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Lição 06 - Deus, o Autor de Missões

Lição 06 – 06 de Agosto de 2017 – Editora BETEL

Deus, o Autor de Missões

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Comentarista: Bispo Oídes José do Carmo

TEXTO ÁUREO
“Nisto se manifestou a caridade de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” 1Jo 4.9

VERDADE APLICADA
Logo no início da Bíblia encontramos que o Deus Criador é um Deus missionário, interessado em abençoar todas as famílias da terra.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar aos alunos que o plano de salvação foi elaborado antes da queda do homem;
Apresentar a Cristo como a figura central da Palavra de Deus;
Mostrar o envolvimento da Trindade nas dispensações.

GLOSSÁRIO
Exímio: Que denota superioridade; que é excelente, brilhante;
Primazia: Prioridade, primeiro lugar;
Sapiência: Qualidade do que revela sabedoria e prudência; erudição.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
Mt 13.18-23               Mt 28.18-20              Lc 19.10
Quinta:                      Sexta:                       Sábado:
Jo 3.16                      At 17.23                    Ef 3.9

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jo 20.19  Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.
Jo 20.20  E, dizendo isto, mostrou-lhes as suas mãos e o lado. De sorte que os discípulos se alegraram, vendo o Senhor.
Jo 20.21  Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.
Jo 20.22  E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Agradeça a Deus por fazer parte do Corpo de Cristo.

Introdução
Desde a eternidade, Deus traçou um plano de redenção para toda a humanidade. Seu plano sempre foi abençoar as famílias da terra. Por isso, Ele nos convoca e nos comissiona a realizar essa missão (Gn 12.3).

O Grande Missionário
As passagens do Antigo Testamento associam o Espírito à criação, à nova vida e ao revestimento para o cumprimento de missões divinas variadas, mais frequentemente para a missão de um profeta.
No tempo de Jesus, os intérpretes judeus usualmente enfatizavam a capacitação profética: o Espírito capacitava os servos de Deus para ouvi-lo e para divulgar a Sua mensagem da maneira como o Senhor desejava.
Muitos judeus acreditavam que Deus tinha retirado o Espírito depois da morte dos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias. O conceito geral era de que a profecia continuou ocasionalmente em uma escala menor, mas a restauração total do Espírito ainda estava por vir. Profetas como Isaías e Ezequiel tinham prometido a restauração do Espírito no tempo do fim (Is 44.3; Ez 39.29). De qualquer modo, o Espírito não era esperado antes do tempo do fim, no período da vinda do Messias, e boa parte do povo judeu não acreditava que o Messias tinha vindo.
