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O modelo divino de comunicação - Lição 4


LIÇÃO 4 – 28 de Julho de 2013

O modelo divino de comunicação

TEXTO AUREO

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. Jo 1.14

VERDADE APLICADA

O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus para receber a revelação divina e para viver uma comunhão de amor com Ele e com os semelhantes.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Mostrar que a encarnação do Verbo é único modelo confiável de comunicação;
Ensinar que, ao se fazer homem, Deus se tornou imitável por todos os seguidores de Cristo;
Produzir desejo ardente e profundo de imitar a Cristo nas relações familiares.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jo 1.1 - No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Jo 1.2 - Ele estava no princípio com Deus.
Jo 1.3 - Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Jo 1.4 - Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;
Jo 1.5 - e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Jo 1.14 - E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
Passaremos a estudar esta passagem em seções breves e em detalhe; mas, antes de fazê-lo, devemos buscar compreender o que João estava tentando dizer ao descrever a Jesus como O Verbo. O primeiro capítulo do quarto Evangelho é uma das maiores aventuras do pensamento religioso que jamais obteve a mente do homem. Antes de começar a estudá-lo em detalhe, tentaremos ver o que João estava buscando fazer quando o escreveu. Não passou muito tempo antes que a Igreja cristã se visse confrontada com um problema básico. A Igreja tivera seus começos dentro do judaísmo. No princípio todos os seus membros tinham sido judeus. Jesus, por descendência humana, era judeu, e, com exceção de breves visitas aos distritos de Tiro e Sidom e a Decápolis, Ele nunca saiu da Palestina. O cristianismo começou entre os judeus; e, devido a isso, era inevitável que falasse o idioma dos judeus, e que empregasse as linhas de pensamento dos judeus. Mas embora o cristianismo teve seu berço dentro do judaísmo, pouco tempo depois se estendeu pelo resto do mundo. Trinta anos depois da morte de Jesus, cerca do ano 60, o cristianismo tinha viajado por toda a Ásia Menor e a Grécia e tinha chegado a Roma. Cerca do ano 60 devem ter havido na Igreja cem mil gregos para cada judeu cristão. As ideias judaicas eram completamente estranhas para os gregos. Para tomar um só exemplo revelador, os gregos jamais tinham ouvido falar de um Messias. O próprio centro da esperança dos judeus, chegada do Messias, era uma ideia completamente alheia aos gregos. A própria linha de pensamento segundo a qual os judeus concebiam e apresentavam a Jesus não significava nada para um grego.
Aqui estava o problema – como apresentar o cristianismo ao mundo grego? Lecky, o historiador disse em uma oportunidade que o progresso e a expansão de uma ideia depende, não só da força e o poder da ideia, mas sim da predisposição para recebera da época a que é apresentada. A tarefa da Igreja cristã consistia em criar no mundo grego uma predisposição para receber a mensagem cristã. Como disse E. J. Goodspeed, a questão era esta: "A um grego que está interessado no cristianismo devia ser levado a passar por todas as ideias messiânicas judaicas e pelas formas judaicas de pensamento, ou se poderia encontrar um enfoque novo que pudesse falar com sua mente e coração desde seu próprio pano de fundo?" O problema consistia em apresentar o cristianismo e a Cristo de maneira que um grego pudesse compreendê-lo.
