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Lição 08 - Josué lidera uma geração conquistadora e cheia de fé

Lição 08 – 19 de Fevereiro de 2017 – Editora BETEL

Josué lidera uma geração conquistadora e cheia de fé

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Pastor Manoel Luiz Prates

“Pela fé, caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias.” Hb 11.30

VERDADE APLICADA
Viver pela fé, além de desfrutar do sobrenatural, é adquirir respeito e honra diante daqueles que nos assistem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Estudaremos acerca da transição da nova geração e de como o Senhor era com eles;
Veremos como Josué liderou o cerco e como foi obediente à estratégia divina;
Aprenderemos acerca da veracidade da Palavra e os efeitos advindos do milagre.

GLOSSÁRIO
Anátema: Admoestação ou repreensão enfática; condenação;
Insano: Que ou aquele que se comporta como louco; insensato;
Intransponível: Que não se pode transpor, ultrapassar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Js 6.10  Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca, até o dia em que eu vos diga: Gritai. Então gritareis.
Js 6.16  E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade!
Js 6.20  Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade.

HINOS SUGERIDOS
126, 186 e 459.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que os jovens não desistam nem desanimem na fé.

Introdução
          A geração liderada por Josué era guerreira, conquistadora e cheia de fé. A tomada de Jericó apresenta aquele momento em que nossas vidas alcançam o nível exigido por Deus para as grandes realizações

