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Lição 13 - A perseverança do discípulo de Jesus Cristo

Lição 13 – 24 de Setembro de 2017 – Editora BETEL

A perseverança do discípulo de Jesus Cristo

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Comentarista: Bispo Oídes José do Carmo

TEXTO ÁUREO
“E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom e dão fruto com perseverança.” Lc 8.15

VERDADE APLICADA
Jesus nos chamou para sermos Seus discípulos e nos deu o Seu Espírito e a Sua Palavra para sermos perseverantes.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Identificar a relevância da perseverança;
Sugerir o cultivo de hábitos saudáveis para sermos perseverantes;
Apresentar três atitudes de perseverança.

GLOSSÁRIO
Ênfase: Vigor de expressão com que se salienta ou se tenta tornar mais impressionante um assunto;
Relevância: Aquilo que tem importância num contexto determinado;
Verbalizar: Fazer uso das palavras para expressar-se.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda:                 Terça:                       Quarta:
Lc 8.4-9                     Lc 8.11                      Lc 8.12
Quinta:                     Sexta:                       Sábado:
Lc 8.13                      Lc 8.14                      Lc 8.15

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Hb 12.1 - Portanto, nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta,
Hb 12.2 - Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
Hb 12.3 - Considerai, pois, aquele, que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.

MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore pelo fortalecimento da fé dos novos convertidos.

Introdução
Encerrando este trimestre, destacaremos a relevância da perseverança como atributo indispensável para alcançarmos o propósito de Deus: sermos conformes à imagem de Seu Filho para a glória de Deus.

Salvação e perseverança
A palavra perseverança, no grego υπμονή (hupomnesis), pode ser traduzida como uma paciência que resiste; denota firmeza e persistência. Esta palavra traz a ideia de uma pessoa que tem a capacidade de persistir, de suportar com firmeza inúmeras dificuldades em diferentes circunstâncias da vida sem entregar-se ao desânimo e a derrota. John Macarthur define perseverança como a constante determinação de seguir em frente, independentemente da tentação de diminuir o ritmo ou desistir.
A exortação contida no capítulo 12 da epístola aos Hebreus segue-se à famosa galeria de heróis da fé, no capítulo 11. Firmados na fé, aqueles homens de Deus sofreram duras provações, como zombarias e açoites e até cadeias e prisões; foram apedrejados, serrados, e, tantos outros sofrimentos. Todavia, mantiveram a fé fortalecida em Deus, a quem amavam e seguiam. E, não apenas aqueles servos do passado, porém, em nossos dias, os heróis da fé são todos aqueles cuja vida, mesmo em meio a tristezas, angústias, perseguições e outras provas difíceis, têm, contudo, seus olhos fitos no Senhor, de quem lhes vêm a graça e o poder para perseverar e vencer. Todos estes são filhos amados de Deus.
Exorta-nos o escritor de Hebreus a corrermos a carreira da vida que Deus tem preparado para nós. Correr com paciência é algo difícil! Esta frase parece-nos paradoxal. Pois, ao cristão, disposto a honrar e dignificar o Pai e também o Filho é possível, sim, correr, prosseguir com os olhos fitos no alvo, sem esmorecer, carregando o peso das provações da vida. Assim foi com Jesus na terra. Ele sabia de toda dor que Lhe estava reservada; carregava consigo uma grande dor, não partilhada, silenciosa (correndo com paciência). Ele viveu ao mesmo tempo um esperar e um correr – um esperar pelo alvo e um executar de ações diversas, curando, ensinando, transformando água em vinho, alimentando multidões. Jesus correu com paciência a carreira que Lhe fora proposta. Por fim, a vitória. Ei-lo à destra do Pai, no céu!
Para o atleta há uma série de exigências quanto ao seu comportamento a fim de manter o seu preparo físico, para estar apto à prova. Ele precisa desembaraçar-se de todo e qualquer obstáculo, até mesmo o seu traje deve ser leve e prático. Na corrida, ele mantém os olhos fitos no alvo.
Tal qual esse atleta, temos um sublime alvo em cuja direção estamos correndo. É uma corrida difícil e não podemos fraquejar. Somos chamados às práticas da paciência, sem, contudo, permanecer inertes, mas correndo, servindo, estendendo a mão ao enfermo; estendendo um sorriso amigo, ensinando, pregando; quem sabe, abafando as próprias tristezas, angústias e decepções; é correr com paciência. E, se conseguirmos, é porque estamos “olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé”. Ele é o alvo. A esta altura, já teremos deixado de lado o “pecado que tão de perto nos rodeia”, já nos desembaraçamos de todo o pecado, a roupagem imprópria ao filho de Deus na sua corrida espiritual.
Os primeiros leitores da carta aos Hebreus certamente ficaram maravilhados e surpresos por Deus os haver corrigido desde o princípio da sua fé. Até o momento da revelação feita pelo autor da epístola, eles ainda não haviam entendido como o seu sofrimento contribuía para o crescimento da sua fé.
Os cristãos hebreus não haviam resistido até ao ponto de morrer, ainda que perseguidos por amor a Jesus. No entanto, eles são encorajados face à lembrança de que Deus permitiu perseguições como meio de fortalecê-los na fé. É que o Pai está mais interessado em que cresçamos espiritualmente do que vivamos fisicamente confortáveis. Por isso, somos admoestados a não desanimar face às lutas que venhamos a enfrentar, pois, através delas Deus prova a nossa fé, desenvolve o nosso caráter e conscientiza-nos do quanto dependemos d’Ele.
Esse processo contínuo de crescimento espiritual pela dor faz parte integrante do plano do Senhor para burilar-nos, de forma que, cada vez mais, estejamos prontos para novas adversidades, tirando proveito dos imprevistos para o aprimoramento de nossas ações.
Não significa que estejamos fadados, como crentes, a ter uma vida completamente sofredora e dolorosa. Não, Deus tem o melhor para nós, já aqui na terra, Seu Reino já está instaurado entre nós, pela mão poderosa do Seu Filho Amado, Jesus Cristo.
Apenas significa que, como todos os mortais, padeceremos em várias ocasiões, afinal estamos vivendo em um mundo decaído, corrompido pelo pecado. Porém, como conhecedores e praticantes das Sagradas Escrituras, podemos tirar proveito de todas as ocasiões em que somos afrontados pelo inimigo de Deus, levantando-nos mais fortes e preparados para a batalha.
Para isso, necessitamos de perseverança. Não existe tempo de descanso durante a guerra. Só existe o fim, com a derrota, para os ímpios, ou a vitória, para nós que seguimos para o alvo que é Cristo Jesus. Desanimar é perder, perseverar é vencer.
Que os irmãos desfrutem de uma semana abençoada, na Paz do Senhor Jesus!
Márcio Celso - Colaborador

