Pessoas que gostam deste blog

Escola Dominical - Como vencer a angústia

Como vencer a angústia
Baixar/Slide

LIÇÃO 3 – 20 de abril de 2014 – Editora BETEL

Como vencer a angústia

 TEXTO AUREO

“Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã, louvarei com alegria a tua misericórdia, porquanto tu foste o meu alto refúgio e proteção no dia da minha angústia”. SI 59.16

Comentarista: Pr. Israel Maia

VERDADE APLICADA

Em momentos de angústia, devemos ter fé para confiar no Senhor e na sua resposta.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Definir o que é angústia;
Mostrar as diversas faces da angústia;
Apresentar a cura para a angústia.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

ISm 13.5 - E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel: trinta mil carros, e seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está a borda do mar; e subiram e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Áven.
ISm 13.6 - Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em angústia (porque o povo estava apertado), o povo se escondeu pelas cavernas, e pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas,
ISm 13.7 - e os hebreus passaram o Jordão para a terra de Gade e Gileade; e, estando Saul ainda em Gilgal, todo o povo veio atrás dele, tremendo.
ISm 13.22 - E sucedeu que, no dia da peleja, se não achou nem espada, nem lança na mão de todo o povo que estava com Saul e com Jônatas; porém acharam-se com Saul é com Jônatas, seu filho.
ISm 14.6 - Disse, pois, Jônatas ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, operará o Senhor por nós, porque para com o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos.
ISm 14.7 - Então, o seu pajem de armas lhe disse: Faze tudo o que tens no coração; volta, eis-me aqui
contigo, conforme o teu coração.

A Guerra contra os Filisteus, 13.1—14.52
1. O Início do Conflito (13.1-23)
O texto hebraico do versículo 1 literalmente é: “Um ano tinha estado Saul em seu reinado e o segundo ano reinou sobre Israel”. Várias conjeturas foram feitas quanto aos números adequados que deveriam ser inseridos nesse texto. Uma vez que Jônatas nessa época já era um guerreiro de valor (3), provavelmente o número 40, como a idade de Saul, não estaria muito errado, a menos que suponhamos um lapso de tempo de alguns anos entre os capítulos 11-12 e 13, o que parece pouco provável. Talvez “trinta” pudesse ser a segunda opção. Esse número, somado aos sete anos e meio do reinado de Isbosete, resultaria em cerca de quarenta anos como a duração da dinastia de Saul (At 13.21). Micmás e na montanha de Betel (2), uma cidade e uma elevação ao norte de Gibeá. Gibeá de Benjamim pode indicar Geba (cf. 3), uma cidade não distante de Micmás.
O ataque de Jônatas aos exércitos dos filisteus deu início às hostilidades. Ao saber que, como resultado desta ação, Israel se fez abominável (4) - em hebraico, “foi ofensiva, odiosa ou detestável” - aos filisteus, Saul reuniu o seu povo em Gilgal, onde ele fora proclamado rei (11.15). Os filisteus reuniram um exército impressionante, e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Aven (5) - a última, uma versão alternativa para Betel. Amoral israelita estava em um nível muito baixo.
- Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em angústia (porque o povo estava apertado) (6), talvez como na versão Berkeley, “viram que eram cercados (pois os exércitos estavam ameaçados)”. Pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas - ou “pelas cavernas, e pelos buracos, e pelos penhascos, e pelos túmulos, e pelas cisternas”. Alguns inclusive passaram o Jordão para a terra de Gade e Gileade.
Em meio a esta situação difícil, Saul decidiu tomar as rédeas em suas próprias mãos. Por alguma razão não clara para nós, o rei tinha recebido ordens expressas de esperar até que Samuel viesse e oferecesse o habitual sacrifício antes da batalha, e lhe desse instruções (8,13; 10.8). Com a demora do profeta, o próprio Saul ofereceu o holocausto. Ele procurou justificar este erro perante Samuel com base no fato de que o povo se espalhava (11), como também na demora de Samuel e na ameaça dos filisteus. Este foi o primeiro dos vários passos que o rei deu, ao afastar-se de Deus, cada um deles explicado da mesma maneira: “o povo!” Forçado pelas circunstâncias (12) - isto é, fiz isso com relutância; mas apesar disso, o fiz.
Samuel então teve que declarar a Saul as trágicas consequências de sua desobediência. Em seu primeiro teste, e diante de uma ordem direta - e não importava a urgência das circunstâncias extenuantes - Saul havia fracassado. Uma desobediência direta nunca pode ser justificada com base na “necessidade”. Agiste nesciamente (13) - de acordo com Moffatt: “Você fez uma coisa tola”. Já lhe tem ordenado o Senhor - que não conhecemos, mas do qual Saul havia sido definitivamente informado. Já tem buscado o Senhor (14), um exemplo do “presente profético”, quando os eventos futuros são mencionados como já em pleno acontecimento, por causa da sua certeza. Ao despedir-se de Saul, Samuel foi para Gibeá de Benjamim (15).
“Fracassando no teste da fé” é o tema dos versículos 5-14. (1) O teste da fé chega:
(a) quando o perigo aumenta, 5,6; (6) quando o medo se instala, 7; (c) quando o apoio humano falha, 8; (2) Fracassar no teste da fé resulta em: (a) desobediência, 9-10; (b) desculpas, 11,12; (c) a perda das bênçãos de Deus, 13,14.
O exército, agora reduzido a seiscentos varões (15), liderados por Saul e Jônatas, acampou em Gibeá, (16) - onde provavelmente deveríamos ler: Geba, o lugar de onde Jônatas havia anteriormente expulsado os filisteus, que, agora, das suas trincheiras em Micmás, que estava localizada nas proximidades, realizavam sistemáticos ataques contra Israel. Os destruidores (17) - eram literalmente “invasores” que promoviam ataques repentinos. Os lugares citados ficam ao norte, a oeste e ao sul de Micmás.
Um parêntesis aparece em 19-23, com a intenção de explicar o estado em que se encontravam os israelitas sob a opressão dos filisteus, que, aliada à presença dos exércitos em Geba (13.3), indicava uma situação que já existia há algum tempo. A sua relha, e a sua enxada, e o seu machado, e o seu sacho (20) - típicas ferramentas de fazendas que incluíam o que chamaríamos de foice (segundo a Septuaginta). O versículo 21 é muito difícil no hebraico. Moffatt não tenta traduzi-lo, mas indica a sua omissão por marcas de elipse. A ideia a traduzir é provavelmente a de que a necessidade de ter as ferramentas afiadas por ferreiros filisteus resultou em uma situação de tamanha falta de equipamentos preparados que, quando a guerra começou, até mesmo as ferramentas rudes de trabalho eram de pouca serventia. E saiu... ao caminho de Micmás (23), ou de acordo com Berkeley, “ocuparam o desfiladeiro de Micmás”.

