Pessoas que gostam deste blog

Lição 03 - A postura profética de Jeremias

Lição 03 – 16 abril de 2017 – Editora BETEL

A postura profética de Jeremias

SLIDES VISUALIZAR / BAIXAR

HINOS SUGERIDOS
Hino 147


Hino 225


Hino 306 


VÍDEO 1


VÍDEO 2


VÍDEO 3


VÍDEO 4



TEXTO ÁUREO
Comentarista: Pastor Clementino de Oliveira Barbosa

“E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” Jr 1.12

VERDADE APLICADA
As palavras que Jeremias proferia não eram palavras mal faladas, lançadas ao sabor do sentimento, mas, sim, frutos da revelação direta do Senhor.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Entender a postura profética de Jeremias;
Despertar interesse pela história do ministério de Jeremias;
Motivar a prática da lição dada no dia-a-dia.

GLOSSÁRIO
Arruaça: Desordem, alvoroço, tumulto;
Inesquecível: Que não se pode esquecer;
Florir: Cobrir-se de flores; desabrochar; tornar viçoso; adornar, enfeitar.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                  Terça:                       Quarta:
 Jr 1.1                          Jr 1.7                        Jr 1.8
Quinta:                      Sexta:                      Sábado:
 Jr 1.9                          Jr 1.17                      Jr 1.19

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jr 1.11  Ainda veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que é que vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira.
Jr 1.12  E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.
Jr 1.13  E veio a mim a palavra do SENHOR, segunda vez, dizendo: Que é que vês? E eu disse: Vejo uma panela a ferver, cuja face está para a banda do norte.
Jr 1.14  E disse-me o SENHOR: Do Norte se descobrirá o mal sobre todos os habitantes da terra.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que os pastores permaneçam enraizados na Palavra de Deus.

Introdução
O verdadeiro profeta vive para Deus e procura fazer a Sua vontade, ainda que para isso tenha que sofrer dores e perseguições. Jeremias lutou pelas causas do Senhor sem receio do que os homens pudessem lhe fazer.

