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Lição 6 - 07 de agosto de 2016 - As bem-aventuranças do Reino de Deus

LIÇÃO 6 – 07 de Agosto de 2016 – Editora BETEL

As bem-aventuranças do Reino de Deus

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Bispo Dr. Manoel Ferreira

“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos.” Mt 5.1

VERDADE APLICADA
Os pertencentes ao Reino dos céus são conhecidos pelo caráter, convicção e grande alegria.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Descrever as bem-aventuranças de acordo com o ensino de Jesus;
Mostrar o que é felicidade e quem a possui;
Ensinar os porquês da felicidade dos pertencentes ao Reino dos céus.

GLOSSÁRIO
Auspicioso: De bom agouro; esperançoso, prometedor;
Bem-aventurança: Felicidade perfeita, principalmente dos eleitos do Senhor;
Demanda: Ação judicial proposta e disputada contenciosamente; disputa, discussão.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Mt 5.3 - Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus;
Mt 5.4 - Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Mt 5.5 - Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Mt 5.6 - Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Mt 5.7 - Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Mt 5.8 - Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão Deus;
Mt 5.9 - Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

HINOS SUGERIDOS
60,126 e 240.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Peça ao Espírito Santo para encorajar aqueles que abriram mão de tudo para seguir a Jesus.

Introdução
Bem-aventuranças são o estado permanente da perfeita satisfação e plenitude apenas alcançada pelos súditos do Reino. Isso significa que os Seus  discípulos precisam aprender d’Ele como serem felizes desde já.

Os bem-aventurados
Inicialmente, podemos definir bem-aventurança conforme o termo grego: Makarismós, “felicidade”. Para os gregos antigos ser bem-aventurado ou feliz era viver livre de sofrimento e preocupações. Os judeus entendiam a bem-aventurança principalmente em termos de bem-estar material, mas também como recompensa pela observância fiel da Lei. Para o cristão, entretanto, a felicidade consiste na participação no Reino de Deus (Sl 34.8; Sl 1.1-2).
De acordo com Mateus 5.1-12, cada bem-aventurança tem uma causa e um efeito. Aos que reconhecem sua inadequação espiritual, Deus oferece acesso gratuito ao Reino. Os que sofrem aflições receberão consolo. Os mansos serão futuros donos do mundo. Os que anelam por retidão, haverão de encontrá-la. Os misericordiosos, Deus terá misericórdia deles. Os dotados de impulsos puros contemplarão a glória de Deus.
Nas bem-aventuranças, sempre se acentua a disposição interna do indivíduo, e não alguma condição externa. Felicidade é um estado de alma, um bem-estar íntimo. O restante das Escrituras se encarrega de ensinar que essa disposição interna não é natural do homem: antes, é lhe outorgada pela operação renovadora e regeneradora do Espírito.
Pode-se dizer que todos os aspectos das bem-aventuranças consistem em bênçãos conferidas pelo Senhor. Assim, a felicidade consiste na apropriação da sabedoria divina (Pv 3.13); em ouvir a Deus e ser obediente (1Sm 3.10); em ter confiança no Senhor (Pv 16.20); em observar os seus mandamentos (1Jo 5.3). O contrário disso só traz a infelicidade (Dt 30.19).
Inteirados dessa estreita correlação das bem-aventuranças com a Palavra do Senhor, nos esforcemos para fazer parte deste grupo seleto de servos de Deus, que tem acesso à verdadeira  felicidade tanto na terra como nos Céus.
Uma proveitosa e abençoada aula, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1. A descrição das bem-aventuranças
Jesus enunciou aos Seus discípulos uma série de bem-aventuranças. Será que elas têm importância para nós hoje? Sim, elas são um modo de expressarmos um caráter que glorifique ao Pai e de nos realizarmos como súditos do Reino e discípulos de Jesus.

1.1. A primeira tríade das bem-aventuranças
Bem-aventurado no grego é “macários”, que significa “estado de felicidade profunda”, cujo sinônimo perfeito no português é beatitude. Da mesma raiz latina “beatus”, que significa “feliz”. Deus nos preparou um caminho de felicidade ligado à ética. Felizes são os humildes de espírito em relação a Deus e ao próximo e não os soberbos desse mundo. Afortunados são os que choram, não por tristeza comum, mas por sofrerem pelo Reino dos céus. Felizes são os mansos, capazes de manterem a força da paciência quando sofrem oposição e são insultados.
Explique para os alunos que a engrenagem principal que deve promover a felicidade plena e permanente é a prioridade do Reino de Deus na vida do cristão (Mt 6.33). Comente com os alunos que a dependência de Deus, seu choro e sua paciência em meio ao sofrimento, por causa do Reino dos céus não torna os cristãos infelizes, pelo contrário, torna-os possuidores de uma indescritível felicidade e gratidão a Deus, porquanto a atenção da pessoa está centralizada no Reino e não em si mesma.

