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Lição 13 - Eu e minha casa serviremos ao Senhor


Lição 13 – 30 de Junho de 2013 - CPAD

Eu e minha casa serviremos ao Senhor

TEXTO ÁUREO

Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR (Js 24.15).

VERDADE PRÁTICA

Com a graça de Deus, a família cristã vencerá os desafios da vida.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Josué 24.14-8, 22, 24.

14 - Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do rio, e no Egito, e servi ao Senhor.
15 - Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servirdes ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
16 - Então, respondeu o povo, e disse: nunca nos aconteça que deixemos ao SENHOR para servirmos a outros deuses:
17 - porque o Senhor é o nosso Deus; ele é quem nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, e o que tem feito estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos preservou por todo o caminho em que andamos, e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos.
18 - E o Senhor expeliu de diante de nós a todas essas gentes, até ao amorreu, morador da terra. Também nós serviremos ao Senhor, porquanto é nosso Deus.
22 - E Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o SENHOR, para o servir. E disseram: Somos testemunhas.
24 - E disse o povo a Josué: Serviremos ao SENHOR, nosso Deus, e obedeceremos à sua voz.

O Desafio de Renovar o Concerto (24.14,15)
A luz da óbvia grandeza e bondade de Deus, Josué faz este apelo: Agora, pois, temei ao Senhor (14). Deus fizera uma aliança com Abraão, ao afirmar que favoreceria de maneira especial a ele e aos seus descendentes. Este acordo foi renovado tanto com Isaque como com Jacó. Se tudo mostrava que era preciso a geração de Josué continuar como o povo de Deus, então eles deveriam escolher hoje a quem sirvais (15). A implicação era que somente se eles mesmos ratificassem este concerto é que poderia haver esperança de receber o favor de Deus.
Se não queriam servir a Deus a alternativa seria adorar os deuses que anteriormente foram abandonados e derrotados (15). Estes mostraram-se sem poder para ajudar. Eles sempre exerceram uma influência desmoralizante sobre a vida humana. Os israelitas testemunharam que esses deuses fizeram com que o povo dissipasse sua força de alma e destruísse as consciências e o intelecto das pessoas.
Josué sabia que seu povo deveria fazer uma escolha definitiva em relação a quem serviria. Ele insistiu para que eles afirmassem claramente Aquele em quem colocavam todas as suas esperanças. A quem eles seriam leais? Seria tal devoção entregue àqueles a quem já haviam derrotado? A indecisão seria um erro fatal, uma causa certa de fracasso. Portanto, escolhei hoje (15).
Josué já fizera sua escolha. Ele já havia estabelecido o tipo de exemplo que queria que os outros seguissem. Ele exerceria toda a influência de que dispunha para ajudá-los a fazer a escolha certa: eu e a minha casa serviremos ao Senhor (15).
Josué estava disposto a dar a qualquer pessoa a liberdade de escolher ou rejeitar a Deus. Ele concluiu que os méritos do Senhor eram tão bem conhecidos que nenhuma pessoa com um mínimo de discernimento deixaria de fazer a escolha certa.
Aquelas pessoas foram confrontadas com uma escolha que faz paralelo à proposição apresentada pelo cristianismo. (1) A gama de motivos e razões para escolher a Cristo é a mais razoável. (2) A escolha envolve vida e morte. (3) A escolha envolve o bem-estar da pessoa. (4) Ela desafia nossas aspirações por uma vida boa. (5) O amor de Deus torna-se um intenso fator motivador para se escolher o caminho divino.
Deste modo, o cristianismo apresenta uma exibição concreta de tudo o que é bom e verdadeiro. Ele oferece a segurança substancial de uma imortalidade bendita.  Robert Hall afirmou corretamente quando disse que “as proposições de Cristo são tão supremas e inquestionáveis que ser neutro diante delas é o mesmo que ser hostil”.
