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Lição 06 - O Senhor, Justiça Nossa

Lição 06 – 07 maio de 2017 – Editora BETEL

O Senhor, Justiça Nossa

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TEXTO ÁUREO
Comentarista: Pastor Clementino de Oliveira Barbosa

“Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com que o nomearão: O SENHOR, Justiça Nossa.” Jr 16.2

VERDADE APLICADA
Em Jesus somos perdoados e recebemos justificação por intermédio do Seu sangue.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Reconhecer que somos dependentes da justiça divina;
Entender que Deus é um Justo Juiz;
Aprender que tem horas que chorar é preciso.

GLOSSÁRIO
Alosna: Absinto; planta composta de sabor amargo e aromático;
Calabouço: Prisão subterrânea; cárcere sombrio;
Conjuntura: Acontecimento, ato, ocasião; dificuldade, oportunidade.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
Jr 23.3                       Jr 23.4                      Jr 23.6
Quinta:                     Sexta:                       Sábado:
Jr 23.7                       Jr 23.10                    Jr 23.11

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jr 23.1  Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.
Jr 23.2  Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR.
Jr 23.5  Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará, e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na terra.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore pelos pastores e líderes que lutam por justiça e retidão.

Introdução
Nesta lição, estudaremos dentro do livro do profeta Jeremias, sobre a grandiosa e magnífica justiça do Eterno Deus, isto é, o Seu modo de agir. Em outras palavras, o Seu proceder em favor dos homens.

A Justiça de Deus
Jeremias comunicou uma mensagem bastante séria, tanto ao povo de seus dias como a nós. Ele lembrou que Deus se levanta contra qualquer tipo de pecado. Seu julgamento por causa do pecado recai sobre todos os indivíduos de todas as nações, sem exceção (Jr 9.25-26). Não importa se alguém é judeu (circunciso) ou gentio (incircunciso). Ninguém estará isento. Ninguém terá privilégios especiais. Como disse Paulo: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça” (Rm 1.18). Todos pecaram e estão debaixo do juízo divino (Jr 3.10-18, 23).
Jeremias não deixou brecha para barganhas. Ele afirmou que Deus ia punir o Egito, Judá, Edom, Amom, Moabe e todas as outras nações, mesmo aquelas que estavam nos confins da terra. Isso inclui todos os povos que existiram e inclui os que ainda surgirão. Aparentemente, o Senhor não via diferença entre os pecados de Judá e os do Egito, ou entre os pecados de culturas antigas e os do mundo moderno. Pecado é pecado. Não existe pecadinho e pecadão. Os pecados de uma pessoa são tão malignos como os de outra.
Essas são as más notícias que fazem com que a mensagem da obra de Cristo na cruz sejam notícias maravilhosas. Entretanto, até mesmo as más notícias demonstram que Deus é correto tanto em Seu julgamento como em Sua misericórdia e graça (Rm 3.29-30). Ele advertiu a respeito do juízo que recairia sobre todas as pessoas, mas também ofereceu vida a todos. Ninguém pode esconder-se dos olhos do Senhor, que tudo veem. Entretanto, ninguém precisa ser privado da salvação, a menos que rejeite a provisão de Deus para a humanidade: Jesus Cristo.
Os reis de Judá haviam fracassado em viver de acordo com os padrões divinos e da linhagem davídica, portanto, a libertação e restauração só poderiam vir por meio da intervenção divina. No capítulo 23 do livro de Jeremias, a primeira seção (1-4) apresenta uma transição a partir da condenação aos reis (pastores) de Judá para a proclamação da vinda do Rei justo e reto (Jr 23.5-6), e então para a restauração do remanescente na terra prometida.
A expressão ai geralmente introduz uma mensagem de julgamento. Pastores: no Oriente Médio antigo, o reinado ideal geralmente era apresentado com a ilustração de um pastor. Para Israel, o ideal do Bom Pastor estava presente em seu Grande Rei (Sl 23) refletido por meio do reinado de Davi, o rei pastor. Entretanto, em vez de proteger e cuidar da nação, os reis pastores de Israel haviam dispersado e deixado de visitar ou cuidar do povo.
Esse grande rei (o Messias prometido) governaria com juízo e justiça. Esse ideal está baseado na promessa de Deus a Davi (2Sm 7.16). A necessidade de que o Senhor enviasse Seu próprio rei estava baseada no fracasso dos monarcas de Israel de viverem de acordo com os padrões esperados de um rei (Jr 21.11-12; 22.1-4).
Os dias do reinado do Messias iriam trazer salvação. Tanto Judá como Israel seriam restaurados. O nome que caracteriza esse rei ideal é O Senhor, Justiça Nossa. Esse é um dos trechos da bíblia hebraica que falam especificamente a respeito da vinda do Salvador e Rei glorioso.
Deus nos concede, conforme profetizado em várias passagens do Antigo Testamento inclusive esta de Jeremias, a salvação através do envio de Seu Filho Amado para remissão de nossos pecados. Jesus veio, esteve entre nós, cumpriu a mais dramática, magnífica e perfeita promessa de Deus para nós.
Padeceu na cruz, foi açoitado, maltratado, humilhado, desprezado. Seu sangue foi vertido até a última gota, tão somente para que nós tivéssemos novamente a esperança da salvação, da vida eterna.
Ressuscitou e está sentado à destra de Deus Pai, de onde nos observa. O Justo Juiz nos observa atento. Estaremos fazendo jus a um tão grande sacrifício? Estaremos sendo fiéis e tementes à justiça de Deus, que não falha, nem jamais falhará? Seremos nós merecedores de Sua misericórdia e graça?
Observemos, pois assim como nos dias de Jeremias, a própria Palavra de Deus ainda profetiza sobre a humanidade. E, a Justiça Soberana de Yahweh Tsidkenu (O Senhor, Justiça Nossa) paira sobre nós.
Tenham todos uma semana abençoada, na Paz do Senhor Jesus Cristo!
Márcio Celso - Colaborador

