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Lição 1 - O modelo de Deus para a formação da família

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Em 1.26-30, encontramos “O Homem Feito à Imagem de Deus”. 1) Um ser espiritual apto para a imortalidade, 26; 2) Um ser moral que tem a semelhança de Deus, 27; 3) Um ser intelectual com a capacidade da razão e de governo, 26c,28-30 (G. B. Williamson).
Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito de o homem dominar ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para argumentar, organizar, planejar e avaliar. A aptidão para governar implica em capacidade emocional adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus.
Deus criou o homem para ser uma pessoa que tivesse autoconsciência, autodeterminação e santidade interior (Ec 7.29; Ef 4.24; Cl 3.10). A imagem foi distribuída sem distinção de macho e fêmea, tornando-os iguais diante de Deus.
Como Deus abençoou o que previamente havia criado, assim Deus outra vez abençoou esta fase da sua obra. Incumbiu o homem com a responsabilidade de reproduzir-se e sujeitar à sua superintendência a terra e tudo que nela havia.
O ato de abençoar o gênero humano é de significado mais amplo que o de abençoar os animais. O homem é capaz de ter consciência dessa bênção e pode responder a ela. “Abençoar” em relação a um ser racional é ato de transmitir um senso da vontade de Deus para o abençoado. Isto é especialmente significativo para o homem, pois a ordem de procriar coloca a aprovação de Deus no ato de reprodução. Essencialmente, a relação homem-mulher na procriação é boa, está dentro da vontade de Deus e é básica para o bem-estar deles.
No Antigo Testamento, há dois aspectos para o ato de conceder bênçãos. Da parte de Deus, há o ato de um Ser superior concedendo favor a quem é dependente dele. Da parte do homem, há o retorno da gratidão ao Doador de dons (Gn 24.48; Dt 8.10).
Aspecto importante da bênção de Deus era a concessão de poder e habilidade para sujeitar e dominar os outros seres criados que habitam a terra. Mas era uma autoridade delegada, um governo subordinado, pelo qual o homem prestava contas a Deus. Presumimos que a responsabilidade de controlar a vida animal não acarreta o direito de abusar dela, caso contrário não teria sido bom.
Deus concedeu ao homem o direito de usar os frutos da vida vegetal para comida. Isto não lhe deu o privilégio de explorar a natureza, deixando para trás estrago e desolação. O cuidado apropriado dos frutos da vida vegetal tem necessariamente de acarretar o cultivo (2.15) e a conservação dos recursos naturais.
O fato de os animais, sujeitos ao controle do homem, também se alimentarem de plantas, toda a erva verde, destaca ainda mais a responsabilidade que pesa sobre o homem. Ele é responsável por controlar a natureza de modo que a natureza supra as necessidades de todas as criaturas vivas e não só as necessidades do homem. 
1. A criação do homem
A Bíblia registra três etapas no processo de concepção do homem na mente de Deus. A primeira se relaciona à área da vontade, do desejo, da intenção. A segunda faz referência ao modo como deveria ser o ente que Deus pretendia formar e aponta para o projeto. A terceira se refere aos propósitos de Deus para aquele ser. Assim, vemos que: 
1.1. Deus desejou fazê-lo
Antes de Deus formar o homem houve em Seu coração a aspiração de fazer um ser especial, diferente de tudo o que Ele já criara Deus nada fez que não representasse a Sua vontade integral, De fato, muito antes que o Senhor estabelecesse os fundamentos da terra, já pensava em fazer o homem e o escolheu como alvo de seu amor, para o fazer completo e santo. Por isso, enviou Jesus Cristo para consolidar esse desejo que ficara interrompido por um bom tempo e adotou os pecadores regenerados em sua família (Ef 1.3-6). E é de Sua vontade que agora todos possam participar da celebração desse presente, que é totalmente de graça (Ef 2.8), dado por meio de seu Filho Jesus Cristo.

Aspiração – 1 Ato de aspirar; absorção. 2 Desejo ardente. 
1.2. Deus projetou em Sua mente como seria o homem e a mulher
“E disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gn 1.26). Neste imperativo divino vemos que Deus, antes de fazer Adão, projetou o modelo de como ele deveria ser. Em termos bem simples, Deus espelhou-se em si mesmo para elaborar o projeto do homem que Ele desejava fazer. Deus nos planejou para sermos parecidos com Ele até ao limite máximo em que a criatura pode se parecer com o Criador. Desse modo, poderíamos agradá-lo em tudo (Ef 1.6b).

Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito de o homem dominar ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para argumentar, organizar, planejar e avaliar. A aptidão para governar implica em capacidade emocional adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus. 
1.3. Deus definiu os propósitos para o homem
Não era um mero capricho de quem tudo pode e por isto desejou um brinquedo novo, ou de um irresponsável que deseja e projeta coisas grandiosas sem nenhum propósito nobre para elas. Deus os criou macho e fêmea, com o propósito de formar uma grande família com muitos filhos à Sua própria imagem e semelhança, e encher com eles a Terra, para expressar através deles a Sua glória e autoridade (Gn 1:27-28). Assim, Sua graça seria louvada e glorificada (Ef 1.4-6). Por conta de tão elevado desígnio, Adão e Eva foram feitos à imagem e semelhança do Criador Quando se unissem em amor, reproduziriam filhos segundo a sua espécie parecidos com Deus, ou seja: santos, justos, benignos, alegres e etc.
Este propósito de Deus para a criação do homem não foi substituído por outro, nem cessou de existir por conta da queda. O profeta Malaquias diz que Deus fez somente uma mulher para um homem e vice-versa por que Ele buscava uma descendência para Si (Ml 2.15). O Apóstolo Paulo afirma que fomos eleitos “antes da fundação do mundo para que fôssemos santos e irrepreensíveis” diante de Deus. E que Cristo, o Filho de Deus, que não foi contaminado pelo pecado, veio ao mundo para tornar a congregar em Si mesmo todas as coisas, inclusive a humanidade desgarrada para que “conforme o propósito daquele que faz todas as coisas" tornássemos a ser para louvor da glória de Deus, ou seja, para cumprirmos o eterno propósito para o qual Ele nos fez. (Ef 1.4-12).

Deus criou o homem para ser uma pessoa que tivesse autoconsciência, autodeterminação e santidade interior (Ec 7.29; Ef 4.24; Cl 3.10). A imagem foi distribuída sem distinção de macho e fêmea, tornando-os iguais diante de Deus.
Como Deus abençoou o que previamente havia criado, assim Deus outra vez abençoou esta fase da sua obra. Incumbiu o homem com a responsabilidade de reproduzir-se e sujeitar à sua superintendência a terra e tudo que nela havia. 
2. Deus construiu um mundo para o homem
Deus desejou formar o homem, definiu como este deveria ser e estabeleceu para ele um grandioso propósito. Porém, antes de executar o projeto, era necessário preparar uma habitação para o homem, um lugar onde ele pudesse desenvolver todas as suas potencialidades e cumprir o propósito da sua criação. Vejamos as providências que Deus tomou neste sentido: 
2.1. Recriou e reorganizou a Terra para receber o homem
Deus restaurou a Terra e fez todas as adaptações necessárias para que se tornasse adequada para receber o homem que Ele faria. O Criador poderia criar uma habitação completamente nova, mas preferiu restaurar a Terra que havia sido transtornada, possivelmente pelo impacto da queda de Satanás sobre ela (Gn 1.2; Is 14.12; Lc 10,18), e transformá-la em um lugar belo, agradável e aconchegante. No decorrer deste estudo descobriremos preciosas lições que esta atitude de Deus nos ensina sobre a formação da família.

Isaias 14.12 - Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!

Isaias 45.18 Pois assim diz o SENHOR, que criou os céus, ele é Deus; que moldou a terra e a fez, ele fundou-a; não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada; ele diz: “Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro”. 
2.2. Criou condições de vida e de crescimento para a humanidade
Deus planejou o homem com capacidade de dominai; governar (Gn 1.26b) e também com uma mente imaginosa e criativa, que estaria em constante e ilimitado progresso. Era necessário, então, criar condições para que ele desenvolvesse estas habilidades e potenciais natos. Assim, antes de formar Adão, Deus reorganizou o reino mineral e criou os animais e os vegetais. Lidando com a natureza, a fim de descobrir as melhores e mais eficientes maneiras de utilizar os recursos naturais e obter deles o mantimento diário (Gn 1.29,30), o ser humano poderia desenvolver a mente, o pensamento e a agilidade física. No trato com a criação inferior, poderia recorrer a Deus sempre que desejasse compartilhar com Ele seus avanços e deleites ou simplesmente informar-se a respeito de algo, mantendo, assim, o desenvolvimento de sua relação com Ele.

