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O Evangelho da Missão Integral - Lição 6 – 05 de agosto de 2012





LIÇÃO 6 – 05 de agosto de 2012

O Evangelho da Missão Integral

TEXTO ÁUREO

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”. Jo 5.24

VERDADE APLICADA

A Igreja é a agência de Jesus que hoje executa a Sua missão, que é de restaurar o homem completamente.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jo 5.8 - Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma tua cama e anda.
Jo 5.9 - Logo, aquele homem ficou são, e tomou a sua cama, e partiu. E aquele dia era sábado.
Jo 5.19 - Mas Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai, porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.
Jo 5.20 - Porque o Pai ama ao Filho e mostra-lhe tudo o que faz; e ele lhe mostrará maiores obras do que estas, para que vos maravilheis.
Jo 6.8 - E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe:
Jo 6.9 - Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isso para tantos?

Introdução
A necessidade de uma mensagem que atendesse o ser humano em sua integralidade, foi eficazmente pregado e vivido por Jesus enquanto esteve entre nós. Sua fala refletida na igreja Apostólica nos protege de reproduzir qualquer ideia contraria a isso.

1. A missão de curar
Para viver o Evangelho puro e simples é necessário entendermos o que ele realmente é, os seus aspectos e o que abrange. Procuramos explicar tais coisas a partir da pessoa de Jesus, sob a luz de seu ministério terreno e através do Evangelho joanino. Especificamente nesse tópico veremos resumidamente a necessidade da cura e dos milagres no ministério eclesiástico hoje e porque eles acontecem sob determinados aspectos.
O Profeta Isaias havia predito que o messias, levaria sobre si as nossas enfermidades (Is 53.4); João também usa em seu livro uma palavra que não é dunamis, que enfatiza o poder, mas sim semion, que significa “um sinal”. O que é um sinal? É algo que aponta para além de si, para outra coisa maior. Não bastava o povo crer nas obras de Jesus; precisavam crer nele e no pai que o havia enviado (Jo 5.14-24). Curar era um “sinal” de sua divindade. E agora também uma determinação à sua igreja (Mc 16.17-18).
O tanque de Betesda é metáfora que lembra a humanidade que Deus olha graciosamente para os desfavorecidos. “Os milagres que procedem de Deus não premiam quem souber se mostrar hábil, santo ou rico – Deus não faz acepção de pessoas, nem busca transformar os espaços religiosos numa corrida desenfreada pela bênção onde só os mais fortes sobrevivem”.

1.1. Um paralítico jaz sem esperança
A salvação abrange todos os aspectos da vida comum do homem, a sua saúde física, psicológica e necessidade nutricional, etc. Entre o capítulo cinco e seis do Evangelho de João, fica evidente essa preocupação do ministério de Jesus, que foi absorvida pela igreja apostólica, e nós hoje devemos de igual modo praticar. Ao olhar o episódio do paralítico do tanque de Betesda (casa da misericórdia ou da água que flui), ali está um homem paralítico que sofre desse mal a 38 anos de sua vida. Ali jazia ele sem esperança dada as suas limitações físicas e extrema dependência.
Esse homem estava a tanto tempo doente, não se sabe a quanto junto ao tanque de Betesda, ou “casa de misericórdia”. Possivelmente ele estava morando na “casa de misericórdia”, no entanto, a misericórdia não era praticada por seus moradores. Isso se observa por meio de sua resposta a Jesus, “... não tenho ninguém que me ponha no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, desce outro antes de mim.”.
Essa passagem representa bem os homens, os quais no caso de seus problemas espirituais têm consciência de supostas soluções, que em alguns casos parecem dar certo, mas que, na realidade, são inadequadas. Dessa maneira, o autor sagrado mostra-nos que devemos olhar para Jesus, o único capaz de dar solução real e duradora a todos os problemas espirituais (incluído a questão da cura da alma, mediante a regeneração), afastando-nos de nossos “tanques”, que muitos prometem, mas que jamais correspondem com a realidade dos fatos, e só nos frustra.

