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Lição 12 - Mansidão: uma nova postura de vida modesta e submissa

LIÇÃO 12 – 19 de junho de 2016 – Editora BETEL

Mansidão: uma nova postura de vida modesta e submissa

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Comentarista: Pastor Israel Maia

TEXTO ÁUREO
“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.” Mt 5.5

VERDADE APLICADA
A mansidão nos capacita a ter uma postura simples e gentil em nossos relacionamentos interpessoais.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar como a mansidão nos molda a ter o caráter de Jesus Cristo;
Mostrar que a mansidão nos ensina a sermos submissos a Deus;
Revelar que o fruto do Espírito Santo é cultivado no coração.

GLOSSÁRIO
Inescrupuloso: Que não tem escrúpulos; que não hesita em lançar mão de meios desonestos e desleais;
Precursor: Que ou aquele que vem adiante de alguém anunciar a sua chegada;
Primazia: Primeiro lugar; prioridade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
2Tm 2.22 - Foge também dos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, a caridade e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
2Tm 2.23 - E rejeita as questões loucas e sem instrução, sabendo que produzem contendas.
2Tm 2.24 - E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;
2Tm 2.25 - Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade,
2Tm 2.26 - E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos.

HINOS SUGERIDOS
130,156 e 568.

MOTIVO DE ORAÇÃO
Peça para que os ensinamentos bíblicos criem raízes em seu coração.

Superando as provocações
            Uma das mais difíceis provas que o cristão enfrenta, hoje em dia, é manter-se sereno perante as dificuldades e provocações que o mundo moderno nos impõe.
Somos obrigados a viver em uma sociedade que, por si só, já nos causa dissabores diversos. A televisão, a internet e os outros meios de comunicação fazem apologia ao uso da violência diuturnamente.
As pessoas vivem estressadas, quer por causa da correria do dia-a-dia, quer por falta de segurança, quer por causa de problemas pessoais ou por toda essa conjuntura socioeconômica desastrosa.
Trânsito caótico, trabalho em excesso, falta de tempo, dificuldades financeiras, problemas de família, doenças, criminalidade em alta, tudo converge para um desassossego geral, transformando-nos em verdadeiros autômatos prontos a reagir inconscientemente à menor provocação ou transtorno.
Nessas horas, o cristão consciente de seu papel diferenciado, deve atentar para o suave chamado do Espírito Santo em seu coração. É hora de interiorizar-se, procurando a harmonia com o nosso Criador, colocando tudo o mais de lado para alcançar a serenidade que só o relacionamento com nosso Deus poderoso pode oferecer.
Depois da conquista da fé, requisito obrigatório para uma comunhão efetiva com o Altíssimo, o Espírito Santo nos oferece a mansidão, que nada mais é do que característica do seu fruto em nós plantado, cuja semente começa a germinar.
Ao aprendermos e colocarmos em prática essa característica, transformamo-nos de forma irrevogável em pessoas verdadeiramente serenas, experimentando o prazer inefável de um aprofundamento de nosso relacionamento com o Pai Celestial.
Uma proveitosa e abençoada aula, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

Introdução
Nesta lição, estaremos estudando sobre a mansidão. Esta característica do fruto do Espírito Santo exige que tenhamos um comportamento modesto para com os homens e de submissão a Deus e à Sua Palavra.

1. A mansidão e a paciência
A mansidão capacita o indivíduo a agir com equidade, não tomando atitudes desordenadamente, sabendo distinguir a hora em que deve se submeter. Esta característica do fruto do Espírito Santo transforma o mais irritado dos homens em alguém pacífico e sereno, com atitudes brandas diante de situações desagradáveis (Ef 4.2).

1.1. A mansidão ensina o indivíduo a desviar-se da ira
Em muitas situações enfrentadas pelo homem, as quais poderiam produzir irritabilidade e perturbações, o indivíduo que desenvolve a mansidão consegue contornar, pois esta característica o ensina a desviar-se da ira (Rm 12.19). Em seus ensinamentos à igreja em Roma, o apóstolo Paulo apresenta qual deve ser a postura ideal do cristão diante de condições adversas: nunca partir para o confronto. O homem manso tem sempre uma saída para não se deixar tentar pelo inimigo. Uma vida devocional ativa promove um amadurecimento gradativo do fruto do Espírito, levando o indivíduo a atingir uma condição ideal aos olhos do Senhor.
Merece ser especialmente explicado para os alunos que dar lugar à ira é não permitir que ela entre em seu coração (Ef 4.26). Imagine a seguinte cena: você está caminhando em um corredor estreito e repentinamente, surge alguém caminhando no sentido contrário. Em um ato de educação, você para, vira-se de lado e permite que esta pessoa passe. Você deu lugar para a pessoa passar. Então, não dar lugar à ira é exatamente isso. É sair da frente para que um sentimento ruim vindo do maligno não atinja a matriz de seus sentimentos, fazendo-o pecar.