1.         Deus é nossa justiça
Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Não há justo, nem um sequer (Rm 3.23). Fomos declarados justos por causa da obra de Cristo em nosso lugar e em nosso benefício. Agora, estamos quites com a justiça divina e nenhuma condenação pesa mais sobre nós (Rm 8.1).

1.1.        Quem ainda não sofreu uma injustiça?
Injustiça é a prática de violar padrões do que é justo. Sofrer injustiça é uma das coisas mais doloridas de lidar. Quando isso acontece, a revolta toma conta de quem é alvo de injustiças. Na Bíblia, há muitos relatos de pessoas que sofreram injustiças. Jeremias, por exemplo, foi posto em um calabouço (Jr 37.16), jogado na lama (Jr 38.6), desprezado pelos amigos e familiares, apenas por ser justo diante de Deus. Jeremias nos adverte que “ai daquele que edifica a sua casa com injustiça” (Jr 22.13). Por isso, Jeremias vivia na presença de Deus (Jr 12.3).
Quando o Senhor levantou Jeremias como profeta em Judá, lhe revelou o nome Jeová Tsidkenu, prometendo justificar o seu povo: “Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome: O Senhor, Justiça Nossa.” (Jr 23.6). Jeová Tsidkenu nos descreve que Deus é Juiz e julga com justiça, amparando os que são injustiçados e castigando os injustos com as consequências de suas iniquidades. Ele é a nossa justiça. Só andamos pelas veredas da justiça porque fomos justificados (Rm 5.1). No tempo dos monarcas, o povo judeu viveu períodos de grandes injustiças (2Rs 17.3-4; 18.13, 16; 23.33). A justiça de Deus fez com que o Senhor Jesus levasse as nossas iniquidades, sofrendo o castigo que era nosso, para que nós, pecadores, pudéssemos ser curados, salvos, purificados e justificados diante d’Ele (Is 53.4-5; 2Co 5.21).

1.2.     Os líderes destruíam o povo
Jeremias conhecia muito bem o sacerdócio, pois nasceu neste ambiente religioso. Ele lamenta que os falsos líderes tenham feito a cabeça do povo (Jr 5.30-31). Jeremias descreve os falsos líderes assim: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.” (Jr 23.1). Esta passagem mostra a conduta errada dos líderes de Judá. Eles não amavam o povo como o Senhor os ama! O interesse deles era o dinheiro (Jr 5.31; 6.13). Para eles, ser profeta era uma posição de destaque e honra. Eram sábios para o mal e não para o bem (Jr 4.22). Deus não aprova líderes assim. Ele chama homens que amem e para que guiem Suas ovelhas na graça e no conhecimento (2Pe 3.18).
Estamos vivendo dias tristes no que concerne a muitos que se intitulam como verdadeiros líderes cristãos. Todos os dias, templos evangélicos estão sendo abertos, não por gerência divina, mas por mera soberba e ambição de seus líderes. Líderes que se acham no direito de administrar a vida das pessoas a seu bel prazer, corrompendo a pregação legítima do Evangelho. A Bíblia nos adverte que todos nós daremos conta dos nossos atos no dia do juízo (Rm 14.12).

