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105 A traição de Judas, Mt 26.14-16

A traição de Judas, Mt 26.14-16
(Mc 14.10s; Lc 22.3-6)

14-16 Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, buscava ele uma boa ocasião para o entregar (= trair).
Lucas atribui o passo de Judas a uma influência satânica. Até declara: “Satanás entrou nele” (Lc
22.3). De acordo com a compreensão bíblica, essa interferência de Satanás de forma alguma exclui a
liberdade de Judas. Quando começou a seguir Jesus, Judas não tomou como questão prioritária para
si o que Jesus tantas vezes exigiu dos seus, de “negarem integralmente a sua própria vida”. Para ele,
Jesus era apenas o meio desejado para satisfazer sua ambição e sua ganância. Agora, vendo a
situação caminhar para um desfecho completamente diferente do que seu coração na tural havia
desejado, queria pelo menos tirar vantagem da posição falsa em que se colocara perante o seu povo,
utilizando sua qualidade de discípulo para reconquistar a benevolência da autoridade israelita. Na sua
traição, as trinta moedas de prata (= 120  denários) evidentemente desempenharam um papel apenas
secundário, se bem que real (cf. Zc 11.13).
A prisão devia ser executada sem causar sensação popular. Contudo, essa oferta inesperada de
Judas levou o Sinédrio a preferir agir antes e não depois da festa. Agora cabia apressar-se. O último
momento havia chegado.
É horrível a história de Judas, são consternadores os degraus de sua queda: Judas, o discípulo, o
insincero, o ladrão, o traidor, o suicida!

Fonte: Mateus - Comentário Esperança

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