Pedro, reconhecendo ser Jesus o Messias, e percebendo a total atividade do Espírito no meio do povo de Deus, escolheu para sua pregação um texto do Antigo Testamento que trata do derramamento do Espírito de profecia (Jl 2.28-32). Para tornar claro que a profecia de Joel se referia ao tempo do fim, Pedro acrescentou palavras explanatórias à sua citação do profeta do Antigo Testamento, nos últimos dias (At 2.17).
Em seguida, Pedro demonstrou que o tempo do fim já era chegado porque o Messias viera e tomara posse do Seu trono celestial (At 2.34-36). Portanto, alguns sinais em baixo na terra (At 2.19) cumpriram-se a partir de Jesus (At 2.22). Isso significava que o tempo da salvação acerca do qual Paulo falou também tinha chegado. Assim, Pedro viu o Espírito da profecia como uma dádiva do tempo final. Os servos de Deus deveriam buscar o fortalecimento nesse mesmo Espírito que outrora capacitara Isaías, Jeremias, Samuel, Débora e outros.
Foi por isso, pelo fato de Pedro desejar enfatizar detalhadamente esse assunto, que ele tomou da mesma liberdade usada algumas vezes pelos intérpretes judeus do seu tempo. Ele acrescentou mais palavras explicativas ao texto que estava citando: e profetizarão (At 2.18).
É inegável constatarmos que o Espírito Santo de Deus se manifestou durante toda a história da humanidade, desde a fundação do mundo até a vinda do Senhor Jesus, e até hoje está presente em nossas vidas. É inegável também afirmar que, após a morte dos derradeiros profetas do Antigo Testamento, Deus jamais se apartou da humanidade. O período de silêncio do Senhor, compreendido entre Malaquias e Mateus, algo em torno de quatrocentos anos, pode ser entendido como espontâneo e necessário. Deus estava preparando terreno e aguardando o tempo certo para que Jesus viesse a esse mundo.
Percebemos, visualizando de forma ampla o trabalho de Deus em favor da humanidade, que, desde Gênesis, até os tempos atuais, o Senhor foi sempre proativo com relação à Sua criação. Sempre foi Ele quem primeiro se manifestou durante todos os períodos mais cruciais de nossa história.
Ele procurou Adão. Ele procurou Noé. Ele procurou Abraão. Ele procurou Moisés. Ele procurou os profetas. Ele procurou Maria e Isabel. Finalmente, Jesus nos procurou. Sempre Deus se dirige a nós humanos, com o objetivo único de nos colocar no centro de Sua vontade, com a intenção de que nos convertamos ao Seu Caminho. Ele quer um relacionamento pessoal conosco. Deseja isso desde que fomos por Si criados.
O Grande Eu Sou se despe de toda a glória que lhe é devida, prega todos os nossos pecados e transgressões na cruz do Calvário e, até hoje, nos procura diuturnamente para que sejamos alcançados pela Sua graça. Prova maior de amor do que esta não há. Deus, tanto na pessoa do Pai, como na do Filho e do Espírito Santo, é o Grande Missionário.
Jesus Cristo o primeiro e único Senhor enviado a nós mostra como continuar Seu trabalho redentor. Mãos à obra!
Tenham uma semana abençoada, na Graça e Paz do Senhor Jesus!
Márcio Celso - Colaborador