Conquistando com fé
Jericó era o portão para Canaã a partir do leste, sendo uma forte e poderosa cidade próxima à travessia do Jordão. O colapso de Jericó, por uma miraculosa intervenção de Deus, consistiu no dramático primeiro passo na tomada da Terra Prometida.
Uma parte crucial da conquista de Jericó deu-se quando os israelitas foram instruídos a destruir tudo o que havia na cidade, exceto Raabe e sua família. Entretanto, um homem, Acã, foi desobediente e, por causa disso, toda a nação sofreu a derrota no próximo encontro em Ai.
Jericó media aproximadamente cerca de três hectares (trinta mil metros quadrados). A expressão homens de guerra (Js 6.3) é, essencialmente, um sinônimo de valentes e valorosos. Ela é usada várias vezes no Pentateuco para aludir aos homens adultos que saíram do Egito, mas não foram autorizados a entrar na Terra da Promessa (Nm 31.28,49; Dt 2.14,16). Agora, uma nova geração de guerreiros, pronta para lutar as batalhas do Senhor, foi designada por tal termo.
O número sete figura de forma proeminente em Josué 6.4: sete sacerdotes, sete buzinas, sete dias e sete cercos ao longo da cidade. Sete é um numeral importante nas Escrituras, começando com os sete dias da criação. É um número que indica completude. Sua utilização neste trecho ajuda a demonstrar que a conquista de Jericó fez parte de um maior exercício espiritual que santificou o povo e a terra para Deus. Outro lembrete do significado espiritual do acontecimento é a presença da arca com o povo (vide Js 3).
Com a grande explosão as trombetas e o forte grito do povo, Deus miraculosamente entregou Jericó nas mãos dos israelitas: o muro caiu abaixo (desmoronou). A passagem da tomada de Jericó nos versículos 8 a 20 do livro de Josué está relacionada a um estilo que constrói vagarosamente o clímax. Este primeiro grande obstáculo à posse da terra por Israel caiu apenas com o grito das pessoas. O fato de que foi completamente destruído em apenas um momento ilustra a total superioridade, sem necessidade de esforço, de Deus sobre os oponentes de Seu povo.
É importante ressaltar que, a cada volta que o povo dava sobre a cidade de Jericó, mais se conscientizava da enormidade inexpugnável de seus muros. Imaginemos que Israel tivesse sido obrigado a destruir essas muralhas com as suas próprias armas! Sabemos que a muralha principal da cidade media 4 metros de largura e que havia também um muro secundário de 2 metros. É evidente que, na primeira batalha, Deus executou o trabalho todo, demonstrando ao Seu povo que a vitória vem pela fé em Deus e não através do esforço humano.
Por consequência, podemos elencar alguns pontos importantes dessa passagem da conquista da cidade de Jericó:
Primeiro – O povo foi instado a se santificar antes dessa primeira batalha, rumo à conquista da Terra Prometida. Quando um novo projeto, uma nova dificuldade, um determinado problema se apresenta em nossas vidas, como cristãos que somos, devemos, antes de tudo, santificar-nos para assim, dentro do centro da vontade do Senhor, prosseguir rumo à vitória.
Segundo – Os israelitas foram orientados a cumprir a vontade do Senhor dos Exércitos, andando em círculos em volta dos muros de Jericó, tal como andaram por quarenta anos no deserto. A diferença estava no fato de que deveriam estar calados, sem murmurar. A murmuração do povo de Israel foi motivo da ira de Deus por várias vezes, e finalmente, o motivo de terem adiado por tanto tempo a posse da bênção que o Senhor lhes havia prometido. Com murmuração, reclamando da vida, da situação, do problema, não alcançamos a graça de Deus para nos ajudar na resolução de nossos desafios. Deus precisa de que estejamos em sintonia com Ele. Sintonia significa silêncio exterior e interior para ouvir a voz do Altíssimo.
Terceiro – Rodeando as muralhas de Jericó por sete vezes, em silêncio, com atitude reverente (obedecendo ao Senhor), o povo teve oportunidade de sopesar o tamanho exato do desafio que estava à sua frente. Imaginemos que, a cada volta, os filhos de Israel se conscientizavam dos detalhes das muralhas, de cada pedra que compunha sua estrutura, de sua altura, da possível espessura, dos materiais que foram usados em sua construção, e, finalmente da cidade que estava por detrás desses muros aparentemente intransponíveis. Nada melhor do que conhecer profundamente os obstáculos que nos impedem de avançar em nossa vida cristã. Somente assim, e, sabendo que só Deus pode nos ajudar a transpor cada uma de nossas muralhas espirituais, podemos colaborar para a estratégia perfeita, que nos levará, com o Senhor à frente, para a vitória.
Quarto – Para o povo de Israel era impossível a transposição ou a derrubada das muralhas de Jericó. Isto é, humanamente falando não havia como um exército ainda mal aparelhado vencer esse obstáculo. Mas, para Deus nada é impossível. Todos nós, cristãos, sabemos disso, mas não temos a fé suficiente para crer, quando o Pai Eterno nos põe à prova. Que tipo de cristãos somos nós que não confiamos na força inigualável da destra do Poderoso?
Quinto – A vitória do povo de Israel em Jericó foi grande, porém, não completa. Acã pensou ser fácil esconder um só ato de desobediência das ordens divinas. A experiência sofrida pelos israelitas em Ai é uma prova de que de Deus nada se esconde, nem mesmo o menor dos pecados humanos. Existem hoje em dia crentes como Acã, que têm grande fé nos momentos de maior tribulação e em face dos maiores problemas, entretanto são facilmente derrotados por causa dos pequenos pecados, ainda não confessados e abandonados.
Concluindo: santificação; reverência; obediência; observação; confiança; integridade espiritual e finalmente fé. São esses os termos de Deus para que nos tornemos dignos de suas bênçãos e, principalmente de sua atenção. Só assim entraremos em sintonia com a Sua perfeita vontade.
Até a próxima semana. Fiquem na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1.         Uma geração orientada pelo Senhor
Ainda hoje, arqueólogos e cientistas tentam, sem sucesso, desvendar o mistério da queda dos muros de Jericó. Porém, a Bíblia responde: “Pela fé” (Hb 11.30).

1.1.        Influenciados pela fé
Após atravessar milagrosamente o Jordão, Josué tem uma nova missão: conquistar a fortificada Jericó, uma cidade de importante comércio. Jericó era humanamente instransponível. Seus habitantes tinham a sensação de segurança; ninguém poderia conquistá-la. Mas algumas coisas fizeram a diferença para que Israel a conquistasse. Josué tinha uma promessa, acreditava nela e conduzia sua geração a crer (1Tm 1.19; Tg 2.22).
A fé nos possibilita a conquistar o inimaginável (Mc 9.23). A fé transcende a razão humana. Ela não trabalha com a lógica. Para os moradores de Jericó, aquela multidão era apenas mais um exército que fatalmente seria vencido. Tão importante quanto saber da existência de uma promessa em nossas vidas, ou que Deus é conosco, é estar disposto a acreditar e viver o que nos foi dito. Os muros foram abaixo e isso é o que importa. Quando estamos vivendo uma relação íntima com o Senhor, o impossível se torna possível. Essa é a lógica da fé.

