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Lição 13 - Enfrentando o falso culto

LIÇÃO 13 – 25 de Dezembro de 2016 – Editora BETEL

Enfrentando o falso culto

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Pastor José Elias Croce

“Então, invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do SENHOR; e há de ser que o deus que responder por fogo, esse será Deus. E todo o povo respondeu, e disse: É boa esta palavra.” 1Rs 18.24

VERDADE APLICADA
Só podemos combater com eficácia o falso culto através da Palavra de Deus, nossa regra de fé e prática.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Conscientizar sobre a realidade do falso culto;
Encorajar o confronto, a partir dos princípios bíblicos, quanto ao falso culto;
Destacar as características de um culto verdadeiro.

GLOSSÁRIO
Catarse: Purificação;
Coxear: Vacilar;
Tibieza: Fraqueza, frouxidão; falta de ardor.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
1Rs 18.20  Então, enviou Acabe os mensageiros a todos os filhos de Israel e ajuntou os profetas no monte Carmelo.
1Rs 18.21  Então, Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada.
1Rs 18.22  Então, disse Elias ao povo. Só eu fiquei por profeta do SENHOR, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens.
1Rs 18.30  Então, Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele. E reparou o altar do SENHOR, que estava quebrado.

HINOS SUGERIDOS
122, 155 e 336.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Louve a Deus pela ação do Espírito Santo, que não pode ser barrado por grades nem algemas.

Introdução
Enfrentar o falso culto não é uma tarefa agradável, e, não raro a antipatia é o menor preço da verdadeira profecia. Foi assim com Elias, que teve um difícil trabalho, sob a ameaça de Jezabel, a defensora do falso culto.

O vazio do falso culto
Não é à toa que o comentarista cita, nesta lição, a última da revista, o capítulo 18 de 1 Reis, que narra a grande batalha do profeta Elias para restaurar a fé verdadeira ao povo de Israel.
Para contextualizar: Acabe é conhecido como o mais perverso rei de Israel. Como muitos hoje, Acabe lutou com uma natureza indecisa. Muito facilmente era induzido pela sua esposa, a infame Jezabel. O seu casamento com essa princesa fenícia foi importante politicamente e demonstrou a crescente proeminência da terceira dinastia de Israel. Mas, assim como no caso das esposas estrangeiras de Salomão, a união de Acabe com uma pagã produziu resultados trágicos.
O erro de Acabe foi muito maior do que combinar a adoração do verdadeiro Deus com a dos falsos deuses dos cananeus. Ele rejeitou o Altíssimo descaradamente, servindo e adorando a Baal. Acabe inclusive ergueu um altar a Baal, um templo para ele e ordenou que esculpissem uma imagem de madeira dele. Ao rejeitar o verdadeiro Deus, Acabe também rejeitou a Lei de Deus como guia para sua vida.
Elias, ao confrontar Acabe e Jezabel, estava confrontando todo o falso culto, toda a falsa e profana adoração que o povo de Israel era inclinado a praticar. Baal era um deus pagão de tempestades e de fertilidade, adorado por todo o antigo Oriente Médio por causa de sua associação a poderosas forças. O seu nome literalmente significa proprietário, mestre ou marido.
Na literatura de Canaã, Baal é frequentemente associado à deusa da fertilidade Asera, cujos ídolos são mencionados inúmeras vezes no Antigo Testamento (2Rs 21.7). A adoração a divindades pagãs envolviam automutilação, prostituição e sacrifício de crianças. Apesar dessas práticas abomináveis, os próprios israelitas adoraram a Baal – o que resultou na repreensão, por meio do pesar da mão de Deus e do castigo (Jz 2.11; Jr 19.4-6).
Em 1 Reis capítulo 18, dos versículos 19 a 40, O Altíssimo Deus, através da prova proposta por seu profeta Elias, demonstra a todo povo de Israel que é o Único, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, O Grande Eu Sou.
De nada adiantaram os gritos, clamores, danças e automutilações dos profetas de Baal, Deus respondeu ao clamor de Elias, desafiando a leis naturais, incendiando um altar molhado e consumindo todo o holocausto.
É dura a peleja, mas deliciosa a vitória quando temos o Deus Todo Poderoso a nosso lado. Não sem razão, existe uma correlatividade interessante entre os tempos de Elias e os tempos modernos.
Estamos presenciando um tempo de inconstâncias, de indecisões, de muitas meias verdades, onde o próprio povo separado por Deus titubeia ao não diferenciar entre o verdadeiro e o falso culto.
Testemunhamos boquiabertos a todo o tipo de aberrações feitas em nome de um culto hipoteticamente dirigido a Deus. Inovações sem respaldo bíblico são adicionadas ao culto, com o único intuito de atrair mais pessoas e tentar sacralizar o que é profano.
Quando Elias, no versículo 30, chama ao povo de Israel, o que ele pretende sob a orientação do Senhor Deus, é reconstruir o antigo altar, restaurar a verdadeira adoração a Deus, sem subterfúgios ou acessórios desnecessários. É voltar ao simples e necessário para louvar e adorar ao Deus Todo-Poderoso.
Vemos, todos os dias, inúmeras denominações evangélicas desobedecendo ao rito perfeito descrito por Paulo em suas epístolas aos Romanos e aos Efésios. Em detrimento da santidade ao Senhor, preferem um espetáculo vazio de conteúdo e cheio de fogo estranho.
Basta tão somente determinação, clara definição de nosso credo e o apoio irrestrito e necessário da Palavra de Deus para que possamos adorá-lo dentro de um culto racional (Rm 12.1), que suba como oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave (Ef 5.2).
Vigiemos para que tais práticas não adentrem mais na Igreja do Senhor, para que possamos ser achados santos e irrepreensíveis quando da vinda de Cristo Jesus (Ef 1.4).
Um bom e proveitoso estudo e uma semana de bênçãos, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1. Como enfrentar o falso culto?
Sob a orientação de Deus, Elias resolveu chamar os profetas de Baal para um desafio (1Rs 18.19). Era o momento de o povo de Deus decidir: ou servia ao Deus verdadeiro de modo verdadeiro ou a Baal no seu falso culto (1Rs 18.21).

