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O poder da conexão - Lição 11 – 09 de Setembro de 2012


LIÇÃO 11 – 09 de Setembro de 2012

O poder da conexão


TEXTO AUREO

“Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto”. Jo 15.2

VERDADE APLICADA

Firmeza e constância na comunhão com Cristo é outro grande segredo indispensável para dar frutos na obra do Senhor.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jo 15.4 - Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Jo 15.5 - Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.
Jo 15.6 - Se alguém não estiver em mim, será lançado fora. como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Jo 15.17 - Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
Jo 15.8 - Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

Introdução
Hoje trataremos da relevância de se ter comunhão com o Senhor Jesus. Nunca se falou tanto em conexão como nos últimos dias por causa da Internet. Termos como: estar conectado, cair a conexão, estou sem conexão (internet), são expressões que ilustram perfeitamente a necessidade de estarmos ligados em Jesus, a Videira. Aproveitaremos para estudar os benefícios colhidos de uma conexão constante com Ele.

1. Ramos ligados
A finalidade deste texto (Jo 15) é mostrar a importância da comunhão com Cristo, de se ter um caráter transformado e, simultaneamente, um testemunho fecundo de evangelização e discipulado no mundo. Bem como demonstrar a maneira de usufruir das bênçãos prometidas procedentes dessa conexão real entre o cristão e o Senhor Jesus.
João 15. Esta é a sétima e última declaração de “Eu Sou” feitas por Cristo conforme o registro do Evangelho de João. Porém, Jesus não se ateve a essa imagem, prosseguindo com a figura do “amigo”.
Esse dois retratos dos cristãos, como ramos e amigos, revelam nossos privilégios quanto nossas responsabilidades. Como ramos, temo o privilégio de compartilhar a vida de Jesus e a responsabilidade de permanecer nele. Como amigos, temos o privilégio de conhecer sua vontade e a responsabilidade de obedecer.

1.1. A dependência dos ramos
Não existe ramo que brote de si mesmo. Ele sempre é a extensão de uma vida vegetal que procede de um tronco qualquer. Parece-nos muito óbvio e desnecessário o que falamos, mas não o é. Sabemos que há pessoas no mundo cheias de virtudes e que não têm nenhum compromisso espiritual com Cristo. Até o respeitam como um grande sábio e líder religioso, todavia não têm nenhuma conexão com Ele. Reconhecemos que tais virtudes pessoais tem o seu valor social, elas são importantes, contudo, lamentavelmente estão mortas para Deus, posto que não haja vida para o ramo separado do tronco. Portanto, como bons ramos, estejamos ligados à Videira verdadeira.

1.2. A incapacidade dos ramos (Jo 15.4,5)
Um ramo nasce no tronco de uma videira a partir da seiva dela, da sua vida dela, que está no tronco produzindo crescimento e o devido fruto. Nenhum ramo tem poder de gerar-se; assim também um crente não se produz sem Deus, ele precisa da seiva de Cristo Jesus através da comunhão, para que seja produtivo. Ser produtivo quer dizer possuir o caráter transformado, ter, em si, a presença das virtudes cristãs (denominadas fruto do Espírito, G1 5.22), e almas ganhas para Cristo. Tais coisas são resultados do mover do Espírito Santo no crente. Cujo resultado é consequência de uma sinergia entre Deus e o crente. Tal esforço combinado impede que haja acomodação por parte daquele que serve a Deus em sinceridade, posto que o Agricultor divino jamais se acomode.
João 15.4 - Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si
mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim.
A palavra chave é permanecer, usada onze vezes em João 15.1-11 (“esteja” em Jo 15.11). “Permanecer” significa manter a comunhão com Cristo de modo que trabalhe em nossa vida e por meio dela, a fim de produzir frutos. Sem dúvida, inclui a Palavra de Deus e a confissão dos pecados, a fim de que nada sirva de empecilho para essa comunhão com o Senhor (Jo 15.3). Também inclui a obediência a ele por que o amamos (Jo15.9,10). Essa relação de permanência é natural para os ramos e para vinha, mas deve ser cultivada na vida cristã, pois não se desenvolve automaticamente. Permanecer em Cristo exige adoração, meditação na Palavra de Deus, oração, sacrifício e serviço. Mas é um grande regozijo.

