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46 Jesus concluiu sua pregação do reino dos céus e não perde tempo. Ele vai embora!, Mt 13.53

Jesus concluiu sua pregação do reino dos céus e não perde tempo. Ele vai embora!, Mt 13.53


53 Tendo Jesus proferido estas parábolas, retirou-se dali.
Jesus chegou ao fim das sete parábolas do reino dos céus. A mesma perfeição que somente Jesus
pode ter tem também a sua pregação. Suas parábolas tratavam do mistério do  reino dos céus. Sua
palavra foi concluída. Tudo foi feito. A primeira parábola apresentou o semeador. O próprio Jesus é o
semeador. Ele espalha a semente de sua palavra como Senhor, e quem se abre para ele colherá ricos
frutos.
A parábola seguinte nos confronta com o fato de que Jesus semeia somente semente boa. Mas
também o inimigo está ativo. Seu trabalho acontece escondido. O inimigo age quando está escuro em
redor de nós. É nessa situação que ele semeia suas sementes de ervas daninhas. Os dois tipos de
sementes crescem inicialmente escondidas, mas possuem força para multiplicar-se. Assim também
surge o joio.
A terceira parábola sublinha que o fim a vida com Deus é glorioso. O início é semelhante a um
grão de mostarda, parecendo pequeno e insignificante, mas ela se desenvolve formando uma árvore.
A força para expandir-se é inerente à palavra de Deus e rompe qualquer prisão do pecado. Uma vez
que o Senhor plantou dentro de nós a semente imperecível, ela produz um efeito grande e eterno.
Uma evolução nos aperfeiçoará até sermos transformados em imagem dele.
A quarta parábola traz a comparação do reino dos céus com o fermento. Como parece fraco o
fermento da palavra, comparado com a quantia de farinha do mundo! Não obstante, ele age
incessantemente na massa do mundo, dentro  e em redor de nós.
A quinta parábola nos diz que o reino é encontrado sem mérito próprio. Quem encontra a riqueza
do evangelho, vende com alegria a propriedade da vida egoísta que levava.
A sexta parábola chama nossa atenção para a circunstância de que o bem precioso não foi
encontrado por acaso, mas depois de buscas sensatas. O comerciante da parábola é uma pessoa séria,
que reflete e deseja a melhor pérola. Por isso ele medita e procura. Também nesta parábola, assim
como no achado inesperado da anterior, o homem vende tudo, a fim de ganhar integralmente o
tesouro incomparável. É assim que se deve largar tudo em troca de Cristo, não de modo forçado, mas
expontâneo, para que o tesouro do reino dos céus nos torne ricos para a vida.
A última parábola aponta inicialmente para o resultado da pregação. A rede da missão alcança
pessoas e fica cheia, contudo o seu conteúdo é diverso. Enquanto for tempo da graça, nós como
pescadores de gente precisamos pescar e trabalhar. Apenas no fim do mundo acontecerá que
poderemos assentar-nos com os anjos e avaliar a pesca. Muitos tentam fazer o último por primeiro.
Não é essa a nossa tarefa. Quem for sem valor, inútil ou estragado, será lançado fora, ainda que tenha
estado na rede da comunidade de Jesus. Mas quem for vitorioso  será tirado da rede e oferecido ao seu
Senhor. Não é o início, mas somente o final que coroa a trajetória do cristão.
Jesus tinha dirigido uma pregação bem perfeita ao povo e, sobretudo, aos discípulos. Agora ele
pára. Não permanece no local. O que foi feito por bem e com bênçãos não deve ser colocado em
risco por palavras inúteis. Por isso, quando Jesus encerrava sua pregação num local, partia, sentia -se
impelido adiante, a fim de proclamar o reino dos céus também em outros lugares.


Fonte: Mateus - Comentário Esperança

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