1.         A importância da perseverança
            Após estudarmos o processo de formação do discípulo de Jesus Cristo, veremos agora a importância da perseverança. Não é suficiente iniciar. É preciso ir até o fim (Dn 12.13).

1.1.        O que significa ser perseverante?
São diversos os textos bíblicos que enfatizam a relevância da perseverança na vida daqueles que estão em comunhão com Deus. São vários os sentidos desta palavra, no grego “hupomenõ”, dependendo permanecer; suportar; aguentar. Em alguns textos encontramos a palavra paciência (no grego “hupomone”): tolerância; constância; resistir. É um verdadeiro desafio para esta geração. Muitos estão sofrendo com a Síndrome do Pensamento Acelerado ou Síndrome da Resposta Rápida. As pessoas estão com dificuldade de esperar.
E esta tendência está sendo transferida para a relação com Deus. Em Hebreus 3.6, lemos: “se tão somente conservarmos firme a confiança... até o fim”. No versículo 14, do mesmo capítulo: “nos tomamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente... nossa confiança até o fim”.

1.2.     Cultivando hábitos saudáveis
Por que muitos não perseveram? Alguns por não terem plena consciência do que significa ser discípulo de Jesus. Outros por criarem expectativas, que, não se cumprindo, levam à frustração. Há aqueles que descuidam da vida espiritual e, quando vêm as provações e o “dia mau”, acabam não suportando, pois não cuidaram, antes, de estarem revestidos da armadura de Deus (Ef 6.13). Se cultivarmos hábitos e disciplina espirituais, estaremos contribuindo para a manutenção de nossa saúde espiritual. Se não investirmos tempo em várias práticas devocionais, estaremos indo por um caminho que nos conduzirá ao fracasso espiritual.
Certa vez perguntaram para John Stott (foi pastor e escritor anglicano, da Inglaterra, um dos expoentes do século XX e início do século XXI) sobre a razão do seu longo e tão frutífero ministério: “Leio a Bíblia e oro todos os dias, vou à igreja todos os domingos e nunca falto à celebração da Ceia do Senhor”. Parece uma resposta tão simples e rasa. É evidente que, ao fazer estas coisas mecanicamente, corremos o risco de entrarmos pelos caminhos do formalismo e legalismo. Deus fala e se revela com aquele que mostra interesse. Quando cultivamos os hábitos de leitura bíblica, oração, participar dos cultos, Ceia do Senhor, evangelização, com consciência e como resultado da fé que professamos, estamos demonstrando interesse vivo em Deus, por Sua Palavra, pelo Seu Reino. Para cultivarmos estas disciplinas espirituais, precisamos investir tempo e sermos perseverantes, o que acarretara estabelecer prioridades em nosso dia a dia. Precisamos abrir mão ou adiar algumas outras atividades. Ser discípulo de Cristo é mais do que uma ideologia, é vida: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á” (Mt 16.25).

