Pessoas que gostam deste blog

O discipulado do Apóstolo Paulo - Lição 3 - 21 de outubro de 2012

LIÇÃO 03 – 21 de Outubro de 2012

O discipulado do Apóstolo Paulo

TEXTO AUREO

“Vindo ter comigo, e apresentando-se, disse-me: Saulo, irmão, recobra a vista. E naquela mesma hora o vi”. At 22.13

VERDADE APLICADA

Todos os grandes homens de Deus, em algum momento da sua vida, precisaram do cuidado de outros irmãos na fé, até mesmo, com menos potencial do que eles.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

At 9.13 - E respondeu Ananias: Senhor, a muitos ouvi acerca deste homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém;
At 9.14 - E aqui tem poder dos principais dos sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome.
At 9.15 - Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel.
At 9.16 - E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.
At 9.17 - E Ananias foi, e entrou na casa e, impondo-lhe as mãos, disse: Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou, para que tomes a ver e sejas cheio do Espírito Santo.
At 9.18 - E logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e recuperou a vista; e, levantando-se, foi batizado.

Introdução
Paulo era um homem de grande valor para o judaísmo, uma pessoa preparada desde o seu nascimento, na convivência, na escola da sinagoga e, até, finalmente, tornar-se um pupilo do famoso Gamaliel. Tudo isso para lutar apologética e juridicamente pela causa do judaísmo do mundo pagão de sua época. Mas bastou uma aparição do Filho de Deus em sua glória para abater todo o seu orgulho genealógico, toda a soberba intelectual e ignorância espiritual.

1. A necessidade de cuidado
Após o encontro de Paulo com Jesus, no caminho de Damasco, ele fora curado e imediatamente começou a pregar. Isso aconteceu, mas não tão imediatamente, pois levou alguns dias. Veremos que foi necessário pelo menos três dias aguardando outra resposta de Jesus.

1.1. Paulo não podia ver (At 9.8a)
A Bíblia omite que tipo de transporte Saulo estava usando para chegar a Damasco, afirmar conclusivamente que Saulo caiu do cavalo é dizer uma coisa que a Bíblia não diz. Cavalos e mulas eram animais muito caros e a maioria das pessoas costumavam viajar muito a pé. Enquanto Paulo estava a caminho, acompanhado de alguns que formavam a sua comitiva, por volta de meio-dia, repentinamente brilhou uma forte luz do céu ao redor de Paulo, e tal luz falava com ele referindo-se ao seu nome hebraico, “Saulo, Saulo, porque me persegues?”. Depois de palestrar com a luz, levantou-se do chão, mas a ninguém via (At 22.6). Precisou terminar a viagem conforme as instruções do Senhor Jesus, mas agora amparado.
“Patético era o quadro do dominador Saulo, vitorioso perseguidor e conquistador dos discípulos, que agora era uma criança inofensiva”. (Robestson, in loc.)
Paulo vira algo que os outros não puderam ver (embora também soubesse que algo poderosíssimo havia ocorrido, a saber, a presença da glória do Senhor Jesus Cristo). Essa visão modificou todo o curso da história humana, tendo afetado os destinos de milhões de criaturas humanas.
Atos 22.6 - “Por volta do meio-dia, eu me aproximava de Damasco, quando de repente uma forte luz
vinda do céu brilhou ao meu redor.
A alma de Saulo de Tarso vinha cheia de trevas e ímpetos de violência, numa piedade que transparecia na forma de ódio e malícia, o contrário exato de todas as reais qualidades de um autêntico caráter espiritual. Somente a luz divina, proveniente dos céus, poderia modificar tão densas trevas espirituais como as de Saulo de Tarso.
Ele caiu cego para esse mundo e para suas tolas convicções. Todavia, sua visão se abriu para ver o mundo sob uma nova perspectiva. Paulo estava agora dependente do Senhor. Mas o Senhor misericordiosamente o acolheu e se encarregam de cuidar dele através de Ananias, como já observamos. A vida espiritual de Paulo estava sendo construída sobre uma nova base a partir daquele encontro no caminho de Damasco em diante, e Paulo cooperava para alcançar o seu crescimento pessoal no Senhor. Novos convertidos, ainda que venham se tornar gigantes da fé precisam inicialmente de acompanhamento, este é outro fator que o ministério da igreja precisa pensar e agir sobre ele.


