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Lição 04 - Jeremias: suas crises e solidão

Lição 04 – 23 abril de 2017 – Editora BETEL

Jeremias: suas crises e solidão

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Pastor Clementino de Oliveira Barbosa

“Porque eis que te ponho hoje por cidade forte, e por coluna de ferro, e por muros de bronze, contra toda a terra, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o povo da terra.” Jr 1.18

VERDADE APLICADA
Os escritos de Jeremias nos mostram que os servos de Deus também passam por momentos de angústia e solidão.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Destacar a importância de confiar na ajuda divina nas horas difíceis;
Entender o quanto é importante valorizar o amor de Deus;
Revelar como sentir-se seguro no Senhor.

GLOSSÁRIO
Impetuoso: Agitado, violento;
Legado: Determinado benefício, de natureza patrimonial;
Sórdidos: Asqueroso, repugnante, torpe, vil, indigno, indecente, vergonhoso.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
Sl 73.1                       Sl 73.2                       Sl 73.3
Quinta:                      Sexta:                       Sábado:
Jr 12.4                       Jr 12.5                        Jr 12.6

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jr 12.1  Justo serias, ó SENHOR, ainda que eu entrasse contigo num pleito; contudo, falarei contigo dos teus juízos. Por que prospera o caminho dos ímpios e vivem em paz todos os que comentem o mal aleivosamente?
Jr 12.2  Plantaste-os, e eles arraigaram-se; avançam, dão também fruto; chegado estás à sua boca, mas longe dos seus rins.
Jr 12.3  Mas tu, ó SENHOR, me conheces, tu me vês e provas o meu coração para contigo; impele-os como as ovelhas para o matadouro e prepara-os para o dia da matança.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que o Senhor fortaleça as mãos dos obreiros para prosseguir em Sua obra.

Introdução
Nesta lição, estudaremos as crises do profeta Jeremias. Observaremos que, em todas as ocasiões, ele corajosamente sustentou a sua fé e convicção no Eterno Deus de Israel.

