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Lição 07 - O Senhor peleja pelo Seu povo!

Lição 07 – 16 de agosto de 2020 – Editora BETEL

O Senhor peleja pelo Seu povo!

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Por motivos de sobrecarga no trabalho secular, não estaremos publicando a pré-aula referente a essa lição, semana que vem, se Deus quiser, voltaremos a postar.

Sobre o rei Josafá

Quatro capítulos no segundo livro de Crônicas são dedicados inteiramente ao reinado de Josafá, e isso indica a importância deste rei na mente do autor. Pouco é dito sobre esse reinado em Reis, onde Josafá aparece sujeito a Acabe, rei de Israel (1Rs 22.1-51). Crônicas, por outro lado, considera Josafá um dos maiores reis de Judá juntamente com Ezequias e Josias, seus sucessores. Contudo, seu reinado não foi perfeito; sofreu altos e baixos. Os baixos incluíam duas alianças com os reis de Israel, cada uma delas denunciadas por um profeta. Como no reinado de Asa, a obediência à lei e a fidelidade ao templo trouxeram bênção, enquanto a desobediência e as alianças com outras nações provocaram desastres.

Bem no começo de seu reinado, Josafá é apresentado como um rei independente do reino de Israel. Essa independência foi, a princípio, militar. Ele se fortificou contra Israel (2Cr 17.1). Protegeu seu povo contra a ameaça do norte, colocando tropas em todas as cidades fortificadas de Efraim que seu pai tinha tomado (17.2). Sua independência foi também espiritual. Rejeitou os baalins e adotou a fé de seu antepassado Davi, o fundador da dinastia, e não segundo as obras de Israel (17.3-4). Como resultado, o Senhor lhe deu riquezas e glória em abundância (17.5). Essa bênção encorajou-o a ir mais longe em sua luta contra a idolatria: Tornou-se-lhe ousado o coração (17.6).

Josafá compreendeu que o ensino e o temor à Lei de Deus eram importantes para a vida da nação como um todo. Estabeleceu então uma equipe de mestres itinerantes, da qual participavam os principais sacerdotes e levitas. Eram acompanhados pelos servos reais que deram status a essa missão oficial e garantiram sua autoridade (17.7-8). No Antigo Testamento, a função dos sacerdotes como mestres da lei é algo normal (Lv 10.11). Os levitas, porém, só se ocuparam do ministério de ensino comum depois do exílio pós-babilônico.

O último mandamento de Jesus a seus discípulos não foi somente que deveriam “fazer discípulos de todas as nações”, mas também “ensiná-los a guardar todas as coisas que lhes foram ordenadas” (conforme Mt 28.20). A Igreja prega, converte e salva, mas ainda é falha no ensinamento constante da Palavra de Deus, apesar das Escola Bíblica Dominical e dos cultos de Ensino. Fala-se muito de avivamentos, e, às vezes, a impressão que se tem é que o avivamento vem de repente como um estrondo de trovão. Mas a Bíblia e o exemplo dos mestres de Josafá que levaram com ele o Livro da Lei do Senhor (17.9) mostram que o ensino é o melhor caminho para trazer avivamento às nações.

Outras bênçãos também fluíram da conduta de Josafá. Primeiramente houve paz entre eles porque veio o terror do Senhor sobre todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá (17.10). Até os filisteus, havia muito tempo inimigos de Israel, trouxeram dádivas a Josafá (17.11). Os projetos de construção ao lado de um exército enorme e bem treinado também se revelaram marcas tradicionais da bênção de Deus (17.12-19).

O quadro ideal do reinado de Josafá é maculado por sua associação com Acabe, rei de Israel. Encontramos também um relato dessa aliança em 1Rs 22.1-38, mas ali Acabe é o principal ator, e o foco concentra-se em sua incapacidade de escapar do juízo profético pronunciado por Elias. Crônicas, em contraste, coloca Josafá no centro da história e não menciona Elias.