1.2. Limitado para andar (At 9.8b)
Paulo, agora cego, foi conduzido pelas mãos de outros ao seu destino. Dessa maneira, o Senhor Jesus o estava humilhando, abatendo-o para que Paulo aprendesse mais sobre Ele. O andar de Paulo por melhor que fosse não estava agradando a Deus, e essa sua arrogância natural precisava ser abatida até o chão a fim de aprender um novo andar, que repetidamente Paulo ensina e relembra às igrejas que fundou. Deus resiste ao soberbo e pessoas normais evitam o soberbo. Mas, no caso de Paulo, era um agir divino na experiência dele para que ficasse marcado para sempre. Depois, quando necessário, ele testemunhava dessa sua queda visando a que alguém se convertesse.
Os homens levaram Saulo para a cidade, pois o “touro furioso”, havia se tornado um “cordeiro dócil!” O líder teve de ser conduzido, pois ficou cego pela visão resplandecente. Seus olhos espirituais foram abertos, mas seus olhos físicos estavam fechados. Deus o humilhara inteiramente, preparando Paulo para ser ministrado por Ananias. Saulo orou e jejuou por três dias (At. 9.11), durante os quais começou a reavaliar suas convicções. Havia sido salvo pela graça, não pela Lei, por meio da fé no Cristo vivo. Deus começou a instruir Saulo e a lhe mostrar a relação entre o evangelho da graça de Deus e a religião mosaica tradicional que havia praticado ao longo da vida.

1.3. Sem comer e beber (At 9.9)
Onde estava hospedado, Paulo permaneceu sem comer e beber, entendendo a grandeza de seu pecado. Dá para imaginar a agonia em sua alma e as lembranças de determinados momentos em que havia perseguido os discípulos do Senhor Jesus. Mesmo depois de muito tempo, ele demonstra esse sentimento nas suas cartas (Fp 3.6; lTm 1.13). Mas por outro lado o que lhe confortava, era o fato de Jesus lhe ter aparecido e falado, impedindo a sua completa perdição. O jejum é uma forma de demonstrar fraqueza, auto humilhação diante de Deus, visando buscar e praticar a vontade de Deus. É também uma maneira de romper com as ataduras firmes da ignorância espiritual, injustiças cometidas, e falta de fé. Não se jejua para conseguir o perdão de Deus, o preço já foi pago, antes, jejua-se para que a vontade divina seja exercida e fortalecida em nós.
Filipenses 3.6 - quanto ao zelo, perseguidor da igreja”. Ele sabe como a mensagem do evangelho é revoltante para toda pessoa séria em termos morais e religiosos. Porque precisamente isso fora o jovem Saulo de Tarso: um moço impecável, sincero e devoto, “quanto à justiça, à justiça na lei, irrepreensível”. Quando lhe apresentavam os mandamentos, podia afirmar com o jovem rico: “Tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Por essa razão ele também era conhecido nos mais altos escalões, um personagem promissor, ao qual desde já se confiavam importantes tarefas (At 9.2).
1 Timóteo 1.13 – “Que outrora fui blasfemo, perseguidor e violento”. Ele, que mais tarde teve de sofrer perseguições e foi maltratado, havia pessoalmente torturado os cristãos. Mais de uma vez Paulo apontou, em sua proclamação, para seu passado sombrio. Não se pode descartar que nas prisões, injúrias, maus tratos e temores que ele sofreu como servo de Cristo, o apóstolo teve de se recordar de que no passado cometera as mesmas humilhações contra outros.
“Mas foi-me concedida misericórdia, porque agi na ignorância, quando não tinha fé”. A justificativa diz “que para seu pecar estava posto um limite, que deixou espaço livre para a misericórdia” (Schlatter). Porque somente a persistência intencional e obstinada em uma condição de ignorância leva a atrevimento e impenitência, que provocam o juízo. Jesus intercede pelos que o crucificam: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. O que fazem é pecado, até mesmo quando acontece por ignorância. Somente quando souberem o que fizeram sua atitude mostrará se aceitarão o perdão e então confessarão como pessoas agora iluminadas: pecamos. Foi assim que Paulo agiu. Jamais se desculpa por seu agir condenável, apenas indica o motivo pelo qual foi possível que seu pecado não lhe custasse a vida, mas a compaixão de Deus o atingisse. Quando Jesus o confrontou, superando assim sua ignorância, Paulo se afastou do pecado de sua incredulidade e confessou Jesus como Senhor, passando a servi-lo.