1.2.     O general e suas estratégias
Josué se tornou um grande guerreiro e estrategista, e, como todo guerreiro bem-sucedido, ele poderia confiar em suas experiências de guerra. Porém, antes da peleja contra Jericó, ele recebe a visita de um homem que tinha na mão uma espada nua e se apresenta como o príncipe do exército do Senhor. Após certificar-se e saber que o próprio Senhor estava na peleja, ele o reverencia e diz: “Que diz meu Senhor ao seu servo?” (Js 5.14). A estratégia divina era: rodear a cidade, tocar trombetas (sacerdotes) e gritar. Josué abandona suas estratégias humanas e, mesmo parecendo absurdas, não hesita em seguir as ordens divinas. Deus estava na frente de tudo e isso era o suficiente para Josué (Js 1.9).
Existe uma enorme diferença entre a maneira de Deus agir e o modo de agir dos homens. Uma mente militar consideraria loucura atacar uma cidade dessa maneira. Por mais absurdas que pareçam ser as ordens de Deus, não devemos questioná-las, porque Deus sabe o que faz. Devemos ter fé suficiente para fazer o que o Eterno nos diz e esperar, porque o Seu modo de agir sempre alcançará o sucesso desejado. Uma coisa é certa: os caminhos do Eterno Deus sempre são caminhos seguros (Sl 18.30).

1.3.     De glória em glória
A nova geração liderada por Josué passou por uma transição. Eles deixaram de conviver com a provisão de Deus no deserto, saem da posição de receber provisão e passam à conquista da Terra Prometida. Do mesmo modo acontece na vida cristã. Devemos viver as etapas necessárias e conquistar os novos desafios que o Senhor coloca diante de nós (2Co 3.18). O nosso Deus requer de Seu exército obediência, sensibilidade à Sua voz, firmeza e santidade. É por esse motivo que se apresentou com uma espada desembainhada (Js 5.13). Ele ordena que Josué tire os calçados porque ali é terra santa. Mas como uma terra pagã pode ser santa? (Js 5.15). A resposta é simples: onde o Senhor coloca Seus pés e manifesta Sua glória, o lugar torna-se santificado pela presença do Santo Deus.
A atitude do Senhor em ordenar que Josué tirasse o calçado de seus pés em Sua presença simboliza o nosso caminhar diante de Deus. É importante lembrar aqui da passagem em que o Mestre Jesus Cristo lavou os pés de Seus discípulos (Jo 13). Mesmo seguindo a Jesus, nossos pés sujam durante a peregrinação nessa terra. Pés limpos significam santidade e perdão concedidos pelo Senhor. Devemos sempre ir à Sua presença, para que Ele nos limpe e assim prossigamos pelo caminho da Sua Palavra e em santidade. É extremamente necessário entender que a santificação abre a porta para que o Senhor Deus peleje ao nosso lado e nos dê vitórias (Js 3.5).

2.         O preparo sempre vem antes da vitória
Josué teve fé na estratégia que havia recebido do Senhor e seus liderados também não deixaram a desejar quando acataram suas ordens e visão.

2.1.     As sábias orientações de Deus
Eles deveriam rodear a cidade uma vez durante seis dias e sete sacerdotes, levando sete buzinas de carneiro, deveriam seguir adiante da arca, isso durante seis dias. No sétimo dia, a cidade seria rodeada sete vezes e depois os sacerdotes tocariam. Quando a tocassem (somente nesse dia), o povo daria um grande grito, juntamente com o sonido da buzina de carneiro, que faria com que os muros viessem abaixo (Js 6.1-5). O que parecia loucura se tornou realidade e, sem qualquer tipo de explosivo, os muros implodiram (1Co 1.25a; 2.14).
Deus nos impõe viver pela fé (Hb 10.38). O Eterno Deus é sobrenatural e caminhar com Ele é submeter-se às mais incríveis situações. Somente acreditar que Ele existe já transcende o conhecimento humano, por esse motivo, precisamos viver acima da média e isso exige que exercitemos a cada instante a nossa fé.

