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Lição 03 - A evangelização urbana

Lição 03 – 16 de Julho de 2017 – Editora BETEL

A evangelização urbana

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Comentarista: Bispo Oídes José do Carmo

TEXTO ÁUREO
“E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.” Mt 9.35

VERDADE APLICADA
Um cristão jamais deve cometer o erro de guardar para si a salvação que recebeu.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Falar acerca da necessidade da evangelização urbana e das oportunidades de falar de Cristo;
Explicar as principais estratégias de evangelização;
Mostrar outros mecanismos de evangelização e a necessidade de integração do novo convertido.

GLOSSÁRIO
Liturgia: Conjunto de elementos e práticas do culto;
Primordial: O mais importante;
Promissor: Que oferece boas perspectivas.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                  Terça:                       Quarta:
Mt 9.36                       Mt 9.37                     Mt 9.38
Quinta:                      Sexta:                      Sábado:
Mt 10.7                       Mt 11.28-30              Mt 13.1-23

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lc 8.1  E aconteceu, depois disto, que andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele.
Lc 8.2  E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
Lc 8.3  Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Susana, e muitas outras que o serviam com suas fazendas.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Peça para que o Corpo de Cristo possa trazer esperança e luz em seus círculos sociais.

Introdução
Vivemos uma realidade urbana. A cidade é o grande desafio para a Igreja. A região urbana é o habitat natural de cerca de 80% da população mundial, e os demais vivem em função das cidades (At 17.16, 23).

Apenas uma Palavra
Jesus disse que seus discípulos deveriam ser testemunhas não só em Jerusalém, como também em toda a Judéia, Samaria e até os confins da terra (At 1.8). É provável que vários anos tenham se passado entre o primeiro e o oitavo capítulo do livro de Atos dos Apóstolos, mas a Igreja não tinha tomado a iniciativa de ultrapassar as fronteiras de Jerusalém a fim de cumprir a sua missão. Na verdade, a perseguição foi o motivo que moveu o povo de Deus à obediência.
Por que isso aconteceu? Jerusalém não era a casa dos apóstolos. A Igreja certamente não tinha nenhum edifício, pois as autoridades locais não permitiriam a sua construção. Eles não foram saudados com boas-vindas. Por que, então, a relutância em partir?
Um fator provável era que os apóstolos tinham crescido em uma cultura dividida em grupos étnicos bem definidos e determinados. Para eles, pregar o evangelho aos judeus em Jerusalém era um desafio, mas era perfeitamente aceitável. Entretanto, pregar aos samaritanos era algo muito mais difícil. Talvez seja por essa razão que os apóstolos tenham escolhido ficar em Jerusalém, apesar da perseguição movida por Saulo (At 8.10).
Filipe, um homem provavelmente pertencente ao grupo de judeus helenistas (de fala grega), cruzou a barreira que separava judeus de samaritanos. Sendo um veterano no trabalho transcultural (At 6.1-7), Filipe sabia por experiência própria como era ser tratado como cidadão e segunda classe. Quando ele anunciou a salvação em Jesus na cidade de Samaria, multidões acolheram a sua mensagem. O Evangelho rompeu os muros de separação existentes até aquele momento. Notícias do avivamento em Samaria alcançaram os apóstolos em Jerusalém, e eles enviaram Pedro e João para investigar tudo aquilo que tinha ocorrido na cidade. Os dois galileus sem dúvida alguma ficaram atordoados com o que viram e não tiveram nenhuma dúvida acerca da obra de Deus entre os samaritanos. João, que certa vez pedira a Jesus que fizesse cair fogo de céu sobre os samaritanos incrédulos (Lc 9.52-54), e Pedro estavam agora juntos orando para que o Espírito Santo revestisse os novos irmãos de fé.
O princípio da Igreja Primitiva, como descrito no livro de Atos dos Apóstolos, demonstra claramente as dificuldades e os obstáculos encontrados pelos apóstolos e seus discípulos ao levar as boas-novas, justamente em uma cidade cosmopolita e transcultural como Jerusalém já era naquele momento. Ainda reforça mais a vocação dos primeiros cristãos ao situar em localidades evidentemente urbanas as maiores vitórias para o Senhor Jesus.
A evangelização urbana é uma realidade desde os primeiros tempos da implantação do Reino de Deus aqui na terra, tanto efetivada pelo próprio Jesus, como por seus discípulos, após a ordenação da Grande Comissão.
Hoje, os tempos são outros, dois mil anos se passaram, mas as características das grandes cidades continuam semelhantes. Centros urbanos multiculturais, caóticos, desorganizados, compostos por pessoas das mais variadas origens étnicas e culturais, as grandes cidades de hoje só apresentam uma escala exponencialmente maior de dificuldades aos que nelas aportam.
Muitos vêm a esses centros cosmopolitas à procura de maiores oportunidades profissionais e pessoais e se desiludem, pois acabam encontrando um mundo de iniquidades, pecados, desvios de conduta, pessoas mal intencionadas, trabalho mal remunerado e condições extremas de desconforto social.
É nessas horas que a Igreja do Senhor tem papel fundamental na vida de tantos que, desiludidos com a falta de oportunidades, as dificuldades financeiras, o isolamento social, a negação de seus próprios princípios éticos e tantas outras “moléstias” da vida moderna, ensejam vislumbrar “uma luz no fim do túnel”.
Essa luz vem do Evangelho do Senhor Jesus, e cabe a nós, cristãos, levar essa preciosa luz a todos aqueles que se sentem oprimidos (Mt 11.28).
Existem diversas formas de evangelização urbana. Podemos evangelizar dentro dos nossas próprias congregações, podemos evangelizar distribuindo folhetos, organizando cultos ao ar livre, reunindo-se nas casas da vizinhança, só não podemos deixar de levar em consideração que, morando, como 80% das pessoas hoje em dia, em centros urbanos, temos à nossa volta uma miríade de pessoas necessitadas de uma palavra de conforto, de uma palavra de ânimo, de uma palavra de carinho, de uma palavra de restauração, de uma palavra de salvação!
Tenham uma semana abençoada, na Paz do Senhor Jesus!
Márcio Celso - Colaborador

