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Lição 8 - Seicho-No-lê, a seita oriental mais popular no Brasil


LIÇÃO 8 – 23 de fevereiro de 2014 – Editora BETEL

Seicho-No-lê, a seita oriental mais popular no Brasil

TEXTO AUREO

“Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás”. Gn 3.19

Comentarista: Pastor Joabes Rodrigues do Rosário

VERDADE APLICADA

O pecado, o sofrimento e a morte, são realidades incontestes na vida do ser humano; até o mais indouto entre os homens tem conhecimento dessa verdade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Apresentar aos alunos a base histórica do movimento Seicho-No-lê;
Mostrar seus principais ensinamentos;
Aprender a refutar, com base bíblica, as doutrinas diabólicas das Seicho-No-lê.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Gn 3.16 - E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
Gn 3.17 - E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.
Gn 3.18 - Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo.
Gn 3.22 - Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
Gn 3.23 - O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.

A mulher (v. 16). Deus reforçou sua palavra de esperança para Eva ao garantir-lhe que ela teria filhos e, portanto, que não morreria imediatamente. No entanto, o privilégio especial da mulher como aquela que dá à luz (e, em última análise, aquela que traz ao mundo o Redentor) incluiria dores multiplicadas no parto e submissão ao marido. Essa submissão não é identificada como parte de uma maldição nem como uma ordem para que os maridos exerçam poder soberano sobre a esposa. O Novo Testamento deixa claro que maridos e esposas que se amam e que são cheios do Espírito Santo são mutuamente submissos (Ef 5:18ss; 1 Co 7:1-6).
O homem (w. 17-19). Eva teria dores de parto, mas Adão sofreria diariamente ao trabalhar no campo. Ao esforçar-se para obter seu alimento, Adão se depararia com obstáculos e teria de labutar e de suar para conseguir a colheita; isso serviria para lembrá-lo de que sua desobediência havia afetado a criação (Rm 8:18-23). Além disso, enquanto lavrasse o solo, se lembraria de que um dia morreria e voltaria para o solo de onde havia vindo. Adão, o jardineiro, tornou-se Adão, o labutador.
Por amor a seu próprio caráter e a sua lei, Deus deve julgar o pecado; mas por amor a seu Filho querido, Deus está disposto a perdoar o pecado. Lembre-se de que Jesus é o Cordeiro, "morto desde a fundação do mundo" (Ap 13:8; ver At 2:23; 4:27, 28), de modo que Deus já havia provido o perdão e a salvação.
Um novo nome (v. 20). Adão creu nas promessas de Deus (vv. 15, 16) e chamou sua esposa de "Eva", que significa "viva". A fé simplesmente aceita o que Deus diz e age de acordo com isso.
Roupas novas (v. 21). A resposta de Deus à fé de Adão e de Eva foi remover os trajes frágeis confeccionados por mãos humanas e vesti-los com roupas aceitáveis, providas pelas próprias mãos divinas (Is 61:10). Foi preciso que animais inocentes morressem para que o homem e a mulher recomeçassem e voltassem a ter comunhão com o Senhor. Esse é um retrato daquilo que Cristo fez pelos pecadores na cruz quando morreu por um mundo pecaminoso (2 Co 5:21).
Um novo lar (w. 22-24). Se Adão e Eva comessem da árvore da vida, viveriam para sempre na Terra como pecadores, e seu futuro seria sombrio. Era preciso que morressem, pois "o salário do pecado é a morte" (Rm 6:23). Assim, Deus removeu o casal do jardim, ou melhor, de acordo com Gênesis 3:24, ele os "expulsou" (ver Gn 4:14 e 21:10.) Deus colocou anjos para guardar a entrada do jardim e garantir que Adão e Eva não tentariam entrar lá outra vez. Um dia, Jesus Cristo reabriria o caminho para a "Árvore da Vida" mediante sua morte na cruz (Jo 14:6; Hb 10:1-25; Ap 2:7; 22:1, 2, 14, 19).13
Para o homem e a mulher, a vida diária passaria a ser uma luta fora do jardim ao labutar pelo pão e criar sua família. Ainda poderiam ter comunhão com Deus, mas sofreriam diariamente as consequências de seu pecado, e o mesmo aconteceria com seus descendentes. A lei do pecado e da morte passaria a vigorar na família até o fim dos tempos, mas a morte e a ressurreição do Salvador introduziriam uma nova lei: "Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte" (Rm 8:2).
Fonte: Comentário Warren W. Wiersbe

