quemos e Moloque, divindade pagãs, o que provavelmente fez com que um de seus picos recebesse o apelido de monte do Escândalo.

1. Uma causa quase perdida
Pela madrugada Jesus se dirige ao templo de Jerusalém para ensinar. Havia na ocasião uma grande movimentação em torno da Festa, e, por isso, o Mestre aproveitou para ali desenvolver o seu ministério, e a todos ensinava. Vemos que anteriormente Ele pregou que era a rocha do manancial da vida espiritual (Jo 7.37-38), mas agora estava labutando para firmar tais convicções nos seus ouvintes através do magistério.
Segundo a narração lucana no cap. 21:37, nos informa o seguinte ”De dia Jesus ensinava no templo, e à noite ele saía e ia pousar no monte chamado das Oliveira. (vs 38) E o povo ia de madrugada ao templo para ouvi-lo.
A passagem Bíblica que narra o encontro de Jesus com a mulher adúltera, já se inicia de maneira revolucionária: "Jesus, assentando-se, ensinava no templo" (Jo 8:2). Ele se assentava em qualquer parapeito, degrau, calçada, barco, aonde fosse e ministrava a Palavra. Enquanto isso, os fariseus disputavam o púlpito e as melhores cadeiras nas sinagogas.

1.1. Uma mulher é surpreendida em adultério
Às vezes, enquanto se ensina a Palavra a todas as pessoas possíveis, o ensinador se surpreende com provações que lhe assaltam inesperadamente, como aconteceu com Jesus. Uma mulher foi apanhada em flagrante adultério e trazida pelos escribas e fariseus a Ele, e tendo sido posta em pé diante dos que ali estavam começaram o inquérito, não acerca do fato em si, mas acerca do que Aquele que ensinava, pensava a respeito. Era uma causa praticamente perdida a primeira vista, pois fora surpreendida em flagrante delito. Todavia, como ela foi conduzida a presença do Mestre, havia ainda esperança para ela. (SI 26.5; 32.10; 34.21)
Os fariseus são vistos novamente aqui em ação. Trouxeram a mulher a Cristo, violentamente, e a desgraçam diante de todos quantos ouviam as instruções dadas por ele. Os fariseus sabiam muito da lei, pelo menos intelectualmente, conhecendo de memória todos os seus preceitos; mas desconheciam totalmente os seus princípios misericordiosos. Tinham pouco ou nenhum respeito pelos sentimentos alheios e davam ínfimo valor a uma alma. A força motivadora deles não era exatamente o zelo pela lei e sim, certo sutileza com a qual embalavam a esperança de apanhar o Senhor Jesus em uma armadilha, ou em flagrante, fazendo uma mulher ser executada, ou libertando-a contrariamente à lei de Moisés, em qualquer dessas alternativas, a atitude de Jesus seria usada como arma contra ele.

1.2. 1.2. Uma denúncia inesperada
O elemento surpresa que Jesus por vezes; utilizava-se para desempenhar o Seu ministério, agora, porém, trabalhava contra Ele. Visto que se tratava de uma denúncia inesperada, Ele poderia ter pedido algum tempo para refletir a respeito, afinal estava lidando com o destino de um ser humano, além disso questões jurídicas, quando levadas a sério, não devem ser decididas sob o calor de emoções, ou de imediato. A resposta, na concepção dos escribas e fariseus (mestres da Lei), que teriam dEle seria a óbvia para a sua possível própria condenação também. Mas Ele apenas na areia escrevia. Há questões na obra do Senhor que não têm como escaparmos, porém é necessário que sejamos cautelosos para que não venhamos dar aos inimigos materiais contra nós mesmos (SI 71.4).
“Livra-me, ó meu Deus, das mãos dos ímpios, das garras dos perversos e cruéis.” Possivelmente o já idoso poeta enfrentava oposição e perseguição da parte de homens cruéis e injustos. Eles tinham armado laços (Sl 66.11). Os inimigos do salmista são retratados como caçadores cruéis, que apanhavam suas presas por meios de truques, as matavam e usavam os produtos do seu corpo nos comércios. De modo semelhante tentaram armar contra Jesus, só que usando a mulher como “isca”.