1.1.        Enfrentar o falso culto com convicção
Para enfrenta-lo, devemos, na graça de Deus, ter muita convicção. O profeta Elias chama o povo a uma convicção: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o.” (1Rs 18.21). Nesta pergunta, vemos a fé vivida por Elias. Antes de ver o fogo cair do céu e a grande vitória, Elias crê, e está convicto, de quem é o verdadeiro Deus, pois o povo parece não saber e demonstra dúvida. A ignorância leva à tibieza. Quando o povo fica na teologia do “acho”, não há firmeza, e uma grande maioria fica em cima do muro. Até quando coxear entre dois pensamentos? É preciso convicção e mais profundidade bíblica, mais amor pela verdade e paixão pela Palavra de Deus.
A situação social da época do profeta Elias era de muita insegurança (1Rs 18.5). Conspirações mudavam os governos com frequências inesperadas. Na área social, muita corrupção e injustiça. No aspecto moral, uma época de acentuada vaidade, em que o culto ao corpo, evidenciado na própria maquilagem de Jezabel, tornou-se popular. Na teologia e na liturgia aconteciam mudanças bruscas, sob a poderosa influência dos cultos vizinhos, principalmente o assírio. O culto a Baal era um culto muito sensual, agradável à vista e às emoções, era um culto de expressão afrodisíaca. Gritos, danças sensuais e ritmos marcavam o tom do culto. Deus levantou o profeta Elias. Ele não era um homem polido. Sua vestimenta, alimentação e temperamento já mostravam alguém rude e impetuoso. A doutrina dos adoradores de Baal e seu culto se misturavam  com o culto verdadeiro e Elias rompeu com isso!

1.2. Enfrentar o falso culto com definições claras
A indefinição é característica do falso culto. Vivemos num mundo de indefinições. Ser definido hoje é ser dogmático, e ser dogmático é algo, às vezes, detestável. As filosofias, a comunicação, a experiência, a procura da paz e boa convivência têm marcado o nosso tempo com indefinições na área moral, eliminando a censura e, na honestidade, com tibieza. Em tudo se procura “fazer média”, mantendo as aparências e identificando-se com os pontos comuns (Ap 3.15). Elias chama o povo a uma definição: “Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o.” (1Rs 18.21). Por que ficar no meio termo? Tentar servir a Deus e ao mundo? Precisamos de definições. A Igreja não pode enamorar-se do mundo. É hora de definição moral, teológica e litúrgica. É hora de abandonarmos a teologia relativista. É hora de definição.
Deus condenou o povo de Israel pela boca do profeta Isaías (Is 29.13). O que estava nos lábios era correto, mas as motivações do coração eram erradas.