A história se inicia com uma nota irônica. Lembramo-nos das riquezas e glórias de Josafá (17.5), o que nos leva a questionar por que ele faria uma aliança com Acabe (18.1).

Tal aliança não era necessária para um rei que já fora abençoado e protegido por Deus. A aliança entre o rei de Judá e o rei de Israel foi selada com o casamento de Jorão, filho de Josafá, com Atalia, filha de Acabe (21.6). Esse casamento provaria mais tarde ser uma ameaça à dinastia davídica e à pureza da adoração em Jerusalém.

Para manter a aliança, Josafá visitou Samaria no Reino do Norte. Após uma grande celebração, Acabe propôs uma aliança na qual eles reuniriam suas forças em campanha para capturar Ramote-Gileade, cidade que tinha caído nas mãos dos sírios (18.2). O verbo “persuadir” usado na declaração de Acabe é o mesmo usado em 1Cr 21.1 em que Satanás “incitou a Davi a levantar o censo de Israel”. Esse mesmo verbo é usado em Dt 13.6 com a ideia de incitar outros à apostasia. Mas Josafá não fez realmente uma escolha. Sua resposta reflete a seriedade da aliança: Serei como tu és, o meu povo, como teu povo; iremos contigo à peleja (18.3).

Embora Josafá estivesse comprometido, continuou a se comportar como um digno descendente de Davi. Motivou Acabe com o conselho: Consulta primeiro, a palavra do Senhor (18.4). Então, quatrocentos profetas, provavelmente todos os adoradores de Baal, foram reunidos em assembleia e perguntaram se os dois reis deveriam atacar Ramote-Gileade. Todos eles prometeram vitória: Sobe [...] porque o Senhor a entregará nas mãos do rei (18.6,11). Zedequias, um dos profetas, foi até lá para entregar sua profecia favorável, agitando um par de chifres de ferro que simbolizava a força dos exércitos dos dois reis que feririam seus oponentes (18.10). Esse comportamento simbólico dos profetas não era raro (cf. Jr 27.1—28.17).

Josafá descria da confiabilidade desses quatrocentos profetas. Provavelmente, eram sustentados pela corte, e era trabalho deles confirmar o que o rei de Israel dizia ou fazia. O rei de Judá queria ouvir algo de um verdadeiro profeta do Senhor (18.6).

De forma hesitante, Acabe mandou chamar o profeta Micaías. Como Elias, não havia dúvida de que ele já entregara mensagens impopulares ao rei de Israel (18.7). O profeta foi incitado pelo mensageiro enviado a ele da parte do rei de Israel a não fazer isso de novo (18.12). Mas Micaías recusou corromper-se ou comprometer-se: “Tão certo como vive o Senhor, o que meu Deus me disser, isso falarei” (18.13).

A primeira resposta de Micaías a Acabe foi irônica. Ele praticamente repetiu palavra por palavra a mensagem dos quatrocentos profetas (18.14). O rei, porém, reconheceu que Micaías estava zombando dele. Sabia de antemão que as palavras do profeta não seriam exatamente as mesmas dos outros (18.15). Finalmente, Micaías descreve duas visões diferentes, tanto uma como a outra falando das consequências da batalha em Ramote-Gileade.

A primeira descreve Israel disperso como um rebanho de ovelhas sem pastor (18.16). Era um aviso simbólico da morte do rei na batalha. O tema de ovelha sem pastor é encontrado também em Nm 27.17, Is 13.14 e Zc 10.2. A segunda visão, mais longa, apoiava a primeira.

Do mesmo modo que Acabe incitara Josafá a ir com ele à batalha, saiu um espírito das regiões celestiais para incitar os profetas a mentir com o fim de causar a morte do rei de Israel (18.18-22). Zedequias, um dos mais fervorosos dentre o grande grupo de profetas, percebeu que essa visão o insultava e esbofeteou Micaías (18.23-24). Acabe então deu ordens para que Micaías ficasse preso até que ele voltasse da guerra (18.25-27). Josafá, que pedira especificamente para ouvir o profeta do Senhor, não o defendeu.