Introdução
A Seicho-No-lê é a seita oriental mais popular no Brasil. Através de literatura com conteúdo de autoajuda e otimismo, fartamente distribuídas gratuitamente em consultórios médicos, odontológicos e em hotéis, tem conquistado muitos adeptos. Com um apelo ao ecumenismo, afirmando, dentre outras heresias, que todos os caminhos levam a Deus, contraria o que Jesus Cristo afirmou (Jo 14.6). É uma seita em franco crescimento no Brasil, justificando uma lição dedicada ao estudo da mesma.

OBJETIVO
Apresentar aos alunos a base histórica do movimento Seicho-No-lê;

1. A Seita Seicho-No-Iê
Seicho-No-lê significa “Lar do Progredir Infinito”, e tem suas origens no Japão. Foi fundada em março de 1930, por Masaharu Taniguchi.

1.1. Quem foi Masaharu Taniguchi
Masaharu Taniguchi, nascido em 22 de novembro de 1893, na cidade de Kobe (Japão). Nasceu em uma família muito pobre e foi criado por seu tio, que era muito severo. Taniguchi leu muitos livros com conteúdo de filosofia naturalista. Na idade tenra, já demonstrava, através de seu comportamento, uma desilusão com a vida. Começou seus estudos universitários, onde leu obras de cunho naturalista, mas não concluiu a faculdade devido a enfermidades e desilusões amorosas. Após um período no ocultismo, na parapsicologia e nas seitas orientais, Taniguchi foi influenciado pelo ensino onde afirmava que a existência da matéria, e que a dor e o sofrimento é fruto da imaginação meramente humana. Após o falecimento de Masaharu Taniguchi, em 17 de junho de 1985, seu genro e herdeiro espiritual, Seicho Taniguchi, passou a ser o Supremo Presidente da Seicho-No-lê.

1.2. Início da Seicho-No-Iê
Em 1922, Taniguchi escreveu um livro, que serviu de base para a teologia da Seicho-No-lê, intitulado “Para a Santidade”, obtendo grande aceitação do público. Em 1928, Taniguchi afirmou que foi “iluminado”, e começou pregar suas heresias através de uma revista, com o mesmo nome da seita, que, em 1935, tinha mais de trinta mil assinantes.

1.3. Seicho-No-lê no Brasil
Chegou ao Brasil em 1930, com os imigrantes japoneses. No dia 10 de agosto de 1952, autorizada pela Sede Internacional da Seicho-No-Iê, no Japão, foi instituída a Sociedade Religiosa Sei-cho-No-Iê no Brasil, hoje Igreja Seicho-No-Iê. Tem sua sede em São Paulo desde 1955. Possui uma propriedade em Ibiúna-SP, onde os fiéis se reúnem para a prática da meditação espiritual. Está espalhada principalmente pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.

OBJETIVO
Mostrar seus principais ensinamentos;

2. Ensinos da Seicho-No-Iê
Ao acreditar que todas as religiões são luzes de salvação que emanam de um único Deus, divulgam ensinos totalmente contrários a Palavra de Deus, dentre eles destaca-se:

2.1. O Jissó
O Jissó, na Seicho-No-Iê, quer dizer: mundo real. Segundo eles, o homem vive em um mundo idealizado por Deus e que deve ser vivido sem doenças, morte, envelhecimento e sem sofrimento. Entretanto há uma contradição vivida por eles, como é contraditória toda heresia: é que os adeptos desta seita, além das dores que sentem, estão envelhecendo e morrendo também. Aliás, todos estão envelhecendo, adeptos ou não desta seita. Sabe-se, pela Bíblia, que o Éden, lugar idealizado e criado por Deus, era a morada perfeita do homem, mas como consequência do pecado foi expulso de lá, trazendo-lhe como resultado dor e sofrimento (Gn 3.19), e que o livramento deste corpo de dor acontecerá no arrebatamento da Igreja, quando, então, teremos um corpo glorioso (lTs 4.17;lCo 15.53,54).