1.3. O segredo de dar frutos (Jo 15.5)
A frutificação abundante é resultado do amor, da comunhão e da dedicação ao Senhor Jesus. E o discípulo que vive cada dia a negar-se a si mesmo e viver como Ele viveu, pois somos extensão, imitação e a glória dele. Em nossa vida prática devemos zelar por essa comunhão com muito zelo e carinho, tal dedicação resulta em frutificação constante. Sob outro aspecto, afirmamos que o fiel deve cuidar para que a sua unção e presença permaneçam nele, incessantemente. Para tanto, convém vigiarmos com os nossos pensamentos, onde fixamos os nossos olhos, naquilo em que tocamos, nos projetos e nas decisões que tomamos, e, ainda, em tudo o que fazemos, para que a nossa comunhão não seja jamais interrompida. Caso aconteça algum acidente no percurso da nossa existência, devemos confessar a Ele e buscar ajuda, se necessário for, em alguém que seja maduro e possa nos ajudar em nossa dificuldade (SI 32.5; lJo 1.9).
João 15.5 - Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em mim, e eu nele, esse dá
muito fruto; sem mim nada podeis fazer.
A Igreja do Senhor Jesus é um organismo vivo que deve produzir frutos, não é uma máquina robotizada, necessita de estímulo, tempo, cultivo e só assim para dar muitos frutos em boa colheita. É preciso lembrar que os frutos não são consumidos pelos ramos, mas sim aproveitados por outros. Não se deve produzir frutos para agradar a si mesmos, mas para servir aos outros. Devemos ser o tipo de pessoa que “alimenta” os semelhantes com nossas palavras e com as nossas obras. “Os lábios do justo apascenta a muitos” (Pv 10.21)
O Novo Testamento trata o fiel como cristão, santo, crente, ramo da videira, etc. Se somos leais a Cristo, não somos pecadores pelo prazer à prática do pecado. todavia não nos tornamos impecáveis pelo fato de termos sido regenerados e recebermos a nova natureza de Cristo em nós. Por isso precisamos do continuo desenvolvimento de nossa comunhão (Is 55.3). Por outro lado, os I cristãos amadurecidos e oficiais da casa de Deus devem se disponibilizar para assistir os crentes, em geral ,nas suas dificuldades, operando no sentido de ajudar os irmãos, ouvindo-os em suas falhas e reencaminhando-se com espírito brando, tendo cuidado consigo para não ser tentado (Gl 6.1; Tg 5.19-20).

2. A manutenção dos ramos
Numa lavoura, não basta plantar, importa cuidar para a preservá-la. O Mestre fala do cuidado divino aos seus discípulos de maneira que eles entendem esse aspecto da obra de Deus, que também é decisivo para a expansão do seu reino aqui na terra, e de como é dispensado esse cuidado. Nós, de igual modo, precisamos conhecer esse processo que se efetua na vida cristã, a fim de, também, podermos ajudar outros irmãos mais novos, até atingirem o melhor do seu potencial produtivo.