1.2. A Palavra ergue o homem
É claro que isso é mais que cura, trata-se de um milagre maravilhoso, pois o homem possuía uma deformidade seríssima! Jesus visava através daquela maravilha, demonstrar a sua identidade messiânica, os milagres que como já falamos, eram métodos legais já previstos nas Escrituras para esse fim. As curas, no sábado, incomodavam a liderança religiosa, alguns chegavam a interpretar como uma violação do sábado, mas a questão tomou outro rumo quando Jesus se declarou Filho de Deus (Jo 5.18). Ali estava a Palavra viva e poderosa para erguer o homem da sua paralisia, Ela apenas precisava se pronunciar e foi o que fez erguendo aquele miserável de sua situação quando disse, “levanta-te, toma a tua cama e anda” (Jo 5.8).
O autor sagrada ilustra aqui a cegueira do legalismo religioso, bem como os preconceitos religiosos, em suas formas mais diversificadas. Não lhe parecia motivo de atenção o fato de que um homem, escravizado há trinta e oito anos por uma enfermidade incurável, tivesse sido repentinamente, milagrosamente curado. Tinha uma lei: e sobre essa lei haviam erigido muitos preconceitos insensatos. Mas a tradição requeria deles que observasse tais preceitos. E assim se confirmou o fato de que observavam as questões mínimas da lei, mas negligenciavam as questões mais importantes, com a justiça, a verdade e a misericórdia.

1.3. A evangelização séria tem curas e milagres
Neste fato, é demonstrado o poder da palavra vivificada por Deus: ela é curadora, milagrosa, e ergue o homem de sua paralisia física e espiritual. Além desse bem que produz, indicava outro incomparavelmente maior, a identidade messiânica de quem o produziu. E as implicações que ela, ao ser reconhecida, traria àquela geração, que se recusou crer em quem de fato Jesus era (Jo 5.16). Toda evangelização séria é, de alguma maneira, acompanhada de curas e milagres. Seja ela pessoal, a um pequeno grupo ou em massa. A obra evangelizadora segue essa lógica: doutrinação e sinais, Escrituras e poder de Deus. Nessa bipolaridade, tais pólos não são antagônicos, mas se harmonizam, completam-se e demonstram a procedência divina de ambos. Portanto, como Jesus, devemos trazer tais realidades para o ministério eclesiástico contemporâneo.

Os Atos dos Apóstolos são continuidade do ministério terreno de Jesus. Portanto, a igreja deve dar continuidade em sua missão. Se de fato reunimos em seu nome, como registra Mateus 18.20, Ele estará conosco (através do seu Espírito) e nos orientará e nos fará lembrar sobre tudo que Ele ensinou (Jo 14.26). Então por certo os sinais que identificam sua presença irão acontecer (Mc. 16.17-18)


Nos evangelhos sinóticos ficou demonstrada a prática de Jesus ensinar e depois curar os enfermos, no de João, essa ordem parece mudar. Todavia é mais provável que Jesus trabalhara estrategicamente de modo alternado sem jamais abrir mão de ambos: ensino e sinais. Porém nem. sempre tais sinais estão presentes nas diferentes igrejas por problemas de interpretação das Escrituras; falta de busca do poder de Deus e oposição ideológica e espiritual. Hoje é sobremaneira importante levarmos um evangelho de poder, a fim de resgatarmos alguns e contermos o fortalecimento do mal no mundo.