1.         Necessidade da evangelização urbana
Grandes são os desafios da evangelização urbana. No entanto, devemos aproveitar esta maravilhosa oportunidade de conduzir almas para o Reino de Deus (Cl 1.13).

1.1.        As boas novas da salvação
Todos precisam ouvir a Palavra de Deus e serem tocados pelo poder do Evangelho. Assim, podemos afirmar que é da vontade de Deus que os centros urbanos sejam evangelizados. Apesar de tratar-se de um ambiente caracterizado pela diversidade étnica, cultural, religiosa e econômica, o Evangelho de Cristo é único e nos apresenta um único Deus e um único Salvador, chamando todos ao arrependimento. É de se destacar que o apóstolo Paulo utilizava como estratégia missionária a evangelização de cidades. O campo urbano é um verdadeiro lugar de batalha espiritual. Agostinho declarou que em cada cidade há duas cidades: a cidade de Deus e a cidade de Satanás. Há um conflito. É necessário, pois, que a oração pelas cidades faça parte da estratégia de evangelização urbana.
O amor de Jesus era a força que a motivava a ir de cidade em cidade em busca das almas perdidas (Mt 15.24; Lc 8.1). Precisamos ter em mente que nossa tarefa vai além de resgatar as almas do juízo vindouro. Mais do que nunca, devemos auxiliar as pessoas em suas necessidades, tratar suas feridas da alma e torná-las capazes tanto de andar por si mesmas, quanto de repassar o que receberam (Mt 28.18-20). A passagem de Lucas 8.1-3 mostra a incansável diligência de nosso Senhor Jesus Cristo em anunciar o Evangelho e o Reino de Deus. Alguns creram, outros não. No entanto, a incredulidade dos homens não mudou Sua atitude, nem O impediu de realizar Sua obra. Embora Seu ministério terreno tenha sido curto em duração, foi imenso e intenso, se levarmos em conta as obras que foram realizadas. A diligência de Jesus Cristo é um exemplo para todo cristão. Devemos seguir os Seus passos, mesmo que fiquemos aquém da Sua perfeição. Devemos evitar a ociosidade e a frivolidade. Precisamos remir o tempo (Ef 5.16).