Verdade, solidão e angústia
O cenário dos capítulos 7 a 12 de Jeremias é o início do reinado de Jeoaquim, o qual começou a reinar quando Judá era um estado vassalo do Egito (609 a.C.). Num período de apenas alguns anos, Judá foi atacada pela Babilônia (606 a.C.) tendo início os anos de domínio da Babilônia sobre Judá. Antes que isso acontecesse, entretanto, Deus deu ao Seu povo uma última oportunidade de se arrepender.
Quando a guerra iminente com a Babilônia parecia inevitável, o povo subitamente tornou-se muito religioso, mas não piedoso. Eles se reuniam no templo regularmente, cultuando ao Senhor, apenas com os lábios, mas Jeremias mostrou que seus atos não eram sinceros: “Plantaste-os, e eles deitaram raízes; crescem, dão fruto; têm-te nos lábios, mas longe do coração.” (Jr 12.2).
Num dia de festa especial a nação apareceu no templo para orar para que Deus os libertasse da Babilônia. Os falsos profetas transmitiram ao povo apenas palavras de encorajamento que eles queriam ouvir, dizendo que enquanto o templo estivesse de pé, Deus não permitiria que a cidade fosse destruída.
Mas Deus instruiu Jeremias a ir ao templo com uma mensagem completamente diferente. Em primeiro lugar, ele deveria oferecer ao povo a oportunidade de ser salvo e mudar suas vidas pervertidas: “Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras, se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo (...) eu vos farei habitar neste lugar (...).” (Jr 7.5,7).
Mais adiante, ele os admoestou, declarando que, se eles continuassem numa esperança falsa para salvá-los, estariam condenados com toda a certeza.
A reação ao sermão de Jeremias foi imediata e violenta. Uma turba liderada pelos sacerdotes e falsos profetas agarrou Jeremias e tentou matá-lo. Suas acusações foram: “... Serás morto. Porque profetizas em nome do SENHOR, dizendo: Será como Siló esta casa, e esta cidade, desolada e sem habitantes?...” (Jr 26.8,9).
A vida de Jeremias foi poupada no último minuto quando Aicão e alguns altos oficiais chegaram e arrazoaram com a multidão para soltá-lo.
Durante todo o ano seguinte a vida de Jeremias esteve em constante perigo. De novo ele quase perdeu a vida, mas Deus o avisou do plano que estava sendo organizado pelo povo de sua própria terra natal (Jr 11.18-23). Até mesmo pessoas da própria família de Jeremias, pensaram que ele era um fanático religioso e tomou parte nesse plano para matá-lo (Jr 12.6).
É notável, logo nos primeiros capítulos do livro do profeta Jeremias, sua preocupação em fazer a vontade do Senhor, mesmo indo de encontro às aspirações do povo de Judá, seu povo, sua gente.
Jeremias lançou mão de seus escrúpulos, de seu medo, entregando nas mãos de Deus sua vida. Arremeteu contra seus irmãos, profetizando verdades que ninguém, naquele momento queria ou gostaria de ouvir.
Foi sobremodo corajoso, pregando o arrependimento dentro do templo, lugar tomado pelos populares e falsos profetas e sacerdotes. Contradisse todas as “verdades” apregoadas até então, assumindo uma posição de extremo risco e colocando-se frontalmente contra o sacerdócio institucionalizado.
Não é fácil dizer a verdade. Como define o ditado popular: “A verdade dói.”. Jeremias se postou ao lado do Senhor e contra todos os que tentavam massagear o ego do povo com discursos vazios e sem o conteúdo verdadeiro da Palavra de Deus. O resultado dessa atitude radical não poderia ser outro.
Jeremias, por pouco, não foi morto ali mesmo. Em longo prazo, o resultado de suas sucessivas pregações e profecias o afastou do convívio dos seus familiares, do seu povo, dos governantes, dos profetas, dos sacerdotes. Ele só não se aparteou de Deus.
A verdade, quando anunciada dentro dos preceitos do Altíssimo, causa alvoroço, às vezes revolta e até mesmo atitudes agressivas. Isso pode resultar em isolamento, solidão e angústia. É, porém, um preço pequeno a ser pago, em vista da enormidade da sabedoria de Deus e de seus propósitos para nossas vidas e da satisfação de ter cumprido o chamado do Senhor.
Essa atitude corajosa e temerária é a que deve prevalecer nos dias de hoje também. Ou será que nossa sociedade atual, nossas igrejas, nossos irmãos, nossos pregadores e pastores não estão sendo omissos com relação às verdades que podem e devem ser ditas para trazer o povo ao arrependimento?
Essas respostas cabem a cada um de nós, quer sejamos pastores, obreiros, profetas, líderes ou apenas ouvintes da Palavra do Senhor. Examinemos, pois, as Escrituras e cuidemos para que tão somente a verdade da Palavra de Deus esteja em nossos corações (Jo 5.39).
Uma semana abençoada para todos os irmãos, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1.         Vocação: um convite para servir
Deus chamou Jeremias, ainda bem jovem, para uma missão especial e de grande importância, e deu a ele os recursos necessários dos quais careceria para combater os sórdidos ataques dos inimigos. A missão de Jeremias não seria nada fácil. O apóstolo Paulo deixou bem claro como deve agir um servo de Des; negar-se a si mesmo, perdoar erros, aceitar opinião e ser visionário (Rm 15.1, 6). Servir a Deus é servir aos outros (Gl 5.13). Verdadeiros servos de Deus são prestativos e não egoístas.