Ao redor do ano 100 houve um homem em Éfeso que se sentiu fascinado pelo problema: Seu nome era João. Vivia em uma cidade grega. Relacionava-se com gregos aos quais as ideias judaicas eram estranhas e ininteligíveis e até grosseiras. Como podia encontrar uma forma de apresentar o cristianismo a esses gregos em seu próprio pensamento e em seu próprio idioma e de maneira tal que o aceitassem e compreendessem? De súbito lhe ocorreu a solução a seu problema. Tanto no pensamento grego como no judeu existia o conceito de O Verbo. Isto era algo que podia elaborar-se para enfrentar tanto ao mundo grego como ao judeu. Algo que permanecia à tradição de ambas as raças, algo que ambos podiam compreender. O conceito do Verbo.
O propósito é relatar sobre a maior grandeza que existe no mundo, sobre aquilo que é a única magnitude realmente grande e importante, Jesus Cristo, seu viver, falar, atuar, sofrer, morrer e ressurgir. O presente relato deverá mostrar à igreja crente em Jesus toda a glória de Jesus, para fortalecer, purificar e aprofundar sua fé. Como, porém, deverá principiar esse relato?
João deixa de lado tudo o que Mateus e Lucas informam sobre o nascimento e a infância de Jesus. Isso já é do conhecimento da igreja. E, por si só, ainda não é o essencial e decisivo que precisa ser dito sobre o mistério da pessoa de Jesus. Logo no início de seu escrito, João visa dirigir o olhar de seus leitores justamente para esse mistério, para que compreendam de maneira correta tudo o que é relatado sobre Jesus. Pois seu objetivo é mostrar em todo seu escrito que os dons, os feitos e as atuações de Jesus não são o mais importante, mas sim o próprio Jesus em sua pessoa, em seu maravilhoso ser. É por isso que os pontos culminantes do evangelho, conforme nos assegura João, são as grandes palavras “eu sou” de Jesus. Jesus não apenas concede água, pão, vida, ressurreição. Jesus pessoalmente é tudo isso. Ele apenas tem condições de dá-lo verdadeiramente a nós porque ele próprio o é por essência. Por isso, João não consegue expressar o mistério da pessoa de Jesus em apenas breves palavras, como Marcos. Precisa dizer mais a respeito. Por essa razão, começa pelo começo, porém aquele começo que é o princípio em sentido último, aquele princípio com o qual começa, por isso, também a Bíblia: No princípio, criou Deus os céus e a terra (Gn 1.1). De forma consciente, e rejeitando todas as especulações gnósticas, João não ultrapassa esse princípio. Não tenta olhar para dentro da eternidade pré-criacional de Deus. No entanto, constata o seguinte: Naquele princípio já era ele, a quem conhecemos como Jesus Cristo e do qual há de falar todo o escrito de João. Ele não foi formado somente naquele tempo, junto com tudo o que foi criado, nem tampouco é o ápice maior da criação. Não, ele já estava lá, estava com Deus. É por isso que seu lugar é ao lado de Deus, não ao lado do que foi criado: Ele era Deus por espécie. E é salientado mais uma vez: Este estava no princípio com Deus. Nessa afirmação, o termo demonstrativo ―este e toda a repetição da primeira declaração podem conter uma conotação de exclusão e defesa, mais uma vez precisamente em relação à gnose. Não foram quaisquer outros entes e poderes que estiveram no princípio com Deus; não, apenas este estava, apenas este único.
Independente do que viermos a ler sobre Jesus, independente de como pronunciarmos o nome Jesus, precisamos saber: Jesus é aquele que certamente está diante de nós como pessoa integral e que não obstante é totalmente diferente de todos nós, também dos maiores e mais nobres entre nós, em sua natureza. Jesus diz isso pessoalmente, em seu modo singelo e, apesar disso, radical: E prosseguiu: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. (Jo 8.23).