1.         A criação revela o amor do Criador
Jesus compartilhou a mensagem do Reino de Deus com pessoas que eram discriminadas, como por exemplo, os publicanos e as meretrizes. O amor do Senhor não via empecilhos, mas oportunidade de pregar-lhes a salvação.

1.1.        O amor que busca o pecador
O mesmo Deus que chamou e comissionou Abraão criou os céus e a terra, e, como clímax de Sua obra trouxe à existência a raça humana, pois o ser humano foi feito à imagem de Deus para refletir a glória de Deus no mundo (Gn 3.8).  É digno de nota que o Senhor Deus criou, abençoou e deu ordens e instruções sobre a vida na Terra (Gn 1.27-28; 2.16-17).
Encontramos na Bíblia, que Deus capacitou e ordenou ao primeiro casal: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra...” (Gn 1.28). Abençoou para que enchesse a terra! Assim cada ser humano possui a mesma origem que desfruta da mesma dignidade. Não há um povo superior a outro. O novo cântico, registrado em Apocalipse 5.9 diz: “Compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação”.

1.2.     A missão começa com Ele
Deus, além de Criador tem um pleno envolvimento com Sua obra. Mesmo após ter se rebelado contra Deus e assim ter sido alvo do julgamento divino, o ser humano continua desfrutando da manifestação da graça e da misericórdia de Deus. Após a queda, Deus continua agindo em direção ao homem: “Ouviram a voz do Senhor... pela viração do dia” (Gn 3.8). Aí está Deus como o primeiro missionário, tomando a iniciativa de ir até o ser humano caído, mostrando o seu erro (desobediência), a insuficiência das tentativas humanas diante das consequências do pecado (vestes de folhas de figueira) e fazendo o primeiro anúncio do Evangelho (Gn 3.15).
Assim, logo no início da história da humanidade registrada na Bíblia, encontramos a base para a nossa missão cristã. O ser humano, criado para refletir a glória de Deus, se rebela contra o Seu Criador e, como consequência, vem a morte e a separação de Deus, necessitando de salvação e de reconciliação com Deus. O Deus Missionário toma iniciativa, vai ao encontro do ser humano caído, providencia vestes adequadas e anuncia a vinda do Salvador, que mesmo sendo ferido na cruz, esmagaria a cabeça da serpente. Deus está tão envolvido que nomeia o homem enche-o de amor, lhe revela o plano e caminha ao seu lado, dando o suporte para que a missão tenha êxito. O verdadeiro espírito missionário deve encarnar o amor divino mesmo nas mais diversas formas da realidade humana, pois o preconceito prejudica o cristão. Devemos conhecer o que o amor de Deus é capaz de realizar e anunciar Jesus Cristo ao pecador para que este o confesse, não somente como Salvador, mas para que exista um pleno relacionamento com Ele (Êx 3.10 Mt 28.20).

1.3.     Um projeto elaborado desde a eternidade
Encontramos na Bíblia que o plano de salvação não é um projeto de última hora, para resolver um problema inesperado. Trata-se de um propósito de Deus, desde o princípio da Criação (Ef 3.9), que, em Sua soberania, decidiu revelar ao homem de forma gradual. Por isso, o apóstolo Paulo chama de “mistério”. A salvação está no coração de Deus “antes da fundação do mundo” (1Pe 1.20). Após o primeiro anúncio (Gn 3.15), o plano foi revelado no decorrer da história até a vinda de Jesus Cristo, o Salvador (1Pe 1.18-20; Ap 13.8).
Assim, desde as “túnicas de peles” (Gn 3.21), providenciadas por Deus para o primeiro casal, passando por cada cordeiro sacrificado ao longo do Antigo Testamento, vemos uma prefiguração de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Como escreveu o apóstolo Paulo, o Senhor Deus, o Deus Missionário, agiu conforme o Seu Eterno propósito, que realizou por intermédio de Cristo Jesus (Ef 3.11).

2.         Missões em vários aspectos
Em seu grande projeto de redenção, o Criador fixou tempos e estações para cumpri-lo (At 1.7). É perceptível que, ao longo da história, o processo divino de “tornar a congregar em Cristo todas as coisas” (Ef 1.10) vai sendo conduzido de acordo com a soberania de Deus.

2.1.     O processo ascendente de Missões
Encontramos na Bíblia que o desejo de Deus em relacionar-se com pessoas foi manifesto na criação. Por isso, fez o ser humano à Sua imagem. Vemos assim que o propósito da missão é tornar a trazer o homem distante de Deus para a comunhão com o Seu Criador. Com a entrada do pecado na vida humana, inicia-se uma alienação progressiva em relação ao propósito para a qual foi criada (Gn 4 a 11). Contudo, num contexto de degradação moral e espiritual, Deus chama um homem e promete que, por intermédio de sua descendência, abençoaria todas as famílias da terra (Gn 12.1-3).
            Todo o Antigo Testamento é a preparação e a revelação gradativa acerca do cumprimento desta promessa: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho...” (Gl 4.4). A bênção prometida a Abraão chega a todos por Jesus Cristo (Gl 3.14). Hoje, a Igreja tem a missão de tornar conhecido a todos os homens o plano divino de salvação (Mt 28.18-20). Em Apocalipse 5.9, vemos registrada a concretização do anseio e plano missionário de Deus, quando os salvos “de toda tribo, e língua, e povo, e nação” estarão entoando um novo cântico ao Criador cumprindo assim a finalidade principal do ser humano: glorificar a Deus!