1.1.        O perigo de ser mal compreendido
O profeta Jeremias foi impetuoso na mensagem que o Senhor lhe transmitiu: “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.” (Jr 2.12). As palavras de Jeremias foram pesadas. Ele sabia que Deus o havia blindado dos seus inimigos. Na nossa jornada, seremos mal interpretados, mal compreendidos, mas, quando isso acontecer, deixe que Deus seja o seu defensor. Não há melhor defensor, não existe outro. Ninguém jamais possuiu ou possuirá Suas qualidades (1Jo 2.1).
Deus preveniu o profeta Jeremias das dificuldades que teria pela frente, mas lhe deu plena certeza da presença d’Ele para orientá-lo a encarar todos os problemas (Jr 1.18-19). Quando falamos que Deus é o nosso juiz, Ele é o julgador das nossas aflições, nosso escudo, nosso defensor que nos protege, pois estamos colocando nossa confiança de maneira imparcial n’Ele.

1.2.     Vivendo entre inimigos
A palavra audaciosa do Senhor por intermédio de Jeremias deixou muita gente irritada. Elas não queriam que seus pecados fossem revelados e combatidos (Jr 11.21). A pregação da Palavra de Deus raramente acarreta amizade. Os indivíduos que são alcançados pela mensagem de repreensão do Senhor, na maioria das vezes, apelam a medidas extremas para calar o mensageiro ou para acabar com ele. Os “doutores da lei” entregaram Jesus a Pilatos pelo simples fato de falar a verdade (Jo 19.11). Não foi diferente com Jeremias. O Senhor mostrou para Jeremias que os homens estavam maquinando matá-lo, inclusive pessoas da própria cidade natal dele, Anatote (Jr 11.21). Ao líder não há muito que fazer quando existe a falta de compreensão de suas mensagens. Jeremias optou por ficar ao lado do Senhor, mesmo custando a sua própria vida.
Devemos obedecer à voz de Deus, pois ninguém além d’Ele sabe o que é perfeito para nós  e o que ele quer é que sejamos felizes, mas, se formos pelo caminho que “achamos” apropriado, sempre iremos quebrar a cara. A bondade de Deus nos ajuda a peregrinar com passos largos. Devemos recorrer a Ele em todos os momentos, entendendo que, no Senhor, somos mais que vitoriosos (Sl 18.50). Necessitamos andar no caminho (Jo 14.6), e praticar o que Deus quer que façamos, caso contrário, as coisas ficam difíceis. “Há caminho que parece direito aos homens, mas o seu fim são caminhos de morte.” (Pv 16.25).

1.3.     Amigos inimigos
Não foi apenas Jeremias que sofreu rejeição da família por fazer a obra do Senhor. O próprio Jesus também sofreu este mal. Seus irmãos diziam que “estava fora de si” (Mc 3.21). Davi era rejeitado pelos próprios de sua casa, seu pai e seus irmãos. Jessé fala de Davi com descaso (1Sm 16.11). O outro exemplo é José, que passa a ser odiado por seus irmãos por Deus ter um chamado especial na vida dele (Gn 37.20).
De acordo com a Palavra de Deus, Jeremias sofreu rejeição por sete classes diferentes de pessoas: seus vizinhos (Jr 11.21); sua própria família (Jr 12.6); os sacerdotes (Jr 20.1-2); seus amigos (Jr 20.10); todo o povo (Jr 26.8); os profetas (Jr 28.10-11); o rei (Jr 36.26). Jeremias, além de ser abandonado por todos, foi flagelado, depositado em uma prisão como cativo (Jr 37.15-16), e ainda o colocaram numa cisterna que só tinha lama, onde ficou atolado (Jr 38.6). Apesar de rejeitado por todos, o profeta Jeremias jamais foi abandonado pelo Senhor. Em meio a tantos desgostos e amarguras, Jeremias descobriu singeleza e encanto ao consumir intimamente a Palavra de Deus, a qual jamais queria abandonar (Jr 15.16).

2.         Jeremias lamenta sua condição
O livro de Jeremias nos mostra que, enquanto os outros profetas procuravam esconder suas fragilidades, Jeremias deixa bem claro seu estado de sofrimento pelo povo. Ele escreveu seu livro com a alma e o coração, nos dando relatos comoventes de sua vida e de suas crises interiores. A fidelidade a Deus muitas vezes gera perseguição e morte (2Tm 3.12).