1.2. A segunda tríade das bem-aventuranças
Prósperos são “os que têm fome e sede de justiça” e não os que folgam com a injustiça e a causam. O sentimento da busca pela justiça que vem dos céus deve ser tão forte como a fome, em que a pessoa sinta dor e não seja capaz de pensar facilmente noutras coisas. Os súditos do Reino devem ser cheios de misericórdia e não insensíveis à miséria alheia. Devemos demonstrar a prática da bondade em favor dos miseráveis e aflitos. “Os limpos de coração” são aqueles que cultivam internamente o temor a Deus e se santificam. Os tais terão uma visão beatífica, que é o próprio Deus.
Ensine para os alunos que estas bem-aventuranças são exercícios interiores que se expressam externamente e visam que a pessoa cultive em seu coração o dever de promover o seu semelhante, isso é ter fome e sede de justiça e praticar a misericórdia. Comente com os alunos que tal prática não lhe dá o direito de se sentir superior, nem de ser cobiçoso de vanglória, mas servo de Deus como Jesus Cristo foi (Fp 2.5-11). Reforce para os alunos que, igualmente, limpeza de coração não diz respeito apenas a adultérios e invejas, mas um temor a Deus em que a pessoa se santifique de toda contaminação e rapina (Mt 23.25; Lc 11.39). Ensine para os alunos que Jesus chama de bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, isto é, os que desejam acima de tudo ajustar-se à mente do Senhor. Eles não anelam por se tornarem ricos, poderosos ou eruditos, mas por serem santos. Diga para os alunos que bem-aventurados são todos os tais. Um dia terão o suficiente que desejam. Um dia acordarão revestidos à semelhança de Deus e serão satisfeitos (Sl 17.15).

1.3. A terceira tríade de bem-aventuranças
Os pacificadores são aqueles que não apenas amam a paz, ou aqueles que preferem a paz a uma “boa demanda”, mas são aqueles que promovem a pacificação de fato. São os que têm maturidade suficiente para reconciliar inimigos. Os tais tornam-se participantes da natureza divina, ou seja, filhos de Deus. A seguir, “os que sofrem perseguição por causa da justiça” são agentes de transformação de um sistema corrupto e injusto que não se renderão, seja no âmbito religioso, político ou os dois simultaneamente. Na mesma categoria estão os que sofrem perseguição por amor a Cristo. São vítimas de calúnias, perseguições e toda sorte de mentiras. A estes pertencem não só o Reino, mas também o galardão.
Explique para os alunos que o Senhor Jesus Cristo estabeleceu que a ética dos súditos do Reino de Deus consiste em ir além do mero amor à paz ou ausência de conflitos. É lamentável que existam pessoas que busquem confusões e cismas. A Palavra nos diz que Deus abomina a tais. Ressalte para os alunos que também devemos estar conscientes que Deus quer usar as nossas vidas como agentes de transformação do meio, através de Cristo e Sua justiça, mas para isso temos que sofrer, olhando sempre para Jesus (Fp 2.5-11; Hb 12.2). Ensine para os alunos que os pacificadores são os que exercem a sua influência pessoal a fim de promoverem a paz e o amor, tanto em particular como em público, em casa ou no estrangeiro. São os que se esforçam para que todos os homens se amem mutuamente (Rm 13.10). Diga para os alunos que bem-aventurados são todos esses, pois, estão realizando a mesma obra que o filho de Deus iniciou, quando veio à Terra pela primeira vez, e que Ele terminará em Sua segunda vinda.

2. De quem são as bem-aventuranças?
A felicidade é um estado pertencente aos que nasceram de novo, tornando-se assim filhos de Deus (Jo 1.12). É tanto um estado quanto um direito assegurado aos herdeiros de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor.

