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Lição 7 - Jesus incentiva a prática da vida devocional

LIÇÃO 7 – 14 de Agosto de 2016 – Editora BETEL

Jesus incentiva a prática da vida devocional

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Bispo Dr. Manoel Ferreira

“E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” Hb 12.11

VERDADE APLICADA
A prática dos exercícios espirituais tem uma recompensa, desde que não sejam para sermos vistos pelos homens.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar a necessidade da prática dos exercícios espirituais de modo discreto;
Apresentar que não devemos ser como os pagãos na oração;
Mostrar que a prática dos exercícios espirituais tem recompensa.

GLOSSÁRIO
Algoz: Carrasco, pessoa desumana, perseguidor, torturador;
Jubiloso: Cheio de júbilo, festivo;
Pagão: Relativo ao paganismo ou politeísmo. Diz-se de toda pessoa que não seja cristã nem judaica.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Mt 6.2 - Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mt 6.5 - E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mt 6.6 - Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a porta, ora a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará.

HINOS SUGERIDOS
5, 296 e 432.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Pedir a Deus para que a oração se torne um hábito diário.

Introdução
As práticas devocionais devem ser exercidas de modo a serem aceitas por Deus. Tanto faz que seja esmola dada ao próximo, ou a atitude de orar a Deus ou de jejuar. A validade destes exercícios está na maneira correta de fazê-los.

As práticas devocionais
Podemos considerar como práticas devocionais, atividades diversas que estejam ligadas e direcionadas ao mundo espiritual, ao relacionamento com Deus e não dependam de fatores externos, exceto quando há outras pessoas envolvidas na ação proposta.
A primeira prática devocional elencada nesta lição é o ato de dar esmolas. Consequência direta da misericórdia que nutrimos, quando cultivamos as características do fruto do Espírito Santo em nossas vidas, a doação visa o bem estar do próximo, sem esperar nenhum tipo de recompensa. É ato reflexo, intuitivo de quem tem Cristo no coração!
Quando Jesus tocou nesse assunto (Mt 6.2), enxergou não só o contexto de sua época, como também anteviu os tempos vindouros. Hoje, é muito comum pessoas doarem somas consideráveis às Igrejas ou a projetos assistenciais, fazendo alarde de seus atos. É nisso que pecam. Toda e qualquer atitude benevolente deve partir de dentro do coração e lá ficar, como satisfação íntima de comunhão com o Pai Eterno.
A segunda prática devocional estudada aqui é a da oração. Em Mateus 6.5 e 6, Jesus Cristo nos ensina que orar, verdadeiramente é entrar em secreto, no recesso de seu aposento, em atitude de reverência, e conversar com o Criador.
Essa conversa, como Nosso Senhor demonstrou (Mt 6.9), deve ter algumas fases básicas: comunhão com Deus, através da adoração; consciência de que só o Pai Celeste pode todas as coisas, admitindo nossa fragilidade perante Ele; sabedoria para pedir o perdão por nossos pecados (somos todos pecadores), a proteção e provisão necessárias para nossas vidas, apesar de que Ele, lá do Alto, já sabe do que precisamos.
Agora, compete a nós o discernimento de pedir conforme nossas necessidades, de solicitar o perdão do Pai Amado segundo nossos erros, de perdoar aqueles que nos ferem usando de complacência e longanimidade, e, principalmente, de adorar com paixão a nosso Deus que tanto nos acalenta e protege. Orações vãs não são ouvidas nos céus.
A terceira prática devocional focada nessa lição é o jejum. Tal como a oração, o jejum é uma prática de relacionamento exclusiva entre os cristãos e o Altíssimo. Não é necessário nem recomendável que essas atitudes de reverência e adoração ao Pai sejam reveladas a ninguém, afinal só existem dois sujeitos nessa equação: nós e Deus. O jejum deve ser praticado como ferramenta de fortalecimento espiritual ou de contrição por algum motivo específico.
Mas, melhor do que todas essas considerações são as lições que o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos ensina textualmente nos evangelhos, nesse caso, no Evangelho de Mateus.
Sigamos suas preciosas diretrizes.
Uma proveitosa e abençoada aula, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1. A respeito de dar esmolas
Acerca do exercício de dar esmolas, embora seja uma prática que se destina ao próximo, ela deve ser endereçada a Deus. Qualquer pessoa que parte deste princípio espiritual terá galardão junto ao Pai Celestial. Ao contrário do que alguns pensam quanto à recompensa vinda do Autor da vida, esta deve ser estimulada, buscada e cultivada sempre (Fp 3.14).