1.3. A provação do Mestre
Há questões que são verdadeiras arapucas (armadilhas) para apanhar os obreiros incautos. E há manobras ardilosas que sem o devido cuidado, o elemento cai no laço. Quando aqueles profissionais da lei chegaram diante de Jesus, trouxeram uma questão crucial legislativa, evidentemente com sutileza para apanhá-lo em suas próprias palavras e assim condená-lo também. Somos provados naquilo que gostamos e fazemos, o adversário não porá tropeços num caminho em que não iremos passar, mas arquiteta estratégias em cima daquilo que temos prazer. (SI 11.2).
Deduções apressadas são perigosas e podem levar o indivíduo à queda. Por isso devemos vigiar com tais pensamentos. Note que se o Mestre favorecesse a mulher; logo lhe acusariam de estar se desfazendo da Lei; se se declarasse naquele caso a favor da pena de morte conflitaria com as autoridades romanas, pois não tinham autonomia para executar ninguém, (Jo 18.31). Então, Jesus não poderia optar por responder tal questão com nenhum de dois pontos de vista sutilmente disfarçadamente lógicos. Mas partir para um ponto mais subjetivo, da intenção e práticas possíveis deles.

2. Um advogado de improviso.
A palavra advogado no Novo Testamento é “parakletos”, que é derivada de “parakaleõ” e literalmente significa “chamar para o lado”, ou seja, significa alguém convocado para estar ao lado de outra pessoa para ajudá-lo em sua defesa diante de um juiz; é também um intercessor, conselheiro, um assistente legal. Nos escritos joaninos o termo é aplicado a Jesus, mais fartamente ao Espírito Santo como aquele que trata e defende os interesses de Cristo Jesus.
Paráclito – Advogado, Defensor. Um dos títulos do Espírito Santo. Vocábulo grego que identifica a Terceira Pessoa da Trindade como o Consolador anunciado e prometido e prometido por Cristo (Jo 14.16, 26; 15.26).

2.1. Permaneceu tranquilo escrevendo
Quando a situação foi trazida para o Senhor Jesus, imediatamente Ele foi inclinando-se sobre a terra e começou a escrever sobre ela. Em fração de segundos, poderia estar orando, e simultaneamente refletindo sobre o assunto, pois em sua resposta Ele não poderia beneficiar diretamente aquela mulher. Se assim o fizesse, seria acusado de desprezar a Lei de Moisés (Lv 20.10; Dt 22.22); e, se concordasse com a execução da mulher, como a lei prescrevia, estaria em conflito com as autoridades romanas (Jo 18.31). Ali reclinado escrevendo sobre a terra permaneceu, quem sabe a própria lei que bem conhecia e sabia da malícia deles por não estarem agindo conforme ela, podemos conjecturar que tivesse descrevendo a parcialidade deles em tratar aquele caso, o que era uma maneira injusta e pecaminosa de tratar daquele assunto. De qualquer forma não cedeu a pressão deles, eis aí o segredo, é “ter muita calma nessa hora” (Pv 14.29; 15.18; 16.32; Ec 7.8).
O Mestre se agacha e espalha com as mãos o pó das pedras, a areia. Representantes da Lei ajuntam pedras. Jesus representante da graça se interessa pelo pó delas. Eles, a morte. Jesus, a Vida: “E formou Deus o homem do Pó da terra" (Gn 2:7). Nas mãos do carpinteiro, o pó da terra é moldado.

2.2. Desafiou a autoridade de condenar
A calma de Jesus foi dissipada pela insistência deles em querer uma resposta. Embora não tenha sido grosseiro o seu gesto, causou um forte impacto sobre eles. Pois Ele endireitou-se e disse, “aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. Com essa reação e tais palavras eles não esperavam. E aí o Senhor, inclinou-se novamente e continuou a escrever. Ou seja, dessa forma Ele desafiou a autoridade deles em apedrejar, quem estivesse “sem pecado”, com toda a têmpora de piedade, vestes e solicitudes aparente acerca da Lei, mesmo assim a única coisa que eles não estavam era sem pecado. (Rm 2.21-24; Mt 23.3).
O povo judeu possuía uma religião de rituais exteriores, não de atitudes interiores. Por fora, mantinham uma aparência virtuosa, mas e quanto ao coração? A acusação de Jesus contra os fariseus, Mateus 23, ilustra esse principio com perfeição. Deus não apenas vê os atos, mas também vê “os pensamentos e proposito do coração” (Hb 4.12). Era possível um judeu ser culpado de roubo, adultério e idolatria (Rm 2.21), mesmo que ninguém visse qualquer manifestação exterior desses crimes. No sermão do monte, Jesus diz que tais pecados podem ser cometidos no coração.