1.2.     A vida urbana e suas carências
Muitas pessoas buscam as grandes metrópoles porque enxergam melhores oportunidades tanto para o mercado de trabalho quanto para a qualidade de vida. Todavia, ao chegarem aos grandes centros, se deparam com uma série de dificuldades, como problemas de moradia, alimentação, segurança, etc. Esses fatores negativos influenciam o indivíduo a que se torne solitário e, até mesmo, abandone suas convicções religiosas (Ec 4.1). É nesse ambiente de necessidade e desilusão que muitos se perdem. Devemos aproveitar a oportunidade que temos de alcançar e acolher tais pessoas em Cristo. Por isso, o tempo de evangelizar é já (2Tm 4.2).
Os diferentes tipos de carências para aqueles que vivem ou principalmente se mudam para as cidades são: problemas financeiros, familiares, morais e culturais, que cercam e influenciam o homem que busca uma melhor oportunidade na cidade grande. Pela falta de amparo e recursos, muitos são envolvidos pela perversidade do sistema mundano e, assim, levados a todo o tipo de pecados que vemos na sociedade.

1.3.     Dificuldades de evangelização
Há dois tipos de dificuldades que envolvem a evangelização. A primeira diz respeito à falta de iniciativa das igrejas para evangelizar. Muitas igrejas não buscam entender o que está ocorrendo no seu bairro em não aproveitam dessa oportunidade para pregar o Evangelho. A falta de iniciativa e planejamento de evangelização urbana também pode ser reflexo de problemas internos (competição, excesso de atividades internas ou indiferença). A segunda dificuldade diz respeito à vida pecaminosa mais intensa da própria cidade, como violência, uso de drogas, promiscuidade, roubo, etc. Tendo noção dessas coisas, pode-se, com certeza, fazer um trabalho mais efetivo de evangelização.
As duas dificuldades citadas acima mostram que, se buscarmos compreendê-las melhor, a evangelização local poderá ser bem mais efetiva. Aliada a um bom conhecimento de causa, a fé é indispensável para os cristãos no cumprimento da missão que o Senhor destinou (Mc 16.15-18).

2.         Estratégias da evangelização urbana
Cabem a nós, cristãos, na direção do Espírito Santo e oração, a criação e o desenvolvimento de estratégias para alcançar vidas para Cristo. Vejamos algumas alternativas que podem nos conduzir a grandes resultados.

2.1.     Através dos templos
Evangelizar através dos templos é uma excelente estratégia. Até o Senhor Jesus fazia isso. Em diversos textos os evangelhos, encontramos Jesus ensinando, pregando e curando nas sinagogas. O apóstolo Paulo também se utilizava das sinagogas para anunciar a Cristo (Jo 8.32; At 18.4). A igreja local pode ser mobilizada a convidar os vizinhos, parentes e amigos não cristãos ou afastados do Evangelho. Pode-se realizar um culto especial, onde a igreja será mobilizada somente para buscar as pessoas que se afastaram (Mt 15.24). Essa estratégia facilita bastante na integração dos novos decididos, porque essas pessoas chegaram ao templo indicadas ou acompanhadas por alguém. Assim, tal convidado, decidindo aceitar a Cristo, não se sentirá só ou terá dificuldade para se entrosar na igreja local.
            A própria Escola Bíblica Dominical pode e deve ser usada como um instrumento de evangelização. Vale ressaltar que a Escola Dominical nasceu com este caráter evangelizador. Tanto o professor quanto os alunos podem convidar não cristãos para assistirem as aulas. Assim, os convidados têm uma excelente oportunidade de ouvir a Palavra de Deus, aprender mais sobre Jesus, Seus ensinamentos e a salvação.