A Grande Vitória de Jônatas(14.1-15)
Como as coisas já estavam assim há algum tempo, Jônatas tomou o seu pajem de armas e cruzou o vale para o lado dos filisteus, a cerca de cinco quilômetros do acampamento de Saul em Migrom, no distrito de Geba (2), sem deixar que alguém soubesse de seus planos. Uma vez mais nos é dito que o exército de Saul contava apenas com seiscentos homens, e também está dito que com eles estava Aias (3), bisneto de Eli, que usava o éfode sacerdotal (cf. 2.18, comentário). Aias é provavelmente o próprio Aimeleque, mais tarde assassinado por Saul (22.9).
A passagem onde Jônatas abordou a guarnição dos filisteus está bem marcada com um rochedo agudo de cada lado; aquele que está mais ao norte é conhecido como Bozez (provavelmente o nome deriva de uma raiz que quer dizer “brilhante”), e o que está mais ao sul é conhecido como Sené (“espinheiro, ou arbusto espinhoso”). Diz-se que o General Allenby, durante a Primeira Guerra Mundial, enviou um esquadrão entre esses mesmos penhascos para surpreender e capturar um exército turco. Estes incircuncisos (6), um epíteto usado em particular com referência aos filisteus, que, após virem do oeste, não praticavam a circuncisão como o faziam os povos semitas. Nenhum impedimento - isto é, “nenhuma limitação, nenhum obstáculo”. Deus pode agir para e com o seu povo sem levar em conta o seu número, quer sejam muitas pessoas, quer poucas. A fé atreve-se a coisas impossíveis quando tem em vista “o invisível” (Hb 11.27). Tais palavras bem poderiam ser o lema da igreja em tempos como estes.
A natureza da condição de ação de Jônatas era algo como “um velo de lã” (cf. Jz 6.36-40). Sob circunstâncias normais, seria altamente improvável que uma guarnição militar, quando desafiada, convidasse os desafiadores: Subi a nós (10). Nos descobriremos.
(8), isto é, “nos mostraremos”. Os filisteus supuseram que eles lidavam com dois desertores que tinham saído das cavernas em que se tinham escondido (11). Com a confiança de que Deus havia verificado a sua liderança pelas palavras que lhes foram ditas pelos inimigos, Jônatas e o seu pajem rapidamente subiram até onde os desavisados soldados filisteus esperavam para ensinar-lhes (12) uma lição. Com a vantagem da surpresa, Jônatas e o seu companheiro rapidamente dominaram a guarnição e mataram uns vinte homens (14). Quase no meio de uma jeira de terra que uma junta de bois podia lavrar - o texto em hebraico aqui é muito difícil, mas a versão em português provavelmente traduz o significado, ou seja, que a ação teve lugar em uma área tão grande quanto uma junta de bois poderia arar em um dia.
Na ocasião deste ousado ataque, aconteceu um terremoto tão severo que houve tremor no arraial, no campo e em todo o povo (15). Era tremor de Deus. O texto hebraico deixa claro que o Senhor, e nâo apenas um terremoto comum, era a causa do terror do inimigo, embora a versão em português não traduza claramente este fato. O pânico não se limitou ao povo, mas afetou também a guarnição e os destruidores, supostamente soldados cuidadosamente escolhidos e amadurecidos.
“Deus é sempre maior do que as circunstâncias”; este é o ensinamento nas palavras de fé de Jônatas: Pois com o Senhor não existe impedimento para salvar com muitos ou com poucos (6). Nos versículos 4-14 vemos: (1) circunstâncias desencorajadoras, 4,5; (2) uma fé crescente, 6; (3) um companheiro corajoso, 7; (4) um claro sinal, 8-12; (5) uma vitória poderosa, 13,14.
Fonte: Comentário Beacon

Introdução
Nesta lição, abordaremos a angústia: uma enfermidade da alma, caracterizada por uma busca desenfreada do homem por preencher algo que lhe corrói o interior. Um sentimento insaciável rasga o peito, gritando para ser alimentado e pôr fim à sua angústia, à sua dor interior e exterior, podendo causar doenças psicossomáticas.

OBJETIVO
Definir o que é angústia;

1. O que é a angústia?

A angústia se caracteriza por um sentimento de sufocamento e sensação de aperto no peito, acompanhados da falta de humor, de ressentimento e até dor física; isso pode evoluir a outras enfermidades. Biblicamente ela ocorre pela primeira vez no episódio da queda do homem (Gn 3.7a). Quando Adão e Eva percebem que estão nus e nada mais podem fazer para retornar ao estado original, então são tomados por um estado de angústia seguido de medo (Gn 3.8-10). Assim, quando o ser humano enfrenta situações de confrontos, problemas ou cobranças, sem saber o que fazer a angústia pode se apoderar do seu coração.
Exemplifique para os alunos com a seguinte situação, imagine-se diante de uma pessoa afogando-se incapaz de salvá-la. Você sabe que o precisa fazer mas também sabe que não tem como fazer, neste momento o sentimento natural é de uma agonia mental, atrelada a um sufixo semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito”, isto é angústia. Quando este sentimento perdura por muito tempo, caracteriza uma enfermidade da alma.

