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Lição 09 - O legado missionário da Igreja Primitiva

Lição 09 – 27 de Agosto de 2017 – Editora BETEL

O legado missionário da Igreja Primitiva

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Comentarista: Bispo Oídes José do Carmo

TEXTO ÁUREO
“Antes, anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judeia, e aos gentios, que se emendassem esse convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento.” At 20.20

VERDADE APLICADA
Um dos grandes legados deixado pela Igreja Primitiva foi a perseverança em anunciar a Palavra.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Conhecer as determinações dadas pelo Senhor Jesus quanto a missões;
Verificar a maneira como o Espírito Santo operou quanto à obra missionária;
Destacar os principais missionários do livro de Atos dos Apóstolos.

GLOSSÁRIO
Gentílico: Próprio de gentios; pagão;
Impregnar: Influenciar decisivamente;
Legado: Aquilo que se passa de uma geração a outra, que se transmite à posteridade.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
At 1.1                         At 1.2                        At 1.3
Quinta:                     Sexta:                       Sábado:
At 1.6                         At 2.41                      At 2.42

TEXTOS DE REFERÊNCIA
At 1.4 - E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.
At 1.5 - Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
At 1.7 - E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
At 1.8 - Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Peça a Deus para levantar e preparar tradutores que facilitem o acesso às palavras do Evangelho.

Introdução
Os primeiros membros da Igreja, apesar da oposição, não perderam o foco da evangelização. Eles obedeceram a Jesus e ao Espírito Santo, que conduziu toda a obra, de maneira que eles alvoroçaram o mundo em sua época (At 17.6).

O Espírito Missionário de Deus
Pentecostes era uma festa sagrada no Antigo Testamento que ocorria cinquenta dias após a Páscoa. Daí a razão do nome Pentecostes, que é derivado da palavra grega quinquagésimo. Lendo Levítico 23.15-21 encontramos a sua posição no calendário das festas de Israel.
Em primeiro lugar havia a festa da Páscoa, comemorando a libertação de Israel do Egito, na noite em que o anjo da morte ceifou a vida dos primogênitos de todo o Egito, enquanto o povo de Deus comia o cordeiro em suas casas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue desse cordeiro pascoal. Essa festa tipifica a morte de Cristo, nosso Cordeiro pascoal, cujo sangue nos protege do juízo divino.
Em seguida, após a Páscoa e os Asmos, os sacerdotes ceifavam um molho de cevada e o ofertavam ao Senhor como primícias da ceifa. As primícias da colheita deviam ser oferecidas ao Senhor, em reconhecimento à Sua provisão e soberania. Só depois disto é que o restante da colheita podia ser ceifado. A festa tipificava Cristo “as primícias dos que dormem” (1Co 15.20). Contavam-se quarenta e nove dias após o molho movido diante do Senhor, e, no quinquagésimo dia - o Pentecostes - eram movidos diante do Senhor dois pães, os primeiros resultados da ceifa do trigo. Não se podia fazer nenhum pão para se comer, antes de se oferecer esses dois primeiros a Jeová. O significado típico é que os quase cento e vinte do cenáculo eram as primícias da Igreja Cristã, oferecidas diante do Senhor por meio do Espírito Santo, cinquenta dias após a ressurreição de Cristo. Era a primeira das milhares de igrejas que desde aí têm se espalhado por toda a face da terra, dentre os judeus e gentios – daí dois pães representativos.
Todos juntos num mesmo lugar. Eram quase cento e vinte corações que palpitavam como um só, enquanto assentados juntos aguardavam o poder que os habilitaria a testificar do Senhor Jesus Cristo, “tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (At 1.8).
“E de repente veio do céu um som”. Era um som intenso, penetrante, que vinha de cima – “do céu”. As vozes levantadas em oração calaram-se no mesmo instante e o recinto foi tomado de silêncio humano. Uma voz mansa e interior segredou a cada discípulo ali reunido: “É chegada a hora!” O som, que no começo parecia distante, chegava mais perto. Foi como o ruído dum redemoinho, o estrondo duma tormenta – “como de um vento veemente e impetuoso!” Chegava cada vez mais perto. Aumentava mais e mais o volume. Por fim, um ruído penetrante e poderoso invadiu o cenáculo, “e encheu toda a casa em que estavam assentados”.
Milhares de judeus se concentravam atônitos diante do cenáculo, atraídos pelo misterioso som, como de uma tormenta naquela manhã calma. Mais do que isso, a multidão atônita iria presenciar maior mistério que o do som estranho e das línguas flamejantes – o da diversidade de línguas. Esses forasteiros ficaram perplexos ao notarem que os galileus, identificados como seguidores de Jesus de Nazaré, não estavam falando o idioma comum da Galileia, mas em “outras línguas”. E alguns dentre eles descobriram que essas “outras línguas” eram seus próprios idiomas! De fato, a multidão, ao ouvir essas línguas, podia discernir o idioma de cada um, falado pelos adoradores cheios do Espírito Santo.
A atenção da multidão foi imediatamente concentrada nas línguas faladas pelos discípulos. As palavras que falavam eram sublimes, ardentes, cheias de sentido. Todos sentiam que se achavam diante dum fato sobrenatural e inexplicável, e glorificavam a Deus.
A chegada do Espírito Santo de Deus para batizar a Igreja do Senhor, sem dúvida, foi o marco inicial de um fabuloso projeto missionário, concebido pelo Pai desde a fundação do mundo.
A grandiosidade, o sobrenatural, a presença forte da glória de Deus, marcaram indelevelmente esse primeiro ato do Consolador, após a ascensão do Senhor Jesus! Dessa maneira espetacular e inaudita, nosso Deus poderoso inicia um novo capítulo na história da humanidade, uma nova fase de Seu projeto missionário.
Ainda hoje, o Espírito Santo atua no meio da Igreja do Senhor! Tal como os pioneiros da Igreja Primitiva, temos a capacidade doada por Deus de evangelizar, cumprir o Ide de Jesus, conforme por Ele ordenado. Sejamos destemidos e audazes assim como os primeiros cristãos o foram, afinal ainda há tempo.
Tenham uma semana abençoada, na Graça e Paz do Senhor Jesus!
Márcio Celso - Colaborador