2.2. A Shinsokan
A Shinsokan é uma oração, invocada apenas em pensamento, que deve ser praticada diariamente pelos seguidores da Seicho-No-Iê. O conteúdo desta oração é: “Neste momento, deixo o mundo dos cinco sentidos e entro no mundo da imagem verdadeira”. Em seguida fazem outras mentalizações, utilizando frases tais como: “É oceano de infinita sabedoria de Deus; é oceano de infinito amor de Deus; é oceano de infinita provisão de Deus.” Frases como estas são mentalizadas várias vezes e seguidas de exercícios de respiração e encerram a meditação com o “cântico da grande harmonia”, entrando assim, segundo eles, na dimensão do Jissó. A oração que Jesus ensinou é bem real, e excede uma mera mentalização, pois deve ser pronunciada, conforme o ensino de Jesus, e que começa com um diálogo verdadeiro entre interlocutores: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome”; contendo confissão: “perdoa-nos as nossas dívidas”; e declaração de perdão: “como nós também temos perdoado aos nossos devedores”; encerrando com o reconhecimento de Seu Senhorio: “Porque teu é o reino e o poder” (Mt 6.13). A oração deve ser dirigida a Deus, em nome de Jesus (Jo 14.13).
Quando o salmista afirma em Salmo 1.2 que “meditar de dia e de noite” deveria ser uma prática, ele não estava apoiando as doutrinas orientais que pregam a meditação transcendental, que visa esvaziar a mente de alguém com o objetivo de “esquecer”, da realidade, das mazelas daqueles que não têm Jesus. O “meditar”, segundo o salmista, é ocupar o pensamento com a Palavra de Deus. O texto diz: meditar “na lei” de Deus, ou seja, na sua Palavra e não no vazio. A meditação aconselhada pelo salmista difere da meditação ensinada pelas seitas, conforme algumas observações: 1) Objeto da oração - Alguém (e não um vazio); 2) Propósito - Adoração a Deus (não é fusão com Deus); 3) Mediador- Jesus (não é intuição humana); 4) Campo de ação - através da razão (não é irracional); 5) Poder - pela graça de Deus (não pelo esforço humano); 6) Estado imediato - concentração (e não mero relaxamento).

2.3. As Doenças
Para a Seicho-No-lê as doenças são apenas ilusões, como também a dor, isso porque, segundo eles, a matéria não tem existência real. Segundo esta heresia, as formas físicas e materiais não passam de sombras da luz celeste a refletir-se sobre a terra. Entendem mal quando ensinam que “Como Deus não criou a doença, a doença hão existe.” Pregam que “de agora em diante não existirá mais nenhum sofrimento, nenhuma tristeza, nenhuma decepção e nenhum desapontamento” A Seicho-No-lê ensina que os seguidores precisam controlar suas mentes e que a felicidade deve ser procurada pelo próprio homem através da meditação. Ao contrário do que afirmam, a verdade é outra, pois tanto a Bíblia como a própria ciência comprovam a realidade da dor e a existência das enfermidades (2Co 11;12; Jó 2.7,8).
A ciência comprova que a dor é uma bênção de Deus, pois é um mecanismo que serve para chamar a atenção. Imagina se um objeto cortante ao penetrar no corpo de um ser humano, ou até mesmo no corpo de um animal, não provocasse dor? A dor é um aviso que algo está errado, fazendo com que a pessoa tome uma atitude. Jesus avisou os discípulos que “no mundo tereis aflição” (Jo 16.33). A experiência humana, diferente da heresia Seicho-No-lê, comprova a realidade da doença, da dor e do sofrimento; em sã consciência, ninguém pode negá-los.

OBJETIVO
Aprender a refutar, com base bíblica, as doutrinas diabólicas das Seicho-No-lê.