2.1.     Pare de reclamar e comece a viver
Jeremias não entendia a razão pela qual o Senhor havia deixado o caminho dos ímpios prosperar (Jr 12.1). Somente pessoas que tiveram uma real experiência de conversão a Jesus Cristo e estão firmadas na Palavra de Deus terão a força para prosseguir até o fim de sua caminhada. A resposta de Deus ao tormento de Jeremias foi profunda. Deus exortou o profeta Jeremias por ter se afligido por tão pouca coisa: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com cavalos? Se tão somente numa terra de paz estás confiado, que farás na enchente do Jordão?” (Jr 12.5). O apóstolo Paulo, um exemplo de persistência, foi um líder que jamais desistiu ou reclamou de sua missão. Ele foi até o fim de seu objetivo, deixando sua marca por onde passava.
Pelos relatos bíblicos, parece que os indivíduos que são separados por Deus para transmitir a Sua Palavra são os que mais sofrem, pois a sua sensibilidade ao mal e à injustiça aumenta a níveis quase que insuportáveis. Ao abordar as dores assumidas por Paulo, deve-se dizer que ele suportou uma autêntica angústia, causada por algo que era maior que suas dores: seu amor por Cristo! As maiores dores na presente vida não o fizeram calar um só segundo. As marcas de Cristo estavam presentes em seu corpo, mas, principalmente, em seu coração.

2.2.     Como evitar conflitos existenciais
Jeremias, como qualquer indivíduo, não se sentiu confortável em ser excluído de todo o contexto social (Jr 15.17). O fato de estar sempre sozinho fez com que Jeremias se voltasse contra o Senhor, dizendo: “Por que dura a minha dor continuamente, e a minha ferida me dói e não admite cura? Serias tu para mim como ilusório ribeiro e como águas inconstantes?” (Jr 15.18). Antes, Jeremias havia dito que Deus era “manancial de águas vivas” (Jr 2.13), mas agora o chamou de riacho seco. Um dos grandes testes em atender ao chamado de Deus em tempos difíceis é como você lida com seus conflitos.
Chegando à idade de se casar, Deus vetou Jeremias de fazê-lo (Jr 16.1-4). O principal motivo da proibição se deu pelo fato de que não havia futuro imediato para Judá. O ministério do profeta Jeremias não foi fácil. Ele passou por crises existenciais em busca de respostas para seus questionamentos. A narrativa a respeito desse profeta apresenta o retrato de um grande homem que, no entanto, experimentou o medo e o desespero. Jeremias servia a Deus com toda a devoção e, quando se encontrava sem forças, recorria ao Senhor.

2.3.     Uma questão de confiança
Deus nunca chamou alguém para ser um fracassado. Quando chama, Ele arca com todas as necessidades de quem chamou: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.” (Sl 37.5). Jeremias sabia que precisava colocar sua confiança em Deus: “Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque será como árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se afadiga nem deixa de dar fruto.” (Jr 17.7-8).
Podemos extrair muitos ensinamentos estudando a vida do profeta Jeremias. Ele era um homem com uma mensagem ríspida, mas de coração afetuoso e humilhado. Sua angústia crescia à medida que a Palavra de Deus era rejeitada por todos à sua volta.

3.         Vale a pena confiar em Deus
O profeta Jeremias nos inspira a confiar somente no Senhor e nos orienta a desenvolver um relacionamento íntimo com Deus, que requer de nós uma adoração perfeita (Jr 17.7).