Para o filósofo Arthur Schopenhauer, viver significa necessariamente sofrer. Quanto mais o homem busca a vitória, mais ele se desencanta por não conseguir conferir sentido algum à vida. Os pequenos momentos de prazer, por mais proveitosos que sejam, são insuficientes para produzir a verdadeira felicidade o que acaba por gerar a angústia. Dessa forma, para a Filosofia existencialista, o ser humano está condenado a passar pela vida como um sobrevivente, pois a angústia de viver com sofrimento, faz desse mal um problema eterno, uma doença incurável. Entretanto, para o Cristianismo, ao contrário da filosofia, nenhum ser humano está condenado a existir como sobrevivente, pois, ao encontrar-se com Cristo, uma fonte de alegria brota no seu interior (Jo 7.38).

1.2. Angústia, uma enfermidade perceptível
Embora a angústia seja uma enfermidade da alma, tal como uma doença do corpo, é possível percebê-la, como foi visto no primeiro tópico, seus sintomas são visíveis. Encontramos texto de prova em Gênesis 42.21 que nos relata, como exemplo, o caso dos irmãos de José quando chegaram ao Egito para comprar cereal e, diante da dramática exigência de trazer o irmão caçula (Gn 42.20), não sabendo que estavam diante de José, confessaram uns aos outros: “Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos...”. Assim a angústia e o sofrimento dos irmãos de José puderam ser externado e se tornaram visíveis. A angústia, segundo a Bíblia é um sentimento repressor, mas também pode ser verbalizada (Jó 7.11). Por isso, mesmo sendo cristãos, muitas vezes somos afetados por desabafos de angústias e imagens angustiantes. Para evitar ser contaminado por esta enfermidade, é preciso se refugiar na Palavra de Deus (S1119.143).

1.3. A angústia na realidade social
A angústia é uma das enfermidades da alma que mais oprime a humanidade (SI 31.10). É um sentimento desagradável que pode atingir qualquer pessoa, e infelizmente o homem não pode se desviar nem escapar dela. Lamentavelmente, como visto anteriormente, a angústia é uma consequência direta do pecado inoculado no Homem. Quando ocorre momentaneamente é apenas um reflexo natural das emoções, porém, quando se torna permanente, é sintomático de uma enfermidade da alma. Sendo assim, pessoas que apresentem o quadro de angústias podem desenvolver outros distúrbios emocionais tais como: cansaço físico e mentas, desânimo, baixa estima e depressão.
Exemplifique para os alunos como na realidade social, deparamo-nos com situações enervantes, que produzem ou reforçam o sentimento de angústia: os fenômenos naturais trágicos (tempestades, terremotos, inundações, etc.) e os fenômenos sociais (violência urbana, guerras, terrorismo). Destaque que, apesar de tudo, nós temos o antídoto, a cura, que é o socorro de Deus bem presente na hora da angústia (Sl 46).

OBJETIVO
Mostrar as diversas faces da angústia;

2. As diversas faces da angústia

Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. As pessoas chegam ao pronto socorro, com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito, de acordo com o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. Mas aqueles com problemas realmente cardiovasculares somam 30% dos casos.
Incentivar o diagnóstico e um tratamento por especialistas devem ser o nosso conselho para aqueles que se encontram nessa situação. A angústia é um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se alguém está se sentindo sufocado, é preciso buscar auxílio.

2.1. O que a Bíblia diz sobre a angústia?
É muito esclarecedor e elucidativo observar que Jesus nunca afirmou que, neste mundo, não haveria sofrimento. Na verdade, muitas vezes, prega-se que, ao se tornar cristão, a pessoa não terá mais tribulações ou tentações. Mas isso não é verdade. O próprio Senhor Jesus disse claramente: “No mundo passais por aflições...” (Jo 16.33). E, então, Ele acrescenta uma pequena palavra que faz toda diferença: “mas”. Em outras palavras, Jesus nos assegura que a Sua vitória sobre o mundo é a nossa vitória também, “mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”, isto é, por meio dEle, temos a possibilidade de vencer e superar a angústia.

2.2. Angústia é sinal de que há conflito
A pessoa angustiada precisa pensar e tentar discernir o que a perturba, identificar o problema. Quando existem vários problemas, é importante definir qual o pior. Definindo qual o pior problema, o passo seguinte é agir para resolvê-lo. Quando não há solução ou a solução depende de outros, a saída é aceitar a perda. Aceitar não é concordar com o fato. É olhar a realidade e concluir: “Isto ocorreu em minha vida e não posso fazer nada para mudar.” É preciso seguir em frente, pois submeter-se à vontade de Deus é libertador (Rm 12.2). Algumas pessoas parecem ter muita dificuldade em conciliar a iniciativa humana com a dependência de Deus. Elas pensam que ou se tem uma coisa ou outra. Na realidade. Ambas são inseparáveis. O senso de dependência do Senhor nos leva a uma ação corajosa, equilibrada e vitoriosa (Êx 14.15).

2.3. Angústia um sentimento comum na pós-modernidade
A angústia sem dúvida é inerente ao ser humano, mas certamente é fomentada e potencializada nas situações trágicas (Mc 13.7). O que se percebe no nosso cotidiano é uma grande angústia. Mas por que tanta angústia? Por que esse sentimento de vazio, de incompletude? Vivemos num mundo que nos diz, incessantemente, que precisamos ter satisfação logo, que a dor precisa ser evitada e/ou suprimida e que a felicidade é a melhor escolha. O medo de não fazer boas escolhas leva os indivíduos a experimentarem um sentimento de angústia que passa pela ideia de que algumas dessas escolhas podem ser definitivas e não possuem retorno. Os males pós-modernos nascem da liberdade, em vez da opressão.
Ao proporcionar ao indivíduo liberdade de escolha, sem a presença de referências duradouras e com opções inesgotáveis, após-modernidade o induz a um nível de ansiedade sem precedentes.

OBJETIVO
Apresentar a cura para a angústia.