2.2.     Tempo de andar calado
Caminhar em círculo não era novidade para aquela geração. Só que agora era diferente. Deus disse que lhes daria aquela terra (Js 6.2). O caminho da conquista exigia paciência, disciplina e silêncio. A ordem do Senhor era para rodearem, um ato insano na visão dos habitantes de Jericó. Mas, andar com Deus é assim, é estar disposto a seguir Suas instruções em nome da fé (Hb 11.6). Por que Deus pede silêncio? Às vezes, o segredo de grandes vitórias é não anunciar em público aquilo que Deus nos revela no oculto. Se Sansão atentasse para esse detalhe, jamais teria perdido sua força. Ele só foi derrotado porque falou o que não devia (Jz 16.15-20).
A regra seguida por Josué também serve para todos nós. Existe o tempo em que rodeamos a bênção, mas não podemos tocá-la e, para isso, precisamos ter bastante paciência, porque esse é o tempo de ficar calado. Josué disse que haveria um momento em que deveriam gritar. Existem segredos entre nós e Deus que não podemos revelar, precisamos ser maduros e, quando chegar a hora certa, aí sim, testemunharemos com toda a alegria (Lc 1.20).

2.3.     Tempo de gritar
Josué foi sábio e instruiu seu povo a gritar no tempo certo (Js 6.10). Existe o tempo de rodear, o tempo de calar e o tempo de gritar (Ec 3.7). O estopim da derrota de muitos homens foi falar antes do tempo. Existem estratégias que são pessoais e não podem servir de modelo para outras pessoas. Deus é pessoal e para cada evento Ele atua de maneira diferente. Ele disse que seria com Josué assim como foi com Moisés, mas o milagre do Jordão, por exemplo, foi diferente do milagre do Mar Vermelho. Com Jericó, Deus usou uma estratégia diferente porque desejava testar a paciência e a fé do povo. Josué sabia que chegaria o dia da vitória e incentivou o povo a esperar o momento certo da comemoração. A nossa hora também vai chegar. É só esperar com fé (Rm 8.24-25).
Se observarmos a escala da fé, veremos que ela principia com a tribulação; essa tribulação produz a paciência, a paciência vai produzir a experiência e a experiência produzirá a esperança. Mais à frente, aprenderemos que a esperança não traz confusão, porque se alguém espera, espera o que não vê, e isso é fé (Rm 5.3-5a; 8.24b-25). Aquela ordem, aparentemente absurda, além de produzir um grande milagre, gerou no povo uma fé capaz de alcançar o impossível. Por mais absurda que pareça ser a ordem divina, nunca duvide de seu Deus.

3.         Lições práticas acerca da fé
A ciência e a arqueologia relutam em fornecer uma resposta plausível para a queda das muralhas de Jericó, a Bíblia é muito clara: “Pela fé caíram os muros de Jericó” (Hb 11.30). A fé nos faz ver o invisível, crer no incrível e realizar o impossível.


3.1.     O poder da Palavra
Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía nem entrava (Js 6.1). Mas, dentro dos muros até o próprio inimigo já sabia que a derrota era certa (Js 2.9-11). Quando Deus nos dá uma missão, jamais devemos ter medo de avançar. Quando Deus diz que vai nos dar vitória, devemos crer na Sua Palavra, porque Ele nunca falha naquilo que prometeu. Antes de Josué avançar, o Senhor já havia posto o terror no coração dos inimigos. Ele já havia preparado a vitória. Era somente crer em Sua Palavra e conquistar o que parecia impossível.
A declaração de Raabe deixa bem claro como o Senhor preparou a vitória antecipada de Seu povo. Ele não somente deu ao povo uma estratégia de vitória. Deus foi à frente da batalha e levou pavor e desânimo ao coração do exército inimigo. “E disse aos homens: Bem sei que o Senhor vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós” (Js 2.9). É maravilhoso ver como Deus anunciou ao povo de Israel que já havia dado o inimigo em suas mãos e depois mostrou ao povo que o próprio inimigo já se dava por vencido.