2.1. Dos que pertencem ao Reino dos Céus
Há dois aspectos em relação ao Reino dos Céus referindo-se ao indivíduo: situação e tempo. Em relação à situação, é estar dentro ou fora do Reino. Para os que estão dentro pelo novo nascimento há o aspecto presente e o porvir do Reino de Deus. Portanto, esse estado de felicidade pertence aos discípulos de Cristo, aos que ouvem e atendem à Sua Palavra. Ou seja, aos que estão dentro do Reino pelo novo nascimento e obediência. Qual a sua situação em relação ao Reino de Deus? Você já experimentou o novo nascimento?
Enfatize para os alunos que o estado de felicidade profunda só pode ser desfrutado pelos que nasceram de novo e permanecem dentro do Reino de Deus. Ensine para os alunos que bem-aventuranças é diferente de possuir uma confissão religiosa, e/ou estar ligado a uma instituição. É sim ter uma fé prática na Palavra de Cristo. É obedecê-lo incondicionalmente até a morte.

2.2. Dos que cultivam as virtudes do Reino
As virtudes arroladas pelo Senhor Jesus Cristo nas bem-aventuranças são: humildade, choro, mansidão, sede e fome de justiça, misericórdia, santificação a partir do coração e o ser perseguido por causa da justiça e por amor a Cristo. Para alguns, nem todas deveriam ser consideradas virtudes, pois o choro e a mansidão poderiam ser considerados como fraquezas. Não devemos nos preocupar com isso, pois Jesus determinou como virtude. A mentalidade natural nunca entenderá as coisas do Espírito (1Co 2.14). Paulo também discorre sobre a maioria das bem-aventuranças, porém ele as chama de frutos do Espírito.
Mostre para os alunos que ser feliz segundo as palavras de Jesus é cultivar as beatitudes. As beatitudes são elementos éticos que não só demonstram o entendimento do propósito de Deus para a vida, mas também um estado de felicidade tão profunda e de alegria que só os filhos de Deus experimentam na sua maior intensidade.

2.3. Dos que sofrem pela justiça e por Cristo
A felicidade que Jesus fala não abre mão do sofrimento. Se observarmos, o sofrimento se faz presente desde a primeira bem-aventurança até a última. Vivemos num mundo que idolatra a soberba e a autossuficiência. Dessa maneira, a humildade não é bem-vinda e ainda merece desprezo, oposição velada ou até mesmo escárnio. Ser fiel a Deus é suportar essas coisas com paciência e resignação até a morte. Ninguém gostaria de sofrer ou sentir alguma dor por coisas boas, mas o mundo se afastou de tal maneira de Deus que não tem como ser diferente. Há lugares em que cristão são presos, torturados, confiscados os seus bens, entre outros. Entretanto, eles  não devem ser considerados desafortunados, mas venturosos.
Mostre para os alunos que a vida cristã é feliz em meio ao sofrimento. Visto que a vida cristã se fixa no propósito de agradar a Deus, mas, pelo fato de o mundo estar corrompido pelo pecado e o maligno, certo é que todo cristão terá dificuldades, oposições e perseguições. Ressalte para os alunos que não há um padrão e sim níveis de perseguições, pois, à medida que o retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo se aproxima o espectro da perseguição tende a aumentar. Todavia, o verdadeiro cristão é feliz na esperança da salvação. Assim, ele não reclama, não amaldiçoa e não se ressente do mal.

3. Os porquês das bem-aventuranças
As bem-aventuranças são seguidas de oito porquês. Isso indica uma ênfase de Jesus Cristo em mostrar a razão delas. Significando também que a é cristã não é “um tiro no escuro” e nem há surpresas totais, posto que Jesus é absolutamente transparente e a felicidade profunda do Reino é garantida.

3.1. As promessas aos felizes
A vida cristã é feliz por ser resultado da comunhão, da presença de Deus e da perseverança dos santos. Mas, a verdade é que nem sempre isso pode ser constatado. A explicação está na ausência de alguma das coisas supracitadas, ou de todas elas, tornando essa pessoa um cristão nominal, mas de fé morta. Porém, ao nos voltarmos para as bem-aventuranças, elas estão cheias de ditosas promessas: “deles é o Reino dos céus”, “serão consolados”, “herdarão a terra”, etc. Assim, o fiel a Deus tem um constante sentimento auspicioso.
Explique para os alunos que a felicidade cristã é sobretudo baseada na comunhão com o Espírito Santo (2Co 13.13; Gl 5.16). Reforce para os alunos que o próprio Espírito, no interior dos crentes, é o selo do penhor de uma gloriosa promessa: o resgate definitivo da Igreja, o Corpo de Cristo, por ocasião da vinda de Jesus (2Co 1.22; 5.5).