2.1. A proteção dos ramos
Os ramos da Videira, que são os cristãos, precisam do cuidado especial da poda. Esse tratamento consiste no corte dos ramos no tempo certo, caso isso não seja feito, poderão ocorrer resultados danosos à planta. Os viticultores podam os ramos para possibilitar uma maior penetração dos raios solares na planta, evitando fungos que a fariam adoecer, ajudando, também, na circulação do ar entre os galhos. Os podadores eliminam possíveis galhos inúteis que comprometeriam a qualidade do fruto da vide, no caso da Videira Verdadeira, isso é uma atribuição exclusiva do Viticultor divino. Enfatizamos que ninguém mais, a não ser o próprio Viticultor divino tem esse direito, o direito de executar a poda (Mt 13.25-30).
Mateus 13. Satanás opõe-se ao reino tentando tirar a Palavra do coração (Mt 13.4, 19). Quando isso falha, o inimigo tem outros meios de atacar a obra de Deus. Uma delas é desarraigar os verdadeiros cristãos, Satanás planta impostores no meio deles. Nesta parábola, a boa semente não representa a Palavra de Deus, mas sim pessoas que se converteram pela fé na Palavra. O campo não é o coração humano, mas o mundo. Cristo está semeando cristãos verdadeiros por toda a parte, a fim de que deem frutos (Jo 12.23-26). Mas, onde quer que Cristo semeie um cristão verdadeiro, Satanás semeia um impostor.
Lamentavelmente, por falta de entendimento, egoísmo ou ciúmes, alguns líderes acham que têm autoridade absoluta para disciplinar; a seu bel prazer, os crentes e obreiros da sua congregação. Tratam a igreja como se fosse uma monarquia absolutista, u m rei nado cujo rei dá sempre a última palavra e que está acima da lei. Evidentemente, somos contra toda forma de desordem e rebelião, porém há líderes que disciplinam seus cooperadores de modo injusto quando aplicam certas “medidas para o bem da obra de Deus”. Na verdade, estão tomando para si uma autoridade que eles não têm com ameaças, disciplinas e até mesmo exclusões por certos irmãos não se comportarem conforme "a sua doutrina” (IPe 5.2,3).

2.2. A frutificação (Jo 15.2)
Como a poda consiste na eliminação daquilo que é inútil, prejudicial, com capacidade de adoecer a planta, então é de suma importância que ela se realize. Como disse Jesus, “e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda”. Em teoria, isso é muito agradável, mas na prática, é doloroso e necessário à sobrevivência, pois deixamos, pelo caminho da nossa existência, tudo aquilo que ao viticultor divino não interessa. Por exemplo, certas coisas que vinham dando certo inexplicavelmente não dão mais, amizades que se esfriam e deixam de existir, etc., sofremos, mas entendemos que nada é por acaso, embora não haja explicação. Apenas temos de confiar nas santas e benditas mãos do podador divino que trabalha em nosso favor (Rm 8.28).
Romanos 8.28, Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que
foram chamados de acordo com o seu propósito. O cristão não precisa desanimar em momentos de sofrimento e de provação, pois sabe que Deus trabalha no mundo e que o Senhor tem um plano perfeito (Rm 8.29). Seu plano tem dois objetivos: nosso bem e sua glória. No final, ele nos tornará semelhantes a Jesus Cristo. O melhor de tudo, porém, é saber que seu plano será bem-sucedido. Esse plano começou na eternidade, quando Deus nos escolheu em Cristo (Ef 1.4, 5). Ele nos predestinou para que, um dia, sejamos como seu filho. A predestinação aplica-se apenas aos salvos. Nenhuma passagem das Escrituras ensina que Deus predestina as pessoas à condenação eterna. A condenação de tais pessoas deve-se a sua recusa em crer em Cristo (Jo 3.18-21)