No momento em que Josué chamou o povo a fazer uma escolha, os sentimentos das pessoas pareciam ter sido chocados por até mesmo uma alusão à apostasia. Nunca nos aconteça que deixemos o Senhor para servirmos a outros deuses (16). Eles reconheceram que realmente fora o Senhor quem realizara todos aqueles atos poderosos em favor deles. Eles não tinham um desejo consciente de rejeitar a Deus. Eles reconheciam que foi o Senhor que nos guardou por todo o caminho em que andamos (17). Eles dependeram de Deus para todos os feitos; consequentemente, não tinham um incentivo para deixá-lo. Sua experiência pessoal lhes testificava que Deus sempre lhes fizera bem; também nós serviremos ao Senhor, porquanto é nosso Deus (18).
Josué desafiou a sinceridade daquelas pessoas. Ele temia que as promessas que elas faziam fossem apenas superficiais. Parece que ele tem o pressentimento de um futuro fracasso por parte do povo. Não podereis servir ao Senhor (19) sem mostrar um grau mais elevado de dedicação de mente e lealdade do que aquele que o povo já havia mostrado. A expressão: não podereis servir, tem o mesmo sentido lógico de “não pode ser meu discípulo” de Lucas 14.26,27. Josué queria que o povo reconhecesse que as declarações de Deus para a nação eram exclusivas. O Senhor seu Deus jamais ficaria satisfeito com algum tipo de rompante ou entusiasmo temporário. Ele é um Deus santo (19); consequentemente, os homens pecadores não podem se colocar diante dele. Ele é um Deus zeloso; portanto, outros não podem receber a afeição nem os direitos que são somente dele. Ele não perdoará a vossa transgressão nem os vossos pecados. Deus não vai fechar os olhos à meia lealdade e nem tolerará a falsidade. Pessoas que vivem uma existência dúbia não podem servir ao Senhor.
Durante sua associação com os israelitas, Josué conscientizou-se da tendência que eles tinham de entrar em situações comprometedoras e de contemporizar. Eles faziam promessas de lealdade com muita facilidade. Josué queria que sua devoção fosse genuína. Deveriam saber com profunda convicção que o comprometimento com outras coisas não era nem praticável e nem possível neste concerto.
Josué advertiu que, se Israel violasse esta troca de promessas, Deus se tornará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos fazer bem (20). Ele queria que aquele povo se lembrasse que o Senhor desejava lealdade total e genuína devoção.
Jesus Cristo também ensinou que “ninguém pode servir a dois senhores” (Mt 6.24). Tiago enfatizou esta verdade ao dizer que “o homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos” (Tg 1.8).
A prática da falsa lealdade ao Senhor, mais tarde, resultou no afastamento de Israel da fonte de bênção. O plano de Deus insistia para que o povo erradicasse as nações ímpias de seu meio. Pelo fato de terem se recusado a seguir este preceito, o Senhor deixou que eles fizessem uma colheita do mal. Deste modo, o povo foi ferido e consumido por seus inimigos. Quando a inquestionável fonte de benefícios de Deus foi eliminada da programação de vida do povo, o Senhor não teve mais oportunidades de lhe fazer bem. O concerto com o Deus vivo é o mais sério tipo de relacionamento que o homem pode experimentar.
O povo foi ainda mais enfático, ao insistir que antes, ao Senhor serviremos (21). Josué solenemente advertiu aquelas pessoas que sois testemunhas contra vós mesmos de que vós escolhestes o Senhor, para o servir (22). Eles fizeram a escolha de servir ao Senhor incondicionalmente. Peloubet faz a seguinte observação: “Nossas profissões religiosas são testemunhas permanentes contra nós no caso de nos esquecermos de Deus”.

INTERAÇÃO

Caro professor, chegamos ao fim de mais um trimestre. É o momento de pararmos e refletirmos sobre o exercício magisterial deste semestre que passou. Como foi? Como professor, os objetivos foram cumpridos? Temos ainda mais um semestre pela frente e pensarmos e repensarmos a nossa prática de ensino é auspicioso para corrigirmos erros e vislumbrarmos acertos no futuro. Professor, a sua classe espera de você comprometimento, seriedade e conteúdo. Por isso, esforça-te em estudar e pensar a fé cristã. Leia, leia sempre. Pois a leitura é tremendamente libertadora — “Conhecereis a verdade, e esta te libertará”. Reflita!