1.3.     Encher o povo de falsas esperanças
Os sacerdotes e profetas contemporâneos a Jeremias viviam uma situação não muito confortável diante de Deus: “Cometem adultérios, e andam com falsidade, e esforçam as mãos dos malfeitores, para que não se convertam de sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os moradores dela, como Gomorra.” (Jr 23.14). Esta situação perversa deixava o Senhor indignado: “Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer Alosna, e lhes farei beber águas de fel.” (Jr 23.15). Os falsos profetas enchiam o povo de falsas esperanças, prometendo recompensas sem mudança de vida. Deus nos chama sempre ao arrependimento (2Co 5.17, 20).
Se voltarmos um pouco no tempo, recordaremos que Jeremias tinha tudo para ter uma vida calma no sacerdócio (Jr 1.1). Só que de repente veio o chamado de Deus, que traria uma mudança radical na vida deste homem. Esta foi uma enorme mudança, um grande desafio na vida de Jeremias.

2.         O Senhor é Justo Juiz
A justiça é um dos valores mais desejados pelas pessoas de bem. O salmista Davi sabia muito bem disso (Sl 28.7). Deus em toda a história sempre deixou provas de que devemos confiar n’Ele incondicionalmente.

2.1.     Chorar era preciso
O profeta Jeremias é um dos profetas de Judá que não se cansava de chorar pelo povo. Isso aconteceu numa época em que o juízo de Deus já havia sido comunicado ao povo através do próprio Jeremias. Diante de tamanha destruição que estava por vir, o desprezo do povo pela verdade fez Jeremias se ver em prantos diversas vezes em decorrência de amar sua nação. São elas: quando o povo abandonou o Senhor (Jr 2.13) e foi enganado com palavras falsas (Jr 7.4); quando os falsos profetas profetizaram palavras fingidas (Jr 28.11), quando as mulheres piedosas cozeram seus próprios filhos e lhes serviram de alimento na destruição (Lm 4.10); quando viu a aflição por causa dos juízos do Senhor sobre o povo (Lm 3.1). Jeremias deus a resposta de tanto choro: “Por estas coisas, choro eu; os meus olhos, os meus olhos se desfazem em águas; porque se afastou de mim o consolador que devia restaurar a minha alma; os meus filhos estão desolados, porque prevaleceu o inimigo.” (Lm 1.16).
Na Babilônia, diante do furor do rei Nabucodonosor, vemos que o Senhor continuamente esteve com Seu povo. Outro exemplo claro de que o Senhor nos protege aconteceu na fornalha, aquecida sete vezes mais, com Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, pois, de uma forma linda e extraordinária, o Senhor os livrou (Dn 3.19). Naqueles dias, não era raro penitencias os amotinados às leis reais, atirando-os na fornalha ardente. Jeremias fala de Zedequias e Acabe, os quais o rei da Babilônia assou no fogo (Jr 29.22). Nabucodonosor estava habituado a ver corpos sendo disseminados em suas fornalhas na Babilônia. Jeremias ficou conhecido como o profeta “chorão”. Segundo a tradição judaica, ele escreveu o livro de Lamentações sentado sobre um monte próximo a Jerusalém, olhando do alto a cidade sendo devastada. Ele, diante de tamanha tragédia, lamenta o fato do povo não ter ouvido suas palavras e evitado tamanha dor e desgraça sobre a nação.

2.2.     O Senhor que nos encoraja
Jeremias não encontrou o Senhor mostrando-se valente. A força verdadeira não vem de quem o Senhor chama e sim do Senhor (Sl 28.7)! Paulo disse: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” (Fp 4.13). Em grande parte das nossas vidas passamos por lutas e provações, mas não podemos admitir que o diabo entre na brecha e nos afaste de Deus (Ef 4.27, 32). Deus encorajou Jeremias, dizendo: “Assim diz o SENHOR: Põe-te no átrio da casa do Senhor, e dize a todas as cidades de Judá, que vêm adorar na casa do Senhor, todas as palavras que te mandei que lhes dissesses; não esqueças nem uma palavra.” (Jr 26.2).
Nossa vida cristã não pode ser vivida na fraqueza, pois a graça de nosso Senhor Jesus Cristo nos fortalece dia-a-dia. A salvação que ganhamos nos resgata de qualquer pequenez espiritual.

2.3.     O profeta não pode desanimar em meio às adversidades
Jesus disse que um profeta não é honrado na sua própria terra (Jo 4.44). Isso aconteceu com Jeremias (Jr 26.8-9). O profeta Jeremias tinha expectativas que muitos poderiam acordar do sono espiritual que estavam e ainda poder usufruir das bênçãos de Deus em meio àquela conjuntura tão humilhante (Jr 13.9-10). O profeta não desiste da palavra de esperança e aconselha o povo: “Bendito ovarão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor”; “Ó Senhor, Esperança de Israel!” (Jr 17.7 13a).
O profeta Jeremias sabia que estava se multiplicando a iniquidade em Judá. Era notório que todo tipo de maldade estava presente. Os habitantes estavam impregnados pelo pecado. Mesmo assim, o profeta Jeremias intercedia pelo povo, pedindo a Deus que tivesse misericórdia do povo por causa do juízo que estava por vir (Jr 7.16).