3. Como lidar com a angústia

A situação na qual o povo de Israel se encontrava era extremamente difícil, quase desesperadora. Estava prestes a entrar em uma guerra com pouquíssimas chances de vencer. O adversário, o poderoso exército filisteu, somavam trinta mil carros, e seis mil cavaleiros (ISm 13.5), enquanto o exército israelita somava seiscentos homens (ISm 13.15). Enquanto os filisteus dirigiam-se à batalha armados até os dentes, entre o povo que estava com Saul e com Jônatas não se achou nem espada, nem lança. E como nenhum soldado tinha sequer uma arma, os olhares e atenções se dirigiram para Saul e Jônatas, que eram o rei e o príncipe herdeiro de Israel e os únicos a possuírem armas (ISm 13.22). Só que os líderes também não pareciam saber o que fazer.
É em momentos como esse que a angústia se apodera do nosso coração. Para o dicionário, angústia é estreiteza, brevidade, grande aflição, ansiedade acompanhada de opressão e tristeza.

3.1. Evitar se concentrar na dor
Diante das adversidades, temos, assim como os hebreus, a reação natural de fugir (ISm 13.6), pois elas se esconderam em todos os lugares possíveis, tentando evitar uma batalha da qual eles sabiam que não sairiam vencedores. Jônatas se encontrava em uma situação extremamente difícil. Ele estava em grande aperto, encurralado, colocado contra a parede. Humanamente, não havia saldo para aquela situação. Todavia ele foi capaz de reverter o quadro adverso de uma maneira tão inesperada e tão completa, que transformou aquela batalha em uma das maiores vitórias da história do povo de Deus.
A angústia pode ser tornar uma aliada para nos alertar para as mudanças que devemos realizar em nossa vida.


3.2. Identificar como mudar a situação
Qual foi o segredo de Jônatas para superar sua própria angústia e conquistar uma vitória tão extraordinária? O fator determinante para o sucesso de Jônatas foi à convicção que ele tinha consciência a respeito de Deus, a compreensão do seu caráter, dos seus atributos e da sua vontade (SI 46.1). Através dele, o Senhor livrou Israel e infligiu uma pesada derrota aos seus inimigos. Os desertores saíram de seus esconderijos (ISm 14.22), os traidores voltaram a defender seu povo (ISm 14.21), e os adversários, desorientados, mataram-se uns aos outros, sofrendo uma grande derrota (ISm 14.20). O povo estava paralisado, mas Jônatas decidiu agir. Enquanto todos olhavam uns para os outros, na expectativa de que alguém tivesse uma ideia mirabolante, ele chamou para si a responsabilidade. Jônatas foi dominado pela profunda certeza de que o Senhor o chamava para a batalha.
“Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem e passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (ISm 14.6).

3.3. Confiar em Deus é o segredo da vitória
Enquanto o rei Saul ficou dentro da tenda andando de um lado para o outro, imaginando quem o Senhor poderia enviar para deter os filisteus, Jônatas acreditou que esse enviado poderia ser ele próprio. Deus chamou para a batalha. Ele atendeu. Em momentos de angústia, devemos ter fé para confiar no Senhor e em sua providência. Precisamos crer no Deus que age em favor dos seus servos, que intervém na história dos homens, que é fiel às suas promessas, que socorre seus filhos que estão em grande aperto. Mas Ele também nos chama à ação, pois quer dividir conosco as experiências da batalha e os louros da vitória.

Conclusão
A consciência de que o Senhor nos chama à batalha nos deve levar ação, mas não a qualquer ação. Atirar-se afoitamente contra os obstáculos e conduzir-se de maneira impensada não é o que vai nos tirar da situação de angústia e levar-nos ao sucesso. A ação inconsequente pode ser tão ruim quanto à passividade.

QUESTIONÁRIO

1. Qual a visão filosófica da angústia?
R: Viver significa necessariamente sofrer.
2. Cite uma maneira de se lidar com a angústia.
R: Evitar se concentrar na dor/ Identificar como mudar a situação/Confiar em Deus.
3. Por que a angústia é comum na pós-modernidade?
R: Vivemos num mundo que diz que a felicidade é a melhor escolha.
4. O que a Bíblia diz sobre a angústia?
R: “No mundo, passais por aflições..” (Jo 16:33).
5. O que é a angústia?
R: Quando o indivíduo enfrenta situações de confrontos, pressão, impotência diante dos problemas ou cobranças sem saber o que fazer.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 2º Trimestre de 2014, ano 24 nº 91 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – ENFERMIDADES DA ALMA Identificando os distúrbios emocionais e confrontando-os com soluções divinas e bíblicas


27 comentários:

  1. A Paz a todos, a trégua não faz da guerra necessariamente o fim dela.
    Robson, Kamuell, Paulo César e outros, a paz. Vou tentar expressar sem com que interpretem agressividade, tá, a opinião contrária não implica em desrespeito ou rebeldia, esse blog é benção sim concordo, mesmo nas diversidades de opiniões. Amo em Cristo a todos mas expressar diferente não implica em ódio, certo?
    inicialmente tenho como Gênesis 42.21, comecei a ler hoje o subitem 1.2, o aumento da culpa pelo pecado que tinham cometido contra José vinte anos antes. Não vejo uma angústia como ruim neste caso pois só assim o faziam refletis. Para mim não foi uma enfermidade e sim uma necessidade para que refletissem. Amanhã irei para o próximo tópico.
    paz

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A paz do SENHOR meu irmão; vamos estudar a palavra de Deus em sua essência e divindade, unidos na mensagem Cristocêntrica, que ela transmite; pois temos um Deus no Céu, que olha lá de cima, e vê, e quer que seus filhos vivam unidos, servindo um só Senhor; Reis dos Reis e, Senhor dos Senhores; E agradando Ele, por meio desta união; certamente Ele ordenará a benção e vida para sempre; Salmo 133; prometo que não vou incomoda-lo em suas opiniões; Então desejo a você bons estudos para sua Edificação Espiritual. Deus te abençoe grandemente, a você, e toda a sua família em nome de Jesus Cristo. Meu amigo e irmão. vamos dar um glória bem forte para Jesus; pois vencemos mais uma batalha Nele. Amém!