2.3. Todos foram embora
Dos mais velhos aos mais novos, todos foram embora, visto que todos estavam agindo com parcialidade intencional, e aquela cena toda não se tratava de algo que pudesse tratar de modo frívolo como estavam fazendo. Tal vez aquela mulher fosse uma boa mulher e não uma meretriz, visto que aquele era um momento festivo e o povo punha-se literalmente a beber vinho, afinal não era a festa dos tabernáculos que celebravam? A alegria pelas colheitas de uvas e maçãs era o motivo da celebração, assim facilmente alguém poderia ter perdido o equilíbrio, sob efeito do vinho e cometido um desatino numa tenda daquelas, o que facilitava ser pego no próprio ato! O Senhor jamais foi condescendente com o pecado, nem com eles e nem com ela. Mas quando todos eles foram embora, ela então estava livre e foi orientada para não praticar mais o mal (Jo 8.10,11).
"Saíram um a um a começar pelos mais velhos." Envergonhados, feridos na consciência, soltam as pedras ao chão. A graça não veio para condenar, mas para salvar: "Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais".
Assim também somos nós, prestando mais atenção ao pecado alheio, criticando-os muitas vezes sem misericórdia, e sem olharmos para os nossos. Quando encontramos alguém mais pecador do que nós mesmos, julgamo-los, espancamo-los e o condenamo-los covardemente com as nossas palavras. A Lei é para conter as pessoas dentro de determinados limites, serve também para mostrar o lado obstinado da nossa natureza adâmica que nunca se converte, mas esta é externa e não tem esse poder. É necessário uma outra Lei que trabalhe interiormente no homem, e ela existe, foi feita para o bem de todo aquele que crê. Se trata do ministério da habitação do Espírito Santo no crente que o I fortalece para que Ele viva acima da lei do pecado com suas tendências rebeldes a Deus.

3. A ré é absolvida.
As palavras do Mestre de Nazaré foram poderosos mísseis a despertar a consciência deles. É prudente não acusar aqueles homens do mesmo pecado que a mulher. Ainda que alguns se atrevam a tal coisa, não temos respaldo escriturístico para isso. No entanto, o certo é que havia outras coisas ali evidentes naquele momento bem pecaminosas também: a malícia, a parcialidade, o desejo de vingança e injustiça.

3.1. Ninguém te condenou?
Ali permanecia aquela mulher em pé, no mesmo lugar para onde fora trazida. Abalada por tudo o que estava acontecendo e sem coragem de sair dali. Permanecia como que estivesse a espera de alguma outra palavra e isso o Senhor Jesus tinha para lhe dar. Até aquele momento o Mestre não havia interagido com ela ainda, apenas com seus interlocutores escribas e fariseus que já tinham ido embora. Após erguer-se novamente Jesus olha e vê somente ela. Aquela experiência ficaria marcante na vida dela para sempre por si só, porém o fato, de naquela hora, ter a atenção do Filho de Deus, tornar-se-ia num momento eternizado. Quando estamos humilhados e diante de Deus, Ele “não esmagará a cana quebrada (pelo pecado), nem apagará o pavio que fumega” (Is 42.3), quer dizer, não nos humilhará ainda mais como alguns fazem (Rm 8.1-4).
“Agora, pois”, deixa claro “já nenhuma condenação há”. Uma verdade extraordinária e a conclusão de uma argumentação primorosa. A base para essa certeza maravilhosa é a expressão “em Cristo”. Em Adão, fomos condenados, mas em Cristo não há condenação alguma!
O versículo não diz “nenhum erro”, “nenhum fracasso” e, nem mesmo, “nenhum pecado”. Os cristãos caem, cometem erros e pecam. Abraão mentiu sobre a esposa; Davi cometeu adultério; Pedro tentou matar um homem com sua espada. Por certo, esses homens, sofreram as consequências de seus pecados, mas não sofreram a condenação.
A Lei condena, mas o cristão tem uma nova relação com a Lei. Portanto não pode ser condenado.