Hoje em dia, principalmente com a facilidade de divulgação nas redes sociais, muitos profetas fingem falar em nome de Deus. Eles alegam predizer o que vai acontecer na vida de alguém. Embora seja verdade que Deus continua a conceder dádivas proféticas à sua Igreja, devemos conscientizar-nos de que há também falsos profetas. Como cristãos, precisamos discernir os verdadeiros profetas daqueles que falam em nome de Deus coisas que expressam somente suas próprias ideias. A Bíblia nos lembra: “Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom” (1Ts 5.20-21).

A despeito das palavras de Micaías, os dois reis seguiram para a batalha (18.28). O rei Acabe, entretanto, disfarçou-se para evitar ser reconhecido, esperando assim escapar da profecia (18.29). O fato de Josafá ter concordado em ficar com seu manto real indica que Acabe exerceu forte influência nessa aliança. A batalha voltou-se contra Josafá, que foi confundido com o rei de Israel. Então Josafá gritou, e o Senhor o socorreu (18.30-31). O trecho de 1Rs 22.32 diz apenas que Josafá gritou. Em Crônicas, o grito do rei de Judá foi, na verdade, uma oração. Depois de ouvir seu grito, os inimigos perceberam que ele não era o rei de Israel e retrocederam (18.32). Quanto a Acabe, foi atingido por uma flecha atirada aleatoriamente que o feriu de morte (18.33-34).

Em Reis, o relato da morte de Acabe é acompanhado por uma conclusão que apresenta esse acontecimento como resultado da mensagem profética (1Rs 22.38). Em Crônicas, a atenção se volta para Josafá, que foi confrontado pelo profeta Jeú, filho de Hanani, em seu retomo a Samaria (19.12a). A aliança com Acabe foi denunciada como ajuda dada a um rei perverso. Mas, em sua ira, Deus se lembrou das boas coisas concernentes à conduta de Josafá, especialmente a destruição de ídolos e seu desejo de buscar o Senhor.

Então o profeta não pronunciou punição alguma (19.3). Ao se aliar a Acabe, Josafá fora, de modo grave, infiel ao Senhor. As palavras “Devias tu [...] amar aqueles que aborrecem o Senhor?” carregam o mesmo significado de “Devias tu ajudar o perverso?” (19.2b). Paulo toca no mesmo ponto em suas cartas aos coríntios, quando fala do relacionamento entre cristãos e descrentes: “Não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem ainda comais” (1Co 5.11). Em outro lugar o apóstolo escreve: “Que harmonia entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (2Co 6.15).

Embora não devamos tratar os não-cristãos como inimigos, devemos exercer grande cautela quanto àqueles com quem nos relacionamos.

Depois de receber o aviso de Jeú, Josafá empreendeu uma viagem por todo o seu reino. O propósito era encorajar o povo a que tornasse ao Senhor, Deus de seus pais (19.4). O verbo “tornar” aqui implica arrependimento.

Entre os convocados ao arrependimento estavam os juízes, visto que Josafá iniciava uma reforma judicial (19 5-11). Essa foi uma atitude apropriada para ele, pois seu nome em hebraico significa “o Senhor julga”. Josafá nomeou juízes em todas as principais cidades do reino (19.5) e estabeleceu um tribunal de recursos em Jerusalém (19.8-11). Os juízes dessa corte de acusação eram levitas (que foram mencionados primeiro), sacerdotes e cabeças das famílias (19.8). Esse tribunal de recursos foi especialmente criado para afastar a ira de Deus no caso de ser estabelecido um mau juízo sem primeiro ser ouvido o tribunal menor (19.10). Esse tribunal compreende duas salas: uma para assuntos religiosos e outra para assuntos civis (19.11). A reforma judicial foi feita com referência à Lei de Moisés (cf. Êx 18.17-26; Dt 1.16-17; 16.18-20).