2.3. O poder da Palavra de Deus (Jo 15.3)
A Palavra de Deus é o principal instrumento de cortar galhos, é ela que opera em nosso favor. A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus, que alguns estudiosos conceituam como “logos”. Esse logos trata de nos fornecer todo conhecimento geral que precisamos a respeito de Deus; entretanto, há partes das Escrituras que sendo pregadas ou ensinadas falam conosco poderosamente e nos movem a fazer ou deixar de fazer aquilo que Deus quer. São Palavras específicas de Deus a nós que possibilitam as mais diferentes bênçãos sobre a nossa vida, chamadas “rhema”. Como por exemplo, a cura, a libertação, os milagres, restauração emocional, inclusive “podar” o que necessário for que possibilite a frutificação em termos de caráter pessoal e de almas para o reino de Deus.
A responsabilidade do viticultor é cuidar das videiras, e, de acordo com Jesus, esse é o trabalho do Pai. É Ele que “limpa” ou poda os ramos para que possam produzir mais frutos. Observe a progressão: nenhum fruto (Jo 15.2), fruto, mais fruto, muito fruto (Jo 15.5, 8). Muitos cristãos pedem a Deus que possam dar mais frutos, mas não gostam do processo necessário de poda pelo qual devem passar em resposta a essa oração.
O viticultor poda os ramos de duas maneiras: corta a madeira morta que pode servir de proliferação de doença e de insetos, remove também partes ainda viva, para que a vitalidade da planta não se dissipe, comprometendo a qualidade dos frutos. Na verdade, o viticultor remove cachos inteiros de uva para que o resto da colheita seja de qualidade superior. Deus quer quantidade e qualidade.
Precisamos desesperadamente receber o tratamento cuidadoso do Senhor para nossa subsistência e frutificação espiritual. É Deus que opera em nós tanto a podadura quanto o desejo de a recebê-la. Quando atingimos esse nível significa que, nossa compreensão espiritual atingiu um grau desejável de amadurecimento. Tal maturação vem com o tempo e esforço de entender a mão de Deus sobre nós. Na verdade, não gostaríamos inicialmente de deixar ou de perder nada, porque na mente capitalista, apenas se é treinado para ganhar. Todavia, a mente divina incomparavelmente superior a nossa, sabe que bagagem devemos dispensar ao longo de nossa jornada, pois Ele conhece toda a rota a ser percorrida e nós não.

3. Ramos frutíferos
Essa é uma das partes mais prazerosas desse assunto, pois fala da compensação que é se tornar um ramo de valor. Sim, com certeza há uma grande recompensa. No entanto há um relacionamento interessante entre Deus e o homem: é o fato de que Ele tem prazer em abençoar, em ser generoso e abundante; e nós temos prazer em receber, obter vitórias, etc., e, com o tempo, à medida que a natureza de Cristo se consolida em nós firmemente, passamos também a ser como Ele e ter prazer nas coisas que Ele tem. Vejamos agora as principais bênçãos de sermos ramos muito frutíferos.

3.1. Há orações respondidas (Jo 15.7)
Uma das maiores bênçãos que demonstram a nossa comunhão com o Salvador, são as respostas de Deus às nossas orações. À medida que nós priorizamos o Reino de Deus, elas acontecem, porque Ele age em nosso favor, quer dizer, “trabalha por aqueles que nele esperam”. Há momentos que nem mesmo oramos, orações conscientes não são realizadas, nem certas coisas desejadas, mas o cuidado peculiar de Deus é-nos revelado de maneira surpreendente através de bênçãos especiais que recebemos das suas mãos inesperadamente. Deus, como nosso Bom Pastor, cuida de nós provendo, guiando, protegendo, derramando graça e misericórdia sobre as nossas vidas. É uma bênção servirmos a Deus, nenhuma outra experiência religiosa, por melhor que se pareça, compara-se (SI 17.6; 3.4).
João 15.7, Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que
quiserdes, e vos será feito. Três resultados principais se seguem da comunhão íntima com Cristo, isto é, a comunhão mística com Deus mediante a presença habitadora do Espírito Santo, a saber: 1, Orações eficazes; 2, A glorificação de Deus Pai mediante frutificação, tanto nas nossas expressões externas, na forma de serviço prestado à sociedade dos homens, como no desenvolvimento espiritual de nosso caráter íntimo; 3, A plenitude da alegria, que é fruto do Espírito Santo e faz parte da comunhão espiritual entre Deus e os remidos.