1.3.     É necessário um novo coração
Ao discursar sobre como as pessoas recebem a Palavra de Deus (Mt 13), Jesus Cristo citou vários tipos de terrenos que receberam a semente: pé do caminho, pedregoso, entre espinhos e boa terra. A que caiu em boa terra, “vingou, cresceu e produziu” (Mc 4.8). O registro de Lucas diz: “E a que caiu em boa terra, esses são os que, ou vindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom e dão fruto com perseverança” (Lc 8.15). Notar que o texto sagrado faz menção a um “coração honesto e bom” que conserva a Palavra de Deus. Somente é possível ter um coração assim, disposto e inclinado para a Palavra de Deus, pelo novo nascimento, como estudado em lição anterior. Há muitos que são bons, praticam caridade, são honestos, cumpridores de seus deveres, bons cidadãos e outras qualidades mais, contudo não valorizam a Palavra de Deus e não se submetem ao senhorio de Jesus Cristo.
Quando o Senhor Jesus estava falando com a multidão acerca do “ser meu discípulo” (Lc 14.26-27, 33), para ilustrar Seu ensinamento, Ele citou o exemplo da pessoa que quer edificar uma torre. Não basta querer e iniciar. E preciso começar e acabar (Lc 14.28-30). E importante ressaltar que há pessoas que consideram que suas boas obras são suficientes para serem aceitos diante de Deus e terem seus pecados cancelados. Contudo, não é isto que encontramos na Bíblia (Is 64.6; Ef 2.8-9).

2.         “A carreira que nos está proposta”
A “carreira que nos está proposta” (Hb 12.1) inicia com o novo nascimento. Somente assim o ser humano possui um “coração honesto e bom” para receber e guardar a Palavra de Deus.

2.1.     A necessidade de priorizar
Em Lucas 9.57-62, encontramos três pessoas diante do Senhor. Duas lhe disseram: “Senhor, seguir-te-ei”; e a outra, disse Jesus: “Segue-me”. Estiveram frente a frente com Jesus, foram impulsionadas a segui-Lo. Será que o primeiro prosseguiu, após as palavras do Senhor? Ou será que, ao tomar conhecimento da possibilidade de não contar com as comodidades naturais da vida, desistiu? O segundo foi chamado pelo Senhor, contudo respondeu: “Deixa que primeiro”. O terceiro, parecido com o primeiro, se apresenta, mas verbaliza como o segundo: “deixa- me despedir primeiro”.
Quantos “primeiros” e quantas conveniências deste mundo têm surgido diante de nós a nos desafiar, nos chamar e impedir-nos de prosseguirmos na caminhada de discípulo? Mesmo nas lutas, dificuldades, temores, fraquezas, o discípulo permanece (Tg 1.2-4; Rm 5.3-4), pois está consciente de que não há outro Jesus Cristo, não há outro Messias, outro enviado de Deus para nos salvar dos nossos pecados, que tenha “palavras de vida eterna” (Jo 6.68).

2.2.     A pessoa de Jesus, nossa maior motivação
            Interessante notarmos a resposta de Pedro, quando Jesus interpelou aos que ficaram se eles também iriam embora: “Senhor, para quem iremos nós?” (Jo 6.68). Senhor, “kurios”, em grego, ou seja, Aquele que é e tem a autoridade e o poder de Deus. É importante pontuar que a resposta de Pedro nos faz lembrar que a perseverança do discípulo de Jesus Cristo está fundamentada, inicialmente, na pessoa de Jesus Cristo: Senhor! Porque Ele é o Senhor. Não se fundamenta nos feitos, nas bênçãos, nos projetos pessoais concretizados, na capacidade de entender todos os caminhos de Deus, mas na Pessoa de Jesus Cristo!
Notemos que a perseverança é a marca, pois o texto sagrado registra: “... muitos dos seus discípulos tornaram para trás e já não andavam com ele” (Jo 6.66). Será que eram pessoas que O seguiam movidas pela curiosidade, pelo interesse de serem beneficiadas com os milagres ou atraídas apenas pela retórica e oratória de Jesus, ou como uma demonstração de insatisfação com os líderes religiosos judeus, ou como uma expressão de revolta contra o domínio romano, ou movidas pela emoção? Sejam quais forem os motivos, o certo é que recuaram e não andaram mais com Ele.