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conhecer o exemplo de Noé.
Imitar a decisão de Josué.
Compreender a fidelidade dos recabitas.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, para introduzir a lição dessa semana sugerimos que reproduza, conforme as suas possibilidades, o esquema abaixo. Este apresenta um breve resumo dos três personagens centrais da nossa lição. Explique à classe que, sem exceção, ambos os personagens viveram numa sociedade oposta aos princípios de sua fé e nem por isso deixaram de se posicionar contra as imoralidades daquela época. Afirme que é assim que devemos nos comportar diante de uma sociedade corrupta. Boa aula!

POSICIONAMENTOS EM TEMPOS DE CRISE

NOÉ
Ele andou com Deus. Viveu numa sociedade absolutamente corrompida. Esta era marcada por uma imoralidade incontrolável. Ali, não havia temor a Deus. Mesmo assim Noé não hesitou em tomar a decisão de fazer a arca e anunciar o juízo de Deus para aquela sociedade. Pela decisão de entrarem na Arca, o Senhor livrou Noé e sua família do juízo...

JOSUÉ
Canaã estava num tempo de lassidão moral e idolatria. Naturalmente, o povo de Deus foi influenciado por este contexto de trevas. Mas Josué não deixou de se posicionar e, categoricamente, afirmou: “se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: [...]; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

RECABITAS
A sociedade judaica estava corrompida e carregada de vícios. Indignidade e infidelidade eram características dela. Nesse contexto é que o profeta Jeremias apresenta os Recabitas. Estes compunham uma tribo nômade que havia recebido do seu ancestral os princípios da lei do Senhor. Passaram-se duzentos anos e os recabitas não se dobraram à indignidade daquele tempo. Eles honraram ao Senhor e aos seus ancestrais.


COMENTÁRIO
introdução

Palavra Chave
Casa: Lar, Família.

Neste trimestre estudamos os diversos males que têm assolado a família e vimos também que Deus é a única resposta para os nossos dias. Por isso, devemos ter o Senhor Jesus como o esteio e o centro de nosso lar. Se orarmos, jejuarmos, lermos a Bíblia e fizermos o culto doméstico, teremos condições de lutar contra as forças do mal e vencê-las em nome de Jesus. Frequentemos assiduamente a igreja e não faltemos à Escola Dominical. A família que fielmente serve ao Senhor jamais será destruída.
Vigiemos e oremos em todo o tempo, para que a nossa casa não seja alcançada pelas águas do dilúvio moral que encobre o presente século. Digamos, pois, ousadamente: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

I. O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ

1. Noé andou com Deus. A vida de Noé revela as qualidades indispensáveis de um servo de Deus: “varão justo”, “reto em suas gerações” e que “andava com Deus” (Gn 6.9). Por isso mesmo, o patriarca “achou graça aos olhos do Senhor” (Gn 6.8). Todas essas características revelaram-se intensa e visivelmente na vida de Noé em meio a uma sociedade perversa, violenta, imoral e inimiga do Santíssimo Deus. O patriarca é um exemplo para os pais de família destes últimos dias.

2. Vivendo numa sociedade corrompida. A época de Noé foi marcada por uma imoralidade incontrolável e por uma ausência completa de temor a Deus (Gn 6.11,12). Não poderia haver mundo pior. Quando analisamos a chamada sociedade pós-moderna, depressa concluímos: não há diferença entre o nosso século e o século no qual vivia o santo patriarca. Eis aí um dos mais fortes prenúncios da iminente volta de Jesus (Mt 24.37,39).
Portanto, que o exemplo de Noé nos inspire a confiar em Deus e a agir como Ele requer de todos os seus filhos. É hora de lutar por nossas famílias, a fim de que Satanás não as destrua.