Deus concedeu ao homem o direito de usar os frutos da vida vegetal para comida. Isto não lhe deu o privilégio de explorar a natureza, deixando para trás estrago e desolação. O cuidado apropriado dos frutos da vida vegetal tem necessariamente de acarretar o cultivo (2.15) e a conservação dos recursos naturais.
O fato de os animais, sujeitos ao controle do homem, também se alimentarem de plantas, toda a erva verde, destaca ainda mais a responsabilidade que pesa sobre o homem. Ele é responsável por controlar a natureza de modo que a natureza supra as necessidades de todas as criaturas vivas e não só as necessidades do homem. 
2.3. Certificou-se de que tudo era de boa qualidade
Depois de restaurar a Terra e tomar todas as providências criadoras para que ela se tornasse habitável, Deus fez o que nós, em muitas ocasiões, negligenciamos: inspecionou a própria obra e certificou-se de que tudo era bom. Por ser perfeito em todas as Suas obras, Deus não precisava desta última ação, mas Ele a executou para exemplo nosso. Se quisermos honrar a Deus, nunca devemos dar nenhuma obra por acabada enquanto não tivermos certeza de que tudo está de fato bom (Mt 5.48 Sede vós, pois, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus.). 
3. Deus capacitou o homem para viver
Seria impossível ao homem cumprir o propósito de sua formação se Deus não o capacitasse para isto. Assim, Ele tomou providências intrínsecas ao homem, que são aquelas relacionadas ao caráter, natureza e potencialidades. Dispôs também de um lugar adequado para o começo de tudo e de um plano de ação pelo qual o homem pudesse se orientar. Observemos as ações de Deus: 
3.1. Fazendo o homem semelhante Ele
No primeiro tópico vimos que Deus planejou fazer o homem a Sua própria imagem e semelhança, Sabe por quê? Por causa da resolução do Criador para o homem: “Para que sejamos santos, irrepreensíveis, filhos de Deus, para o agrado e louvor de Deus” (Ef 1.4,5,6). Como seria possível atingirmos tão elevado propósito se Ele não colocasse em nós um pouco de Si mesmo? É maravilhoso constatarmos que Deus não pede de nós coisa alguma que primeiro Ele não nos tenha dado. Isto serve de modelo para aqueles que desejam formar uma família. "Dai e dar-se-vos-á” (Lc 6.38). É um princípio imutável estabelecido pelo próprio Deus.
Para que a esposa seja agradável ao marido, este deve dar a ela tudo o que ela precisar. Desde compreensão, companheirismo, amizade, proteção, aprovação, perdão e consideração, que não devem ser dedicados do mesmo modo a ninguém mais, até coisas materiais que possam tornar a vida dela mais confortável e menos desgastada e estressante. Precisa estar disposto a oferecer à mulher condições de vida tranquila. Deste modo, ela poderá estar sempre apresentável agradável e disponível para ele mesmo, para os filhos e para o Senhor. Também tem de cultivar qualidades e aptidões que doutro modo poderiam ficar submersas em trabalhos, preocupações excessivas, mágoas, desconfianças, ciúmes, sentimentos de inferioridade e instabilidades de toda natureza. O modelo do marido é o próprio Cristo (Ef 5.25-28), que mesmo dando tudo, jamais cobra nada. O altruísmo ainda é o melhor modo de amar. Paulo põe estas, responsabilidades sempre sobre o marido. Mas exorta a mulher a que responda ao amor e altruísmo do marido de modo consciente, respeitam e voluntário, ou seja, do modo como a Igreja responde ao amor de Cristo. Isto fecha as portas tanto para o machismo quanto para o feminismo e estabelece as bases para um casamento solido prazeroso e duradouro e para um lar donde irradia alegria, satisfação e bem-estar. 
3.2. Preparando para Adão o lugar onde ele deveria começar a vida
Em Gênesis 2.5, lemos que Deus criou os embriões da vida na Terra, mas os deixou adormecidos, aguardando a presença e a ação da humanidade. Nos versículos 8 e 9, lemos que Deus escolheu um lugar, o Éden, e ali fez brotar tudo o que em outras regiões do planeta permanecia apenas como sementes. O jardim foi um presente de Deus, pronto para ser desfrutado (v 15). Seria o lugar onde Adão começaria a vida e onde aprenderia a se relacionar com Deus (Gn 2.16,17; 3.8), com a natureza (Gn 3.19,20), com o outro sexo (Gn 3,23) e com os descendentes. O que temos preparado para dar aos nossos filhos quando chegar o momento de eles iniciarem um novo núcleo familiar?