2.3.     A Palavra de Deus como fundamentação
Porque Ele é o Senhor, Suas Palavras são de vida eterna. Jesus Cristo e Sua Palavra são os fundamentos que encontramos neste texto sagrado para a perseverança dos discípulos de Jesus Cristo. Numa época de tanta ênfase em conquistar, “determinar”, alcançar metas pessoais, supervalorização de sucesso financeiro, status, crescimento social e outros mais, é oportuno dar especial destaque às razões da nossa perseverança como discípulos de Jesus Cristo: Sua Pessoa e Sua Palavra!
A exortação bíblica, enquanto caminhamos, é manter nosso foco na Pessoa de Cristo, pois Ele é nosso ponto inicial e objetivo maior de nossa fé (Fp 3.13-14). Olhando para Ele, considerando, refletindo e pensando sobre Ele, “para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos” (Hb 12.3). E preciso disciplina por parte dos discípulos de Jesus Cristo, pois vivemos num período de muitas distrações. Facilmente as pessoas perdem o foco.

3.         Atitudes de perseverança
A perseverança é a marca do discípulo de Jesus Cristo. Muitos abandonam a vida de discípulo, seguindo caminhos mais curtos e fáceis, que surgem a todo o momento.

3.1.     Perseverar na Palavra de Deus
Aos muitos dos que declararam que criam n’Ele, Jesus Cristo exortou: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos” (Jo 8.31). Ou seja, se submete aos ensinos de Cristo e vive de acordo com a Sua Palavra. O próprio Jesus disse que assim o discípulo conhece a verdade (Jo 8.32). Então, o interesse, a disposição em ouvir, prestar atenção e conhecer a Palavra de Deus são marcantes características do discípulo perseverante (Jo 8.47).


3.2.     Perseverar no amor
Outra característica marcante do discípulo de Jesus é o amor: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.35). Interessante o contexto no qual Jesus proferiu estas palavras. As últimas instruções estão sendo transmitidas aos discípulos. Brevemente o Senhor Jesus encerraria Seu ministério na terra. Então, Ele prepara os Seus discípulos para um novo tempo. Judas Iscariotes já havia se retirado do meio deles. Logo eles não mais teriam a presença física de Jesus. O preparo começa com o mandamento: “Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós...” (Jo 13.34).
Que desafio! Vivemos dias difíceis! Mas, se nosso Senhor ordenou, é possível. Pois nascemos de novo e temos o Espírito Santo. O amor de Cristo é o modelo. A palavra amor indica boa-vontade para com os outros, benevolência: “O amor não faz mal ao próximo” (Rm 13.10). E como se o Senhor estivesse dizendo: “Estou partindo, ajudem uns aos outros, consolem uns aos outros, estimulem uns aos outros amando-vos uns aos outros”. Despertaria a atenção do mundo. Através deste testemunho, a humanidade reconheceria que há, ainda, discípulos de Jesus Cristo na terra. E necessário perseverar no amor (Rm 13.8; 1Jo 4.7).

3.3. Perseverar na frutificação
O Senhor Jesus, ainda preparando os Seus discípulos, antes de Seu regresso ao céu, procurando informar-lhes acerca da grande obra que estariam levando adiante, disse-lhes: “Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos” (Jo 15.8). Ainda há uma grande necessidade de que os discípulos do Senhor tenham uma vida espiritualmente frutífera, para o cumprimento da missão deixada por Jesus e para a glória de Deus. Principalmente, nesta nossa geração, quando muitos vivem uma fé meramente nominal, como se estivessem “acostumados” com uma vida “religiosa” de cumprimentos de normas e rotinas. Importante destacar que na parábola do semeador, registrada por Lucas, a semente que caiu entre os espinhos são os que ouviram a Palavra, mas ao seguirem adiante são sufocados com as muitas ansiedades e cuidados da vida e, assim, “não dão fruto com perfeição” (Lc 8.14), ou seja, não conseguem amadurecer, não permanecem. Que tipo de fruto está sendo produzido em nós?
Dependendo do contexto, a palavra “fruto” pode se referir a obras, ações, caráter do Senhor reproduzido na vida do discípulo de Jesus Cristo, convertidos a partir de ações evangelísticas (como em Romanos 1.13). Na Bíblia, encontramos: “fruto de arrependimento” (Mt 3.8); “frutifiquemos para Deus” (Rm 7.4); “frutificando em toda boa obra” (Cl 1.10; “fruto do Espírito” (Gl 5.22). Frutificar com perseverança, uma das marcas do discípulo de Jesus Cristo.

Conclusão
Somos chamados para a vida de discípulo por Jesus Cristo. Temos a Sua presença, o poder do Espírito Santo e a Palavra de Deus como nossa lâmpada. É possível vivê-la: “Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras (Mt 16.27).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Editora Betel 3º Trimestre de 2017, ano 27 nº 104 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos – Professor – Evangelismo, Missões e Discipulado – A tarefa primordial da Igreja – Bispo Oíldes José do Carmo.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.
Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.
Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.
Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.
Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.
Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit.

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