1.         Os mandamentos missionários
            Alguns mandamentos foram dados por Jesus antes de Sua partida. Estes mandamentos foram chaves preciosas, que abriram a porta do crescimento da Igreja Primitiva e de todos os tempos.

1.1.        Deu mandamentos pelo Espírito Santo
Jesus deu mandamentos pelo Espírito Santo e isso sucedeu enquanto Ele lhes falava acercado Reino de Deus (At 1.1-3). Esse destaque para a pessoa do Espírito Santo não foi acidental. Ele capacita e dirige a obra missionária no mundo. O próprio Jesus agiu no poder do Espírito Santo (Mt 3.16; At 10.38). Mesmo após Sua ressurreição, o Senhor Jesus continuou dirigido pelo Espírito Santo. Ele já havia revelado aos Seus que o Espírito Santo viria, após Sua volta para o Pai, e que ensinaria, lembraria e revelaria mais verdades espirituais (Jo 14.16; 16.13). E é o que encontramos ao longo do Novo Testamento, a partir do livro de Atos.
O Senhor Jesus, após Sua ressurreição, pôde considerar a Sua missão profético-messiânica acabada. Porém, logo em seguida, Ele reservou esses momentos tão particulares para estar com os Seus discípulos. E, então, lhes expôs os ditames do Reino de Deus e lhes ordenou acerca do caminho que eles deveriam palmilhar para evangelização, tanto local quanto mundial (Mc 16.15).