2.2.     Cristo, a figura central
A Bíblia, a Palavra de Deus, revela o Senhor Jesus Cristo como o Messias prometido, a figura central em todas as dispensações. Ele é a pessoa principal de toda a pregação e ensino. Ele aparece figurado: nas vestimentas de pele com que o Senhor vestiu a Adão e Eva, sua mulher (Gn 3.21); no carneiro imolado em lugar de Isaque (Gn 22.13-14); no cordeiro pascoal sacrificado na saída dos filhos de Israel do Egito; na nuvem que guiava os israelitas de dia e na coluna de fogo que os aquecia à noite. Enfim, Jesus é o centro da Bíblia. O próprio Jesus fez questão de falar que as Escrituras testificavam d’Ele (Jo 5.39). E, para que não houvesse dúvidas, o Pai confirmou Seu ministério, para que todos n’Ele cressem (Jo 8.14-18).
Jesus Cristo é a pessoa na história que cumpriu a maior missão já existente. Ele mesmo afirmou que veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10). Cristo consolidou sua missão quando morreu na cruz, ressuscitou ao terceiro dia, aniquilou o poder da morte e do pecado e conquistou para todos nós o direito da vida eterna. Após Sua ascensão Ele nos deixou o seu legado: a missão de difundir o plano de salvação para todas as nações (Mt 28.18-20).

2.3.     Na Bíblia, o alicerce
Na Bíblia encontramos a revelação de tudo quanto necessitamos e precisamos saber para a prática da obra missionária. Sem a Palavra de Deus é impossível a evangelização do mundo. Nela encontramos que é nossa a responsabilidade da proclamação do plano de salvação, o poder e capacitação para cumprirmos a missão, e a mensagem a ser anunciada. Quanto mais convictos estiverem os discípulos de Jesus Cristo acerca da autoridade na Bíblia, maior será o comprometimento com a obra missionária. O próprio registro da mensagem em formato de livros tinha um propósito missionário (Jo 20.30-31).
Ao longo da história, vemos a Igreja estimulando a leitura, aquisição e disseminação da Palavra de Deus como instrumento valioso para que o ser humano conhece o amor divino e Seu plano de salvação. A partir da firme convicção da interação entre a Bíblia e a obra missionária é que as diversas agências e sociedades bíblicas têm enfatizado a importância da tradução e distribuição da Palavra de Deus alcançarem proporções cada vez maiores.

3.         Missões e a Trindade
Um dos textos bíblicos que enfatiza o trabalho do Deus Trino na obra missionária é o que registra a ordem de Jesus Cristo; “ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Assim, cada pessoa da Trindade está envolvida no envio, no comissionamento, na capacitação e na promoção da ação missionária.

3.1.     A participação de Deus Pai
O conferencista em Missões, Robert E. Speer declarou: “É no próprio ser e caráter de Deus que a base mais profunda do esforço missionário deve ser encontrada”. É importante que esta ênfase teocêntrica seja destacada em Missões, pois, como o apóstolo Paulo registrou na epístola aos Efésios, somos abençoados, escolhidos, redimidos “para louvor e glória da sua graça...”; “... para louvor da sua glória...” (Ef 1.3-14). Deus Pai nos criou para que nos relacionássemos com Ele. Após o pecado, agiu para que ocorresse a reconciliação.
Assim, desde o princípio, a obra missionária é a missão de Deus (“Missio Dei”). Ele enviou Abraão, José, Moisés, os profetas e Jesus Cristo, o Salvador (Jo 3.16-17; 6.38; 20.21).