2. A visão de cuidado
O Senhor Jesus havia começado uma obra de conversão ao aparecer repentinamente para Paulo. Mas continuou operando no sentido de aperfeiçoar a fé que começara a despontar. Deus não começa nada que não possa terminar e tudo faz com perfeição. Todavia essa segunda parte ficaria por conta de Ananias, um legítimo representante do Senhor Jesus pertencente à igreja de Damasco.

2.1. Levanta-te e vai à... (At 9.11)
Paulo estava hospedado em residência de um certo Judas, ali em Damasco, e repousava aguardando uma resposta do Senhor Jesus. E ela veio, pois Paulo tivera uma visão espiritual disso, ao ver entrar um homem chamado Ananias e impondo as mãos sobre ele para que fosse curado. Simultaneamente, Ananias recebeu em visão a orientação para ir num lugar exato, pois ele estava orando e aguardando resposta. Pensemos uma coisa, o Senhor Jesus não poderia curar Paulo diretamente? É claro que sim. Ou então, se Judas, o anfitrião de Paulo fosse um discípulo, e tudo indica que ele o era, não poderia curá-lo através dele? Perfeitamente. Mas por que Cristo não fez assim? Para que a experiência de Paulo tivesse testemunhas e ele mesmo sempre tivesse aceso em sua lembrança. Outra coisa é que Cristo deseja usar os vários membros do seu corpo para edificação espiritual mútua.
“Cristo toma conta da obra de suas próprias mãos. Aquele que havia ferido, curaria; aquele que havia espancado mostraria compaixão; aquele que havia perseguido consolaria”. Mattew Henry
Ananias encontrava-se à disposição de Deus, mas certamente não se sentia ansioso por obedecer. O fato de Saulo estar “orando” em vez de “caçando” deveria ter servido de estímulo a Ananias.
“A oração é o autógrafo do Espírito Santo sobre o coração renovado”, disse Charles Spurgeon. Saulo havia deixado de crer em si mesmo e passou a crer no Senhor, esperando que lhe mostrasse o que fazer.
2.2. Punha sobre ele a mão... (At 9.12)
É importante também notar que, nessa passagem, o Senhor Jesus demonstra que Paulo estava avisado, em visão, de que o próprio Ananias iria ao seu encontro para curá-lo. E essa cura sucederia mediante a imposição de mãos de Ananias. O ato de impor às mãos é abençoador, capaz de transferir virtudes que vão além do calor humano. Na verdade, o poder de Deus é completo em si mesmo e não se faz necessário impor as mãos. Todavia se torna muito importante e marcante para quem recebe tal imposição. O Senhor Jesus fez isso incontáveis vezes, e as Escrituras determinam que se imponham as mãos sobre os enfermos e eles serão curados (Mc 16.18; At 4.30).
Jesus age na vida de Saulo através de Ananias, assim como repetidamente realiza sua obra em um irmão por intermédio de outro irmão.