3.         Deus protege os injustiçados
Podemos confiar na justiça de Deus sempre! Ele está atento a todo mal que possa vir sobre nós (Is 41.10). Seu amor não tem fim. Que estejamos seguros quanto ao cuidado de nosso Senhor (Sl 55.22). No momento oportuno, o Senhor nos livrará pois não se agrada da injustiça praticada contra Seus filhos.

3.1.     Sua missão era maior que a dor
Jeremias ocupou posição de grande destaque como profeta. Os reis se sucediam no trono, o ambiente era de intrigas e apostasia. Durante quarenta anos, o profeta passou por diversos tormentos em Judá: “Ah! Entranhas minhas, entranhas minhas! Estou ferido no meu coração! O meu coração ruge; não me posso calar, porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra.” (Jr 4.19). Com todo sofrimento, com toda a sua dor, com toda angústia, ele não desistiu. Ele sabia que sua missão era maior do que sua dor.
O Eterno Deus salva os que são injustiçados e pune os injustos. O povo do Senhor é sempre alegre (Fp 4.4), pelos benefícios que o Senhor tem feito (Dt 26.11). As marcas que o profeta Jeremias trazia no corpo não foram suficientes para calar o homem escolhido por Deus para entregar Sua palavra.

3.2.     As tentativas de calar Jeremias
A deportação do povo judeu para a Babilônia estava às portas e Jeremias sentiu muito o peso da responsabilidade de ser o último mensageiro de Deus para chamar este povo ao arrependimento. Pelo fato de sua mensagem ser muito pessimista, ele foi chamado de falso profeta por todos. Um dos fatores que mais agravaram a situação foi que os falsos profetas anunciavam paz e prosperidade a todos (Jr 14.11-16). Embora acusado por todos, Jeremias não se calou. A Bíblia diz que obedecer é melhor do que sacrificar (1Sm 15.22).
O profeta Jeremias sofreu dores físicas e emocionais imensas, mas, apesar dessas lutas, ele se sentiu instigado a desempenhar sua missão. Ele disse: “Ah! Entranhas minhas, entranhas minhas! Estou ferido no meu coração! O meu coração ruge; não me posso calar, porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra.” (Jr 4.19). Tentaram calar o profeta Jeremias, mas o amor ao Senhor o fez persistir.

3.3.     Jesus Cristo é o preço pago para nossa justiça
É impossível nos apresentarmos diante de Deus sem que seja por intermédio do Senhor Jesus (1Tm 2.5). Apenas pela justiça do Pai em Cristo, o pecador pode ser considerado inocente. No tribunal celestial, Jesus é o Advogado que comparece diante do Juiz (Deus), com o intuito de inocentar o réu de sua merecida culpa (1Jo 2.1). A justiça redentora de Deus é testemunhada na obra do Mestre na cruz do Calvário, mostrando Seu imenso amor pela humanidade.
Nosso advogado é o Filho do próprio Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo se oferece como aquele que nada deixa faltar aos Seus discípulos. Além de advogar nossas culpas junto ao Justo Juiz (Deus), nosso Bom Pastor ainda refrigera nossa alma e nos guia por caminhos tranquilos (Sl 23).

Conclusão
Nós temos um advogado! Não porque aspiremos pecar sucessivamente, mas porque sabemos que somos fracos e que, por isso, o Senhor colocou um Salvador sobre nós. Jesus Cristo, o advogado fiel, nos livra do peso e das decorrências do pecado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 2º Trimestre de 2017, ano 27 nº 103 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Jeremias – Deus convoca Seu povo ao arrependimento – Pr. Clementino de Oliveira Barbosa.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.
Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. O resultado final de cada um, mesmo que tudo esteja contra nós, mediante á forte conspiração por causa da verdade, Deus nos promete usufruir, não só a preservação da nossa vida que não se resume aqui, mas também contemplar a satisfação de de ter executado um bom trabalho na obra de Deus, isto como garantia trará prazer para o Senhor que nos alistou para um batalha, colocando um grito bem forte em nossa garganta diante das injustiças, existente neste mundo individualista e egoísta, um grito: O Senhor é a justiça nossa, por dizer assim sobressairemos abastecidos no reino de Deus. Mateus 5:4.

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