2. A missão de alimentar a alma e espírito (Jo 5.19-47)
Jesus finalmente explicou quem de fato Ele era. Ele tinha a intenção de que todos pudessem acreditar em sua missão de resgatar a humanidade, para isso o faz nos capítulos 5 e 6 de João. O sinal da cura do paralítico demonstrava poder, mas o seu discurso visava dar a conhecer quem ele era, para gerar o mais importante a seguir: o relacionar-se com o Verbo encarnado de Deus.
João 05 dos versículos 19 a 47, em resposta às acusações dos líderes religiosos, Jesus fez algumas declarações importantes comprovando sua filiação.
Declarou ser igual a Deus (19-23), em vez de negar as acusações, ele as confirmou. Se ouvíssemos alguém fazer uma declaração dessas hoje, diríamos trata-se de uma piada ou de insanidade mental. Jesus certamente não era louco, e há evidências de sobra de que falava muito sério.
Declarou ter autoridade para ressuscitar os mortos (24-29), pela segunda vez Jesus sua declaração com as palavras: “Em verdade, em verdade”. Vemos Jesus usando essa forma solene em seu discurso mais de vinte vezes ao longo do Evangelho de João. É como se estivesse dizendo: “Prestem atenção! O que vou dizer agora é importante!”. Jesus fala de quatro tipos de ressurreição: 1ª a ressurreição dos pecadores para a vida eterna (24-25); 2ª ressurreição mencionada do próprio Cristo (26); 3ª ressurreição, quando os cristãos serão ressurretos dos mortos (28-29ª); 4ª é a ressurreição do Juízo (29).
2.1. Jesus explicou sua missão
Em sua mensagem, Jesus ensinou acerca do trabalho divino não na natureza, mas realizado entre os homens no presente e no futuro escatológico. Este trabalho é expressado com os verbos, “fazer, vivificar, ressuscitar e julgar”. Todas as atividades expressas nesses verbos atribuídas ao Pai, são da alçada dele como Filho, é o que Jesus instrui aos seus ouvintes. Questões cruciais como ressuscitar e julgar que são de natureza escatológica, são atribuições messiânicas dele. Tal ideia não é nova, já estava presente na profecia de Daniel a centenas de anos, mas a liderança religiosa não aceitava isso (Dn 7.13-14; 12.12). Observe que o ensino de Jesus consistiu num trabalho apologético de seu ministério para mostrar quem Ele é e as consequências desse conhecimento aceito, ignorado ou rejeitado. Tal testemunho fidedigno é decisivo quanto à visão e o proceder individual perante o mundo, por isso nem todos o aceitam.

2.2. Jesus falou dos sinais e das Escrituras
Jesus trata dos testemunhos de sua divindade, visto ser necessário que os homens creiam nEle para a vida eterna. Esses testemunhos comprobatórios fazem parte do seu trabalho pedagógico e evangelístico que é missão herdada pela igreja também. Tais testemunhos de acordo com Jesus se iniciam com João batista (Jo 5.33); mas os sinais que Ele operava eram maiores que o próprio testemunho de João (Jo 5.36); depois dos sinais, há as próprias Escrituras que dele testificavam (Jo 5.39); e por último e, em particular, os escritos de Moisés que os judeus afirmavam crer, mas estavam rejeitando-as e consequentemente rejeitavam também a pessoa de Jesus. Vemos que Jesus se esforçou para que seus contemporâneos tivessem conhecimento de quem ele era (Jo 5.43.47).
Afirmou haver testemunhas válidas para corroborar suas declarações de divindade (30-47). O termo “testemunha” é uma palavra chave no Evangelho de João, em que aparece mais de cinquenta vezes. Jesus de testemunho de si mesmo, mas sabia que este não seria aceito pelos líderes, de modo que chamou outras três testemunhas. 1ª testemunha, João Batista (30-35), o qual os líderes religiosos haviam interrogado detalhadamente (Jo 1.15); 2ª testemunha, seus milagres (36); e a 3ª testemunha, a Palavra do Pai (37-47), o povo judeu referenciava profundamente a Palavra escrita de Deus, especialmente a Lei que ele havia dado por intermédio de Moisés.