Introdução
Deus sempre procura relacionar-se com a humanidade. Tem sido assim desde o Éden (Gn 3.8, 9). Mas, como é possível ao Imortal relacionar-se com o mortal, o Eterno com o efêmero, o Santo com o profano, o Incorruptível com o corruptível, o Justo com o injusto, o Pai das Luzes (Tg 1.17) com os que se assentam na escuridão? Os Evangelhos respondem a todas estas indagações, apresentam o clímax relacional do divino com o humano e se constituem o único modelo eficiente e confiável de comunicação que deveria ser imitado em todos os relacionamentos humano. É o que estudaremos nesta lição. Na próxima, aplicaremos os princípios aqui apresentados nas relações familiares.

SINOPSE DO TÓPICO 1
Comunicar é chave do sucesso, era das comunicações e comunicar é entender e ser entendido.
Ensinar que, ao se fazer homem, Deus se tornou imitável por todos os seguidores de Cristo;

1. Definindo a comunicação
Comunicação é assunto atual. Acha-se presente nos vestibulares, no treinamento do pessoal de Recursos Humanos das empresas, nas campanhas políticas, nos livros e seminários de evangelismo pessoal e de massas, entre outros. Há uma variedade enorme de cursos para líderes, vendedores, professores, etc. Todos destacam a importância de uma boa comunicação. Os temas mais discutidos nos encontros de pais e de casais são os que se relacionam à comunicação. Então, o que é comunicar?

1.1. Comunicar é a chave para o sucesso
Comunicar não é apenas a arte de falar e escrever clara e corretamente, de expressar bem nossas ideias, pensamentos e emoções. Se fosse, os escritores, poetas e romancistas em geral nunca fracassariam no casamento, na criação e educação dos filhos, nem experimentariam derrotas diante de qualquer outro problema relacional, pois a comunicação é a chave para o sucesso em qualquer relacionamento (Pv 15.22).

1.2. O que não é comunicação?
Comunicar não é simplesmente saber utilizar os inumeráveis recursos que a tecnologia da informação nos oferece para dar e receber notícias e informações a respeito do que ocorre ao redor do mundo e/ou entrar em contato com uma pessoa em questão de segundos, mesmo que ela esteja no polo oposto ao nosso. A prova disto, é que a “era das comunicações” também é a era dos divórcios, das famílias separadas, das babas eletrônicas, das amizades desfeitas, das pessoas confusas, dos relacionamentos que nunca passam do virtual. Comunicar é, principalmente, tornar comum, fazer saber.

1.3. Comunicar é principalmente tornar comum
É a arte e a disposição que uma pessoa apresenta de se colocar em pé de igualdade com a outra, para que possa entendê-la e fazer-se entendida por ela (Jo 4.1-26). É buscar um ponto em comum com o outro, e, se necessário, abrir mão de algo acrescentando a si mesmo e ao seu modo de ser; pensar e agir, aquilo que possibilitará o estabelecimento do diálogo, do relacionamento, da comunhão. É a determinação de se fazer pertencer ao universo do outro, ao mesmo tempo em que oferecemos condições favoráveis para que ele se sinta pertencente ao nosso universo.
Comunicar é dar-se ao outro e receber a dádiva que o outro faz de si mesmo a nós. Comunicar; no sentido mais aprofundado e cristão, é encarnar-se no universo do outro e deixar que ele se encarne no nosso universo, cedendo lugar a uma unidade perfeita. “Para que todos sejam um, como tu, o Pai, o és em mim. e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me envias-te.”' (Jo 17.21).

SINOPSE DO TÓPICO 2
O Verbo de Deus foi providência para verdadeira comunicação, Jesus nos possibilitou a comunicação e através da Sua Palavra aprendemos sobre essa comunicação.
Mostrar que a encarnação do Verbo é único modelo confiável de comunicação;

2. Deus comunicou-se com a humanidade pela encarnação
O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus para receber a revelação divina e para viver uma comunhão de amor com Ele e com os semelhantes. O pecado alterou esta capacidade de relacionamento, quer no nível vertical ou horizontal (Rm 3.23). Para tentar resolver os problemas relacionais entre seus pares, os homens inventaram (e continuam inventando), vários meios e recursos de comunicação, quase sempre ineficientes. Para tentar reatar a relação com Deus, desenvolveram várias modalidades de manifestação religiosa. Mas para restaurar a harmonia entre o homem e seu Criador, somente são úteis, eficazes e aceitáveis o meio criado, utilizado e oferecido pelo próprio Deus. Assim, Deus fez-se carne para comunicar-nos a Sua salvação e perfeição (Mt 1.16,20; Lc 1.31).
No Verbo feito carne, o acontecimento comunicativo assume o seu máximo poder de salvação: assim, é oferecida ao homem, através do Espírito Santo, a capacidade de receber a salvação e de anunciá-la e testemunhar aos irmãos. Neste caso, a comunicação entre Deus e a humanidade alcanço a sua perfeição no Verbo feito homem. O ato de amor através do qual Deus se revela, juntamente com a resposta de fé da humanidade, gera um diálogo fecundo. Precisamente por isso, podemos fazer nosso o pedido dos discípulos; “Ensina-nos a orar” (Lc 1L 1).