2.3. Senhor, de muitos ouvi... (At 9.13)
Quando Ananias entendeu que se tratava de Saulo, o perseguidor, arguiu o Senhor acerca de seu procedimento. Os males que tinha causado aos santos através da perseguição em Jerusalém, eram bem nítidos para ele. Reconhecemos que era uma missão difícil a ser realizada, mas o Senhor disse a Ananias que Paulo já o aguardava, pois já o tinha visto numa visão, entrando onde estava, e impondo-lhes as mãos, e curando-o de sua cegueira. Foi importante Ananias ter esse relevante detalhe para que executasse essa missão sem temor, visto que a fama de Paulo como perseguidor oficial do judaísmo corria entre as colônias judaicas para onde os cristãos fugiram. Quanto à visão simultânea de Ananias e Paulo, o sentido disso era para que não houvesse dúvida alguma de que o Senhor estava orquestrando a situação mostrando que era seguro para ambos.
Instintivamente Ananias levanta objeções. A intenção de Lucas não deve ter sido afirmar que Ananias queria dizer a Jesus: “Para lá não quero ir, tenho medo.” Pelo contrário, o diálogo entre Ananias e seu Senhor trata do “nome” de Jesus. Ananias alega: “Afinal, esse homem merece transigência e graça?” “E para aqui trouxe autorização dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome.” Também Ananias percebe que no ataque de Saulo aos cristãos o alvo real é o nome de Jesus. Apenas a partir desse dado a resposta de Jesus ganha impacto e magnitude: “Vai, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel.” Precisamente aquele que queria exterminar o nome de Jesus da terra levará esse nome para dentro do mundo como mais ninguém.
Será que Ananias temia Paulo? É possível que não, porque ele em conversa com o Senhor fala apenas acerca dos males que aquele moço tinha imposto à igreja em Jerusalém, além do mais tinha autorização dos principais sacerdotes para prender os santos em Damasco. Ananias era um homem de muita coragem e, nessa conversa com o Senhor, não demonstrou qualquer temor pessoal, mas uma preocupação com, a comunidade dos fiéis a Cristo em Damasco. O maior temor de Ananias era beneficiar um possível inimigo do evangelho, vindo isso a se tornar em grande mal para os cristãos. O que aprendemos com tudo isso? É que o Senhor demonstrou cuidado com ambos, dando-lhes visões que se encaixavam perfeitamente.

3. A missão cumprida
É interessantíssimo que o Senhor se permite arguir por Ananias e com ele palestra, ainda que brevemente. Depois de Ananias falar o que pensava demonstrando a necessidade de prudência, as providências para que tudo saísse perfeitamente em ordem e segurança estavam sendo tomadas naquele momento, em que Paulo como já foi dito, simultaneamente tinha uma visão acerca do próprio Ananias (At 9.15,16).

3.1. Ananias foi ao encontro de Paulo (At 9.17)
Uma vez que tudo se tornara claro para Ananias, ele entendeu que se deveria apressar. Pois Paulo de Tarso não poderia ficar esperando indefinidamente em casa de Judas. Assim, pôs-se a caminho para achar o endereço que o Senhor lhe havia mostrado. A narrativa que se segue demonstra diligência, fé e muita alegria de Ananias ao encontrar a Paulo. Suas palavras são auspiciosas e demonstram conhecimento de tudo o que estava se passando, pois ele disse, “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou, para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo”.
Tão importante é para o Senhor a irmandade dos seus. Ao mesmo tempo, a ação de Jesus adquire determinação e clareza. A cura não é “acaso” ou “natureza”, mas a dádiva do próprio Jesus pela mão do irmão. Para isso, no entanto, não há necessidade da mão de um importante apóstolo. Um simples cristão como Ananias pode fazê-lo.