1.1. Um ato feito ocultamente
A prática de dar esmolas é considerada a primeira prática da piedade judaica. Naqueles tempos não havia aposentadoria ou plano assistencial às viúvas e pessoas com deficiência física. Então, vários pedintes se encontravam nas ruas e na porta do templo de Jerusalém em busca de esmolas para a sua sobrevivência. Para alguns que tinham uma condição financeira melhor, era uma enorme tentação, através do esmolar, “ser visto pelos homens”. Hoje, ainda que estejamos em tempos diferentes, nós devemos aliviar a dor e a fome alheia como recomenda o Senhor.
Ensine para os alunos que, ainda que tenhamos em nossos dias muitos projetos de ação social, devemos ajudar a quem precisa. Enfatize para os alunos que as autoridades governamentais têm procurado desestimular o dar esmolas, alegando que eles já cuidam desses necessitados. Isso não deveria ser algo de fórum íntimo? Claro que sim. Mas se tais autoridades assistenciais dizem cuidar, porque eles ainda pedem? Na sua maioria pedem porque tais ajudas não os satisfazem. Comente com os alunos que devemos ajudar de modo discreto, visando receber uma recompensa celestial. Ressalte para os alunos que tal atitude deve ser motivada por caridade íntima, visando diminuir a dor alheia, de modo a agradar a Deus.

1.2. O ato de “ser visto pelos homens”
A piedade deve ser praticada para Deus e não para nós. O “ser visto pelos homens” significa que alguém que dá esmolas, ou ora a Deus, ou jejua, pratica tais exercícios espirituais visando glorificação humana. Se recebermos o louvor por aqui, então já teremos recebido a nossa recompensa e não a teremos no Reino dos céus. O súdito do Reino tem uma conta bancária em que ajunta os seus tesouros de boas obras, aliás, fomos criados em Cristo para as boas obras (Ef 2.10). Toda vez que as fazemos com a motivação correta e de modo discreto para Deus ver, o nosso saldo aumenta (Lc 12.21).
Desafie os alunos a praticarem a piedade que para tudo é proveitosa (1Tm 4.8). Porém, devem saber que, na condição de servos de Deus, a sua obra tem uma recompensa, caso operem de acordo com as regras de Cristo. Quantos procuram aumentar a sua conta bancária e tesouros terrenos, mas são miseráveis diante de Deus. Paulo recomenda que “enriqueçam em boas obras” (1Tm 6.18). Ressalte para os alunos que o enriquecimento para com Deus só será possível se vencermos a tentação de nãos sermos vistos pelos homens.

1.3. Como dar esmolas
Dar esmolas é um dever sagrado. A certeza disso é que o Senhor Jesus regulamentou como fazê-lo. Quando Ele disse: ”Não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita”, para um entendimento prático, façamos uma paráfrase: “Quando você der esmola com a mão direita, não procure recebe-la tão depressa com a mão esquerda, dê a sua esmola de modo sigiloso e teu Pai Celestial te recompensará publicamente”. O contrário disso é ser como hipócritas, ou seja, meros atores que com máscara de religiosidade querem ser vistos por todos. Tais atores já receberam a sua recompensa. Porém, ao fazer da maneira e com a motivação correta, tem uma recompensa pública certa.
Desperte os alunos para que vejam que o Senhor Jesus Cristo ensina por meio de contrastes. Ele apresenta o modo incorreto e o correto de se dar esmolas. Por exemplo, “ser vistos por eles [os homens]” – incorreto. “tua esmola seja dada em secreto” – correto; “não saiba a tua mão esquerda” – modo incorreto, “o que faz a direita” – modo correto.

2. A respeito da oração
A oração foi o segundo exercício devocional digno de atenção dentro dos ensinos do Senhor Jesus. Era necessário que a oração dos judeus fosse orientada em vários detalhes para que ela fosse aceita por Deus. Caso contrário, ela ficaria sem efeito, como um sacrifício no templo quando rejeitado por Deus.