1.2.     Determinou-lhes que recebessem poder
Os obreiros de Cristo não podem se lançar ao trabalho sem o poder do Espírito Santo. Para a execução da obra missionária, a partir de Jerusalém, Deus prometeu uma capacitação do alto para a Sua Igreja (At 2.33; G1 3.14). Existe um governo organizado e pronto para impedir o avanço missionário (Ef 6.10-12). Por esse motivo, a obra missionária não pode ser feita de qualquer maneira. Essa é uma obra na qual lidamos com almas, cujos resultados são eternos.
O fracasso de alguns acerca da obra evangelizadora e missionária ocorre justamente por querer fazer esse trabalho sem poder (Lc 24.49), isto é, sem o auxilio do Espírito Santo. Não existe dinheiro que pague por esse poder. Ele é conquistado obedecendo a Jesus Cristo. Esse obedecer implica em aguardar orando até recebê-lo, este é o preço. E essa oração deve ser até alcançá-lo e, por meio dela, renová-lo sempre. Em Atos 4.23-31, lemos sobre os apóstolos, que já tinham recebido o Espírito Santo, orando e pedindo a Deus ousadia para continuar proclamando a Palavra. Em resposta à oração, “todos foram cheios do Espírito Santo”.

1.3.     Determinou-lhes o campo de atuação
A missão da Igreja é a pregação do Evangelho, fazendo discípulos de Jesus em todas as nações (Mt 28.18-20). A humanidade agoniza longe de Deus, sem esperança de salvação (Rm 8.22). Isso significa que o nosso campo de atuação abrange a toda a criatura que encontrarmos até os confins da terra. Assim, de acordo com a orientação de Jesus Cristo, a Igreja deve iniciar a evangelização no lugar no qual se encontra e, simultaneamente, estar comprometida com o anúncio do Evangelho em todo o mundo (indo, contribuindo e orando). Vemos no livro de Atos que a Igreja se estabeleceu em Jerusalém e foi progredindo para Samaria, Judeia, até os confins do mundo. Os missionários daquela época alvoroçaram o mundo por meio da pregação de Cristo (At 17.6; 24.5).
Um dos maiores sinais da volta de Jesus Cristo é a pregação do Evangelho em todo o mundo (Mt 24.14). Ainda existe muito trabalho a fazer. Existem países em que a tradução da Bíblia ainda não chegou. Existem tribos de índios que foram descobertas no Brasil que sequer sabemos qual é o seu idioma. Além disso, temos a nossa Jerusalém, nosso país, que vive atolada no lamaçal do pecado. A boa notícia é que muitos estão se voltando para Deus e o Evangelho segue avançando, apesar de todos os desafios (Rm 15.20).

2.         O Espírito Santo na obra missionária
O Espírito Santo despertou nos discípulos o desejo de compartilhar o Evangelho. Em Atos, encontramos o Espírito Missionário formando uma Igreja missionária e capacitando-a para o cumprimento da tarefa. Vejamos três maneiras da atuação do Espírito Santo:

2.1.     Ele desceu no dia de Pentecostes
O Espírito Santo é o Espírito da promessa da parte do Pai (At 1.4-5). Ele desceu sobre a Igreja reunida em Jerusalém no dia de Pentecostes, que era a Festa da Colheita. Ali estavam representadas muitas nações da terra através dos judeus da diáspora. Naquela ocasião, o Espírito Santo se revelou, fazendo com que os discípulos falassem na língua de todas aquelas nações as grandezas de Deus (At 2.4-11). Convém lembrar que essa foi uma operação divina diferente da que ocorreu na torre de Babel. A partir desse dia, o Espírito Santo concedeu à Igreja vários dons para o cumprimento da missão (1Co 12.4-7).
O movimento pentecostal, na atualidade, é fruto da retomada da Igreja na busca da manifestação dos dons espirituais. Essa busca através da oração pelo poder do Espírito Santo trouxe um grande impacto missionário no mundo. O segredo de missões é este: buscar em oração o revestimento de poder para continuar anunciando a Palavra de Deus (At 4.31).