O compromisso
Talvez, apresentado de maneira mais vívida do que em qualquer outro livro da Bíblia, Jeremias revele os conflitos internos de um profeta de Deus. Em confissões, tais como as apresentadas em Jeremias 15.10-21; 20.7-18 esse profeta revela de maneira cândida os conflitos em seu íntimo com relação ao seu chamado para o ministério profético. Com certeza, a angústia dele por causa da mensagem de juízo sobre o seu povo e a iminente destruição da terra algumas vezes, o deixaram sobrecarregado (Jr 4.19-22).
Mesmo angustiado, Jeremias cumpriu seu ministério de proclamar o juízo de Deus contra o povo de Judá por causa da idolatria, da infidelidade em relação à aliança e da desobediência constante à vontade de Deus daquelas pessoas.
Há muito tempo reconhecido como um dos grandes profetas do Antigo Testamento, Jeremias serve até os dias atuais como exemplo de alguém que permaneceu fiel à Palavra de Deus apesar de muitas provações.
As orações de Jeremias, suas confissões, lamentos e diálogos revelam a profundidade da compreensão do profeta sobre o caráter de Deus e a natureza do relacionamento do Senhor com Seu povo. Para Jeremias, o Deus de Israel era o Deus incomparável de toda a criação, o Senhor da natureza e da história. Ele reina não apenas sobre Judá e Israel, mas sobre todas as nações (Jr 25.13).
A linha mestra que arrematou todo o conhecimento de Jeremias foi como ele compreendia a Palavra de Deus, a qual permeou a vida do profeta e também seus discursos, uma vez que o próprio Deus prometera pôr Suas palavras na mente e na boca do profeta (Jr 1.9). A partir disso, as palavras de Deus eram como um fogo inextinguível queimando na alma do profeta (Jr 20.9).
Deus confirmou o chamado de Jeremias com duas visões. A primeira envolvia uma amendoeira, que floresce quando as outras árvores ainda estão improdutivas. A amendoeira servia como um aviso da chegada da primavera, como se “velasse” o início da estação. De modo semelhante, Deus vela por Sua Palavra e estava pronto para julgar Israel.
A segunda visão que Deus utilizou para confirmar o chamado de Jeremias dizia respeito a uma “panela a ferver, cuja face está para a banda do norte” (Jr 1.13). A mensagem dessa visão deriva da atividade comum e diária da preparação de uma refeição. Também está fundamentada no fato de que a origem do ataque contra Judá e Jerusalém partiu do norte. Ocasionalmente, a direção era a oposta (por exemplo, Egito, Cuxe, tribos árabes). A oeste estava o grande mar; e, a leste, o grande deserto. O norte era a região de perigo.
O mundo da fronteira norte era ocupado por tribos pouco conhecidas, tais como os Cítios, os Cimérios e Urartu. As forças malignas de Tubal e Meseque, citados em Ezequiel (Ez 27.13; 32.26; 38.2; 38.3; 39.1), eram povos dessa região que, quando não estavam atacando vilarejos e terras produtivas no crescente fértil, serviam como tropas mercenárias. Apenas em Jeremias 20.4, esse profeta identifica que o terror vindo do norte, que partia contra Jerusalém era a Babilônia.
O livro do profeta Jeremias nos traz uma visão extremamente profunda, não só do relacionamento desse profeta com o Senhor, como também, da magnitude dos sentimentos de amor e preocupação que ele sentia por seu povo, o povo de Deus. Jeremias chorou, lamentou, tentou declinar de seu ministério quando chamado pelo Altíssimo. Mas não renegou tão nobre compromisso.
Espelhando como ninguém a dualidade do ser humano, ora inclinado para as coisas de Deus, ora temeroso das ações dos homens, Jeremias cumpriu seu chamado de forma íntegra e integral. Não se furtou do compromisso de arauto da Palavra de Deus.
Compromisso. Esse é o termo que melhor define um profeta. Compromisso com a Palavra, compromisso com a Obra, compromisso com a Verdade, compromisso com Deus.
Que todos nós, cristãos, possamos assumir esse compromisso, de uma maneira definitiva e efetiva, nadando contra a maré do mundanismo, revelando a Palavra do Senhor, combatendo os desvios doutrinários dos falsos profetas da pós modernidade e estabelecendo aqui mesmo, agora mesmo, o Reino de Deus.
Uma semana cheia de bênçãos para os irmãos, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1.         A postura profética de Jeremias
A postura profética de Jeremias nos chama atenção por usa disposição em ouvir a voz do Mestre. Quando Deus chama e separa para Sua obra, Ele capacita aquele a quem chamou. Embora Jeremias não se achasse preparado para tal missão (Jr 1.6), aprendemos que, quando somos separados por Deus, nossa postura tem que ser outra perante o mundo. Deus não nos chama para um trabalho sem que nos capacite e nos ajude na execução dele (Rm 12.2).

1.1.        Próximo passo: amar o próximo
O profeta Jeremias sabia muito bem o que significava amar o próximo. Ele doou sua vida ao seu povo. Toda essa dedicação e entrega fez dele um profeta inesquecível para a nação de Israel. Para Jeremias, Deus é o Senhor. Jeremias atribuía a Deus, a quem servia, as mais altas características (Jr 32.17, 25), e o considerava Senhor não somente de Judá, mas também de todas as demais nações (Jr 5.15; 18.7, 10).
Jeremias amava o seu povo, mais ele amava a Deus muito mais. Por mais doloroso que fosse transmitir uma mensagem pesada ao seu povo, Jeremias foi obediente a Deus acima de tudo.