3.2.     A obediência à Palavra
A vitória deveria ser precedida de um ritual em forma de culto e havia um conjunto de obrigações que incluía o número sete, símbolo da perfeição de Deus. Deveriam ser sete sacerdotes, estes deveriam conduzir sete buzinas de chifre de carneiro. Ao sétimo dia, eles rodeariam a cidade sete vezes e, após tocar as buzinas, o grito e a vitória. O que seria mais difícil para aquele povo? Ficar calado e esperar o tempo de gritar ou manter a fé para cumprir esse ritual, acreditando que tudo aquilo tinha um propósito? Eles cumpriram cabalmente as instruções divinas, o muro caiu e eles tomaram a cidade (Js 6.20). O segredo foi a obediência.
Tudo o que Deus falou a Josué, ele comunicou aos sacerdotes e guerreiros. No sétimo dia, Josué proíbe os israelitas de falarem ou gritarem até que ele lhes faça sinal. A despeito de qualquer outro significado que esse silêncio possa ter tido, ele é ilustração de uma excelente disciplina. Temos que ser corajosos e não podemos relaxar. Outro fator imprescindível para a vitória é a santidade. Um povo com brechas sempre será frustrado (Js 7.10-12).

3.3.     Os efeitos de um grande milagre
Com a queda de Jericó, os pequenos reinos vizinhos ficaram muito atemorizados. Israel se tornou uma ameaça que procedia do deserto. A fama de Josué como chefe de exército cada vez mais aumentava, não apenas pelas suas qualificações militares, mas, sobretudo, porque Deus era com ele por onde andava (Js 6.27). O que diferenciava, por exemplo, Jesus dentre todos os homens? Em primeiro lugar, era a confiança que as pessoas tinham em saber que Deus era com Ele e, depois, a veracidade de Sua Palavra, acrescida de milagres (Jo 3.2). Josué avançou e Israel foi temido por essas qualidades. Se a nossa geração deseja alcançar grandes feitos e avançar, deve então trilhar por esse mesmo caminho.
É válido ressaltar a importância dos milagres em nossos dias. Os sinais fazem parte da grande comissão estabelecida por Jesus Cristo (Mc 16.17-20). Quando a operação de milagres é atuante em um determinado ministério, pessoas de todas as partes são atraídas, há um reconhecimento de que Deus está agindo naquele lugar e, através da constante exposição da Palavra de Deus, muitas vidas se rendem aos pés do Senhor Jesus Cristo. Os milagres têm uma finalidade: reconhecer a atuação divina. O objetivo do milagre é, antes de tudo, revelar o amor e a misericórdia de Deus. O milagre revela a ação ininterrupta do Pai.

Conclusão
A geração de Josué não foi vencedora em tudo. A santidade lhes abriu a porta das grandes conquistas. Enquanto seguiam pela fé, tudo dava certo, até que o pecado entrou no arraial. Eles sucumbiram diante de Ai por causa do anátema. Não seria essa a causa de tantos fracassos em nossa geração?

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 1º Trimestre de 2017, ano 27 nº 102 – Jovens e Adultos – Professor – Aprendendo com as gerações passadas – a importância, responsabilidade e o legado de uma geração temente ao Senhor para enfrentar as complexidades e os desafios da pós-modernidade.

Um comentário:

  1. Amados Deus abençoe vocês pelo excelente material didático que nos fornece semanalmente. Não tem ideia o quando tem ajudado e quantas vidas tem salvado, aqui na nossa cidade. Só peço que se pudesSem postar a lição do domingo até a quinta-feira seria maravilhoso, pois abrangeria mais gente ainda, pois nossas congregações por não possuírem espaços para adultos e crianças, ministram a EBD nas quintas feira à Noite. MUITO OBRIGADO. EV. ROBERTO - PORTO NACIONAL - TOCANTINS

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