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Escola Dominical/Lição 8 - A unção que produz milagres

Escola Bíblica Dominical

LIÇÃO 8 – 23 de agosto de 2015 – Editora BETEL

A unção que produz milagres


VÍDEO


TEXTO AUREO

“E acontecerá, naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção.” Is 10.27

Comentarista: Pastor Dr. Abner de Cássio Ferreira

VERDADE APLICADA

A responsabilidade nos qualifica para a unção, pois o que nos confirma diante de Deus e das pessoas é a maneira como vivemos e administramos o poder que nos foi concedido por Ele.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

• Explicar o significado e o propósito da unção;
• Ressaltar que irresponsabilidade atrasa a obra de Deus e que autoridade não é sinônimo de responsabilidade;
• Mostrar os benefícios e o ônus produzidos pela unção.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Lc 4.18 - O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração,
Lc 4.19 - A pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, anunciar o ano aceitável do Senhor.
Lc 4.20 - E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele.
Lc 4.21 - Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos.

Jesus pediu para ler o texto das Escrituras e para trazer o sermão. Sua leitura incluiu a passagem de Isaías 61:1, 2, e esse foi seu "texto-chave". De acordo com os rabinos, essa passagem era uma referência ao Messias, e o povo na sinagoga sabia disso.
Podemos imaginar como todos ficaram estarrecidos quando Jesus declarou abertamente que aquelas palavras referiam-se a ele e que havia vindo para trazer o "ano aceitável do Senhor".
Trata-se aqui de uma referência ao "ano de jubileu" descrito em Levítico 25.


Introdução
É preciso urgentemente entender que não se pode operar milagres sem a unção do Espírito. Todavia, nosso maior problema não é a unção em si, mas compreender de maneira plena o que ela realmente significa.
Unção é o mesmo que “Autoridade para fazer...”

1. A unção e seu significado

UNÇÃO – (Do lat. Unctio) Untar com óleo sagrado. Através deste ato eram consagrados os reis, sacerdotes e profetas de Israel.
No Novo Testamento, a unção passou a ser reservada exclusivamente para os enfermos que, juntamente com esta, devem receber a oração da fé (Tg 5.14, 15).

A Igreja Primitiva logrou sucesso em sua geração. Ela foi poderosa, unida, cheia de fé, perseverante e incrivelmente impactante (At 2.42-47).
“Não vamos transformar o mundo pela crítica nem pela conformidade, mas sim pela combustão dentro de vidas inflamadas pelo Espírito de Deus" - Vance Havner
Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações.
Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos.
Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum.
Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade.
Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos. Atos 2:42-47

Ao serem convertidos, eles foram batizados, integraram-se na igreja e perseveraram. Criaram raízes. Amadureceram. Fizeram outros discípulos, e a igreja tornou-se irresistível.
Hoje é difícil manter atualizado o rol de membros de uma igreja. As pessoas entram pela porta da frente e, ao sinal da primeira crise, buscam uma fuga pela porta dos fundos.
Bebericam em várias fontes, buscam alimento em diversos pastos, colocam-se sob o cajado de diversos pastores. Tornam-se ovelhas errantes, sem redil, sem referência, sem raízes.

No entanto, tudo isso aconteceu não somente porque tinha unção, mas porque compreenderam o significado do que estava sobre suas vidas.

1.1. Conhecer não é saber

O saber é o que fica depois de conhecer.
A palavra “unção” é constantemente usada em nosso vocabulário e temos inventado uma grande quantidade de qualificativos para lhe dar um significado lógico.
Em nome de uma palavra se pode usar e fazer muitas coisas. Todavia, unção não é uma palavra fácil de explicar, é como Deus. Será que é fácil explicar a Deus? A palavra é conhecida, mas como explicar o que há por trás dessa palavra? Devemos entender que a unção é uma palavra que pertence a nosso vocabulário, ela não é somente uma palavra religiosa.
As pessoas não são ungidas somente para cumprir os propósitos de Deus, também são ungidas legalmente para que cumpram uma função de um rol determinado em um lugar de governo (Rm 13.1-7; Tt 3.1).
Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.
Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos.
Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá.
Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal.
Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência.
É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: Se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra. Romanos 13:1-7

Explique para os alunos que existem palavras que são muito comuns em nosso vocabulário. Todavia, uma palavra pode ser conhecida, mas isso não significa que descobrimos a profundidade que nela existe (ICo 8.2). Informe para eles que Jesus pediu aos discípulos que aguardassem pela unção e, com muita paciência, durante quarenta dias, lhes revelou tudo acerca do poder que estacam para receber (At 1.3, 4; Lc 24.49). Aqueles homens eram pessoas simples, mas, com a unção, se tomaram homens poderosos e até hoje ficamos perplexos pelo que realizaram. A unção incendiou aqueles homens e eles incendiaram o mundo. Quando ela chega e entendemos seu significado, nada mais é impossível para nós (Mc 9.23).