2.2.     Através dos lares
A tática de evangelização através dos lares é sempre muito eficaz. Foi uma das principais formas de evangelizar nos primórdios da Igreja (Mt 10.12; At 5.42; 18.7-8). Mas, para isso, algumas providências devem ser tomadas, começando, por exemplo, pela autorização do líder da igreja. É necessário um ambiente preparado em oração, organização para receber e acomodar os convidados. Para esse tipo de trabalho, requer horário previsto para começar e terminar. Não se deve usar tom de pregação, mas, sim, de conversa no culto. Não se deve cantar muitos hinos, para que se tenha tempo para a Palavra. Nada de lanches caros, mas tudo regado à oração e gentileza, para que as pessoas possam voltar no próximo culto doméstico (1Co 10.31).
A  Igreja Primitiva caminhava com os cultos no templo e nos lares (At 16.32). É importante ressaltar que nada se faz nesse sentido sem ser autorizado pelo líder local da igreja. Com oração, organização e perseverança, o culto no lar contribuirá para o crescimento da igreja local. Esse tipo de culto edifica não somente aos que ouvem, mas também aos que anunciam.

2.3.     Na evangelização pessoal
A evangelização pessoal segue passos bem simples no contato com as pessoas. Para isso, devem-se marcar encontros pessoais; praticar a visitação de casa em casa; ou ainda, distribuir folhetos ou qualquer outra literatura de natureza evangelística. O lugar e o tempo disponível determinarão que palavras usar ou de que maneira poderemos nos dirigir à pessoa a ser evangelizada. É preciso estar atento às oportunidades, esforço e orientação do Espírito Santo. Duas classes sempre são abordadas: os que ainda não se decidiram e os desviados. Para cada grupo, existe um tipo de mensagem. Por esse motivo, é preciso manusear bem a Palavra e deixar que o Espírito Santo use nossa instrumentalidade (Mc 16.20).
A evangelização pessoal é eficaz porque nela o evangelista tem a oportunidade de abordar as pessoas diretamente. Assim, elas poderão expressar suas dúvidas, fazer perguntas sem serem interrompidas e expor seus medos e anseios. Quando os cristãos estão inflamados pelo desejo ardente de anunciar a salvação aos pecadores, eles transmitem influência aos que estão descuidados e indiferentes. É muito edificante ver a Palavra de Deus se cumprindo quando anunciamos sem temor (Rm 1.16).

3.         Outros modos de evangelização
As cidades são campos brancos para a colheita evangelística (Jo 4.35). Vejamos alguns mecanismos bem eficazes na proclamação do Evangelho.

3.1.     A distribuição de folhetos
O folheto nos aproxima do pecador para iniciar uma conversa. Ele é nosso ponto de contato. Embora muitos o achem ultrapassado, o folheto ainda é de grande eficácia em nossos dias. Existem pessoas que jamais entrariam em uma igreja e o folheto é a ponte para que possamos falar acerca da salvação. Todo bom pescador sabe que é preciso ter uma boa isca para atrair o peixe. O folheto é a isca perfeita para que a rede seja lançada e o pecador seja regenerado por Cristo (Lc 5.4-5).
Se cair em terra fértil, um folheto entregue em mãos pode causar uma revolução em multidões (1Pe 1.25). Quando tinha 14 anos, João Ferreira de Almeida, primeiro a traduzir a Bíblia Sagrada para a língua portuguesa, viajando da Batávia (atual Jacarta, Indonésia) para Malaca (atual Malásia). Nessa viagem, ele recebeu e leu um folheto em espanhol intitulado: Diferencias de la Cristandad (Diferenças da Cristandade). Este folheto provocou um grande impacto na vida de João Ferreira de Almeida. Ao chegar a Malaca, ele se converteu a Cristo e dedicou toda sua vida à tradução da Bíblia Sagrada. Em meados de outubro de 1691, João Ferreira de Almeida faleceu. Até aquele momento, ele havia traduzido todo o Novo Testamento, e o Velho Testamento até Ezequiel 48.21. Três anos após sua morte, um pastor chamado Jacobus op den Akker terminou a tradução do Velho Testamento.