1.2.     É Deus que capacita o homem
O Senhor chama homens e mulheres para transmitir Sua mensagem. Ele optou por atuar dessa forma devido às nossas limitações. Ele sabia que não estaríamos preparados para ouvir diretamente Sua voz. Todavia, pensamos que Deus só utiliza pessoas importantes em Sua obra, ledo engano, pois Ele usa pessoas comuns, inclusive infiéis (Jr 27.6). Jeremias não era conhecido por ninguém a não ser pelo Rei dos reis, que o convocou para Sua missão. O Eterno Deus quer que realizemos a Sua obra. O apóstolo Paulo nos diz: “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são” (1Co 1.27-28).
Fomos escolhidos pelo Senhor para sermos pregadores, profetas, pastores, etc. Conforme andamos com Deus, e oferecemos o nosso culto racional, a nossa comunhão amplia, a devoção vã dá lugar à adoração apropriada, leal, muito maior do que qualquer prêmio que possamos ter nessa vida. Que possamos sempre estar atentos à voz do Mestre e ouvi-la como Jeremias, que escutou e se colocou à disposição para a Sua missão. A exposição da Palavra de Deus é algo sublime, por isso Ele nos dá um chamado, e quando dizemos: “Eis-me aqui”, o Senhor nos capacita com dons espirituais para podermos cumprir esse chamado, combater o bom combate, terminar a carreira e guardar a fé, como nos ensina o apóstolo Paulo (2Tm 4.7).

1.3.     O próximo escolhido pode ser você
Temos dezenas de exemplos de homens e mulheres que foram escolhidos sem que ninguém acreditasse neles. Cito o exemplo de Davi. Ele jamais esperava ser escolhido como rei de Israel. Na sua casa, ele, aparentemente, era o candidato menos indicado. Quando o profeta Samuel foi a Belém, a mando de Deus, para ungir o novo rei, Davi não estava presente entre seus irmãos, pois se achava no campo, com o rebanho do seu pai, pois era o mais jovem da família, o menos experiente. No entanto, foi precisamente ele o escolhido (1Sm 16.12).
A estratégia do diabo é fazer com que pensemos que Deus não pode nos usar. Lembremo-nos dos seguintes homens que o Senhor usou: Moisés, o mesmo que libertou o povo do Egito, não sabia falar direito (Êx 4.10); João Batista, que anunciava a vinda do Messias, se vestia com pele de camelo e comia gafanhotos (Mt 3.4); Zaqueu era cobrador de impostos a serviço de Roma, mas Jesus o achou (Lc 19.2); Paulo, de perseguidor a perseguido (At 9.23); o próprio Jeremias, que se achava incapaz para tão nobre missão (Jr 1.6). A Bíblia está repleta de pessoas a quem ninguém dava crédito. Mas, o Senhor usou cada um com seu estilo, seu humor, seu jeito e suas características. Com todos esses exemplos devemos ficar atentos, pois o próximo a ser escolhido para uma missão pode ser um de nós.

2.         A visão da amendoeira
“Ainda veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que é que vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” (Jr 1.11-12). A amendoeira é a árvore que mais cedo floresce. Deus está revelando que a mensagem profética anunciada por Jeremias frutificará (se cumprirá), pois Ele mesmo cuida e vigia para que assim seja.

2.1.     A sentinela do povo de Deus
A amendoeira é vista como a “despertadora” no ditado hebraico, visto que entre todas as árvores ela é a que floresce primeiro, estando sempre alerta à oportunidade de florir. As amendoeiras também possuem uma grande capacidade de regeneração, não necessitando de podas. Elas transmitem uma importante lição de restauração e superação. Assim como a amendoeira, que está vigilante a cada oportunidade para florir, o Senhor está em sentinela para, no momento certo, cumprir a Sua Palavra.
A amendoeira já possuía um forte simbolismo na biografia do povo de Deus. Primeiro, a vara de Arão floresceu e brotou amêndoas (Nm 17.8). Segundo, a exortação final de Eclesiastes usa o florescer da amendoeira como exemplo (Ec 12.5). Terceiro, o candelabro era adornado por amendoeiras (Êx 25.33). Jeremias, como filho de sacerdote, era um grande conhecedor da Lei. Essa vara de amendoeira fazia Jeremias se lembrar da vara de Arão, o escolhido por Deus para a liderança sacerdotal no meio do povo de Israel. Deus estava falando a Jeremias que Ele é igual à amendoeira, que fica de sentinela, esperando a primavera. Deus, semelhantemente, vigia para que a Sua Palavra se cumpra.