1.3. Enfrentar o falso culto com a Palavra de Deus
“E há de ser que o deus que responder com fogo, esse será Deus.” (1Rs 18.24). Somente através da confiança e grande experiência com Deus poder-se-ia propor tal desafio. Para enfrentar o falso culto, precisamos estar calçados com a verdade e com a fé acima de tudo (Ef 2.8). O profeta Elias tinha conhecimento experimental de Deus e isso o colocava em grande vantagem perante os falsos profetas. Hoje, temos a Palavra escrita que é o filtro para esses falsos cultos (2Tm 3.16). A Palavra de Deus nos liberta do mal e nos revela a clareza doutrinária (Sl 119.105). O nosso manual de fé e prática é a Palavra de Deus. Quando nós obedecemos à verdade que está contida na Palavra de Deus, podemos estar certos da nossa salvação (Sl 1.3).
As expressões hipócritas não passam de atos mecânicos. São invenções humanas que não se importam com a vontade de Deus. O formalismo, associado à corrupção doutrinária, produz um tremendo desvio do Senhor e um afastamento do verdadeiro culto que devemos a Deus.

2. Características do falso culto
Jesus denunciou o culto hipócrita, causado pelo apego à mera formalidade, aos ritos, sem correspondência interior. Por fora tudo estava correto, mas interiormente essas ações litúrgicas não eram expressões de um coração agradecido. Era por essa razão que aquele culto se tornava um coisa abominável ao Senhor.

2.1. O culto falso é seguido pela maioria
Quando examinamos o falso culto, aprendemos que ele é sempre seguido pela maioria. Elias reclama que ele está só e que os profetas de Baal são 450! (1Rs 18.22). Precisamos lembrar-nos dessa verdade solene: a maioria se perderá. Foi assim na época de Noé e de Sodoma. O povo de Deus foi dizimado e permaneceu o “toco”, a “santa semente”, salvou-se o “renovo”. Não é diferente hoje. Muitos são chamados e poucos os escolhidos. Na época dos profetas, a multidão ia ao templo, mas o seu coração estava longe do Senhor.
Nos tempos hodiernos, muitas igrejas crescem em número e “poder”, mas, perdem na santidade, no caráter e na fidelidade; e isto é um fato histórico. Todas as vezes que a igreja cresceu em quantidade, diminuiu em qualidade. Jesus disse que o caminho largo é seguido pela vasta maioria. Estamos adequando nossa fé, nossa religião aos reclames do mundo. Cristãos mundanizados enchem a Igreja hoje e avançamos mais para a imitação do mundo. A nossa diferença com os ímpios desaparece. Pensamos como eles, falamos como eles e nos divertimos como eles. Vivemos de igual modo. Parece que nos enchemos de toda vaidade, quando nos acham parecidos com o mundo. Isso não é normal!

2.2. O culto falso tem um fogo falso
O culto falso é um culto em que falsos fogos são admitidos. Elias estabeleceu que o fogo deveria vir do céu (1Rs 18.23). Deus não aceita fogo estranho em seu culto. Os dois filhos de Arão morreram por causa disto: trouxeram fogo estranho ao culto do Senhor. Há muita coisa estranha hoje no culto a Deus. Muitos por falta de conhecimento das Escrituras têm admitido no culto o fogo do “entusiasmo”, fabricado por “animadores” e acrescentam novidades no culto, tornando-o um “show”. Será que Deus está se agradando de tudo isso?
Onde estão aqueles cultos simples, sem muitos aparatos, mas que superavam em tudo os mais sofisticados cultos de hoje? Não necessariamente a falta de logística, mas onde está aquela unção que, até nos ensaios, Jesus batizava com o Espírito Santo e vidas eram transformadas?

2.3. O culto falso tem um movimento estranho
Os profetas de Baal desenharam uma extraordinária coreografia. Elas dançavam. As religiões primitivas procuraram servir aos seus deuses com danças (1Rs 18.26). O culto é chamado por Paulo de culto racional (Rm 12.1,2). No Novo Testamento, o culto é pela fé, pois o justo vive pela fé. Os profetas de Baal gritavam, manquejavam e se cortavam (1Rs 18.26-28). Era um culto longo (1Rs 18.29). Muitos movimentos, muitas palavras, muitas repetições. Nosso Deus é de ordem, paz e harmonia.
O falso culto é sempre voltado para impressionar. Quanto mais pompa, menos poder. A busca desenfreada de emoções pode ser uma compensação psicológica de vazio espiritual. Não foi assim na época de Malaquias? Enganoso é o coração! Quanto cuidado devemos ter! Resumindo, enfrentar o culto falso é um dever que exigirá de nós profunda convicção, fé inamovível, fé que se põe contra todas as heresias; exigirá uma definição, uma atitude de maturidade que não se encontra com a maioria; exige um apego à verdadeira espiritualidade contra os pseudos “fogos” das armadilhas psicológicas, que não se deixa impressionar pela manifestação que visa enganar os incautos. Que Deus nos encha de sabedoria para termos vitória nesta luta (At 8.9-11).

3. Características do culto restaurado
O culto falso é mera catarse psicológica, mera movimentação física. Resulta no vazio (Ef 2.11,12). O divórcio entre a adoração e a vida prática é inevitável. É um culto templário apenas (At 17.16). É um teatro, um “show”, mas sem nenhum vínculo de vida prática.