      Excluir
  2. Tópico 1 Introdução
    Angustia aqui apresento como uma tristeza profunda, que surge mediante aos contrafatores da vida, que assim nos limita, e nos faz achar que é o nosso fim, e não tem mais saída, e nem solução; como aconteceu com Davi; pediu a Deus para não retirar dele o Espirito Santo; Salmo 51 verso 9,10,11. Devido a cometer dois pecados graves; adultério e um assasinato; pois certamente morreria se assim Deus o fizesse; mas a misericórdia do Senhor é a causa de nós não sermos consumidos.

    ResponderExcluir
  3. paz, bom dia irmão, com relação ao subitem 1.2 será que não é a angústia um meio "necessário", tipo incômodo para mostrar os pecados dos irmãos de José? neste caso específico, o que acha Robson?
    paz

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Subtópico 1

      Infelizmente, neste caso precisamos tirar o chapéu para a filosofia, que certamente em relação a sobrevivência dos seres humanos, o sofrimento não se apartará das pessoas, até Deus concluir seus projetos; devido sua a queda no Éden; tornando mais difícil a sobrevivência humana, mas Deus na sua soberania e poder, mesmos nas deficiências humanas, promoverá um escape, e assim, o alivio para sim desfrutar o melhor Deus, nos preservando para a eternidade. E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Romanos 8:28

      Excluir
  4. É verdade sim meu irmão, um meio necessário para que assim os irmãos de José reconhecesse o seus grandes erros, que foram muitos em relação a José; mas como sempre digo; irmão; Deus sempre quer o melhor para os seres humanos, é os seres humanos que querem sempre complicar. veja o caso de Abraão e Sara, deram uma ajuda para Deus, fazendo-o cumprir a promessa de DEUS, na qual Deus lhe daria um Filho; e Sara fez deita-lo com sua concubina Hagar; apressando assim promessa de Deus; o irmão sabe a história. infelizmente deu o que deu.

    ResponderExcluir
  5. Irmão tem um esclarecimento na lição 2 a respeito de uma pergunta formulada erradamente; peço desculpas, se não o irmão vai pensar que eu quero ser maior que Jesus; em opinião. longe de mim isto. A glória sempre será do Senhor em minha vida. A paz do Senhor. meu irmão. Bom dia!

    ResponderExcluir
  6. Subtópico 2
    No tocante a percepção da Angustia; é certamente visivel e expressiva, produzindo efeitos colaterais, que são refletidos em comportamento humanos a sua negatividade; e esta deficiência humana não foi criado por Deus, embora a utilizou para a melhor; beneficiando assim o homem; porém Deus tinha algo melhor do que isto, para os seres humanos; com certeza; Mas é um sentimento aflorado no coração humano, por causa da influência do pecado, que entrou no mundo, por isso que precisamos estar revestidos, e patenteados sobre o poder da Palavra Deus; para assim se alegrar na presença de Deus, em vez de viver tristes e angustiados. SALMO 1

    ResponderExcluir
  7. Subtópico 3
    Na realidade social, vemos que a angustia por sua vez é suscitada externamente, na vida dos seres humanos, ou seja, de fora para dentro, produzindo de forma reciproca sentimentos de tristezas e apertos de dentro para fora no interior do homem; devido a terra ser contaminada por causa do pecado, que por sua vez, só podem serem amenizados, em sua essência, através das armarduras de Deus, oferecida por Ele mesmo ,ou seja, O Senhor nosso Deus; Efésios cap 6 vers. 10 a 18. Porque as coisas estão caminhando de mal para pior, mas os de Deus certamente alcançarão o melhor de Deus; na eternidade.

    ResponderExcluir
  8. Falta comentar os tópicos 2 e 3; só comentei o 1. de forma resumida; espero que edifiquem a todos Espiritualmente falando; pois bom é ser um edifício bem ajustado no Senhor. No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. Efésios 2:21.

    ResponderExcluir
  9. Gostei muito desse blog ... É muito importante observar as diversas opiniões sobre os assuntos que estamos estudando ... essa diversidade de opiniões só nos faz aprender mais e mais !!!! Um abraço.

    ResponderExcluir
  10. Boa noite Robson,
    Com relação ao subitem 2.1, pergunto, será que essa "vitória" mencionada não seria sobre o pecado e a carne? ou seja, por meio Dele venceríamos o pecado? Em outro ângulo, observe nas passagem do contexto, parece que Jesus iria ser preso, crucificado e passa a imagem de que mesmo eles em dificuldades estariam sempre ao lado daquele que venceu o mundo. Não sei se cabe o termo que o autor usou para vencer angústia. Certamente que os discípulos ficariam desanimados com a partida Dele mas com todos os sofrimentos eles poderiam ter paz Nele.
    Item 2.3 trégua, concordei com o autor! é o chamado cosmovisão, sim , já comentei isso antes, acúmulo de bens, saúde perfeita, salários altos e família sem problema são os conceitos de felicidade a luz do mundo (atual) à luz da bíblia, não. Uma vez não alcançando tais metas, ou mesmo sob pressão de conseguir uma felicidade que a mídia impõe e cultura, é produzido essa maléfica angústia.
    por partes até amanhã
    paz

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. resumindo t. mendes s. 2.1

      Bom! com relação ao texto, o irmão está certo, acrescento só um detalhe; para assim relacionar com o tema em estudo; Pecado aí no texto; afetaria 2 áreas dos seres humanos; que são; a Devocional e a Emocional; A Devocional é honrar a fé em Jesus, mesmo a qualquer custo, como diz a Biblia; Sedes santo por que sou Santo; pois o pecado quer nos contaminar; mas o Sangue de Jesus nos purifica de todo pecado. E a Emocional, corresponde assim o estudo em pauta; afetando o intelecto do ser humano; através de suscitar dentro de cada ser, o mal que por sua fez, prejudicaria o nosso relacionamento com Deus, fazendo- nos sentir-se despresivel diante de Deus; como o fez com Adão, que pecou e ficou com vergonha de Deus, afetando então o seu Emocional; surgindo então várias emfermidades da alma. Mas Deus oferecerá a sua graça. Pela graças sois salvo, por meio da fé, isto não vem de vós, é um dom de Deus.