1.2. Sendo humilde e manso
Quando o homem começa a experimentar viver em uma postura de mansidão, ele aprende o verdadeiro sentido de dar lugar à ira. Não permitir que a ira tome posse dos nossos sentimentos é demonstrar que aprendemos com Jesus a sermos humildes e mansos (Mt 11.29). Ao agir assim, o homem está tomando posse da essência da personalidade de Cristo. Durante o Seu ministério terreno, Jesus sofreu diversas afrontas por parte dos fariseus. Entretanto, em nenhum momento Ele se desviou do propósito que lhe fora proposto pelo Pai. Jesus manteve-se calado até quando foi confrontado por Pôncio Pilatos, não requerendo para si o trono de Israel (Jo 18.33-37), antes deixando claro que o Seu Reino não era deste mundo.
Explique para os alunos que uma postura de mansidão tem o poder de aplacar os ânimos (Pv 15.1). Sempre que nos deparamos com situações em que estamos prestes a entrar em conflito, temos que demonstrar que estamos buscando o amadurecimento do fruto do Espírito Santo em nossas vidas. Segundo um ditado popular: “Quando um não quer dois não brigam”. Comente com os alunos que o servo fiel a Deus deve ter o cuidado para não causar escândalo através de um mau testemunho. Ser identificado como brigão não é o ideal para o cristão. Em momentos de confronto, se possível, ofereça a outra face (Lc 6.29). Uma postura de mansidão não é em nada vergonhosa.

1.3. Jesus, nosso melhor exemplo
O exemplo que nos foi deixado por Jesus não deixa dúvidas de que, se nos propusermos a termos o nosso caráter controlado relo Espírito Santo, conseguiremos ser mediadores em tempo de crise. Em um dos momentos mais terríveis de Sua vida, Jesus nos dá um exemplo magistral a ser seguido. Mesmo diante daqueles que O vieram prender, não tomou atitude agressiva e aproveitou o momento para provar a todos a sua postura de homem manso e amável curando a orelha do servo de Caifás, que havia sido cortada por um de Seus discípulos (Jo 18.10).
Explique para os alunos que uma postura agressiva pode e sempre poderá provocar danos irreversíveis. A terceira lei de Newton afirma que: “Toda ação provoca uma reação de igual ou maior intensidade, mesma direção e de sentido contrário”. Esta lei da física é comprovadamente indiscutível. Mostre para os alunos que, durante o evento da Sua prisão, Jesus Cristo mais uma vez nos dá uma grande lição quando adverte a Pedro dizendo que quem vive pela espada por ela morrerá (Mt 26.52). Atos de mansidão são respondidos por atos de mansidão.

2. A mansidão e a submissão a Deus
A mansidão nos ensina a sermos submissos a Deus em todos os sentidos, nos tornando amáveis em nossos relacionamentos interpessoais (Tt 3.2). Quando somos apresentados pela mídia a um posicionamento agressivo, devemos sempre lembrar que somos servos de Deus e isso impede que tenhamos atitudes violentas.

2.1. O cristão deve ser sempre moderado
Não é difícil vermos hoje através da mídia a atitude de pseudorreligiosos agindo de forma agressiva em relação à liberdade de expressão religiosa. O testemunho do cristão deve ser sempre moderado. Muitos têm hoje pregado um Evangelho de confronto, tentando impor suas opiniões pessoais em detrimento do Evangelho verdadeiro, que tem o amor excelente por essência (Jo 13.34). A pregação do Evangelho genuíno nos fará conhecidos como discípulos de Jesus (Jo 13.35), provando que aprendemos com o Mestre a ser humildes e mansos (Mt 11.29). Sempre que estivermos em situação de conflito devemos demonstrar que não somos contenciosos (1Co 11.16), pois procuramos seguir o ensinamento do apóstolo Paulo: imitar a Cristo (1Co 11.1).
Explique para os alunos que sempre que a Igreja é atacada por falsas ideologias surgem paladinos se apresentando como defensores, como se tivessem sidos escolhidos pela Igreja do Senhor para falar em nome dela. Destaque para os alunos que a Igreja está acima de contendas humanas, pois já está justificada por Cristo (Mt 16.18).