3. A salvação de Noé e sua família. No mundo antigo, apenas Noé e a sua família escaparam do cataclismo que devastou a terra (Gn 7.1). A fé de Noé estendeu-se aos seus filhos, estes creram em Deus e foram salvos do dilúvio. Não havia nada que pudesse salvá-los, a não ser a firme decisão de dizer “sim” ao Senhor. Somente a graça de Deus, que alcançou o patriarca e a sua casa, pode salvar o nosso lar da destruição moral e espiritual de nossos dias.

SINOPSE DO TÓPICO (I)

Noé andou com Deus mesmo numa sociedade corrompida. Sua decisão e coragem é um exemplo para nós.

II. JOSUÉ — UMA DECISÃO EXEMPLAR

1. A firme tomada de posição. Josué tomou uma firme e decisiva posição, a fim de preservar a sua família da idolatria e da lassidão moral de Canaã (Js 24.15). É um exemplo que todo crente deve seguir. Caso contrário, nosso cônjuge e filhos serão destruídos pela iniquidade. Há muitos lares que, apesar de serem conhecidos como cristãos, não mais servem a Cristo. Os pais já abdicaram de suas responsabilidades quanto à formação espiritual, moral e ética de seus filhos. Não mais os educam com amor e firmeza; não lhes impõem qualquer limite. E o que dizer da violência doméstica? Não podemos confundir disciplina com truculência e brutalidade, pois a esse respeito a Palavra de Deus é bastante clara: “E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4).

2. O perigo da omissão dos pais. A Palavra de Deus recomenda aos pais que criem os seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4b). Isso significa que não podemos nos omitir. Veja mais uma vez o exemplo de Josué. Ele não se omitiu, mas levou toda a sua casa a servir somente a Deus (Js 24.15). De igual modo, devemos educar nossos filhos. Essa decisão tem de ser prioritária em nossa vida. Assim agiu Josué, porque ele sabia que, doutra forma, não haveria esperança para o seu lar.
  
SINOPSE DO TÓPICO (II)

O patriarca Josué não se omitiu diante da idolatria que ameaçara as tribos israelitas. Ele tomou uma firme decisão juntamente com a sua família: servir ao Senhor.
  
III. O EXEMPLO DOS RECABITAS

1. Uma família exemplar. A Bíblia de Estudo Pentecostal afirma que os recabitas eram um povo que “fazia parte de uma tribo nômade aparentada com os queneus e com Jetro, sogro de Moisés (cf. Jz 1.16; 1Cr 2.55). Seu ancestral, Jonadabe (cf. 2Rs 10.15-27), ordenara a seus filhos, mais de duzentos anos antes, que não bebessem nenhum tipo de vinho”.
Mais tarde, o próprio Deus tomou os recabitas como exemplo, para mostrar como uma família pode e deve comportar-se. Eles agiam com dignidade, moderação e fidelidade ao Senhor em meio a uma sociedade corrompida e carregada de vícios (Jr 35.1-19).

2. Um exemplo de fidelidade. Aos seus filhos, Recabe transmitira fielmente os princípios da lei de Deus. Passados duzentos anos, seus descendentes continuavam a observar-lhe as ordenanças e a respeitar-lhe as tradições. Por isso, o Senhor resolveu mostrá-los como exemplo de fidelidade aos filhos de Judá. Instruído por Deus, Jeremias leva-os a uma das câmaras do Santo templo e oferece vinho àqueles homens (Jr 35.1-14). Mas eles se recusam a beber, porque se mantinham obedientes à voz de Recabe: “Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos mandou, dizendo: Nunca bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; [...] Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou [...]” (Jr 35.6,8).
Em virtude de sua obediência, os recabitas foram grandemente abençoados: “visto que obedecestes ao mandamento de Jonadabe, vosso pai, e guardastes todos os seus mandamentos, e fizestes conforme tudo quanto vos ordenou, assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: Nunca faltará varão a Jonadabe, filho de Recabe, que assista perante a minha face todos os dias” (Jr 35.18,19). Quando da destruição de Jerusalém pelos babilônios, eles foram poupados por Deus ao passo que os judeus infiéis vieram a perecer.
Se encaminharmos nossos filhos nas Sagradas Escrituras, eles também serão preservados da tribulação que virá sobre este mundo que jaz no maligno. Portanto, instrua sua casa na doutrina e na admoestação do Senhor.