3.1. Restaurando o antigo altar
Elias restaurou o antigo altar de seus pais (1Rs 18.30). O mesmo altar em que adoravam seus antepassados. Há os que pensam que “novidade” é a marca do verdadeiro culto. Pensam que algo para ser bom tem que ser novo. Criam preconceitos contra o antigo (Jó 12.12). Esquecem as solenes palavras do sábio de que “nada há de novo debaixo do céu” (Ec 1.9). As heresias vão e voltam apenas com uma nova roupa. Os pecados dos homens continuam os mesmos (Rm 3.23). O homem não inventou nova forma de pecar, pratica os mesmos pecados condenados por Moisés. Não conseguiu outro escape, senão o arrependimento e fé em Jesus (Ef 2.8). Devemos permanecer na “doutrina dos apóstolos” (At 2.42). Nosso altar está delineado na Palavra (Jo 4.23).
Na vida prática, o falso adorador é mundano. Ele vive mentindo, fazendo falcatruas, traindo, escandalizando e sem ética cristã alguma (At 13.6-12).

3.2. Um culto de acordo com a Palavra
Elias mostra precisão. Ele usa pedras e não outro material (1Rs 18.31). Não quis fazer uso de sua criatividade. Obedece. Doze pedras conforme a Palavra. Poderia ter feito um altar mais vistoso! Com mais luzes! Também obedece ao horário (1Rs 18.36). Deus havia determinado a hora do sacrifício. Elias obedeceu e invoca o nome do Senhor. O que temos de gente criativa hoje, inventando novas formas cultuais (2Sm 6.3-7). Nosso culto deve ser de acordo com a Palavra (1Co 14.26).
Enfrentar o falso culto é tarefa para quem tem olhos para ver. Não podem enxergar os que estão com suas vistas obscurecidas pela ignorância (2Co 4.4). Por isso é necessário ter convicção. A convicção tem um resultado imediato que chamamos definição. Os que adoram a Deus não podem viver titubeando. Não vão seguir a maioria. No culto verdadeiro, fogo falso não tem lugar. Não se confunde entusiasmo, nem se provocam emoções para alegrar ambientes. Na adoração verdadeira, o profeta Elias ensina que o altar antigo em sua verdade revelada, não deve ser substituído, mas restaurado, isto é, voltar à Palavra! Esse é o caminho.

3.3. Nosso culto deve ser dirigido a Deus
Elias se dirigiu ao Deus da Aliança, Deus de seus pais. Nosso Deus tem uma história com Seu povo. Ele é um Deus que se revelou nos caminhos de Sua Palavra, na expressão de nossa história. Ele é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (1Rs 18.36). Nosso culto é voltado para o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus trino de nosso credo. O Deus que nunca abandonou Seu povo, mas que tem pelos milênios se mostrado Salvador (Mt 4.10).
O individualismo moderno criou deuses diversos: deus do pastor beltrano e deus do missionário sicrano. E cada deus tem seu cultinho ou o “show” que merece, de acordo com o meio econômico, eletrônico e criativo. O culto de Elias se dirigiu ao Deus Soberano. Para Elias, o Senhor é Deus. Isto concluiu também o povo, após a adoração, com o milagre do fogo, que caiu do céu e queimou o sacrifício (1Rs 18.39). Nosso Deus é um Deus Soberano. Ele opera maravilhas segundo Sua vontade. Elias cria neste Deus. Ele encheu o altar com águas (1Rs 18.34). Deus iria mostrar Seu poder contrariando as leis naturais, a fim de que aquele povo cego visse. Para Elias, Deus era o Senhor absoluto do coração do povo (1Rs 18.37). É Deus que convence, salva, escolhe e chama. É Deus quem faz o coração do homem voltar-se para Ele. Aqui está a cerne da doutrina verdadeira da salvação. A salvação depende exclusivamente do Senhor. Ele manifesta Seu poder, é soberano e dirige com determinação os destinos do mundo. O ministério do profeta Elias atesta a universalidade da soberania divina

Conclusão
O culto deve ser como a Palavra de Deus estabelece! Devemos adorar o Deus do nosso credo! O Deus de Abraão, Isaque e Jacó! O Deus Soberano e Amoroso, que, em Cristo e por Cristo, nos abriu o caminho até Ele na verdadeira adoração espiritual. Que o Eterno seja sempre glorificado!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 4º Trimestre de 2016, ano 26 nº 101 – Jovens e Adultos – Edição Histórica - Professor – Adoração & Louvor – A excelência e o propósito de uma vida inteiramente dedicada a Deus.

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