2.2.     A necessidade de estar vigilante
Na linguagem bíblica, a palavra “vara” simboliza “pessoa”. Jesus disse: “Eu sou a videira; vós, as varas” (Jo 15.5). Portanto, vara de amendoeira simboliza “pessoas vigilantes”. Graças a Deus temos um Deus que nunca dorme. Quando a sentinela está dormindo em seu posto, o povo passa graves ameaças, o inimigo entra desapercebido e faz uma grande arruaça no lugar onde adentrou (Sl 121.4).
Jesus comparou Sua vinda com a maneira em que um ladrão chega para roubar: inesperadamente. Ele registrou o seguinte aviso: “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Mas, sabei isto, que, se o dono da casa tivesse sabido em que vigília viria o ladrão, teria ficado acordado e não teria permitido que a sua casa fosse arrombada” (Mt 24.42-43). A vigilância é essencial na vida do cristão (1Pe 5.8).

2.3.     A necessidade de o povo acordar
O profeta Jeremias, como uma grande sentinela, proclamava ao povo que era preciso acordar! Ele dizia que era preciso abrir os olhos e abandonar o pecado. Ele denunciava o que estava errado e apontava os responsáveis: o rei Joaquim (Jr 22.13, 19), a casa real de Judá (Jr 21.11, 14), os escribas (Jr 8.8-9), os pastores (Jr 10.21), os sacerdotes (Jr 8.10; 23.11) e os profetas (Jr 14.13, 16; 23.9, 40). Ele também indicava todos os crimes (Jr 7.9): idolatria (Jr 7.18; 9.13), exploração (Jr 9.2, 4), não pagar salário (Jr 22.13), desprezo pelos órfãos e viúvas (Jr 7.6; 22.3), mentira (Jr 8.10), assassinato de gente inocente (Jr 22.17), sacrifícios de crianças a falsos deuses (Jr 19.4; 7.31; 22.3), etc.
É preciso falar de Jesus. O inimigo está por perto e também há como derrotá-lo. Jesus é a luz do mundo, que veio para brilhar entre as trevas e, assim, afastá-las, dando visão aos que antes estavam nos escuro.

3.         A visão da panela a ferver

O profeta Jeremias tem uma visão apavorante de uma panela (Jr 1.13). Na visão, a panela estava no fogo e isso significa que o que há no seu interior está quente. A boca virada para o Norte significa o amplo domínio que decorrerá sobre aquela cidade, pois o povo estava entregue à perversão, queimando incenso a deuses estranhos (Jr 7.18).

3.1.     O perigo vem do Norte
A panela a ferver, inclinada para o norte, simbolizava que todas as invasões que Israel sofreria viriam do lado norte. Como já vimos, a nação de Judá estava submergida em muitos pecados comportamentais de mentira (Jr 8.10), assassinatos (Jr 2.34), e exploração (Jr 9.2, 4). O profeta Jeremias avistava a panela, mas observava a Babilônia dominando a cidade de Judá e despejando sua fúria sobre Jerusalém (Jr 1.13-14).
A direção da panela era ao “Norte”, lugar onde Deus haveria de suscitar nações ensandecidas, como uma panela sob o fogo fervendo. O povo não tinha noção do que estava por acontecer: incêndio em Jerusalém, milhares de assassinatos, destruição do templo e o pior exílio, o babilônico.