3.2. Paulo foi batizado (At 9.18)
O certo é que Paulo estava deitado ou sentado, de qualquer maneira sua posição indicava estar esperando, ou pelo menos se recuperando do tratamento de choque recebido da parte do Senhor. O texto não afirma claramente quem batizou Paulo, mas diz que ele “foi batizado”. É bem provável que tenha sido o próprio Ananias quem realizou o seu batismo ou outra pessoa próxima. No caso dos judeus, o batismo ocorria imediatamente, pois eles apenas aceitavam as promessas de Deus reveladas no Antigo Testamento, uma vez identificando que o homem Jesus era mesmo o Messias, tudo acontecia automaticamente.
Diante do que foi acima exposto, fica uma pergunta: porque hoje não se batiza imediatamente como nos dias do Novo Testamento? Usando unia linguagem bem atual, o motivo é o seguinte, para os judeus, tratava-se de uma atualização através do cumprimento das promessas de Deus na vida pessoal deles. E como alguém que compra um software e depois recebe a sua atualização tornando-o mais eficaz. Por isso, até hoje, alguns judeus ao aceitarem Jesus como o Cristo, dizem, “agora estou completo”. E, de fato. Jesus prometeu a eles e a todos os que cressem uma “vida plena”, quando disse: “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (Jo 10.10b). Hoje muitas igrejas preferem aplicar um ensino elementar sobre a vida cristã, para depois ou durante o estudo, batizarem o novo convertido. Isso é cuidado com a própria pessoa e não um impedimento em si.

3.3.  Paulo com outros discípulos (At 9.19)
Após o batismo, Paulo se alimenta, pois ele estava afligindo seu corpo físico com o jejum até aquele momento. Mas também a sua alma sofria por lembrar-se de que, como oficial do Sinédrio, perseguira implacavelmente inofensivos cristãos tratando-os como bandidos. A comida lhe confortou, Deus lhe perdoou, mas, a partir dali, usou a sua vida para Deus. Ao que tudo indica, Ananias era um líder local, e ali em Damasco, Paulo pôde permanecer alguns dias, até que foi à Arábia, ficando por três anos conforme seu pequeno relato autobiográfico (G11.17).
Com o batismo acaba seu jejum: “Alimentou-se e recuperou as forças.” Não era mais tempo de luto. Tomou sua prime ira refeição, com certeza do mesmo modo como o primeiro cristianismo em Jerusalém: louvando a Deus com júbilo e singeleza de coração (At 2.46). Cumpre supor que para ele essa refeição também se tornou ao mesmo tempo a celebração da “ceia do Senhor”. Então o “recuperar as forças” era físico e espiritual, fortalecendo, na unidade de “refeição” e “celebração da ceia do Senhor”, toda a pessoa de Saulo para o imenso serviço que começaria imediatamente.

Conclusão
Os cuidados básicos desfrutados por Paulo de ser assistido, batizado, usufruindo da convivência com outros discípulos mais experientes são os mesmos direitos de todo o cristão neófito que entra nas milícias do Senhor Jesus Cristo. Se isso for ignorado, estar-se-á gerando um cristianismo normal.

QUESTIONÁRIO

1. Quantos dias levou para Saulo ser curado da cegueira?
R. Três dias
2. Como Saulo chegou a seu destino, Damasco?
R. Conduzido pelas mãos de outros
3. O jejum é uma forma de demonstrar o quê?
R. Fraqueza, auto-humilhação buscando fazer a vontade, e de Deus.
4. De que maneira Saulo ficou sabendo que teria uma visita?
R. Através de visão o Senhor mostrou a ele
5. Em que momento ou de que maneira Saulo recobrou a visão?
R. Ao receber a imposição de mãos de Ananias.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 4º Trimestre de 2012, ano 22 nº 85 – Jovens e Adultos – Apóstolo Paulo.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento 
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Bíblia – THOMPSON (Digital)
Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP (Digital)
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por nos visitar! Volte sempre!