SINOPSE DO TÓPICO (III)

Os recabitas são um exemplo de fidelidade aos princípios ensinados pelo seu ancestral, Recabe.

CONCLUSÃO

Diante de todo o Israel, Josué foi decisivo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Se não agirmos da mesma forma, corremos o risco de ver o nosso lar destruído pelo Maligno. O momento requer firmeza e coragem. O que estamos esperando? Neste momento, reúna o seu cônjuge e filhos e renove os seus votos de fidelidade a Deus. Agindo assim, você terá o Senhor Jesus como o seu hóspede permanente. Oremos e lutemos pela família cristã.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

PFEIFFER, C. F.; VOS, H. F.; REA, J. (Eds.) Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 ed., RJ: CPAD, 2009.
DEVER, M. A Mensagem do Antigo Testamento: Uma Exposição Teológica e Homilética. 1 ed., RJ: CPAD, 2008.
ZUCK, R. B. (Ed.). Teologia do Antigo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2009.

EXERCÍCIOS

1. Cite as qualidades indispensáveis de servo de Deus na vida de Noé.
R. “Varão justo”, “reto em suas gerações” e que “andava com Deus”.

2. Qual era a marca da época de Noé?
R. Imoralidade incontrolável e uma ausência completa de temor a Deus.

3. O que a Palavra de Deus recomenda aos pais na criação dos seus filhos?
R. A Palavra de Deus recomenda aos pais que criem os seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor”.

4. Quem eram os recabitas?
R. Eram um povo que fazia parte de uma tribo nômade aparentada com os queneus e com Jetro, sogro de Moisés.

5. Você tem instruído a sua família na Palavra de Deus?
R. Resposta pessoal.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora CPAD - A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo - Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
Antigo e Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Bíblia – THOMPSON (Digital)
Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP (Digital)
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Teológico

“NOÉ, UM SEGUNDO ADÃO
O pecado do homem nos dias de Noé era atroz e doloroso ao Senhor, que se arrependeu de ter criado o homem. Ele determinou enterrar o homem sob as águas do mar da mesma maneira que enterrara Adão sob a superfície da terra. As águas caóticas, que se submeteram obedientemente à mão do Criador para que a terra seca aparecesse, agora seriam soltas pelo Criador como instrumento da ira vingativa divina. Mas mesmo assim os propósitos criativos originais não seriam frustrados e reduzidos, porque Deus começaria novamente com outro Adão, outra imagem que manteria o mandato da soberania. Claro que este ‘Adão’ era nada mais nada menos que Noé.
Noé, embora justo e inocente, foi escolhido não por causa da sua condição reta, mas como objeto da graça eletiva de Deus (Gn 6.8). Essa eleição tinha óbvias implicações salvíficas — ele foi salvo do Dilúvio —, mas, além disso, e mais fundamentalmente, era a escolha pelo ajuste do concerto para o qual Adão fora criado. Noé tinha de ser o começo de um novo empreendimento de compromisso do concerto, um novo vice-regente por meio de quem os propósitos soberanos de Deus tornar-se-iam realidade” (ZUCK, R. B. (Ed.). Teologia do Antigo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD. 2009, p.36).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II