2.1. A Encarnação foi o recurso completo utilizado por Deus
A partir da queda, para que a humanidade pecadora não fosse destruída pela presença terrivelmente santa de Deus. Este passou a comunicar-se com ela à distância: Mandou juízos, livramentos, profetas, escritos... Como à criatura caída era impossível responder positivamente aos apelos do Criador, Este decidiu encurtar a distância, remover os obstáculos, desfazer as diferenças, fazendo, de si mesmo, a ponte, o caminho, a escada, o conduto por onde a comunicação entre o divino e o humano pudesse fluir livremente de novo. E como Ele fez isto? “João responde: o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.14).

2.2. Na Encarnação Deus comunicou vida, exemplo e ensino.
Ao fazer-se carne igual a qualquer ser humano (Fl 2.5-8). Deus trouxe até e para nós Sua própria vida e natureza. Ao encarnar, Ele agiu diante de nossos olhos do modo como nós mesmos deveríamos agir, mas só poderíamos fazê-lo depois de O receber e participar de Sua perfeição. Ao sujeitar-se a todas as fraquezas e tentações humanas (Hb 4.15), ao ser provado no mais alto grau que um ser humano, nascido de novo, pode suportar e vencer; Deus se fez nosso exemplo. Imitando a Jesus, o Verbo feito homem, nos tornamos mais que vencedores. Seus ensinos têm autoridade sobre nossas vidas, porque sabemos que não se trata somente de um “Façam o que Eu mandei”, mas, também, de um “Imitem-Me”.

2.3. A comunicação feita através da encarnação transformou a Palavra de Deus em fato histórico
Deus se utilizou de várias formas, meios e modulações da comunicação. O escritor da carta aos Hebreus resume, de forma reveladora e graciosa, a história e o ápice das providências comunicativas de Deus em direção à humanidade (Hb 1.1). Por meio da encarnação pudemos ouvi-lo e entendê-lo, porque Deus e Sua Palavra se tornaram, para nós, fato histórico, realidade palpável, verdade tangível. É Deus feito homem, falando-nos em Seu próprio Nome, e na linguagem que podemos entender.

SINOPSE DO TÓPICO 3
Jesus supriu todas necessidades para essa comunicação, Jesus nos fez entender a linguagem do Reino, e Ele nos fez entrar no Reino.
Produzir desejo ardente e profundo de imitar a Cristo nas relações familiares.

3. Para efetuar a salvação do mundo Deus se fez homem
Deus necessitava encarnar-se para redimir a humanidade? ELe não poderia resgatá-la de outro modo? Se poderia salvá-la de outro modo, por que não o fez? Entre as respostas teológicas para a encarnação do Verbo, destacaremos apenas as que se relacionam com as providências divinas essenciais à comunicação:

3.1. A necessidade da encarnação para salvar a humanidade
Deus é perfeito. Ele não tem necessidade alguma. Ele é o Todo Poderoso (Gn 17.1). Certamente poderia lançar mão de uma infinidade de meios para salvar a Sua criação. Mas, Ele se fez homem por amor ao homem (Jo 3.16). Visto que a ofensa cometida contra o Deus santo e infinito tem consequências eternas, uma reparação satisfatória só poderia ser oferecida por um homem igualmente santo e infinito. Porém, na Terra não havia quem preenchesse esses requisitos. Então, foi necessário que Deus encarnasse. Ao reunir em um único ser o divino e o humano, Deus proveu, em Jesus, um resgate eficaz. Assim, podemos dizer com alegria e segurança, que Deus se tornou carne para comunicar-se com a humanidade, revelar-se a ela, salvá-la e santificá-la (Jo 17.17-19).