2.2. Sejamos sóbrios e mansos
Alguns grupos chegam à loucura de atentar contra a vida e imagem das pessoas que não se curvam diante de seus ensinamentos. Muitos destes grupos pregam uma palavra que não é a verdadeira Palavra de Deus. É preciso entender que servimos a um Deus que tem objetivos claros e que sabe como fazer para atingi-los. Nunca poderemos tomar uma posição de violência em nome d’Ele, sugerindo vingança contra os que de alguma maneira nos atacaram. A vingança pertence a Ele e não a nós (Rm 12.19b). Sejamos sóbrios como exige a Palavra de Deus demonstrando sempre a mansidão produzida pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo (Tt 1.8; 1Pe 1.13).
Explique para os alunos que a sociedade sempre espera da Igreja de Cristo uma abordagem tranquila, sem excessos. Sendo assim, posições contraditórias aos ensinamentos de Jesus podem causam danos ao Corpo de Cristo. Lembremos que sempre que grupos se apresentaram com posicionamentos vingativos e violentos em nome de Deus o resultado não foi dos melhores (Rm 12.19). Informe para os alunos que em todas as oportunidades que tais grupos partiram para o ataque receberam de volta a justa paga por sua atitude, isto é, foram atacados com grande prejuízo (Hb 10.30). Incentive os alunos a fazerem uma pesquisa sobre as Cruzadas realizadas durante a Idade Média.

2.3. A mansidão não compactua com a violência
O servo de Deus nunca irá compactuar com comportamentos violentos, mesmo que lhe sejam apresentados pela mídia como algo natural. A Bíblia nos orienta que temos que ter autoridade na Palavra para encorajar os outros com a sã doutrina e refutar os que se opõem a ela (Tt 1.9). Deus capacitou a Sua Igreja para apresentar uma mensagem que leve o homem ao arrependimento, fazendo com que este passe pelo sofrimento do reconhecimento do seu pecado. A vingança do Senhor é por amor e não por ódio, como é a do homem. Por esse motivo, devemos nos comportar sempre com mansidão, deixando Deus tratar com o pecador (SI 11.5).
Comente com os alunos que quando Deus trata com o pecador Ele tem a maneira certa de fazê-lo buscar a Cristo. O Senhor não usa de violência para convencer ninguém a segui-Lo. As características do fruto do Espírito são inerentes ao caráter de Deus, logo Ele faz uso do poder do Seu Espírito para convencer o indivíduo (Zc 4.6). Destaque para os alunos que Deus se manifesta com mansidão para fazer com que o homem faça a Sua vontade assim como fez com Elias no Monte Horebe. Ali Deus não estava no vendaval, no terremoto nem no fogo, mas estava na voz mansa e delicada (1Rs 19.12). Através do poder do Espírito, Ele traz o homem ao arrependimento sem violência.

3. Lições práticas
A cada dia que passa está cada vez mais difícil ter uma atitude de mansidão (Mt 10.16). Vários são os acontecimentos que vivenciamos e isto tem levado muitos a não crerem na possibilidade de restauração da humanidade, esquecendo-se do poder do Cristo.

3.1. O fruto é cultivado no coração
Quando Jesus falou que deveríamos ser humildes e mansos, Ele falou de onde deveria vir a mansidão. Ela deve vir do coração, pois é dele que procedem os maus desígnios do homem (Mt 15.19). Sendo assim, também é nele que deve ser cultivado o fruto do Espírito Santo em busca do caráter divino.
Merece ser especialmente explicado para os alunos que para sermos identificados como filhos de Deus devemos mortificar os nossos sentimentos maus e fortalecer o desenvolvimento da característica do fruto do Espírito Santo conhecida como mansidão (1Pe 3.4). Reforce para os alunos que o nosso Deus é manso (Mt 11.29). Se quisermos chamá-Lo de Pai, teremos que ser mansos.

3.2. Só o fruto do Espírito pode tornar o homem manso
Somente o fruto do Espírito Santo pode promover a mansidão no indivíduo. O pecado plantou na humanidade um sentimento de crueldade e perversidade (Gn 4.8; 6.5). Logo, nenhum homem pode promover o desenvolvimento desta característica em outro homem. Uma boa educação, uma boa escola, nada será capaz de tornar o ser humano manso. Moisés foi muito bem-criado e educado, mas em um momento de raiva matou um egípcio. Entretanto, após se encontrar com Deus tornou-se o homem mais manso entre os homens sobre toda terra (Nm 12.3). A Igreja de Cristo tem sido educada nos moldes divinos pelo Espírito Santo, que tem poder para tratar e modificar o homem, aproximando-o do caráter de Deus (Ef 4.13).
Explique para os alunos que ser manso é também saber se portar bem em ambientes públicos. E claro que existem muitos cristãos “sem noção”, que não sabem a hora de se calar e nem a hora de entrar em uma conversa. Enfatize para os alunos que é muito difícil se relacionar com este tipo de pessoas, pois com suas atitudes descabidas acabam por envergonhar o Evangelho (2Co 6.3). Este é mais um motivo para se buscar a mansidão do fruto do Espírito. Deus não se agrada de quem se porta com este comportamento.