2.3. A seriedade na missão de Jesus é necessária
A evangelização requer seriedade. Cabe ao evangelizador trazer uma declaração consistente acerca da pessoa de Jesus como Filho de Deus e Salvador da humanidade (Jo 3.36; 5.25; 6.9; 11.27; 20.31). Esse é um ponto crucial para quem evangeliza. E também, o evangelista deve estar absolutamente convicto de seu relacionamento com Jesus, para que possa convencer os outros (Mt 16.16-18). Este é um assunto que precisa estar resolvido para o evangelista, porque se houver dúvidas, o evangelizador não conseguirá desempenhar bem o seu papel. Isso significa que para ele alimentai- a alma dos outros, a dele deve estar satisfeita primeiro com o Pão da Vida (Jo 6.51).
João 3.36, fala que podemos escapar da ira de Deus. Essa é a única passagem do Evangelho e das epístolas de João em que encontramos a palavra “ira” (João emprega seis vezes no Livro de Apocalipse). Esse versículo é um paralelo com João 3.18 e deixa claro que, em que se tratando do testemunho de Jesus Cristo, não é possível manter-se neutro: ou cremos nele ou o rejeitamos.
Mateus 16.16-18, Pedro disse, por si mesmo e por seus irmãos, que estavam seguros de que nosso Senhor era o Messias prometido, o Filho do Deus vivo. Isto mostra que criam que Jesus eram mais que homem. Nosso Senhor afirma que Pedro era bem-aventurado, porque o ensinamento de Deus o fazia diferente de seus compatriotas incrédulos.
Cristo agrega que o chama Pedro, aludindo a sua estabilidade ou firmeza para professar a verdade. A palavra Cristo é a Rocha, o fundamento provado da Igreja; aí daquele que tentar colocar outro. A confissão de Pedro é esta rocha enquanto doutrina; toda e qualquer pretensão humama, no sentido de desatar ou de amarrar os pecados dos homens, são no mínimo absurdas. Ninguém pode perdoar pecados, senão somente Deus. E este amarrar e desamarrar na linguagem corriqueira dos judeus significava proibir e permitir, ou ensinar o que é legal ou ilegal.

3. A missão de alimentar o corpo (Jo 6.1-15)
Após o seu discurso em Jerusalém. Conforme citamos acima, Jesus desceu e foi em direção ao norte para o Mar de Tiberíades. Numerosa multidão impactada pelos seus sinais maravilhosos e a cura de enfermidades o seguia desejando mais do seu poder curador. Jesus, entretanto ao ver-lhes ao longe preparou-lhes uma surpresa que tornou aquele momento inesquecível na experiência de quem o viveu.
Mateus nos informa que foram cerca de 5mil homens, além de mulheres e crianças, a alimentação da multidão foi um milagre de tal magnitude que chamou a atenção dos discípulos a ponto de está registrado nos quatro evangelhos.

3.1. Uma multidão faminta
A multidão se aproximava e Jesus queria impactá-la, mas resolveu provar antes os seus discípulos dizendo, “onde compraremos pão para lhes dar de comer?”. Um denário era o salário de um dia de trabalho, o suficiente para uma pequena família comer. Filipe mentalmente calculou de imediato, e disse que nem duzentos denários seriam suficientes para cada um receber o seu pedaço de pào e se alimentar. Mas André apresentou um rapaz que tinha cinco pães de cevada e dois peixinhos secos, mas como ele mesmo disse, “mas o que é isto para tanta gente?”. O Mestre apenas pediu que seus discípulos ordenassem as pessoas que se assentassem, e tendo dado graças, partiu os pães e peixes e alimentou a multidão de tal modo que sobrou doze cestos de pedaços.
Mateus, Marcos e Lucas afirmam que Jesus olhou para o céu quando deu graças. Com esse gesto o mestre lembra o povo faminto de que Deus é a fonte de dadivas boas e necessárias. Podemos extrair daqui a seguinte  lição:  “em vez de nos queixarmos daquilo que não temos, devemos dar graças a Deus por aquilo que temos, e Ele multiplicará esses recursos.
- Marcos escreve que o Jesus determinou que se assentasse sobre a relva verde, repartido em grupos de 100 em 100 e 50 em 50. O milagre é real, no entanto temos que nos organizar.