3.2. A encarnação era necessária para a transculturação do Verbo entre nós
Podemos definir como transculturação a manifestação social em que uma cultura se insere em outra, podendo ambas existirem, serem mútua ou uni lateralmente influenciadas, fazendo surgir um novo modelo cultural. Através da encarnação, Deus se inseriu na cultura humana, mais precisamente, na judaica. Ele fez isto de forma tão plena, que ficou conhecido como o Nazareno, o filho do carpinteiro. Por causa deste perfeito ato de se comunicar através da transculturação, Ele (o Verbo) alcançou legitimidade para confrontar os declínios morais, sociais, espirituais, éticos e religiosos dos judeus (Mt 7.29; Lc 4.32; Jo 7,46), e propor-lhes um novo nascimento (Jo 3.3). A encarnação do divino no humano possibilitou o nascimento do humano no divino. Fez surgir novas criaturas, com nova mentalidade, nova natureza e vida, passando a constituir um novo povo, com um novo propósito e modo de viver, e um novo destino: a Igreja,

3.3. A encarnação foi necessária para que Deus nos demonstrasse sua solidariedade
O homem se distanciou tanto do Criador, que só conseguiria corresponder ao amor de Deus se tal amor fosse provado pela solidariedade, comprovada pelo nascer entre os homens, vivenciar os sentimentos deles, sofrer suas dores, ser tentado do modo como são tentados, morrer como eles morrem... A fim de arrancar-nos da sepultura do pecado e nos fazer ressurgir com Ele. Deus consentiu provar o Seu grande amor para conosco (Rm 5.8). E, motivado, o escritor aos Hebreus convida: “Cheguemos com confiança ao trono da graça...” (Hb 4.16,15).
Deus não precisava tornar-se homem para se compadecer do sofrimento humano, para que pudesse ser misericordioso com os pecadores nem para ter piedade dos pobres e desvalidos deste mundo. O próprio Deus declara que é misericordioso, benigno, justo, sofredor, que conhece as dores humanas (Êx 3.7; 22.27; Jr3A2; Is 54.8). Entretanto, era necessário que a humanidade, assentada na região da sombra da morte, percebesse que Deus lhe era solidário. A solidariedade demonstrada até as últimas consequências na encarnação e paixão do Verbo, é capaz de iluminar, libertar e
enriquecer os que estão amedrontados e em grandes trevas e misérias, fazendo-os semelhantes Àquele que lhes foi solidário (Cl 1.13; Rm 6.4; IPe 2,24; He 2.9, 10, 14, 25). Isto faz da solidariedade um dos mais excelentes recursos de comunicação.

Conclusão
Hoje aprendemos que comunicar, no sentido mais aprofundado do cristianismo, é entender a doutrina da encarnação, aceitando-a, vivendo-a e testemunhando acerca dela. Assim podemos dizer que o modelo divino para a comunicação com a humanidade é a encarnação.

QUESTIONÁRIO

1.    Dê uma definição de comunicação a partir da lição de hoje:
R: É a arte e a disposição que uma pessoa apresenta de se colocar em pé de igualdade com a outra...
2.    O que alterou a capacidade de relacionamento do homem com Deus?
R: O pecado.
3.    Qual o recurso mais sublime que Deus utilizou para comunicar-se com a humanidade?
R: A encarnação.
4.    Porque os ensinos de Jesus têm autoridade sobre nós?
R: Porque não se trata somente de um "Façam o que Eu mandei mas, também, de um “Imitem-Me''.
5.    Quais os 3 benefícios apontados da encarnação para a humanidade?
R: Revelar-se a ela, salvá-la e santificá-la.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 3º Trimestre de 2013, ano 23 nº 88 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor - Família cristã resgatando os valores Cristãos na era dos relacionamentos descartáveis.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
Comentário Bíblico Expositivo Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento 
Comentário Bíblico Expositivo - William Barclay
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Bíblia – THOMPSON (Digital)
Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP (Digital)

Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

Um comentário:

  1. O assunto que aborda esta lição é de extrema importância nos dias de hoje. Também foi muito bem comentada e o versículo chave que resume o conteúdo desta lição se encontra em Jo.3:16.
    Que Deus continue abençoando o amado irmão.
    Fique na paz!!!

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