2.1. Orar a Deus e para Deus
Acerca da oração e jejum, assim como o esmolar, Jesus não permite que tais exercícios espirituais sejam como representações teatrais. Ou seja, como fazem os hipócritas. Se a motivação é persistente em ser reconhecido pelos homens, tal oração não terá efeito junto a Deus, não promoverá transformações nos homens e será destituída de galardão nos céus. Quando alguém faz sua oração de modo a ser notado, para que os outros saibam este já recebeu seu galardão. Devemos orar a Deus e para Deus, isto é, devemos evitar qualquer tipo de publicidade de um momento que é nosso com Deus. Assim, devemos entrar no nosso aposento e ali derramarmos nossas súplicas diante do Senhor.
Os alunos devem ser instruídos não só quanto à prática da oração, mas também a sua motivação correta. Explique para os alunos que devemos orar para Deus ver e receber como se fôssemos ofertas vivas e aprovadas no altar divino. Comente com os alunos que, caso contrário, todo o nosso exercício espiritual será vão, por não ser feito à maneira de Deus.

2.2. Orar a Deus sem vãs repetições
A oração deve ser uma expressão clara da alma para com Deus. Os pagãos presumiam que pelo repetirem muito suas preces e tagarelarem com palavras inúteis convenceriam a divindade de que seriam ouvidos. Jesus estava familiarizado com esse tipo de prática de muitos galileus pagãos e que os judeus dali passaram a imitar. E eram essas rezas repetitivas e sem entendimento que Ele censurou. Por outro lado, algo deve ficar bem claro: nada impede que se ore e se repita um mesmo assunto. Lembremo-nos que o próprio Senhor Jesus lançou mão disso (Mt 26.44; Lc 6.12).
Mostre para os alunos que as vãs repetições são coisas daquele tempo e do nosso também. Explique para os alunos que são murmúrios incompreensíveis e rezas que tentam convencer a Deus do que se quer pelo cansaço. Saliente para os alunos que é claro que aqui também está se falando da intencionalidade gentílica em alcançar suas vaidades, seus mais variados desejos e cobiças através de preces assim.

2.3. Como orar eficazmente
A oração do “Pai nosso” é esboço do conteúdo daquilo que devemos orar. Vejamos então como é orar de modo eficaz. “Pai nosso que estás nos céus” fala de comunhão nossa com o Pai Celestial. “Santificado seja o teu nome” mostra que devemos chegar à presença de Deus com adoração. “Venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” orienta a pedir  a vontade de Deus para a nossa vida, família, igreja e nação. “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” é uma petição pela alimentação. “Perdoa-nos as nossas dívidas assim...” fala que devemos pedir perdão a Deus, assim como perdoamos os nossos semelhantes. “E não nos induzas à tentação, mas livra-nos...” é um pedido de proteção a Deus. “Porque teu é o reino, e o poder, e a glória” é o término com adoração.
            Explique para os alunos que a oração do Pai nosso não se trata de uma reza que deva ser repetida certo número de vezes. Porém ela foi dada pelo Senhor Jesus Cristo como um roteiro que se ajusta perfeitamente à adoração e petições de cada um. Apresente para os alunos uma tabela, numa cartolina ou folha de papel, para todos verem o esboço acima da oração eficaz, tornando assim de mais fácil compreensão. Mostre para os alunos de um lado a oração dominical e do outro os assuntos relacionados a cada expressão como está acima. Por exemplo: o pão nosso de cada dia – petição pela alimentação.
3. A respeito do perdão e do jejum
Ainda ligado à oração, temos duas práticas imprescindíveis: o perdão e o jejum. O perdão e o jejum como exercícios espirituais, quando praticados com discernimento, ajudam o crente a alcançar grandes experiências na vida cristã.

3.1. A importância do perdão na oração
O pecado separa o homem de Deus. Mesmo que este homem seja servo de Deus, ele precisará do perdão do seu próximo. Porém é necessário que este homem se arrependa e peça perdão a Deus para estar com Ele reconciliado. Como servos de Cristo só alcançaremos o perdão divino caso perdoemos do íntimo o nosso ofensor (Mt 18.35). Não temos permissão para caminhar magoados com o nosso próximo. Mesmo que ele não peça a nós perdão, nós devemos perdoá-lo.
            Frise para os alunos a importância de liberar perdão para que eles sejam perdoados. Reforce para os alunos que, ainda que a ofensa seja considerada dolorosa, o ofendido deve oferecer o perdão, assim como Jesus Cristo fez na cruz do Calvário aos Seus algozes. Comente com os alunos que não devemos esperar receber o perdão quando oramos, se o fizermos com malícia ou rancor no coração, para com os outros. Orar com tal atitude mental é mero formalismo e hipocrisia. É ainda pior do que a hipocrisia. É como dizer: “Não me perdoe”. Reforce para os alunos que nossa oração nada vale sem amor. Não devemos esperar ser perdoados, se nós não conseguimos perdoar.