3. As Principais Heresias da Seicho-No-Iê
Com uma aparência inocente, que, para alguns desavisados, não passam de palavras “positivas” e “pensamentos que ajudam”, esta seita tem, no bojo dos seus ensinos, heresias perigosas, que vão de encontro a Palavra de Deus.

3.1. Para a Seicho-NoIê Deus é apenas uma energia
Para a Seicho-No-Iê Deus é apenas uma energia vital. Denominam Deus de “Amenominaka-nushi” (deus absoluto); para eles, é o mesmo deus conhecido por todas as religiões. Esse ensino e a prática dessa seita são tão contraditórios, que eles esquecem que, se Deus fosse apenas uma energia, esse Deus não teria qualidades pessoais, das quais eles mesmos fazem referência, conforme suas próprias orações (a Shinsokan). A Bíblia Sagrada refuta esta heresia, apresentando Deus como uma pessoa: Deus fala com as suas criaturas (Gn 1.28-30; Ex 3.4-21); Deus interage com os homens (Ex 13.21; 14.1).
Os atributos comunicáveis de Deus (são aqueles que se relacionam com os seres por Ele criados, também conhecidos como atributos morais), é uma prova de que Deus não é apenas uma energia vital. As Escrituras Sagradas ensinam sobre estes atributos, veja alguns: 1) Fidelidade - Dt 7.9;Js 23.14 e Sl 89.2; 2) Bondade - Mt 5.45; 3) Santidade - Êx 15.11; Js 24.19); 4) Justiça - Rm 4.5; 5) Veracidade - Nm 23.19; 6) Misericórdia - Tt 3.5; Lm 3.22; Is 49.13; 7) Amor - Jo 3.16; Rm 5.8); 8) Sabedoria - Sl 104.24.

3.2. Para a Seicho-No-Iê, o pecado é mera ilusão da mente
Afirmam que o pecado é uma mera ilusão da mente, visto que Deus não criou o pecado. O pecado, segundo a Bíblia, é toda transgressão contra Deus e Sua Palavra. Isto incluiu até mesmo uma parcela dos anjos (2Pe 2.4). O pecado atingiu toda a humanidade através de Adão. (Rm 5.19a; 3.23; 5.12).
Qualquer pessoa racional e de bom senso observa, através da história, que alguma coisa está errada com o homem. Não somente os religiosos, mas também os psicólogos e sociólogos admitem o erro que existe no homem e que atrapalha o seu ajustamento consigo mesmo e com os outros. A Doutrina do Pecado é uma das mais importantes doutrinas cristãs, pois, além de mostrar a realidade em que, o homem sem Deus, em consequência do pecado, aponta também para a impossibilidade do homem sair de onde está pelos seus próprios méritos, mostrando-lhe necessidade de aceitar a Graça Salvadora que há em Cristo Jesus. O pecado é tão real, que todos os seres humanos possuem uma inclinação no coração para o mal ou para aquilo que desagrada a Deus. O salmista Davi reconhece os muitos pecados que havia cometido, mesmo sendo um homem de Deus. Ele reconhece que fez o que fez porque era pecador (Sl 51.5) e precisava ser perdoado até pela maldade presente nos seus atos (Sl 32.5). Reconhecer a realidade do pecado não é tarefa fácil, mas é só reconhecendo a gravidade do pecado que o homem se conscientiza da necessidade da salvação (Lc 15.18).

3.3. A Salvação para a Seicho-No-lê é uma condição de vida meramente terrena
A salvação para eles está no conhecimento da “Realidade Prima”, ou “Mente de Deus”. A definição destas afirmações para ele é: “o mal, as doenças e a matéria são inexistentes, e que o mundo real é isento de qualquer imperfeição”. Assim, pregam que a salvação consiste em livrar-se das doenças e ter uma vida financeira próspera. Ou seja, a salvação está limitada apenas a benefícios terrenos. O Apóstolo Paulo afirma que “Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima” (ICo 15.19), e que tanto os mortos que serão salvos, ressuscitarão, como os vivos, terão um encontro com Senhor nos ares, e, assim, viverão para sempre com o Senhor (lTs 4.17).

