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Lição 01 - A tarefa de testemunhar de Cristo

Lição 01 – 02 de Julho de 2017 – Editora BETEL

A tarefa de testemunhar de Cristo

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Comentarista: Bispo Oíldes José do Carmo

TEXTO ÁUREO
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós, e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra.” At 1.8

VERDADE APLICADA
A Palavra de Deus jamais volta vazia. Evangelizar é testemunhar acerca de Cristo, anunciando o plano divino de salvação.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar sobre o evangelismo e a responsabilidade de cada cristão;
Mostrar a necessidade de evangelizar urgentemente;
Apresentar as qualidades de um bom evangelizador.

GLOSSÁRIO
Ênfase: Importância dada a um assunto;
Incumbência: Encargo, missão, obrigação;
Repentina: Que surge ou ocorre de súbito, inesperado.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
Pv 11.30                    Pv 24.11                    Mt 28.18-20
Quinta:                      Sexta:                       Sábado:
Jo 4.34                      Jo 9.4                        Jo 13.15

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Mc 16.15  E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
Mc 16.16  Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
Mc 16.17  E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
Mc 16.18  Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos e os curarão.
Mc 16.19  Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que mais pessoas conheçam a Jesus Cristo.

Introdução
As últimas palavras de Jesus, após a ressurreição e antes da ascensão, enfatizam a responsabilidade de Seus discípulos na continuação de Sua obra, isto é, alcançando todos os povos “até os confins da terra” (At 1.8; Mt 28.18-20).

A Grande Comissão
Quando um indivíduo responsável aceita um trabalho para executar, ele procura avaliar a situação antes de preparar as estratégias necessárias ao desempenho da tarefa. Vamos, portanto, como crentes sinceros e fieis avaliar a responsabilidade que Cristo deixou conosco quando nos outorgou a Grande Comissão: “... Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura.”
Quando Jesus falou as palavras acima, havia mais ou menos 250 milhões de pessoas que ainda não tinham ouvido falar do Seu nome. Hoje, mais de 2.000 anos depois, existem bilhões e bilhões de pessoas que ainda não aceitaram a mensagem simples e salvífica das boas novas. Entre esses, a maior parte sequer teve a oportunidade de aceitar a Cristo como Salvador.
Demorou quase 1.500 anos para que o mundo dobrasse sua população, após o nascimento de Cristo. Foi durante os anos de Martinho Lutero (1483 – 1546), que a população mundial alcançou 500 milhões. Em 1850, quando as missões modernas davam seus primeiros grandes passos, a população mundial já era de um bilhão de almas.
Finalmente, hoje temos no planeta algo em torno de 7.2 bilhões de almas viventes. Com certeza, um número inimaginável de pessoas que nem sequer ouviu falar do Evangelho do Senhor Jesus.
Embora, segundo dados recentes, a população de cristãos no mundo tenha decrescido, em razão do crescimento exponencial de outras religiões, é inegável que haja um aumento constante e proporcional no número de pessoas que abraçam o credo evangélico. Muito por conta dos meios mais modernos de comunicação de massa, tais como a televisão, a internet, o rádio, as redes sociais, muito por conta do próprio trabalho dedicado e obstinado das missões das mais diversas denominações que enviam seus voluntários aos mais distantes recantos do mundo, tal como nos ordenou o Senhor Jesus.
Porém, uma pergunta fica no ar: estaremos fazendo o suficiente para cumprir o Ide do Senhor? Estaremos envidando todos os esforços parar evangelizar em todos os lugares, inclusive perto de nós mesmos?
A percepção da urgência de alcançar os perdidos depende em parte de conhecermos o que a Bíblia afirma sobre o destino eterno do homem sem Deus. Em meio aos religiosos dos nossos dias, até mesmo no Cristianismo, deparamos com declarações como as que se seguem abaixo:
“Não importa o que alguém crê, contanto que seja sincero.”
“Deus é muito bom e amoroso para condenar alguém ao inferno.”
“Todos somos filhos de Deus, por isso, no final, Deus perdoará a todos igualmente.”
“Todas as religiões conduzem a Deus.”
“O homem será julgado de acordo com seus bons atos, tendo em vista seus pecados. Caso ele tenha muitos bons a seu favor, ele herdará o céu.”
Todo aquele que afirma ou prega estas “verdades”, está rejeitando a Cristo, Filho de Deus. A estes, diz o próprio Cristo: “Vós sois do Diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” (Jo 8.44). A estes, Ele está dizendo: “... se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (Jo 1.11; 3.3b).
Ninguém expressou maior interesse pela condição da humanidade perdida do que nosso Senhor Jesus Cristo, o qual cumpriu Sua missão oferecendo-se como supremo sacrifício pelo pecado para nos prover salvação. Ele conhece a profundidade do amor de Deus. Portanto, falou mais sobre a condenação e sobre o inferno do que qualquer outra pessoa na Bíblia. Foi Ele quem disse: “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18).
Podemos através da correta interpretação dos textos acima, de autoria de nosso Amado Mestre, concluir que:
1.    O ide está longe de ser executado fielmente e definitivamente.
2.  Em nosso próprio meio temos irmãos que não conhecem a profundidade das verdades das Santas Escrituras.
3.    Existem deturpações ideológicas e teológicas que colocam em risco a integridade do credo cristão, distorcendo a verdade e deturpando a Palavra de Deus.
4.   Enquanto temos missionários e equipes de evangelização nos mais recônditos rincões do mundo, aqui mesmo, em nosso país, em nossa cidade, em nossa família, em nossa congregação e em cada esquina, por certo temos pessoas carentes de conhecer e aceitar o Evangelho.
Pelo acima exposto, o que devemos considerar é que, apesar de todos os esforços feitos (ou não feitos) por nós cristãos, o campo missionário continua muito vasto e abrangente, a seara continua cada vez maior e cada vez temos menos ceifeiros prontos.
Está na hora de arregaçarmos as mangas e nos colocarmos a serviço do Evangelho verdadeiro, de cumprir o Ide de Jesus de forma disciplinada e austera, como os profetas dispuseram-se no passado: “Eis-me aqui, Senhor!”
Uma semana abençoada aos irmãos, na Paz do Senhor Jesus!
Márcio Celso - Colaborador