3.2. O que evitar no jejum
Evitar a aparência de que jejua. O jejum deve ser um exercício espiritual direcionado a Deus, mas secreto em relação aos homens. Logo, deixar de lavar o rosto, deixar o cabelo desalinhado e mostrar o semblante abatido e triste é algo próprio dos hipócritas. Ou seja, daqueles que se apresentam com máscaras, mostrando uma coisa que de verdade não são. Aqueles atores buscam as palmas, o serem vistos pelos homens com justiça, mas o jejum, bem como os outros exercícios espirituais, não deve ser assim.
            Mostre para os alunos que o que se vê é a repetição intencional do Senhor Jesus Cristo no tocante aos exercícios espirituais. A Ele não agrada “o ser visto pelos homens”. Por isso, Jesus insiste para que “não sejais como os hipócritas” três vezes: sobre o dever de dar esmolas (Mt 6.2), sobre a oração (Mt 6.5), e, por fim, sobre o jejum (Mt 6.16). Comente com os alunos que esta ênfase não é acidental, mas trata-se de um apelo e mandamento para que tal exercício espiritual seja aceito por Deus.

3.3. O jejum eficaz
A maneira correta de se jejuar trará ao servo de Jesus Cristo uma recompensa. Todavia, para que isso suceda, precisamos entender que o jejum é uma arma secreta, que, se usada ocasionalmente, assim como o esmolar, deve ser um ato alegre. Uma vez definido o alvo do jejum, que pode ser mostrar a Deus tristeza pelo pecado, ou preparo para maiores desafios espirituais, etc., devemos fugir de todo orgulho espiritual. A maneira de se jejuar ensinada pelo Senhor Jesus é procedermos como se fôssemos a uma festa, ou seja, “unge a tua cabeça e lava o teu rosto”. Parafraseando o que foi dito: “Tome um bom banho e passe um bom perfume, como se você fosse a uma festa”.
Informe aos alunos que o jejum é uma prática frequentemente mencionada na Bíblia e geralmente vinculada à oração. Davi jejuou quando seu filho recém-nascido adoeceu gravemente (2Sm 12.16). Daniel jejuava quando buscava uma orientação especial da parte de Deus (Dn 10.3). A igreja estava jejuando quando enviou Paulo e Barnabé para o campo missionário (At 13.2-3). Ensine para os alunos que todos os exercícios espirituais só terão, de fato, algum valor para Deus quando forem exercitados à maneira de Jesus Cristo. Merece ser especialmente ressaltado para os alunos que Ele é o nosso padrão excelente e o único capaz de, pelo Seu ensino e exemplo, nos levar a patamares de satisfação espiritual nunca dantes experimentados.

Conclusão
Vimos ao longo desta lição que o Senhor Jesus Cristo nos ensina usando contrastes. Ele mostra a forma errada e a certa de realizarmos as práticas devocionais. Sendo assim, somos desafiados a viver um cristianismo disciplinado, porém jubiloso.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 3º Trimestre de 2016, ano 26 nº 100 – Jovens e Adultos – Edição Histórica - Professor – Mateus: Uma visão panorâmica do Evangelho do Rei.

Um comentário:

  1. O verdadeiro cristão devocional é aquele que prioriza de sobremaneira um viver extremamente condizente ao titulo, (Cristão), que somos apresentados por Ele (Jesus). Nele aprendemos a ser, e à viver como verdadeiros cidadãos do céu, porque na vida do tal será mudado radicalmente, se assim o tal permitir, eu ouvi um pregador falar uma coisa, dizendo: Que é impossível aquele que aceita Jesus de todo coração, alma, entendimento, e forças, ser a mesma pessoa depois disso,ou seja, será e terá as características do Mestre Jesus Cristo, o carpinteiro de Nazaré, vai passar agir conforme o que Ele(JESUS) apresentou, digo em resumo baseado em um hino, que é cantado desta maneira;
    Senhor Faça-me um instrumento de Vossa paz.
    Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. E onde houver trevas, que eu leve a luz. Onde há dúvida, que eu leve a fé.
    Ó mestre, que eu não busque tanto Ser consolado, mas consolar. Ser compreendido, mas compreender. Ser amado, mas amar. Porque é dando que se recebe. É esquecendo que se encontra. E é perdoando que se encontra o perdão. E é morrendo que se ressuscita para a Vida Eterna.

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