3.2. Absolvição do Senhor
O mais importante não era a condenação da mulher, mas o seu arrependimento. Jesus não estava de acordo com o adultério, porém havia séculos que existia aquela lei e bem pouco havia mudado. Mas esta foi a sua pergunta, daquele que publicaria o direito daquela pecadora: “onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?” Se aqueles homens doutos na lei haviam deixado a mulher sem condenação, então como poderia o Príncipe da paz condená-la? A resposta da mulher foi “ninguém, Senhor”. Em seguida o melhor estava por vir, “nem tampouco eu te condeno”. Apenas o justo, concede justiça e justifica o pecador, como dizia a profecia de Isaías, “o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si”. E mais, “em verdade (Ele) promulgará o direito” (Is 53.11; 42.1 RA).
O fruto do trabalho do Messias é que Yahweh (Deus) ficou satisfeito com a oferenda de Seu Filho, aceitou-a e tornou-a eficaz em Seu oficio expiatório. Através disso Ele trouxe justificação a muitos. “Após o sofrimento de Sua alma, Ele veria a luz da vida” como diz o significativo texto da Septuaginta e do manuscrito hebraico dos papiros do Mar Morto.
Por meio de Seu conhecimento, ou seja, ao fazer o que Ele sabia que deveria ser feito, o Servo Sofredor Justifica a muitos. Mas alguns estudiosos traduzem essa frase por “pelo conhecimento Dele”. Aqueles que O conhecem como Salvador e Senhor serão justificados por Ele. Seus pecados lhes serão perdoados e eles entram em Sua Vida.

3.3. Vai e não peques mais
Eis o conselho que vem depois da absolvição, “vai e não peques mais” (Jo 8.11), visto que em uma futura recaída lhe sucederia coisa pior. Não temos nas Escrituras o que sucedeu aquela mulher depois que dali saiu, a história é encerrada abruptamente e não há mais consideração sobre ela em nenhuma outra parte do Novo Testamento. Mas podemos crer que aquela mulher veio a converter-se e tomou horror pelo pecado, vindo nunca mais praticá-lo. A ênfase do texto seguinte está no retorno de Jesus ao ensino, como escreveu João, “De novo, lhes falava Jesus, dizendo...” (Jo 8.12). Quer dizer, imediatamente àquele episódio, O Mestre retoma seu ofício ensinador.
Há uma lenda que diz que aquela mulher se chamava Susana e tornou-se discípula de Tiago e uma santa mulher. Quando Tiago foi para a Espanha ela o acompanhou até que lá veio a falecer. Não podemos dar o devido crédito, mas quanto ao que está lá registrado é para a nossa edificação. Admiremos essa história que é carregada de ensinamentos: trata-se da história que condena a história de juízos temerários, infundados e injustos. É a história que dá ao pecado o devido tratamento, sem contudo ser condescendente com ele. É a história que mostra que devemos amar mais as pessoas que métodos, leis, etc., e o maior ensino de Jesus i laqueie momento é, o mais importante que julgar os outros é ensiná-los a andar nos caminhos da misericórdia e verdade (Mt 5.7; 9.13; 23.23).

CONCLUSÃO
O exemplo deixado por essa história de juízo temerário é um vívido exemplo do valor que devemos dar aos seres humanos. Vendo o exemplo do Mestre que de madrugada se levantava para ensinar aqueles que iam ao templo, somos incentivados a firmar convicções com aqueles a quem contatamos. Tenham certeza que, à medida que ensinamos aos outros no temor de Deus algo acontece em nós também, somos transformados pela mesma Palavra que ministramos. Após este episódio, o da mulher pecadora, imediatamente Ele voltou a ensinar, ou seja, nada lhe afastava da meta que tinha em mente.

QUESTIONÁRIO

1.    Em que momento do dia Jesus se dirigiu ao templo para ensinar?
R. De madrugada.
2.    Jesus depois de pregar, agora estava labutando em quê?
R. Para firmar convicções nos seus ouvintes.
3.    Que penalidade legal segundo a Lei Mosaica era para ser aplicada em caso de adultério?
R. Homem e mulher adúlteros deveriam ser apedrejados; ou simplesmente, apedrejamento.
4.    Uma resposta óbvia dada por Jesus resultaria em quê?
R. Na sua possível condenação também.
5.    O mais importante não era a condenação, mas o quê?
R. O arrependimento da mulher.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2012, ano 22 nº 84 – Jovens e Adultos – Jesus Cristo, o Mestre da Evangelização.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

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