3.1.     O legado de Jeremias
Quando buscamos nas Escrituras alguma pessoa que se encaixe em uma vida de lealdade ao Senhor, nossos olhos incidem sobre a vida do profeta Jeremias. Os heróis da fé tiveram algum pecado narrado em sua biografia: Abraão mentiu; Isaque cometeu o mesmo pecado que seu pai, Abraão; Jacó enganou; Moisés matou; Davi adulterou e Pedro blasfemou. Diferentemente destes homens, Jeremias teve sua trajetória marcada por chorar pelo povo. Mesmo observando várias vezes seu íntimo sendo tomado por intensa agonia, Jeremias nunca se afastou do caminho desenhado para ele por Deus.
O profeta Isaías nos adverte a confiar somente no Deus de Israel: Confia no Senhor perpetuamente, porque o Senhor Deus é uma rocha eterna (Is 26.4). Provérbios 22.1 diz: “Mais digno  de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas; e a graça é melhor do que a riqueza e o ouro.” O profeta Jeremias teve sua vida exposta na Bíblia e não encontramos nada que desabone sua conduta. Não sirva de fiador a ninguém. O cristão tem que ter o nome limpo na praça (Pv 6.1, 4; 2Tm 2.15).

3.2.     Crescimento na mudança
Jeremias talvez fosse um pouco infantil, sem maldade, pois confiava demais nos outros e não notava que eles maquinavam contra ele (Jr 11.19). Talvez seja esta a razão porque apanhava e sofria (Jr 15.10). O próprio Deus advertiu, dizendo: “Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas.” (Jr 12.6). Com este alerta, Jeremias aprendeu que não poderia confiar nos seus irmãos e na casa do seu pai. Para obter o sucesso na sua chamada, ele aprendeu que sua vitória estava em obedecer à voz de Deus: “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor.” (Jr 17.5).
Somos abençoados quando depositamos nossa confiança em Deus. Somos comparados a uma árvore plantada junto às águas, que suas raízes se estendem para o ribeiro e que, mesmo vindo o calor e a sequidão, a folha fica verde, e não deixa de dar fruto e prosperar (Jr 17.8).

3.3.     Um profeta dependente de Deus
O profeta Jeremias mostrou um espírito de inteira dependência ao Senhor. Ao receber a missão profética, sabia que precisaria viver conforme a vontade divina. Uma maneira exemplar de dependência total ao Senhor foi a compra de um terreno de seu primo em Jerusalém, mesmo quando já havia profetizado a destruição daquela cidade (Jr 32.6-9). Com este ato, Jeremias demonstra sua absoluta confiança em Deus. O profeta tinha a convicção de que o Senhor restabeleceria aquela nação. A confiança de estar nas mãos de Deus é uma das características de uma pessoa que atende ao chamado do Senhor.
Judá estava rodeada pelo inimigo. Seu aniquilamento era uma questão de dias. Em meio a esta desordem, Jeremias compra do seu primo Hananel um terreno na cidade de Anatote. Deus deu ao povo, através da compra da propriedade por meio de Jeremias, uma esperança: “E comprar-se-ão campos nesta terra, da qual vós dizeis. Está deserta, sem homens nem animais, está dada nas mãos dos caldeus.” (Jr 32.43).

Conclusão
O relacionamento do profeta Jeremias com Deus vinha em primeiro lugar. Depois, vinha o árduo compromisso de anunciar a Palavra de Deus ao seu povo. Porém, tal atitude não o tornava muito popular entre o povo de Israel.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 2º Trimestre de 2017, ano 27 nº 103 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Jeremias – Deus convoca Seu povo ao arrependimento – Pr. Clementino de Oliveira Barbosa.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.

Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

4 comentários:

  1. Resumo- Submeter a vontade de Deus ao extremo acarretará credito no mundo celeste, mesmo que custe á vida, por que na verdade, estamos para servir, e não para ser servido; disse: Jesus Cristo.

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  2. Se subnetermos a vontade de Deus jamais seremos destruídos pois Ele sabe o caminho que devemos seguir mesmo que ao nossos olhos não é esse o caminho então o precaverobedecer e melhor que sacrificar. Esta lição e tudo que precisamos nis duas de hoje.

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  3. Me diga então aqueles que que são mortos pelo EI, por permanecer na verdade que é Cristo, não levou suas vidas ao extremo? não entendi seu comentário acima Valdinéia! não porque morreu esta sendo destruído, e sim submete uma nova fase da sua vida após a morte.

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