3.2. A Palavra que alimenta o homem
Na cura do paralítico Jesus demonstra que, mediante a sua palavra, ele levanta o homem, tanto da enfermidade, quanto da sua situação espiritual caída diante de Deus. Na multiplicação dos pães ele evidencia que é o pão que alimenta o homem da fome espiritual. Também, de modo simultâneo, fica claro que Ele se preocupa em alimentai' as pessoas fisicamente buscando o bem estar delas. Sabemos que no seu ministério havia dinheiro arrecadado para a sua subsistência junto com os apóstolos (Mt 27.55; Lc 8.2,3), e daí uma parte era retirada para ajudar os necessitados, principalmente os órfãos e as viúvas de Israel por onde eles ministravam. Desde cedo, houve esse cuidado tendo em vista que aqueles tempos tão difíceis, onde não havia um instituto de previdência social, tal responsabilidade recaía sobre os serviços religiosos.
Em João 6.57, o Senhor revela o segredo de sua vida interior. No começo de seu ministério ele disse ao tentador que o homem não viverá só de pão, mas da palavra de Deus. Aqui ele vai além e diz que ele vive não das palavras de Deus, mas do próprio Deus. Portanto, aqui fica um segredo, coma e viva. Jesus disse eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo (Jo 6.51).

3.3. A evangelização séria leva o pão
Evangelização é comunicação e aí está implícito a ajuda aos necessitados. Em via de regra, não há trabalho evangelístico sem esse cuidado. Observe que em virtude do milagre da multiplicação, os homens ficaram ainda mais convictos que Jesus era o profeta que estava por vir (Jo 6.14-15). Às vezes se pensa em apenas ajudar aos domésticos na fé, isso é importante, mas as pessoas evangelizadas precisam perceber esse amor. Porém, o que se tem visto é o inverso de praticar o que fez Jesus, certos movimentos estão trabalhando para arrancar o último tostão das pessoas, prometendo-lhes a providência divina. Que evangelização é esta em que ao invés de ajudar, tira proveito dos necessitados?
Cremos que a Igreja vem influenciando ao longo dos séculos, poderosamente, o mundo, os governos acabaram tomando para si a responsabilidade dos doentes, desempregados e envelhecidos, criando meios assistenciais para socorrer a população, isso é ótimo inquestionavelmente. Porém devemos refletir que, à medida que a igreja está deixando essa responsabilidade apenas nas mãos do Estado, está diminuindo a sua atuação, está comprometendo o seu poder clerical de influência, está tomando-se apenas uma religião a mais no contexto contemporâneo.

Conclusão

Em síntese, essa é a missão explicada pelo discípulo amado e exemplificada por meio do que escreveu tão eficientemente. Esse encargo é um privilégio da Igreja evangelizadora, que busca acima de qualquer coisa o crescimento do reino de Deus onde ela está plantada. Sendo útil a Deus enquanto serve aos homens em suas necessidades e crises.

QUESTIONÁRIO

1.    Quais aspectos a salvação em Cristo abrange a vida do homem?
R. Saúde física, psicológica e sua necessidade nutricional.
2.    Toda evangelização séria é acompanhada de que?
R. De curas e milagres.
3.    De que maneira Jesus alimenta a alma de seus ouvintes?
R. Ensinando acerca das realizações da divindade; ou quando ensina através das expressões, “fazer, vivificar, ressuscitar e julgai'”.
4.    Quais os testemunhos comprobatórios da divindade de Jesus por Ele citados?
R. João, o batizador, os sinais, as Escrituras em geral, e por último os escritos de Moisés.
5.    Em via de regra, não há trabalho evangelístico sem esse cuidado, qual?
R. O de levar o pão aos necessitados.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Comentário Bíblico - F. B. Meyer

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