      resumindo t. mendes s. 2.3

      Bom! Sobre a cosmovisão do autor; entendo que toda a infraestrutura, a disposição dos seres humanos; em todas áreas sociais, para assim alcançar, a tão desejada e sonhada Felicidade, será imcompleta, se não fosse assim; o Paraíso seria aqui; coisa que não é aqui; e sim está debaixo do Trono de Deus; no terceiro Céu; na qual o Apostolo Paulo viu coisas inefáveis, ou seja, que o maravilhou em ter olhado. Porque ela na verdade, promoverá apenas momentos felizes; O que homem mesmo precisa saber; Que é Cristo que nos faz sermos felizes, pois só assim, seremos completos Nele; através do Espírito Santo; que produzirá um fonte no nosso interior, que nos fará saltar para vida eterna; em resumo, o melhor é estar na presença de Deus; como diz a sua palavra; prefiro 1 dia na sua presença, do que 1000, longe de seus átrios, deixo 2 passagens Bíblica; para melhor esclarecimento. Efésios cap. 5 vers. 16,17,18; Provérbio cap. 17 vers. 1. Deus te abençoe grandemente, A Paz do Senhor !

      Excluir
  11. A luz de todos os comentários, discussões interessantes e principalmente das sagradas escrituras, a conclusão é que; o antídoto ao combate da angustia se chama "FÉ"; foi pela fé que Davi foi ao gigante em nome do Senhor dos exércitos; pela fé Abrão saiu em busca da terra que lhe prometera O Senhor; pela fé Sansão deu seu brado final com vitória; pela fé Elias desafiou os profetas de Baal e é pela fé que chegaremos á vitória em nome do Senhor Jesus; A Irmã Marilene Santiago interpreta cantando o salmo que diz: " Na minha angustia eu procuro a Ti chegar, procuro só olhar a face de meu Deus; E quando a noite vem perturbar minha paz; então proponho a mim, somente olhar a Ti..." vejamos: Sl 50- 15 e invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

    ResponderExcluir
  12. Tópico 2 Introdução
    Bom! Embora a Angustia é detectada somente após um exame; por meio de especialistas, que por sua vez precisaria de um tratamento medicamentoso; para assim ocorrer um alivio momentâneo; e que seria até certo ponto louvável; porque Deus deu sabedoria também para os médicos; confirmando assim a sua existência e ofício, a que se destina, para o bem estar de um ser; mas estes por sua vez são limitados; pois isto na verdade é uma enfermidade da alma, que precisa ser combatida com armas espirituais e não armas espiritualistas, por que muita das vezes, a Angustia surge até na solidão, por isso que precisamos crer na companhia de Jesus, pois por promessa, estaria conosco até a consumação dos séculos, e só ficar nos cuidados Dele; 1 Pedro cap. 5 vers. 7.
    Subtópico 1
    Sofrimento certamente os seres humanos teriam, acarretando-nos com varias enfermidades da alma, coisa que originou-se no ato de desobediência de ADÃO E EVA, por deixar se levar pelo engano da serpente; o Contrafator de Deus. Pois Deus em Adão criou uma espécie; devido a isso, herdamos as moléstias da vida; sendo, como já disse em outros tópicos, que Deus tinha um plano superior a este, e que os projetos de Deus não vão parar, por causa da interferência do seu Contrafator; Pois, Deus enviou seu filho Jesus Cristo; para assim promover fé em nossos corações, pois Ele é o autor e consumador da fé, e esta fé é um escudo de proteção, contra qualquer tipo de sentimento, que possa vir sobre nosso coração, é nela que se vence o mundo das Angustia e Sofrimentos. 1 João cap. 5 vers. 4.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Subtópico 2
      Bom! conflito detectado, que são muitos, no descorrer da vida , mas precisamos resove-los por etapas, e nunca querer resolver tudo de uma vez; fazendo-nos procurar o alivio ou até mesmo a solução, respaldado na vontade de Deus, pois assim teria que ser, para que possamos com segurança, manter-mos nos propósitos de Deus; pois a Angustia encumbada nos deixa inoperantes, dificultando assim o auxilio de Deus; pois nosso Deus; é um Deus que oferece uma vida abundante, embora teremos conflitos diários, matando leões e ursos no cotidiano; porém, Deus promove a vida e não a destruição das pessoas, quem faz isto é o pecado; Salmo de n. 143 verso 10,11,12.
      Subtópico 3
      Bom! A pós-modernidade no tocante a busca desemfreada por uma solução desta moléstia chamada Angustia, devido a sua influência evolutiva sobre os seres humanos; que por insoluções, acabam de frustar mais ainda, a expectativas de alcançar a satisfação vivencial; querendo buscar muito, mas alcançar pouco; porque não buscam de verdade, quem tem mesmo o poder para assim a sanar; (Jesus Cristo); não digo sanar definitivamente as aflições desta vida que nos traz Angustia; porque o que realmente nos espera é um mundo melhor do que este; 1 coríntios cap. 15 vers. 19; basta escolher o caminho que foi posto diante de nós, ou a vida ou a morte. Deuteronômio cap. 30 vers. 15 e 16.

      Paz a todos! amanhã finalizo com o tópico 3.

      Excluir
  13. A paz, irmãos, pelas respostas, o ir Robson Leite está respondendo como se fosse o próprio autor da revista, será? , e ai irmão, você é o autor da revista ou não?

    ResponderExcluir
  14. A Paz Robson, o subitem 3.3 traz a tona um problema da humanidade - a própria glória. A expressão "dividir os louros da vitória"; Não vejo esse objetivo pois Deus não divide sua glória com ninguém. Bem diferente da promessa "no tempo certo vos exalte", seria um pouco pretensão, acredito que o fato de uma angústia ser extirpada em determinado momento de aprendizado de confiança em Deus, não implica em DEUS ter um objetivo de fazer com que o homem se sinta, tipo triunfalista diante dos problemas.
    "socorre seus filhos que estão em grande aperto" - não vejo isso como relacionado a resultados obrigatoriamente como o mesmo pensamento humano. Na realidade é que vários cristãos morreram sem que seus desejos fossem atendidos mas foram salvos. É socorro na "angústia" tem um significado contextual, de Gênesis a Apocalipse caso contrário não saberemos discernir.
    O item 3.1, na parte azul do comentário ao professor, o autor posiciona de maneira que a angústia torna-se "uma aliada para nos alertar para as mudanças que devemos realizar". Bem não cabe aqui receita de medicamentos pois só o fato de haver reflexão do pecado, e isso vem com o incômodo da angústia. não poderíamos em hipótese alguma retirar o que DEUS promove como algo benéfico.
    por hora, paz a todos Robson

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não sou o autor da revista, sou simplesmente um servo de Deus, que ama a Palavra Deus; A paz do Senhor! e Deus te abençoe grandemente com promessas na sua vida.