1.         O evangelismo e sua essência
A tarefa de evangelizar se baseia no plano de Deus em alcançar toda a humanidade e na ordem de Jesus Cristo. Assim, nossa motivação deve ser a glória de Deus, por ser o Criador e Senhor de todas as coisas. E também por ser uma questão de obediência (Mt 28.18-20). O ide de Jesus é para todos, indistintamente (At 1.8).

1.1.        A vital importância do evangelismo
Não existe algo mais gratificante para um ser humano do que participar na recuperação ou transformação de alguém. Como servos de Deus, existe um gozo inexplicável em conduzir uma alma aos pés de Cristo. Essa é uma experiência sem par. Além de ser uma grande honra, a tarefa de evangelizar é para o salvo como uma respiração. Foi para isso que Cristo nos nomeou (Jo 15.16). A tarefa de ganhar almas não se aplica somente aos pastores, mas a todos. Enquanto muitos cristãos deleitam-se nos cultos comodamente, a seara cresce e o ide aos perdidos não é concluído (Mc 16.15; Jo 4.35).
O mundo vive uma intensa batalha no mundo espiritual. A intenção do inimigo é sempre lançar incredulidade e cegueira para que os perdidos não alcancem a salvação (2Co 4.4; 10.4). O Evangelho é luz para esse mundo de trevas, e a chave que liberta o oprimido das garras de Satanás. Se não pregarmos, eles não poderão ser salvos. Por isso, a vital importância de evangelizarmos (Rm 10.14).

1.2.     O alcance do evangelismo
A Igreja não está limitada ao espaço físico do templo. Por esse motivo, o evangelismo é indispensável (At 5.42; 8.4). A pregação, num culto público, nem sempre alcança a necessidade de todos os ouvintes. Cada pessoa no culto possui problemas espirituais diferentes. O evangelismo pessoal proporciona oportunidade para a pessoa evangelizada abrir seu coração, expor suas dúvidas e ser esclarecida acerca de Cristo e do plano da salvação. A ordem é ir até as pessoas e lhes anunciar a salvação (Rm 10.14). A Igreja Primitiva cresceu porque seus membros compreendiam a necessidade de testemunhar acerca de Cristo (At 2.44-47). A Bíblia diz que é sábio quem ganha almas (Pv 11.3).
O evangelismo promove o crescimento da Igreja. A semeadura da Palavra de Deus é importante e necessária, não somente para o crescimento da Igreja, mas também para nos trazer experiências e nos mostrar como a Palavra de Deus é poderosa quando anunciamos com amor e na virtude do Espírito Santo (At 4.4; 5.14). A evangelização dos pecadores pertence a todos os salvos. Cada cristão pode e deve ser um ganhador de almas.