Conclusão
Como pode ser constatado através de suas doutrinas e práticas religiosas, a Seicho-No-lê é um sincretismo religioso, que deve ser combatido. De forma sutil tem adentrado nas mentes de pessoas que não têm o conhecimento da verdade, que liberta das enfermidades, da triste realidade do pecado, e que leva o homem a Deus (Jo 8.32).

QUESTIONÁRIO

1. Na lição a oração é um diálogo real ou apenas uma meditação?
R. A Oração deve ser real, um diálogo verdadeiro entre interlocutores.
2. Por que Deus não pode ser apenas uma Energia? Argumente.
R. Porque Deus tem qualidades pessoais.
3. Através de quem o pecado atingiu toda a humanidade?
R Através de Adão.
4. Segundo a Bíblia, qual é o conceito de Pecado?
R É toda transgressão contra Deus e Sua Palavra.
5. A salvação se limita a vida terrena? Justifique.
R. Não. A Bíblia afirma que existe uma salvação para a raça humana que irá além de uma simples qualidade de vida nesta terra.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 1º Trimestre de 2014, ano 24 nº 90 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – RELIGIÕES, SEITAS E HERESIAS como identificar e refutar os falsos profetas e seus ensinos.

5 comentários:

  1. O homem tem mente fértil e em busca de sua própria realização age insensatamente não se preocupando com o mau ou males que sua ação, criação ou invento possa causar as demais pessoas.

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  2. Assim como o soro antiofídico está para aquele que foi picado por uma serpente e está cheio de peçonha maldita, isto é: envenenado para (condenado à) morte; JESUS CRISTO está para aquele que foi possuído pela desobediência a DEUS (pecado), condenado a morte ( a alma que pecar essa morrerá); ELE é o antídoto,ELE é quem redime a nossa alma da cova, da morte e do juízo.

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  3. Faço sempre menção de vós, de v v familiares; de sua equipe e de todos os que contribuem para a publicação desta importantíssima matéria que torna mais claro (principalmente à leigos), os objetivos da lição; diante de DEUS a quem sirvo com orações e suplicas para que os fortifiquem mais e mais nesse maravilhoso propósito. Graça, bênção e paz de nossa parte e da parte de nosso SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO vos sejam multiplicadas.

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  4. Deus não deve ser só mentalizado, pois ele merece muito mais do que isto; Ele é o soberano e precisa ser adorado, por aqueles que assim possa atentar, para que isso aconteça, resgatando a comunhão perdida no Jardim do Éden, por causa do pecado; que na sua influencia, prejudicou a vivencia terrena; não porque Deus quis que fosse assim, mas porque a humanidade (Adão e Eva) foram reprovados no primeiro teste; na verdade o sofrimento realmente não veio de Deus, mas é uma consequência que foi gerado do pecado, pois faltou o amor do homem para com Deus; fazendo que todos os seres humanos honrasse mais a criatura do que o Criador, e desprezando então o grande amor de Deus, que assim foi manifestado exclusivamente as criaturas inferiores aos anjos, que somos nós; com o propósito de assim o adora-lo, com a nossa pequenez diante Dele. A causa da nossa existência, é explicitamente ocorrida por meio do amor imensurável de Deus para com suas criaturas, que na verdade poderia ser tudo mais fácil. Então só ter pensamentos positivos não nos livrará dos sofrimentos que nos sobrevém, mas sim saber que podemos alcançar uma eternidade sem dor e sofrimento , se passamos a reconhecer que só Deus pode fazermos superar situações difíceis através de sua palavra , pois a palavra produz fé, e não somente ser visualizada por pensamentos, positivos uma vivencia somente terrena cheio de regalias e satisfação momentâneas; E este alivio de espirito não é conquista humana, pois por si só o ser humano não conseguirá vencer uma coisa que já o venceu no Éden, mas quero apresentar um que nos faz ser aliviados destas mazelas, com as expectativas de um futuro eterno com Deus; O Senhor Jesus Cristo; ELE nos chama para aliviar a nossas cargas, quando disse em sua palavra em Matheus cap. 11 vers. 28 a 30; Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.



    30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

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  5. Graça e Paz em nome do Senhor Jesus!

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