Deus plantou "um jar­dim no Eden, na direção do Oriente" (Gn 2:8). Éden significa "deleite" ou "lugar de muita água" e indica que esse jardim era um pa­raíso vindo das mãos de Deus. A história da Bíblia começa com um belo jardim, no qual o homem caiu em pecado, mas termina com a "nova jerusalém", uma cidade de grande beleza (Ap 21 - 22), na qual não haverá pe­cado. O que causou essa mudança? Outro jardim chamado de Getsêmani, onde Jesus entregou-se à vontade do Pai e levou adiante!
Não temos nenhuma informação sobre os rios Pisom e Giom; e, apesar de o Tigre e o Eufrates serem dois rios conhecidos, não temos dados suficientes para determinar a localização exata do jardim do Eden. A loca­lização da terra de Havilá também é incerta; alguns dizem que fica na Armênia, outros na Mesopotâmia. A versão King James da Bíblia em inglês identifica a terra de Cuxe como a Etiópia, mas hoje em dia nem todos aceitam essa interpretação. Felizmente, não é necessário dominar a geografia da Antiguidade para compreender as lições espirituais des­ses primeiros capítulos de Génesis.
Nesse magnífico jardim, Deus proveu tan­to abundância quanto beleza; Adão e Eva ti­nham alimento para comer e a maravilhosa obra das mãos de Deus para se deleitarem. Até então, o pecado não havia entrado no jardim e transtornado sua felicidade. 
3.3. Fornecendo ao casal um plano de ação
Deus apresentou ao primeiro casal todas as demais criações terrenas e disse-lhe: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gn 1.28). A frutificação e a multiplicação da espécie humana foram o meio planejado por Deus para que o homem pudesse dominar a Terra Deus garantiu em Seu plano que a humanidade teria livre acesso aos bens terrestres: “E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde sem para mantimento (...) Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente e que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore em que há fruto que dá semente, ser-vos-á para mantimento” (Gn 1.29,30). Deus planejou também o modo de segurança: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.17). Assim também devemos orientar nossos filhos para a vida, principalmente para que sejam esposos e pais exemplares.

Quando ordenou o SENHOR Deus ao homem, Ele deixou claro sua relação soberana com o homem e a relação subordinada do homem com Ele. Deus tinha este direito, porque Ele é o Criador e o homem é a criatura.
Para expressar proibição, aqui é empregada a maneira mais forte possível em hebraico para colocar a árvore da ciência do bem e do mal fora da alçada do homem. Visto que o discurso direto é inerentemente pessoal, a ordem: Não comerás, é pessoal e a qualidade do negativo hebraico a coloca em negação permanente. A importância da ordem é aumentada pela severidade do castigo. Isto é muito forte na sintaxe hebraica, sendo que a força é um tanto quanto mantida na tradução com a palavra certamente. 

4 comentários:

  1. A LIÇÃO DESTE TRIMESTRE É MUITO BOA, FALAR SOB FAMÍLIA SEMPRE É BOM É UMA ARIA QUE SEMPRE FICA ESQUECIDA, MAS GLORIA A DEUS QUE ESSE TRIMESTRE VEM ABENÇOANDO AS FAMÍLIAS.

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  2. Nota 10 pela postagem. O plano de Deus para a família q é o projeto de Deus.
    Deus abençoe esse ministério.

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  3. E OS VÍDEOS? ESTE TRIMESTRE NÃO TEREMOS?

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  4. MUITO BOM O MATERIAL. ESTOU PREPARANDO UMA RECAPITULAÇÃO E ESTÁ ME SERVINDO MUITO. Pr. Carlos Roberto de Souza

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