3.2.     O culto ao ar livre
Mesmo havendo emissoras de rádio, televisão e redes sociais, o contato humano é poderoso e insubstituível. O culto ao ar livre jamais sairá de moda. Precisamos de pessoas treinadas para atuar fora das quatro paredes da igreja. É possível reunir as pessoas e em determinado ponto anunciar a salvação. Na rua, tudo é mais rápido e dinâmico, não se usa a mesma liturgia do culto. As pessoas que vão testemunhar, cantar ou pregar não precisam de apresentação, pois já sabem o que fazer e o tempo que devem usar. A mensagem é curta, o apelo é rápido e o culto não deve durar mais que uma hora.
A maior barreira para o sucesso do culto ao ar livre é a timidez das pessoas. Temos que agir normalmente quando saímos às ruas para evangelizar. Infelizmente, alguns irmãos ficam distraídos, conversando, demonstrando pouco interesse. Outros agem com religiosidade e preconceito. Precisamos compreender que o culto ao ar livre é uma batalha no terreno do inimigo (Pv 1.20). Por isso, devemos nos preparar com oração e jejum, e, como soldados, estar atentos. A Igreja Primitiva logrou sucesso com este tipo de culto (At 2.42-47).

3.3.     A integração e os cuidados com o novo cristão
A integração é tão importante quanto a evangelização, porque é ela que quem vai consolidar o novo cristão (1Pe 2.2). A integração providencia os meios para que os novos convertidos sejam integrados nesse novo grupo social. Convencer o pecador e trazê-lo à presença de Cristo é o primeiro passo. Mas, após isso, o novo cristão precisa de instrução, de apoio e de pais espirituais que o instruam e o conduzam a uma fé madura, preparando-o para mais adiante batizar-se em águas (Gl 4.19; Mt 28.18-20). A integração também deve promover o acompanhamento pós-batismo. Temos perdido muitos por não vigiar nesse serviço.
O trabalho de integração deve fazer o registro de nome e endereço desse novo cristão, fazer contato por telefone no dia seguinte, marcar uma visita para acompanhá-lo e oferecer algum tipo de ajuda ou companhia para chegar até o templo. São atitudes simples que, com um pouco de boa vontade e muito amor pelas vidas, se resolvem.

Conclusão
Concluímos que as cidades são para a Igreja um campo missionário vasto e desafiador. A Igreja, em cada cidade, deve proclamar e advertir sobre o reino dos céus (Mt 4.17), em nome de Jesus e no poder do Espírito Santo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2017, ano 27 nº 104 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Evangelismo, Missões e Discipulado – A tarefa primordial da Igreja – Bispo Oíldes José do Carmo.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.

Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

3 comentários:

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  2. O evangelho de Cristo quando pregado, segue uma cadeia de socialização aos que estão sem socialização em Deus, porque a essência Dele é agregar o maior numero de pessoas, porque é o poder de Deus para salvação para todo aquele que crê.(Romanos 1; 14,15,16). E é simples pregá-lo, se cada um fazer a sua parte, ou seja, não alcançar sozinho a todos, mas sim pelo menos o necessário, o que seria o nosso próximo; Nisto alcançaremos a todos, em nome de Jesus. Oh! Glória!.

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  3. Algumas forma e tipos de Evangelização...
    (1) pessoal
    (2) corpo a corpo
    (3) folhetos
    (4) visitas
    (5) musica gospel
    (6) Biblia
    (7) livros
    (8) coversando
    (9) culto ao ar livre
    (10) cruzada
    (11) redes sociais
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    (13) dedicação
    (14) blog
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