3.2. A alegria da esperança dos felizes
A alegria do cristão não é um sentimento que este passivamente torna-se recebedor. É antes o resultado de uma escolha, de um cultivo e obediência. Note que o Senhor Jesus diz: “Exultai e alegrai-vos, porque grande é o vosso galardão nos céus” (Mt 5.12). Paulo também fala sobre a alegria sob a mesma perspectiva (Rm 12.12; 2Co 13.11; Fp 4.4). Pela comunhão que cultivamos, já temos o fruto do Espírito denominado gozo, mas ante a expectativa de tais promessas devemos nos exultar e nos alegrar. Infelizmente, nem todos compreendem e obedecem esta palavra de Jesus. Ao contrário, são manhosos, murmuradores e cheios de autopiedade, passando uma impressão muito negativa. Porém, haverá sempre os fiéis que exultam na esperança.
Assinale para os alunos que a exultação do cristão é um elemento que o identifica como bem-aventurado, ou seja, “quem goza da bem-aventurança celeste”. Elabore as seguintes perguntas para os alunos: “Com que lado da vida cristã você resolveu ficar? Você se concentra apenas nas provações ou nas promessas auspiciosas do Criador?”.

3.3. O resultado da identidade dos felizes
As bem-aventuranças são atitudes e sentimentos que geram uma identidade de filhos de Deus. Os filhos de Deus têm uma maneira própria de pensar, de agir e de sentir que os tornam parecidos com o Pai Celestial. É dessa maneira que eles são sal e luz do mundo, ou seja, toda uma vida que agrada a Deus e gera a glorificação do Seu Santo Nome. Somos desafiados a brilhar diante dos infiéis com boas obras e, dessa maneira, glorificarmos o Pai Celestial. O apóstolo Pedro, mais tarde, também escreve sobre o assunto (1Pe 2.12). Este é um alvo que devemos perseguir.
Mostre para os alunos que devemos ser imitadores de Cristo na busca de nos parecermos com o Pai Celestial (1Co 11.1). Se temos o Espírito Santo, já temos em nós o fogo celestial que nos movimentará nessa direção, ou seja, de sermos luz e produzirmos a glorificação a Deus por parte daqueles.

Conclusão
As bem-aventuranças são tanto um estado de felicidade quanto um compromisso ético daqueles que são filhos de Deus, cujo objetivo final é, através do novo pensar, ter um estilo de vida que glorifique a Deus.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 3º Trimestre de 2016, ano 26 nº 100 – Jovens e Adultos – Edição Histórica - Professor – Mateus: Uma visão panorâmica do Evangelho do Rei.

Editora Betel 2º Trimestre de 2002, ano 16 nº 59 – Jovens e Adultos – Professor – As bem-aventuranças: princípios norteadores da constituição espiritual do Reino de Deus – Comentarista: Pr. José Elias Croce.

2 comentários:

  1. As mudanças ocorridas em nossa geração pós-moderna, implica em um aprofundamento do nosso princípio cristão. O fato se dá em decorrência de vermos o evangelho genuíno de nosso Senhor Jesus estar sendo substituído por um outro evangelho.
    A ética do Reino infelizmente está sendo suprimida na cabeça de muitos por causa dos seus "sonhos". As pessoas são condicionadas a crer que feliz é quem possui ou usufrui do imediáto, são campeões segundo os padrões capitalistas do mundo e conquistam seus ideais conforme o presente século.
    Viver de forma simples já não é o bastante para aqueles que são incentivados a ter.
    Será que esqueceram que devemos buscar primeiro o reino do céu e a sua justiça?
    É tempo de despertar do sono da imprudência e caminhar para a nova Canaã. Desperta ó igreja do Senhor.

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  2. Pobre de espírito

    Quero crer que o pobre de espírito pode ser tantos os que estão com Cristo, e os que também estão longe Dele; Explico que enquanto perdurar as coisas desta vida no coração dos que estão sem Cristo, nunca poderão alcançar a bem aventuranças, porque Salomão disse; que tudo debaixo do sol, é vaidade e aflição de espírito (Eclesiastes 2;11), e que o fim de tudo é temer a Deus(Eclesiastes 12;13); porque os que estão sem cristo estão sufocados com coisas desta vida, mas se empobrecer o espírito, ou seja, se esvaziar de tudo que o mundo lhe oferece, para assim habitar o poder de Deus, e sua plenitude, certamente seremos bem-aventurados, porque teremos um tesouro em vaso de barro, para que a excelência do poder não seja nossa, mas sim de Deus. (2 Coríntios 4.7).

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