3.2. O Pai é glorificado (Jo 15.8)
Todo agricultor tem grande satisfação e orgulho dos frutos que a sua fazenda produz. O vinhateiro comum não foge à exceção, nem Deus o Viticultor divino, pois ele se sente honrado, magnificado e glorificado pelo fato de parecermos com Ele. Posto que, em nossos contatos diários, o caráter de Deus se manifesta em nós em espírito e em verdade. Se queremos a glória de Deus temos que morrer, temos que sofrer a poda da bagagem desnecessária e inútil. Todo ser que tem fôlego de vida louva ao Senhor, este é um atributo da natureza, mas apenas os filhos de Deus o adoram, apenas os ramos da Videira que estão em plena conexão com o Senhor é, que de fato glorificam o seu nome, que é excelso para todo o sempre, amém.
João 15.8, Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos. O alvo absoluto de toda vida cristã é a participação na perfeição moral de Deus, em sua natureza metafísica essencial (Mt 5.48 e 2 Pd 1.4). Aqueles que palmilham sinceramente na vereda que conduz aesse elevadíssimo alvo, em comunhão com Cristo, por intermédio do Espírito Santo, por estarem usando com eficácia o instrumento da oração, serão aqueles que produzem frutos abundantes.
Algumas traduções bíblicas dizem: ... sereis... meus discípulos, ao passo que a tradução inglesa RSV prefere: ... provareis ser..., a também inglesa, ...provando que sois discípulos reais..., a prova que alguém é realmente discípulo do Senhor Jesus vem através da prática e da perseverança leal ao Mestre de Nazaré.

3.3. Somos discípulos do Senhor (Jo 15.8)
Quando Deus é glorificado através de nossos atos, passamos a ser chamados seus discípulos. Jesus disse: “se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.31-32). Portanto, o sucesso da vida cristã é determinado pela obediência perseverante. Assim sejamos ramos plenamente conectados e leais ao Senhor continuamente, e assim produziremos frutos abundantes na sua obra.
João 8.31 e 32. Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos. “E conhecereis a verdade, e a verdade os libertará”. Jesus dirigiu-se aos que “creram”, mencionados em João 8.30, e os admoestou a permanecer na Palavra; sereis meus discípulos, mostrando que de fato, haviam sido salvos. Quando obedecemos à Palavra, crescemos em conhecimento espiritual e, ao crescer em conhecimento espiritual, crescemos em liberdade do pecado. A vida conduz ao saber, e o saber conduz à liberdade.
Em relação ao mundo espiritual, nada fica sem definição ou encoberto muito tempo ou a pessoa é ou não é discípula do Senhor, pois por aquilo que a pessoa é, faz e os frutos que produz é como ela será reconhecida por Deus. E “tal como um agricultor sente Que os seus labores estão sendo ricamente recompensados, quando o fruto de sua vinha é abundante, assim também os eternos desígnios de Deus são vistos como algo que produz um glorioso efeito. Quando os vasos de misericórdia, os redimidos, abundam nos frutos, de justiça, que vem por meio de Jesus Cristo.”

CONCLUSÃO
Devemos nos esforçar para compreender os desígnios de Deus. As evidências nos revelam que Ele tem um objetivo em mente em permitir que sua igreja esteja no mundo. O Senhor Jesus foi e prometeu voltar, mas porque Ele ainda não cumpriu a sua Palavra? Ele não regressou ainda, porque quer que a Sua Igreja continue salinizando, iluminando e resgatando alguns do mundo.

QUESTIONÁRIO

1.    Qual a finalidade principal do texto de João 15?
R. Mostrar a importância da comunhão com Cristo, de um caráter transformado e de um testemunho fecundo.
2.    O caráter transformado é evidência de quê?
R. Da presença das virtudes cristãs, denominadas fruto do Espírito.
3.    Os cristãos precisam de que cuidado especial?
R. A poda,
4.    Quem é que sofre o cuidado da poda divina?
R. Aquele que dá fruto.
5.    Que instrumento principal Deus usa para eliminar o que é inútil?
R. A Palavra de Deus.


REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 3º Trimestre de 2012, ano 22 nº 84 – Jovens e Adultos – Jesus Cristo, o Mestre da Evangelização.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

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