      Bom! Nós sendo os louros da vitória, em relação a honradez exclusiva de Deus; existe nisto uma distição entre um e outro; É verdade, que realmente Deus não reparte a sua Glória a ninguém, isto é fato, determinado e exclusivamente pertencente, a seu atributo extremanente particular, e exclusivo; a sua Onipotência. O que digo a este respeito de fazer com que o homem viva triunfantemente, sobre as moléstia das vida, não implicará de forma nenhuma, ser maior do que Deus; Explico; As moléstias desta vida realmente não terá o seu fim aqui; só depois que Deus executar seu planos, na sua totalidade; que será por partes; ou seja, Arrebatamento, Tribulação, Milênio, Juizo do Trono Branco, e Novos Céus e Nova Terra. E a isso, vejo a Angustia como um meio para Deus beneficiar o homem; e faze-lo viver triunfantemente sobre esta moléstia; embora como já disse, Deus tinha um plano superior, para os seres humanos, do que este; Entendo que esta frase triunfantemente sobre este mal, subside a seguinte idéia, de ser uma luta constante, pois não terá o seu fim, sobre a existência humana. Que se nós não passar-mos a buscar constantemente forças em Deus, sobre este mal, certamente seremos aniquilados; pois ele irá nos vencer; E devido esta busca constante em Deus; haverá então a sua Glorificação e Exaltação produzidos pelos seres humanos; pois ficarão sempre na dependência de Deus; aí vemos de um malefício; um então benefício; decepcionando então o seu Contrafator; que no seu intento queria parar os propósitos de Deus; por isso que não podemos esmorecer e entregar a nossa bandeira, pois servimos a JEOVÁ NINSI; temos um exemplo clássico, registrado na Bíblia a vida de Jó; não que ele era perfeito, embora Deus testemunhou dele, pois ele estava aproximando-se dela; mas para mostrar ao contrafator Dele, que todas as investidas dele contra os homens não vão prevalecer, pois eles me temerão, e me Glorificarão.E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás. Salmo de n. 50 verso. 15.

      Excluir
  15. Após o vislumbre das três primeiras lições, chego a conclusão que existem sim aqueles que "fogem" para os remédios e internações para escapar dos erros cometidos, das suas práticas imorais, da responsabilidade que um dia deixaram de assumir. Penso que Um homem que pastoreava num dia e no outro virava infantaria de guerra, certamente ainda na condição de homem se angustiaria (Salmos 55.1-5) ante a afronta dos inimigos mas é preciso levar em conta que para nos mostrar a necessidade de confiança em Deus, esse Mesmo Deus amoroso permitiu todo um cenário de guerra para transmitir mensagens, até mesmo fazendo uso da angústia para que o homem pensasse em suas atitudes pecaminosas.
    paz a todos , Robson, até a lição 4.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. T. mendes
      Infeslismente irmão; isto é fato; tem pessoas que deixam de lutar, e se refugia em tratamentos e medicação, por causas de erros cometidos; assim como Deus utiliza um malefício por então um benifício, o ser humano, faz ao contrário disto; quer tapar o Sol com a peneira, por uma oportunidade que Deus dá para o lhe beneficiar, acaba tentando disfarçar ocultando os seus erros, sem mesmo buscar o perdão e a libertação, e sabendo, muitas vezes, que de Deus ninguém se esconde, pois os seus olhos é como chama de fogo, e estão procurando os fiéis da terra; deixo 2 versículos; para assim cocluir. vamos orar pelos fracos, para se tornarem fortes na Verdade.
      Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará; Galatas cap. 6 vers. 7
      O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firme perante os meus olhos; Salmo de n. 101 verso. 7

      A paz meu Irmão.! Deus te abençoe grandemente.

      Excluir
  16. Amém. Robson, o irmão já dispõe da lição 04? caso afirmativo, vou antecipar subitem por subitem devido semana que vem não estar com tempo para o estudo apenas irei a igreja por agendas de serviço então compartilhe comigo. O tema que versa sobre a Timidez.
    Subitem 1.1 - Caso uma pessoa não tenha a figura dos pais necessariamente terá esse comportamento? Fui constantemente criticado como o autor da revista colocou nesse subitem mas isso não me fez um adulto dependente ou de pouca confiança e ódio nas singularidades. Será que o autor fala de uma maneira geral?
    Explicação azul ao professor subitem 1.3 - Não vejo a comparação e referência Jo 2.1,2 e Lc 5.29,30 como objetivo de demonstrar que Jesus não era tímido ou sociável. Essas passagens não são com o objetivo de demonstrar sociabilidade.
    Dá uma vislumbrada lá.
    paz