3.2.     O inimigo se aproxima
Jeremias tinha duas paixões: Deus e o povo. Mais uma vez, o profeta estava alertando que Israel teria problemas com os seus vizinhos. Estes inimigos ao norte eram os babilônios. A Bíblia narra que nos dias de Jeremias, os caldeus, ou babilônios, estavam expandindo seus territórios, conquistando tudo ao seu redor. A história nos diz que os caldeus tinham invadido a capital dos assírios no ano 612 a.C. Nínive havia sido conquistada e estava sob o governo de outro monarca. Sete anos mais tarde, na famosa batalha de Carquemis, os egípcios e os remanescentes assírios foram destruídos pelos babilônios.
Em 605 a.C., Nabucodonosor, ainda como príncipe herdeiro, vence o Faraó Neco II na batalha de Carquemis (Jr 46.2, 6, 10; 2Rs 24.7). Devido à sua posição ardilosa, tanto comercial como militar, o controle de Carquemis era visado pelos reinos desde os tempos antigos. Os assírios asseguraram por algumas décadas toda a região do Crescente Fértil. Ao entrar em disputas internas para ver quem sucederia o trono, teve suas finanças e exército enfraquecidos. Nabucodonosor se aproveitou desta instabilidade para ir à guerra, a famosa batalha de Carquemis, onde o Egito perdeu para a Babilônia.

3.3.     O Senhor é Soberano entre as nações
O Senhor é Soberano nos céus e na terra. Foi Ele que criou o mundo com o Seu poder. O Senhor é aquele que sustenta o mundo e tudo que nele há. O Senhor Deus não é apenas o Deus de Israel, mas de todas as nações. Ele é aquele que soberanamente governa todas as nações. O rei Nabucodonosor foi um instrumento que Deus usou para reprimir e reeducar o Seu povo (Jr 32.28). Todos os reis, pagãos ou não, estão sujeitos à Sua vontade. Deu merece adoração de todos os povos da terra porque Ele é o Senhor do mundo inteiro. Ele governa sobre todos e juga o mundo de acordo com a Sua justiça.
A grandeza do Senhor é retratada com nitidez em toda a Bíblia. A palavra soberania nos faz entender que o Senhor detém todo o poder sem ressalva. Significa que Deus possui o controle absoluto sobre tudo e todos. Ele está acima de todo o universo. Através de Sua Palavra tudo foi criado (Cl 1.16). Aprendemos com esta lição que o Eterno Deus, por Sua soberania e domínio, governa tanto indivíduo quanto nações. Todos são Seus servos.

Conclusão
A Palavra de Deus nos mostra que era preciso haver um arrependimento por parte do povo de Judá. O profeta Jeremias alertava que o perigo de suas ações estava vindo do Norte. Todavia, seus corações estavam endurecidos, pois deixaram de ouvir a Palavra de Deus há muito tempo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 2º Trimestre de 2017, ano 27 nº 103 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Jeremias – Deus convoca Seu povo ao arrependimento – Pr. Clementino de Oliveira Barbosa.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.

Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

4 comentários:

  1. Por conta da configuração da página do blog, resolvemos colocar os hinos dentro do corpo principal de texto, uma vez que, nas aulas da EBD sempre começamos com os três hinos. Visando deixar cada lição acrescida dos Hinos da Harpa correspondentes, esse layout fica melhor. Um bom proveito a todos e que Deus abençoe aos irmãos!

    ResponderExcluir
  2. PARABENS PELO BLOG TÃO BEM MUNICIADO.

    ResponderExcluir
  3. Muito Bom esses estudo que Deus venha abençoar grandemente e venha dar graça e força a todos para continuar ensinando a verdadeira palavra.

    ResponderExcluir
  4. Boa mesmo mais eu não encontrei o questionário

    ResponderExcluir

Obrigado por nos visitar! Volte sempre!