1.3.     Evangelizar é falar do sacrifício de Cristo
A vontade de Deus é que nenhum homem se perca, mas que venha ao conhecimento da verdade (2Pe 3.9). Deus mostrou Seu amor para com a humanidade enviando a Jesus Cristo para salvá-la. É preciso que toda a humanidade conheça o motivo da vinda de Jesus Cristo e o significado de Sua morte, ressurreição e ascensão (Jo 3.16; Lc 19.10). É por esse motivo que devemos anunciar a todos os povos, línguas e nações que Jesus Cristo não somente morreu por nossos pecados, mas nos deu oportunidade de nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1.12). Jesus Cristo foi o evangelista por excelência. Ele tinha plena consciência sobre a necessidade de esclarecer as multidões acerca do Reino de Deus e da salvação. Como discípulos de Jesus, precisamos ser movidos por esse mesmo sentimento (Mt 10.25; Jo 13.15).
A morte e a ressurreição de Jesus Cristo são o documento legal que promove a liberdade de todos os cativos do mundo. A carta de acusação que era contra nós foi cravada na cruz e, em Jesus Cristo, nenhuma condenação há para aqueles que n’Ele creem (Rm 8.1; Cl 2.14). O verdadeiro discípulo de Jesus Cristo deve estar envolvido nesse mesmo propósito, que é salvar os perdidos através da pregação da Palavra de Deus. Envolver-se com a evangelização é dar continuidade ao que Cristo começou. Devemos ser responsáveis porque um dia iremos ter que dar conta de nossa mordomia (1Pe 2.21).

2.         Por que devemos evangelizar?
Jesus deu uma ordenança para os Seus discípulos: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). O Evangelho “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).

2.1.     Porque é uma ordenança
Jesus voltará e entre a ordem e sua vinda o tempo é curto. Outro fato que devemos atentar é que Jesus ao enviar Seus primeiros discípulos deixou bem claro essa necessidade: “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado” (Jo 3.18; 1Jo 5.12). O destino do pecador sem Jesus é simplesmente a perdição e o inferno. Ele também expôs o motivo de Sua vinda: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19.10). Por fim, a notificação acerca da salvação da humanidade é incumbência nossa. O discípulo de Jesus Cristo deve atuar por obediência e ser dominado pelo amor que Cristo tem por nós.
            Não devemos agir só porque recebemos uma ordenança, mas, sim, porque, ao nos tornarmos salvos, o amor de Cristo se apossou da nossa vida e, como gratidão, é nosso dever avisar aqueles que ainda vivem num mundo de trevas (Mt 5.14; Jo 8.12). O grande amor demonstrado por Cristo no Calvário deve nos constranger e impactar (2Co 5.14).

2.2.     Porque a morte não espera
Não podemos precisar o tempo estimado de vida de cada pessoa. As oportunidades de salvação podem ser únicas. Vivemos em um mundo conturbado, violento e cego (2Co 4.4). Cada ser humano nasceu com um tempo de vida determinado pelo Pai e não sabemos quando a morte chegará. Para uns, ela é repentina. Para outros, ela demora um pouco mais. Porém, mas cedo ou mais tarde, ela virá. E a pergunta é: quando ela vier, como será? Tal pessoa estará preparada? Ela foi avisada que após a morte segue-se o juízo divino? (Hb 9.27). E a quem ficou encarregada a missão de avisar? (Ez 33.6-9).
A nossa missão como servos e filhos de Deus é tornar conhecido o plano divino de salvação e avisar aos perdidos sobre o grande dia da vinda do Senhor. Nós temos a palavra da salvação, somos a luz que deve resplandecer em meio às trevas (Fp 2.15).

2.3.     Porque a vinda do Senhor está próxima
O arrebatamento da Igreja será a qualquer momento (1Ts 4.16.17). Estamos vivendo os últimos momentos da Igreja e o tempo não é favorável para aqueles que ainda não foram avisados. Deus nos confiou a palavra da liberdade e de boas novas. Ele não convocou os anjos para essa tarefa. Precisamos acordar e agir o quanto antes. Paulo foi enfático acerca de nossa responsabilidade: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho!” (1Co 9.16).
Devemos ser bastante gratos a Deus por causa da liberdade religiosa que há em nosso país. Existem muitos países em que a pregação da mensagem do Evangelho é extremamente proibida. Lugares onde aqueles que declaram ser cristãos e pregam a Palavra de Deus correm o risco de serem presos, torturados e até assassinados. É importante ressaltar que a Bíblia é o livro mais importante para o cristão (Sl 119.105). Ao mesmo tempo é um ítem muito difícil de ser encontrado, se você é um cristão secreto e vive em lugares onda a Bíblia é um livro proibido. Na Ásia Central, na maioria dos países, o governo a importação e a impressão de Bíblias e livros cristãos. Muitos cristãos secretos ainda não têm acesso à Bíblia, e outros recebem partes da Palavra de Deus, como os evangelhos e outros livros. As condições ainda são favoráveis para nós no Brasil e nossa missão é anunciar a tempo e fora do tempo (2Tm 4.2). Nosso Senhor Jesus Cristo está às portas e os sinais de Sua vinda são muito claros. Precisamos urgentemente ir ao pecador, falar da salvação; dizer-lhe que ainda há esperança; que Jesus Cristo deu a vida por ele, que Ele quer libertá-lo dos seus pecados, que o ama e pode dar-lhe uma nova vida (Jo 3.16).