3.2.     A participação de Jesus Cristo
Em Jesus Cristo encontramos a realização plena da ação missionária de Deus Pai. Enviado pelo Pai, veio para “servir e dar a sua vida em resgate de muitos”, “aniquilou a si mesmo, tomando a forma de servo” (Mc 10.45; Fp 2.6-8). Ele é o cumprimento das promessas do Antigo Testamento desde Gênesis 3.15. Assim, Jesus Cristo é o modelo no cumprimento da missão: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). Após sua ressurreição, Ele abre o entendimento dos discípulos para compreenderem as Escrituras (Lc 24.45) e mostra-lhes que já estava previsto no Antigo Testamento a Sua vinda, que padeceria, ressuscitaria e que “... em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações” (Lc 24.46-47). Ele declara: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18), antes de lançar a chamada Grande Comissão.
O senhorio de Jesus Cristo é universal, logo a missão também é universal: “todas as nações”. Ele não somente comissionou, mas prometeu estar com os Seus discípulos. A presença de Jesus Cristo, que tem todo o poder, é a garantia de que a missão alcançará êxito. Ele é a mensagem. A missão e a mensagem são cristocêntricas. Em uma ocasião, um hindu questionou o Dr. Stanley Jones: “O que o cristianismo oferece que não encontramos em nossa religião?” Então, ele respondeu: “Jesus Cristo”.

3.3.     A participação do Espírito Santo
O Espírito Santo atua na história desde o princípio: “o Espírito de Deus se movia” (Gn 1.2). Atuou na criação (Jo 33.4; Sl 104.30). Continua atuando até hoje. Por todo o período do Antigo Testamento vemos a ação do Espírito Santo na vida de tantos que foram chamados e enviados por Deus, capacitando-os para o cumprimento da missão. Logo no início do Novo Testamento lá está o Espírito Santo agindo em Maria para a encarnação de Jesus Cristo, enchendo Isabel, mãe de João Batista, e, depois, ungindo o próprio Messias (Lc 1.35, 41.22). Pelo Espírito Santo, Jesus Cristo se ofereceu como sacrifício (Hb 9.14). O próprio Jesus Cristo prometeu que o Espírito Santo estaria sempre conosco (Jo 14.16).
As últimas palavras de Jesus Cristo antes da ascensão foram sobre o Espírito Santo e sua atuação na vida dos Seus discípulos, capacitando-os para a proclamação do Evangelho da salvação “até os confins da terra” (At 1.8). Lemos no livro de Atos o Espírito Santo não apenas capacitando, mas dirigindo a obra missionária (At 4.31; 13.2; 16.6-7). Portanto, o Espírito Santo e a missão não podem ser separados. Ele é um Espírito Missionário.

Conclusão
Considerando que o Deus Trino e Uno se revela como Missionário, desde o princípio, e que, em Sua soberania, decidiu vocacionar homens nascidos de novo para cumprir a missão de tornar conhecido o plano de salvação para a humanidade, é imprescindível que a Igreja priorize tal atividade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2017, ano 27 nº 104 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Evangelismo, Missões e Discipulado – A tarefa primordial da Igreja – Bispo Oíldes José do Carmo.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.
Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

3 comentários:

  1. A sabedoria e bondade de Deus foi devidamente explicita na natureza de Jesus Cristo, para revelar-nos o verdadeiro sentido da existência de cada um, no meio social e universal, porque em Deus se ajunta e não espalha, e o que na verdade é oposto a isso,traz divisão, brigas, intrigas, ódio, etc.. sendo que a missão de Deus, é passar o seu amor, para que os seres humanos vivessem melhores nesta terra, onde tudo que pudesse ser indiferente, alcançasse também a compreensão mútua no amor de Deus em Cristo Jesus, que nos amou mesmo sendo ainda pecadores. E em contrapartida Ele (Jesus), provou que veio para amar de verdade todas as criaturas de Deus, e deixou como exemplo sua entrega total no calvário, para que através disto, a igreja formasse Nele, um povo especial, zeloso, e de boas obras, e isto se fundamenta em Jesus o grande missionário, efetuando assim a sua tarefa de maneira eficaz, porque não pode negar-se a si mesmo. antes cumpriu o determinado, tirando-nos das trevas, e trouxe-nos para sua maravilhosa luz. oh! glória!

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  2. O primeiro tópico está errado. Repetiu o primeiro tópico da lição anterior.

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