1.2. O que significa a unção?

Unção é como um “foro” legal que se dá a uma pessoa quando assume um lugar de governo.
- Um exemplo disso é quando alguém se torna um político e é eleito para uma função. Essa pessoa, momentos antes desse decreto, era um cidadão comum, mas através desse decreto legal, algo acontece a essa pessoa, ela é coberta com esse foro e ele lhe habilita a exercer certo grau de influência e de autoridade.
- A partir daí, ela tem acesso direto a lugares que antes não tinha, tem autoridade para fazer o que como cidadão comum não poderia.

Todavia, isto é específico e implica não em poder, mas em grande responsabilidade (Is 61.1; Ec 7.1a).
O Espírito do Soberano Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros, Isaías 61:1

Quando Ele foi ungido? ... desde o princípio, antes de existir a terra. Provérbios 8:23

O senhor não foi ungido por representação, via sacerdote, mas foi ungido com a presença real do Espírito Santo no seu batismo, recebendo durante a sua vida as sete manifestações do Espírito Santo (Is 11.2-3)
O Espírito do Senhor repousará sobre ele, o Espírito que dá sabedoria e entendimento, o Espírito que traz conselho e poder, o Espírito que dá conhecimento e temor do Senhor. E ele se inspirará no temor do Senhor. Não julgará pela aparência, nem decidirá com base no que ouviu; Isaías 11:2,3

Informe aos alunos que a unção é verdade e não mentira (lJo 2.20, 21), portanto o Espírito de Deus está preocupado em guiar o Seu para a verdade. A unção está ligada à ortodoxia doutrinária e não aos vários modismos pós-modernos que invadem as igrejas nesses últimos dias. Buscar a cada dia ser cheio do Espírito é ser cada dia cheio da unção de Deus. Deve-se buscar a unção, não para ter um poder místico, alheio ao ensinado na Bíblia. Deve-se buscar ser cheio da unção para não se desviar das verdades bíblicas.

1.3. O propósito da unção é libertar

Precisamos estar cientes de que ao ungir alguém, Deus o faz na intenção de converter esse alguém em um libertador (Is 61.1). Libertar os cativos
A unção não é para desfrute pessoal, é para produzir liberdade para as pessoas.
Quando uma pessoa assume um lugar no governo de uma nação, o que se espera com essa nomeação é que sua gestão sirva para que os cidadãos vivam em maior liberdade e em prosperidade.

Quando Deus unge a um homem ou uma mulher, Ele unge para que produzam liberdade. Somos humanos e podemos sentir algo especial em uma reunião, mas isso não define a unção.
A unção tem a ver com foros legais que nos capacitam a levar adiante o propósito de Deus na terra, que sempre será o de libertar pessoas (Lc 4.18, 19).
O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor. Lucas 4:18,19

Esclareça para os alunos que a unção pode ou não ter influência em nossos sentimentos. Reforce para eles que, no entanto, não necessariamente, a unção tem a ver com a percepção sentimental do que acontece em uma reunião ou culto.

2. Unção significa responsabilidade

Autoridade traz consigo responsabilidade, Jesus disse: quem quiser tornar-se grande entre vós, será o que servirá (Mt 20.26)
Nossa preocupação deve ser não transmitir ideias errôneas acerca daquilo que é a unção. Porque se a unção representa um foro legal, ela pode ser mal usada e pode frear ou atrasar (não abortar) os propósitos eternos de Deus na Terra.

2.1. Qual a nossa responsabilidade?

Deus espera que um espírito de responsabilidade reine em Sua Igreja.
Hoje é fácil ser chamado de pastor, ministro, ter títulos. Devemos tomar muito cuidado com isso porque, infelizmente, tem-se ungido pessoas irresponsáveis que a única coisa que fazem é atrasar a obra de Deus sobre a Terra.
Esse é um pecado quase irreversível, quando um irresponsável governa (Pv 28.16ª O governante sem discernimento aumenta as opressões; 29.2 Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.).

A unção não tem nada a ver com um título, ela tem a ver com um nível de responsabilidade que opera em nós.
Estamos acostumados a ouvir acerca de vários tipos de unção, mas nenhuma delas jamais produziu uma geração livre. Uma pessoa não pode ser livre se não se faz responsável.
Estimule os alunos. Pergunte a eles qual é a nossa responsabilidade como filhos de Deus, como ministros e como cidadãos. O objetivo é abordar a questão de para que fomos criados e chamados para ser. Ressalte para eles que quando Deus dá foro legal a uma pessoa, Ele espera que essa pessoa venha administrar essa unção com responsabilidade. Quando Ele nos unge, não pensa num mecanismo que não funcione, porque, assim como Ele não falha, espera que você também não falhe, pois antes de crermos nEle, Ele já creu em nós.