2.2.     Ele opera sinais
            Os milagres, curas e libertações são consequência direta do agir do Espírito Santo. Tais ações sobrenaturais contribuem na evangelização e proporcionam o socorro de Deus na vida dos que sofrem. Não são sinais reservados apenas aos líderes, mas a todos os que buscarem fervorosamente. No livro de Atos vemos, por exemplo, que o Espírito Santo impregnou a Pedro de tal maneira que as pessoas “transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles” (At 5.15). Por outro lado, Paulo, cheio do Espírito Santo, fazia milagres extraordinários de modo que as enfermidades e os espíritos imundos fugiam das vítimas (At 19.11-12).
O escritor aos Hebreus registra que o anúncio do Evangelho da salvação em Cristo Jesus foi confirmado por Deus através de “sinais, e milagres, e várias maravilhas, e dons do Espírito Santo” (Hb 2.4). O próprio Jesus Cristo já havia dito aos Seus discípulos acerca dos sinais que seguiriam aqueles que cressem n’Ele (Mc 16.17-18). Os sinais confirmam a Palavra de Deus anunciada, contribuem para atrair pessoas ao anúncio do Evangelho, socorrer os que estão sofrendo e glorificar a Deus (Mc 16.20; At 3.1-9, 11-19; 4.30; 8.6).

2.3.     Ele separa e envia missionários
O Novo Testamento aponta o Espírito Santo como a figura principal da obra de evangelização através da Igreja (At 8.29; 13.2; 15.28). Todo o Corpo de Cristo é chamado a evangelizar e a fazer missões, mas cada um fará o seu papel de acordo com o seu chamado (1Co 12.7). Alguns são vocacionados a deixarem sua cidade e igreja de origem para pregar o Evangelho em outros estados, outros são dirigidos pelo mesmo Espírito às nações. Todos são chamados a testemunhar, mas nem todos foram vocacionados a ir a um campo missionário transcultural. Todavia, os que ficam têm a incumbência de participar orando e contribuindo financeiramente para manter os que se destinam a ir. Dessa maneira, todos se envolvem no trabalho missionário.
Uma igreja missionária é uma igreja envolvida na oração, no envio e na contribuição. Todos nós somos chamados a fazer a obra missionária de alguma maneira. Porém, cada irmão deve fazer especificamente aquilo que foi designado por Deus. Cada um é chamado para uma vocação e deve apresentar-se a Deus assim como foi chamado (1Co 7.20).

3.         Principais missionários
Todos os discípulos diretos do Senhor Jesus, após a descida do Espírito Santo, tornaram-se comprometidos com a missão de anunciar o Evangelho da salvação. A maioria deles morreu brutalmente, cumprindo a missão fora de seu lugar de origem. Neste ponto, destacaremos os dois personagens mais notáveis do livro de Atos.

3.1.     O apóstolo Pedro
Logo após a descida do Espírito Santo no cenáculo, Pedro inicia seu poderoso ministério. Ele e os onze estão juntos, mas é Pedro quem toma a iniciativa da pregação e, naquele dia, em um só sermão, quase três mil almas manifestaram a fé em Jesus Cristo e foram batizadas (At 2.14-41). Mais adiante, vemos Pedro e João à porta do templo, mas é Pedro quem se dirige ao coxo e libera sobre ele a palavra de cura. Pedro se tornou um grande líder e todos os discípulos davam testemunho do poder de Deus (At 4.33). Na casa de Cornélio, através de Pedro, a porta da graça se abriu para os gentios. Segundo a tradição cristã, Pedro morreu crucificado em Roma de cabeça para baixo.
O primeiro missionário de grande destaque no livro de Atos é o apóstolo Pedro. Depois de algum tempo, Pedro residiu em Antioquia, mas depois retomou para Jerusalém, indo em seguida para Roma, onde foi crucificado na perseguição do cruel imperador Nero. O apóstolo Pedro morreu, mas sua história não. Sua vida até hoje ainda inspira os cristãos a viver em altos níveis espirituais. O resultado da primeira mensagem efetuada por Pedro foi impressionante. O sermão do apóstolo Pedro é considerado obra de um homem cheio do Espírito Santo. Não deve ser diferente em nossos dias, basta que busquemos ao Senhor (At 4.31).