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. subtópico1.1 lição 4
      Eu digo o seguinte a esse respeito, sobre a timidez, uma pessoa não pode ser formado em personalidade, baseado em outra pessoa, mesmo que sejam os pais , pode até contribuir , mas não o será na sua completicidade; tem um ditado que diz; filho de peixe, peixinho é; é meio estranho pensar assim, dar instrução para o filho à se interagir no meio social, pessoal e profissional; e por certo válido; até certo ponto; podera até seguir uma boa parte da instrução, mas não será definido o seu cárater, devido a personalidade individual de cada um. Se o autor generalizar este termo, colocando a culpa nos pais, por certo é meio que equívoco; Ex. e aqueles que muita daz vezes aprende com a vida? Foi mudado uma Provérbio em Israel, passando a ser uma responsabilidade individual. Que pensais, vós, os que usais este Provérbio sobre a terra de Israel, dizendo: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram? Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que nunca mais direis este Provérbio em Israel. Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá. Ezequiel 18:2-4. digo porém isto, a respeito da individualidade personal de cada um.
      subtópico 1.3 lição 4
      Não vejo mesmo associação esse dois versiculos; a respeito de ser social é não ser tímido; como digo; que ser timido não é deixar de social; e sim viver com reservas; por receio, ou coisa parecida; deixando-o de expressar na sua totalidade socialística, isto o será um concepção momentânea de cada um, se convir muito que bem; mas se não, muito que mal. a timidez crônica é manifesta, em um ser, quando este se apresenta ostracismo, se isola como um todo, passa a viver o seu mundo; Mundo este que o faz inoperante sem saber, e se for inoperante; gerará como consequência, um sono Espiritual, sono este que precisa ser despertado pelo Senhor; Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. Efésios 5:14 .

      Excluir
  17. "UVAS VERDES..." EXATAMENTE, é por isso Robson que talvez na primeira lição agi com incisividade talvez até sem que eu quisesse magoar alguns. Por que digo isso, não é nada contra ser insubordinado, levantar contra um PASTOR QUE CONSTRUIU O TEMA VIGENTE e nem promover disseções. Toda lição até agora apresenta erros ao meu ver gravíssimos e preocupantes. A sutileza da psicologia em pressupostos com escala de terremoto alta. Bem, aqui há esclarecimentos. Tanto tempo não lembrava desse versículo quando combatíamos a moda da "maldição hereditária" do g12.
    sem timidez para discorrer,
    excelente comentário.
    a paz
    amanhã irei subitem 2

    ResponderExcluir
  18. A paz irmãos
    A Bíblia nos instrui a construir a nossa casa na rocha (Jesus)porque quem assim a constroe ,pode vir angustia,tristeza,mágoa,medo ,depressão e qualquer outro mal que não a derrubará.Em 2 Coríntios 12:10,Paulo nos diz que sentia prazer em suas fraquezas,nas injúrias,nas necessidades,nas perseguições,nas ANGÚSTIAS,por amar a Cristo,porque quando ele se sentia fraco,aí é que ele estava forte.Isso tudo nos leva a dependência de Deus,a percebermos que somos pó e que é Deus quem opera tudo e em todos.Quando tais obstáculos vierem devemos somente depender de Deus,que ´=e o nosso socorro em todas as horas.Em Sl 50:15-120:1 o Senhor nos manda invocar somente a Ele e mais ninguém.
    Fiquem na paz do Senhor

    ResponderExcluir
  19. Tópico 3. introdução
    A Angustia é sinal que alguma coisa não está bem; nos apertando e encurralando, momento este que precisamos ficar de cuca fresca, com fez Jonatas e seu Escudeiro; que confiou no Senhor, sabendo que no poder Deus, não importa a quantidade, e sim a qualidade do seus soldados, Porque Deus é Senhor dos Exércitos; Ex. Sansão matou 1000 homens; com uma queixada de jumento; imagine 2 homens então, na mão de Deus; o estrago seria maior, mediante o exército dos filisteus. saber disto nos garante; que a Angustia será vencida; pela força do Senhor em nossa vida; porque a peleja, não é nossa ela é de Deus. 2 Crônicas 20:15.

    Subtópico. 3.1
    O perigo de ter a visão desfocada em Deus; certamente não teríamos chance nenhuma, de vencer a Angustia, que surgem dos desafios da vida; não se consentre na dor ou na dificuldade; mas que venhamos olhar, além das montanhas circunstanciais; certamente encontraremos socorro para a nossa alma. Salmos 121.

    Subtópico. 3.2
    Quando passamos realmente conhecer a Deus; Adquirimos sim segurança, mas o que falta, para as pessoas, viver vencendo as Angustias da vida; é saborear quem é Deus; em sua essência e Divindade; Oséias cap. 6 vers. 3; e outro versiculo que diz: provai e vede que o Senhor é bom, só precisamos conhece-lo em sua palavra e realizações; que certamente nos livra-ra de todo mal. João cap 17 vers. 15.

    Subtópico. 3.3
    Não adianta ficar batendo cabeça, quando estivermos em conflitos, mas o melhor mesmo é confiar em Deus, e utilizar o veículo de acesso que é a oração; a palavra oração diz tudo; para orar e agir; primeiro precisamos orar, para depois agir; Porque em vez de orar, após a conquista com ação de graça; vamos acabar orando por tristeza, porque o problema agravou mais ainda; porque não vigiamos, Mt 26, 41.

    Conclusão
    A vítoria alcançada será na vida daquele que conhece o caminho da oração; porque certamente Deus nos tranquilizará e nos adestrará diante da peleja. Ele adestra as minhas mãos para a peleja, A ponto de vergarem os meus braços como um arco de bronze. Salmo 18:34.

    ResponderExcluir
  20. É muito dficil comentarmos sem termos passado por experiência tal. E muitos que a viveram não gostam de falar sobre ela. Algumas pessoas gostam de comentar sobre isso, comparando às vezes sem querer como se fosse o fato de ficar sem dinheiro, sem emprego ou sem amigos. Porém a realidade é outra. Em primeiro lugar, temos que colocar Jesus como o primeiro a passar por tudo isso.(quantas angúustias não passou?) Depois partimos para dentro do nosso interior, não na superfície da nossa alma. Mas para uma profundidade onde sequer podemos pensar que exista. Sim, porque existe na nossa alma, a qual não podemos atingir por nós mesmos. E ela só se revela, quando nos angustiamos profundamente. Lembremo-nos de Jó, quando estava sendo julgado pelos seus amigos. Ele estava anesteziado por um lado de sua alma. Mas por outro, derramava sua profunda angústia. Não pelo que perdeu. Mas sim, pelo fato de estar sem forças para questionar consigo mesmo e interagir com sua alma em tal situação. É muito difícil viver tal situação.Porém DEUS ajuda a superar.

    ResponderExcluir

Feed

 

Online

Play