Subsídio Teológico e Homilético

“A Promessa de Temer e Obedecer a Deus
Quase todo o relato de Josué é preenchido com a conquista e a divisão da terra pelos israelitas. Nesse sentido, isso é o assunto de que o livro trata. No entanto, encontramos um subtexto importante que precede essa atividade e continua ao longo dela. O povo fez isso porque prometeu temer e obedecer a Deus.
Pergunto-me se você notou isso ao ler Josué ou se apenas seguiu as histórias extraordinárias de espiões e de queda de muros. No capítulo 1, eles prometeram obedecer a Josué, o porta-voz do Senhor (1.16-18). No capítulo 5, eles, depois de atravessar o Jordão, mas antes de ir para Jericó, começam de novo a praticar a circuncisão e a comemorar a Páscoa (5.7-10). Na época do Êxodo, quarenta anos atrás, o Senhor dera essas duas práticas ao seu povo, todavia, desde essa época tinham negligenciado essas práticas. O povo prometeu ter o Senhor como seu Deus ao reinstituir essas práticas. Em certo sentido, eles voltavam a ser o povo do Senhor após o período de quarenta anos no deserto, quando viveram em um estado de verdadeira suspensão do entusiasmo. A seguir, no capítulo 8, o povo escuta Josué reler toda a lei de Moisés (8.34,35) após a derrota de Jericó e de Ai que marcou o início da conquista da terra. Esse tempo incrível de ensino — é um símbolo poderoso de que, na verdade, eles são o povo do Senhor.
No final do livro, no registro de seus últimos atos públicos como líder deles, Josué leva o povo a renovar sua aliança com o Senhor. No que é uma das mais incomuns declarações da Bíblia, Josué soa como se incitasse o povo a não escolher seguir ao Senhor. Claro que não é esse o caso, ele tenta garantir que entendam a seriedade da escolha que estavam para fazer.
[...] Os anos (ou mesmo décadas) narrados nesse livro, mostra-nos que é exatamente isso que o povo faz. Ele mantém sua promessa de servir ao Senhor como o Deus deles. Entretanto, ao mesmo tempo em que fazem isso, eles continuam a pecar” (DEVER, M. A Mensagem do Antigo Testamento: Uma Exposição Teológica e Homilética. 1 ed., RJ: CPAD, 2008, pp.189-90).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR

A Palavra de Deus nos mostra diversos homens que conduziram suas famílias em comunhão com Deus. Não eram famílias perfeitas, que viviam em um ambiente sem lutas ou adversidades, mas eram famílias que foram apresentadas a Deus e aos Seus cuidados. Dentre essas famílias, destacamos as de Noé e Josué.
A família de Noé viveu no período do Dilúvio. Ela presenciou a chamada de Deus a Noé, para que construísse uma arca gigantesca, nos moldes de um verdadeiro navio, a fim de abrigar as espécies animais de uma grande inundação que viria. Aquela família trabalhou com Noé durante décadas para que aquela obra pudesse ser concluída, pois entendeu que aquela construção era também a obra que salvaria suas vidas. Terminado o trabalho, toda a família foi salva das águas que destruíram a humanidade porque creram em Deus e respeitaram a liderança de seu pai. Imagine os anos de zombaria aos quais eles se submeteram para realizar aquilo que Deus ordenara. Ainda assim, foram recompensados tendo suas vidas preservadas daquela catástrofe.
Outro exemplo a analisar é o de Josué. Nascido como escravo no Egito, Josué tornou-se ajudante de Moisés e homem escolhido por Deus para suceder o grande legislador. Josué viu os milagres de Deus no Egito, a providência divina no deserto, a terra prometida e desprezada pela sua geração, o preço pago por seus amigos por não crerem nas palavras de Deus e as rebeliões de Seu povo até chegarem na terra prometida. Josué é o exemplo de um homem que persistiu em ser fiel a Deus e que foi recompensado por sua fé. Mas ele fez questão de reafirmar a fé em Deus para sua família.
Ele reuniu o povo de Israel, lembrou-lhes de tudo o que Deus fizera por eles, da origem escrava que tiveram e da condição de pessoas livres e proprietários de terras em que agora estavam. Eles eram livres, tinham uma terra e uma promessa divina de bênçãos sem medida. Mas aquele povo também guardava suas idolatrias, e que foram aprendidas com seus pais!
Josué 24.14 toca em um ponto muito delicado. Os filhos de Israel entraram na terra que Deus lhes dera por promessa, mas não deixaram para trás os deuses que os seus pais serviram. E Josué os advertiu: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Js 24.15).



Um comentário:

  1. nossa é vc tm ótimos subsídios, meus agradecimento por vc poder compartilhar tal estudos, obg.
    a Paz do Senhor

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