3.2.     O apóstolo Paulo
Saulo foi companheiro de Barnabé na primeira viagem missionária. Foi nesta missão que adotou o seu nome gentílico “Paulus” que significa: “pequeno” ou “o menor”. Depois desta viagem missionária, fez mais duas outras, e uma última para Roma como presidiário, para comparecer perante César. O relato de Atos para no capítulo 28, mas sabemos que depois disso Paulo foi liberto e continuou suas viagens por três anos, provavelmente chegando até a Espanha, como planejou (Rm 15.24). A seguir, foi preso pela perseguição de Nero e conduzido a Roma, onde foi decapitado possivelmente em 67 d.C. O apóstolo Paulo é considerando o maior missionário do Novo Testamento, depois de Jesus (1Co 11.1).
Dentre todos os ensinamentos, preocupações com o bem-estar da obra missionária e o zelo especial que tinha o apóstolo Paulo, destacamos uma passagem bíblica que diz tudo sobre o homem que ele era e o missionário que todos desejam ser: “Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (2Co 12.15). Nós, discípulos do Senhor Jesus Cristo, devemos cumprir arduamente a tarefa de sermos Suas testemunhas.

3.3.     Outros apóstolos
O grande legado missionário na Igreja Primitiva nos foi transmitido por Pedro e Paulo. Outros discípulos também contribuíram muito, como: Barnabé, que auxiliou Paulo quando os demais não acreditaram na conversão dele; João Marcos, sobrinho ou primo de Barnabé, autor do livro de Marcos; Lucas, companheiro de Paulo e autor dos livros de Lucas e Atos dos Apóstolos (At 1.1). Não podemos deixar de mencionar outros obreiros de destaque que auxiliaram a Paulo, como: Tito, que por um tempo foi deixado em Creta, e Timóteo, que foi designado para vários lugares.
O grande legado missionário foi transmitido para nós através do exemplo vivo de homens que entregaram suas vidas à causa do Mestre. Graças à sensibilidade desses homens ao Espírito Santo e a compaixão pelos perdidos é que o Evangelho atravessou séculos e chegou até nós (At 13.49,52). Agora, precisamos ter um coração pronto para obedecer ao chamado de Deus: fazer Missões. Inicie fazendo o que está ao seu alcance. Apresente-se ao seu pastor local e coloque-se à disposição. Distribua folhetos evangelísticos, participe da comissão de visitas, busque informações missionárias, contribua, ore. Você testemunhará as maravilhas do Senhor!

Conclusão
O legado missionário da Igreja Primitiva foi constituído de homens que receberam uma visão celestial. Homens simples, mas com um diferencial: a presença do Espírito Santo em suas vidas. Esse poder ainda está ao alcance de todos. É necessário crer e, assim, veremos a glória de Deus (At 2.39).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2017, ano 27 nº 104 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Evangelismo, Missões e Discipulado – A tarefa primordial da Igreja – Bispo Oíldes José do Carmo.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.
Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit. 

Um comentário:

  1. O que precisamos deixar para as gerações futuras, apresentando no poder do evangelho de Cristo que transforma o mais vil pecador, num ser abnegado e influente,neste mundo que caminha de mal para pior, a formosura do reino de Deus, um reino de amor e paz, unidade, santidade, características estas que nos fará a não se conter de anunciar e passar este estilo de vida, que estão em carência vivencial para aqueles que estão sofrendo sem Deus no mundo, digo que é impossível aquele que experimentou a Salvação em Cristo deixar de passar esta nova novidade de vida conquistada por Cristo na cruz do calvário, e digo mais ainda, que aquele que quer anunciar o evangelho da paz, não precisa fazer grandes eventos para fazer missões , não estou dizendo que são desnecessários faze-los, mas precisamos entender que se fizer-mos pelo menos o necessário, é alcançar pelo menos o próximo já será o bastante, porque se cada um fazer a sua parte, iniciará uma corrente multiplicadora de pessoas salvas, atingindo os mais de 7 bilhões de habitantes que existem no mundo, aí poderemos dizer o que Jesus disse, é chegado o reino de Deus no meio de nós. Oh! Glória!

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