2.2. A importância de ser responsável

É preciso entender que o primeiro pecado que entrou na Terra não foi o adultério, fornicação ou roubo. Foi o pecado da irresponsabilidade.
A irresponsabilidade é a mãe ou o pai de todos os pecados (Gn 2.16, 17; 3.6-13).
A irresponsabilidade de Adão o lançou fora do Éden. A história poderia ter sido outra.

Noé foi chamado para salvar o mundo e sua missão era construir uma arca. Ao chegar a salvo em terra firme, Noé plantou uma vinha, se embebedou e amaldiçoou seu próprio filho.
Quando foi responsável, salvou o mundo; quando foi irresponsável, amaldiçoou sua própria casa.
A mesma unção que produz salvação, também traz maldição (Gn 6.13, 14; 9.20-25).
Esclareça para os alunos que foi a misericórdia de Deus que fez com que Ele perguntasse a Adão como sabia que estava nu. Adão tinha a chance de dizer para Deus que tinha feito tudo errado, mas ele era irresponsável, como. todo homem, e, por causa dessa irresponsabilidade, o pecado entrou no mundo. Comente com eles que com Caim, filho de Adão, o filho gerado debaixo do pecado, aconteceu a mesma coisa. Deus também pergunta a ele sobre o irmão, Abel, mas ele responde também com irresponsabilidade e diz que não o tinha visto. E preciso compreender que a irresponsabilidade gera mentira. Adão joga a culpa no próprio Deus, quando diz “a mulher que tu me deste”. Até o momento do pecado, ele estava bem satisfeito com a mulher e com Deus, que o havia dado. Mas quando Deus o confronta por causa do pecado, ele transfere a culpa para Deus, para a mulher que o Senhor o havia dado.

2.3. Autoridade não é sinônimo de responsabilidade

Podemos delegar autoridade, jamais responsabilidade.

Assim como vemos os danos deixados por um governo em uma nação, vemos os danos que podemos causar ao Reino de Deus sendo irresponsáveis.

Unção não se negocia e muitos estão misturando as coisas, buscando o caminho mais fácil.

Ao alertar Ester acerca da iminente destruição dos judeus, Mardoqueu estava chamando a atenção de Ester para que entendesse que ela não veio ao palácio somente para viver como rainha. Ela estava naquela posição para atuar em prol do povo de Deus (Et 4.13,14).
Deus lhe deu uma posição e um chamado para que fosse responsável.
Apresente para os alunos a indicação das pesquisas de que muitos políticos, além de não representarem a população, também não suprem suas expectativas e necessidades. Isto é, eles têm a posição, mas não são responsáveis.

3. A unção traz benefícios e ônus

Ao longo de toda a trajetória bíblica, observamos os sucessos e os fracassos de pessoas ungidas, onde alguns começaram muito bem, mas terminaram pessimamente.
A vontade de Deus é que terminemos bem e ser responsável é fundamental para que isso aconteça.

3.1. Não se brinca com a unção

Se tomarmos como exemplo a unção de Davi, iremos notar que ele foi ungido, mas levou treze anos para poder reinar.

E por quê? O plano de Deus era que aprendesse com as falhas de Saul.

Ele deveria servir Saul, observá-lo e viver à sua sombra, para que não fosse irresponsável.
Deus usou um Saul externo para matar o Saul interno que havia dentro de Davi.
A mesma unção que levou Davi ao palácio também o levou para a caverna; a mesma unção que fez de Davi um herói, também o fez vilão; Davi matou um gigante, mas seu pior gigante era ele mesmo.
Mostre para os alunos que quando Davi foi responsável, Israel prosperou, os exércitos foram organizados e Deus foi glorificado. Diga para eles que quando Davi agiu irresponsavelmente, pecou com Bate-Seba, matou Urias, perdeu a família e manchou a nação 18.8; 2Sm 12.7-14). Os conflitos entre árabes e judeus estão alicerçados numa atitude errada tomada por Abraão, quando, em vez de ouvir a Deus, ouviu a voz de Sarai, sua esposa. Ismael, o pai do islamismo, é descendente de Abraão, fruto do seu relacionamento com Agar. Sua irresponsabilidade gerou uma nação escrava e inimiga de Deus.

3.2. A irresponsabilidade pode frear uma geração inteira

A geração de Josué foi a geração da conquista e da terra da promessa, mas, após a morte dessa geração, nasceu uma geração que, além de não conhecer ao Senhor, tampouco conhecia a obra que Ele fizera a Israel (Jz 2.10 Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel.).

Viver na terra santa pode ser tão perigoso quanto viver no deserto.

