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Maria enaltece a grande onipotência de Deus que se expande sobre toda a humanidade - Lc 51-53

A onipotência de Deus manifesta-se em seis formulações no pretérito (cf. o texto da 2
a estrofe
acima, pág 35). O Salmo 62 afirma: “Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi isto: Que o poder [a
onipotência] pertence a Deus”. – Os grandes e poderosos desta terra, que se apóiam em seu próprio
braço, os violentos e os ricos não oferecem empecilho para seu agir. – As seis revelações magnas de
Deus arroladas por Maria evidenciam o nosso Deus como um Deus que inverte as coisas, que tem
como único propósito que o ser humano não faça de si mesmo um deus, mas que reconheça e honre a
Deus como Deus. Diante do testemunho de Maria somos questionados se, como igreja de Jesus, de
fato praticamos com sagrada seriedade o reconhecimento e a exaltação de Deus como Deus, para que
o Todo-Poderoso não disperse também a nós. Como é poderoso esse agir divino, que rompe o que
tenta se sobressair –  mas que eleva e conserta o que está inferiorizado!
53  Maria continua cantando: Encheu de bens (eternos) os famintos (até a borda) e despediu vazios
(como vasilhas esvaziadas) os ricos.
Como filha pobre de Davi, Maria muitas vezes experimentara a sorte dos pobres, rejeitados e
oprimidos. – Porém agora ela se enche da certeza de que a graça de Deus há de enriquecer e saciar
precisamente pessoas como ela. Aos famintos, que trazem dentro de si um sincero anseio  pela vinda
e pelo socorro do Messias, ele enche com perpétua alegria e vida eterna. Os ricos e saciados, porém,
ele deixa de mãos vazias.

Fonte: Lucas - Comentário Esperança

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