3.         O perfil de um bom evangelizador
Devemos ter em mente que, para alcançar os perdidos, precisamos ter profunda compaixão pelas almas, para transpormos as barreiras entre os seres humanos (J 4.9).

3.1.     Aquele que não tem preconceito
Devemos sempre lembrar quem éramos e o que aconteceu conosco após Cristo entrar em nossas vidas. Havia uma barreira imensa entre nós e Deus. Cristo foi o responsável por estarmos hoje de posse de tão grande salvação. Foi preciso que Jesus fizesse a nossa reconciliação com o Pai. Portanto, não existe mérito algum de nossa parte pelo que somos (Ef 2.8-13). Existem pessoas que jamais entrarão em um templo. Como ouvirão se não formos até elas? (Rm 10.14). Evangelizar é deixar de lado as diferenças, é envolver-se socialmente e confiar que o Deus que envia também está conosco para nos ajudar (Mc 16.15; Mt 28.20).
Os preconceitos são a causa de grandes males na sociedade em que vivemos. Eles sempre nos impedem de ver o que há de melhor nas pessoas e em nós mesmos. Jesus veio a esse mundo para desfazer todas as barreiras que separam o homem de Deus (Ef 2.13-14). No diálogo entre Jesus e a mulher samaritana, a barreira do preconceito foi lançada fora (Jo 4.9). Não podemos permitir que tais sentimentos nos impeçam de anunciar a maravilhosa e inerrante Palavra de Deus (2Tm 3.16).

3.2.     Aquele que conhece bem a Palavra de Deus
“E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês? E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar?” (At 8.30-31). O diálogo entre Filipe e o eunuco mostra perfeitamente como muitas pessoas necessitam ser esclarecidas acerca da salvação. Por isso, é de suma importância que aquele que se dispõe a falar de Cristo conheça o manual que registra a salvação em Cristo Jesus (2Tm 2.15). Precisamos estar prontos para responder e esclarecer o ouvinte acerca de quem nos salvou (1Pe 3.15). Existem pessoas que conhecem muito a Bíblia, todavia, como esse eunuco, precisam de alguém que lhes explique como alcançar a salvação.
Não é somente para evangelizar que devemos conhecer a Bíblia. Nossa vida diária precisa de edificação. É preciso compreender que foi através da Palavra de Deus que conhecemos o amor e a ação de Deus por nós. Sem ela, ainda estaríamos perdidos. Quando nosso coração está cheio de Deus, nossa boca fala somente do Reino de Deus (Mt 12.34). Para se ganhar almas, é preciso ter conhecimento das Sagradas Escrituras (At 8.35). Principalmente, porque a fé vem pelo ouvir a Palavra, tanto para nós quanto para aqueles que nos ouvem (Rm 10.17). Muitos têm fome de conhecer a Palavra de Deus e é nossa tarefa primordial compartilhar das Sagradas Escrituras, sempre com sabedoria e discernimento do Espírito Santo.

3.3.     Aquele que tem profunda compaixão pelos perdidos
“Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.” (Jo 4.10). Ali, próximo ao poço, com o sol intenso do meio-dia e com fome, estava Jesus, rejeitando o almoço para saciar a fome de uma alma perdida (Jo 4.34). Jesus sabia que aquela alma era mais preciosa, que possuía sérios problemas morais e espirituais. Mesmo assim, não se importou em ser mal interpretado e nem permitiu que o preconceito entre judeus e samaritanos o impedisse. Jesus amava as almas e devemos também buscar esse mesmo sentimento (Fp 2.5).
A compaixão não é somente o ato de se importar com os problemas alheios. A compaixão nos leva ao encontro do necessitado e nos faz ajudá-lo. Em muitos milagres realizados por Jesus Cristo, o primeiro detalhe que a Palavra de Deus nos apresenta é o sentimento de compaixão que Ele sentiu (Mt 14.14; 20.34; Lc 7.13).

Conclusão
A obra de Deus é feita com seriedade, preparo e amor. Falar de Cristo requer alguns cuidados essenciais, principalmente uma vida prática. Somos testemunhas ambulantes da obra de Cristo. Se nosso testemunho for diferente de nossas ações, teremos sérios problemas diante das pessoas (Fp 2.15).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2017, ano 27 nº 104 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Evangelismo, Missões e Discipulado – A tarefa primordial da Igreja – Bispo Oíldes José do Carmo.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.
Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

Um comentário:

  1. O reino de Deus é uma necessidade que precisa ser cultivada no meio de cada um de nós, e para que isso floresça, utilizaremos a boa noticia do evangelho. Vamos andar e propagar na trilha do evangelho da paz. Efésios 6;15. Obs. O reino de Deus começa em nós, e depois tem uma influencia abrangente. Atos. 1;8.

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