3.3. O fruto amadurece por inteiro
No capítulo 4 de Efésios, o apóstolo Paulo nos mostra que as características do fruto do Espírito Santo são interligadas. Não dá para ser manso sem ser longânime ou amoroso. O fruto deve amadurecer por inteiro e igualmente (Gl 5.22). Cristão que falta ter alguma característica do fruto é porque ainda não amadureceu.
Explique para os alunos que o fruto do Espírito Santo funciona exatamente como um fruto natural. Ele precisa ser cultivado, regado e podado, e isto depende de nós. Vale a pena ser especialmente ressaltado para os alunos que o fruto nos é entregue pelo Espírito Santo, mas quem tem o dever de cuidar para que o seu amadurecimento ocorra a contento do Criador somos nós. O bom resultado na colheita depende exclusivamente daquilo que plantarmos (Gl 6.7).

Conclusão
Os apelos midiáticos e tecnológicos tentam de todas as maneiras nos tornar iracundos. Todavia, o servo fiel conhece as artimanhas do inimigo e não se deixa enganar, antes se aproxima do caráter divino, amadurecendo em si a mansidão do fruto do Espírito Santo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 2º Trimestre de 2016, ano 26 nº 99 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – FRUTO DO ESPÍRITO – Destacando os aspectos do caráter cristão na era da pós-modernidade.

4 comentários:

  1. A paz do Senhor pastor,
    muito bom o vídeo do senhor.
    Porém fiquei com uma pequena dúvida, qual a diferença entre mansidão e paciência?

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    Respostas
    1. A diferença da paciência e a mansidão, é que uma aprendemos a lidar conosco mesmo (mansidão),e a outra nos ensina não só lidar consigo mesmo, como também no envolvimentos e relacionamentos interpessoais (paciência).

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  2. Manter a mansidão nos momentos de ira é viver a finco a palavra que nos foi dada, assim sendo imitadores de Cristo.

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  3. Se olharmos o antônimo de mansidão, poderemos resumir que, quem não é manso é um rebelde, e analisando por veste ponto, as criaturas de Deus se rebelaram com o seu Criador, deformando assim a imagem de Deus, que assim nos criou; Eu obsevo que; quando Caim matou Abel, ele questionou com Deus, se ele era o guardador de seu irmão, fato este devido à entrada do pecado na raça humana, e por sua vez o ser humano ficou iracundo quando se trata de ser corrigido, ele passou a se exaltar e ficar bravo; Podem reparar este comportamento nas pessoas, ninguém gosta de ser corrigido, e muito menos ser corrigidos pelo próprio homem. Porque com a imperfeição do homem foi generalizada, quando lemos no livro de Romanos 3;23, que todos pecaram, e estão destituídos da gloria de Deus, não existe nenhum justo se quer, e devido a isso passamos a não aceitar a correção de ninguém, aí então deixamos de ser mansos, e queremos sempre ser o melhor, e nunca reconhecer o nosso erro, por isso então que aí entra os frutos do Espírito Santo, no tema abordado a Mansidão, fruto este que encarrega-se de domar e amansar a velha natureza, porque a finalidade do Espírito Santo é convencer o homem do pecado, da justiça, e do juízo. Com o Espírito Santo aprendemos a contar até mil vezes, para reagir em determinadas situações que nos sobrevém, que queira então tirar-nos da dimensão do Espírito, para assim sermos então alcançados pela promessa de Deus no Salmo 37; 11. E como digo sempre, que o manso procura estar na submissão de Deus em tudo a sua volta, procurando entender, e compreender como agir diante de situações calorosas, baseado na Bíblia dizendo; daí lugar a ira em Romanos 12; 19b, o dia da vingança do nosso Deus, contra todos àqueles que deixam se elevar pela velha natureza pecaminosa, e se distancia da oportunidade de se aproximar de Deus, para assim ser adoçado pelo Espírito Santo, que nos foi dado. OH!Glória!

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