Uma geração pode roubar a benção de outra e trazer tragédias sem medidas a uma nação.

Essa geração foi irresponsável, viveu na terra para si mesma. Além de nada produzir, ainda deixou um legado de problemas.
A história dos juízes de Israel está marcada por oscilação, ausência de Deus, escravidão e sofrimento.
Ao longo do livro de Juízes, geração após geração, Israel sofreu as consequências da sua própria incredulidade. Por não acreditarem na Palavra de Deus sobre o perigo de se envolver com os povos idólatras que permaneciam na terra, criaram laços com esses povos e foram castigados, exatamente como o Senhor havia avisado. Comente que a expressão que melhor representa o período dos juízes é repetida algumas vezes no livro e serve como conclusão no último versículo (Jz 21.25; 17.6; 18.1; 19.1). Esta descrição da época não precisava ser negativa, pois o povo não ficou sem Deus nem sem lei. Se cada um tivesse achado reto fazer a vontade do Senhor, Israel teria evitado muito sofrimento. Mas, quando acharam reto fazer o errado, trouxeram sobre si a ira de Deus.

3.3. Ser livre é ser responsável

A responsabilidade nos qualifica para unção.
Ser responsável é o primeiro sinal de uma vida ungida (Pv 13.14 O ensino dos sábios é fonte de vida, e afasta o homem das armadilhas da morte; 21.20 Na casa do sábio há comida e azeite armazenados, mas o tolo devora tudo o que pode.).
Por isso, muitos não buscam ser livres, porque ter liberdade é viver com responsabilidade.

Os israelitas não entraram na Terra Prometida porque eram livres no corpo, mas escravos na mente.

Eles aborreciam Faraó, mas queriam seu serviço e comida (Nm 21.5).
Não devemos culpar a outros de nossa condição, nós somos o que decidimos ser.
Explique para os alunos que se nos tornamos escravos de alguma coisa é porque agimos de maneira irresponsável. Ressalte para eles que a escravidão é uma forma de conceber a vida (Gl 5.1).

Conclusão
Um bom negócio ocorre quando as duas partes agem de maneira responsável. No entanto, quando fazemos negócios e uma das partes é irresponsável, teremos problemas. Deus sempre será responsável para conosco. Façamos então a nossa parte. Sejamos responsáveis.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Escola Bíblica Dominical
Editora Betel 3º Trimestre de 2015, ano 25 nº 96 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – SINAIS, MILAGRES E LIVRAMENTOS DO NOVO TESTAMENTO – O poder de Jesus Cristo e o segredo do sucesso apostólico.
Comentário Warren W. Wiersbe
Comentário Bíblico Matthew Henry
Enciclopédia bíblica R. N. Champlin
Bible Chronos

3 comentários:

  1. A paz do Senhor. Seria possível disponibilizar a lição completa?

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  2. Os ungidos precisam valorizar em entendimento está condição, após receber a unção; se não poderá agir de forma incorreta diante dos homens, e também diante de Deus, enganando-os a si próprios. Porque ao ser ungidos, precisamos primeiramente ser sinceros com nós mesmos, para assim colocar em prática deveres que existem, tanto no âmbito material, como também no âmbito espiritual, que precisam ser expressivo, para que ocorra sucesso em sua diretriz, trazendo um bom andamento das ações que se destina, principalmente na obra de Deus. Porque Deus ungiu os seus seguidores a fim de proclamar com exatidão os propósitos de Deus, em Jesus Cristo, através da presença do Espírito Santo; E digo também que a unção pode se extinguir de nossas vidas, á medida que não á utilizamos conscientemente, pois ela nos outorga autoridade responsabilística, como uma influencia determinante, que certamente despertará na vida das pessoas, o prazer e a confiança de ser regidos pelos os instrumentos genuínos de Deus aqui na terra, que visa o bem estar espiritual das pessoas, baseados nos propósitos de Deus, levando-os á servir a Deus com liberdade e satisfação. Como é duro ser regido por pessoas que perderam a unção, não conseguem nem mesmo conduzir as suas próprias vidas nos caminhos de Deus; como então poderá conduzir pessoas? Muito pelo contrario, empurrará mais gente com ele para o buraco, porque leva as coisas de Deus sem nenhum compromisso sério, mas digo que; Deus tem compromisso com aqueles que têm compromisso com Ele. Então aconselho que devamos a cada dia pedir a Deus, para que a unção permaneça em nós; assim faremos obras maiores do que Ele fez, como Ele mesmo disse: que se crer Nele, fará milagres maiores ainda do que estes, porque vou para o Pai. O fato da permanência da unção na vida daqueles que cumprem os propósitos de Deus, é baseado na fé. Porque a fé mantém vivo os propósitos de Deus.

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