Seu discurso na instituição dos juízes revela que o sistema judicial não estava sendo estabelecido para satisfação de homens, mas de Deus: “Porque não julgais da parte do homem, e sim da parte do Senhor, e, no julgardes, ele está convosco” (19.6). Embora nomeados pelo rei, os juízes eram agentes que trabalhavam pela aplicação da justiça cuja base era a justiça de Deus. Assim, os juízos não deveriam ser aplicados em nome do rei ou do reino, mas em nome de Deus. Os juízes deveriam, portanto, desempenhar suas tarefas no temor do Senhor (19.7,9). Josafá preveniu particularmente os juízes contra a corrupção e a parcialidade, males que não fazem parte do caráter de Deus. Essa ordem aos juízes repete instruções dadas em Dt 10.17 e 16.19.

Infelizmente, vivemos atualmente em um período de nosso país onde a justiça é pervertida pela corrupção e parcialidade. O rico e o pobre recebem sentenças diferentes. Os justos são perseguidos e os ímpios poupados.

A Igreja deve lutar pela verdadeira justiça e, quando houver falha, denunciar os casos de corrupção e perversão da justiça. Como os juízes a quem Josafá se dirigiu, devemos ser fortes no cumprimento disso (19.11).

O relato das reformas judiciais de Josafá é seguido de um relato de sua vitória sobre a coalizão formada pelos moabitas, amonitas e outros habitantes do sul de Edom (20.1,10). Essa vitória é semelhante àquela de Asa (14.8-14). Contudo, são fornecidos mais detalhes neste caso.

Os inimigos formavam uma grande multidão que chegava do sul (20.2). Informado dessa ameaça iminente, Josafá ficou atemorizado, mas não se deixou dominar pelo medo.

Ele buscou o Senhor (20.3). Como digno descendente de Salomão, conhecia a promessa de Deus em 7.14-15. Então, convocou um jejum nacional, uma evidência de humildade, e chamou os representantes do povo no templo para orar (20.4-5).

Josafá ofereceu uma oração que pode ser um modelo para nós quando estamos diante do medo, como acontece com todos. Todos nós ficamos às vezes amedrontados. Os discípulos de Jesus ficaram assustados quando foram pegos por uma tempestade (Mt 8.23-27). Nós também, cristãos, experimentamos temores quase todo dia. Medo da morte, medo da guerra, medo da fome, medo de perder nosso emprego, medo de doenças. Lembremo-nos dessa oração de Josafá que nos convida a fixar nossos olhos em Deus. Josafá começou sua oração louvando o poder de Deus: “Porventura, não és tu Deus nos céus? Não és tu que dominas sobre todos os reinos dos povos? Na tua mão está a força e o poder, e não há quem te possa resistir” (20.6). Ele relembrou a si mesmo os atos e as promessas de Deus no passado.

A própria terra é uma dádiva de Deus de acordo com a promessa que lhes foi dada por Abraão, amigo de Deus (20.7). Nessa terra eles construíram um templo para adorar a Deus, um lugar onde a oração poderia ser oferecida e ouvida (20.8-9). Esse tipo de apelo toca o coração de Deus e permite que ele intervenha.

Para incitar Deus a agir, Josafá enfatiza a ingratidão pecaminosa dos invasores que anteriormente haviam sido poupados (Nm 20.14-21) e a ameaça à dádiva de Deus, a terra de Israel (20.10-11). De certa forma, os inimigos estavam atacando a Deus. Havia, então, motivo para Deus julgá-los. Josafá estava ansioso para tocar o coração de Deus e, assim, em seu apelo final, ele fala da fraqueza do reino de Judá. Ele diz simplesmente: “Não sabemos nós o que fazer; porém, os nossos olhos estão postos em ti” (20.12).

Ele não teve de esperar muito tempo por uma resposta. Veio o Espírito do Senhor, no meio da congregação, sobre Jaaziel (20.14), assim como viera sobre Azarias em 15.1. A expressão mostra que Jaaziel não era um profeta profissional. À semelhança de Azarias, era um levita. A mensagem profética entregue por ele começou com um apelo à atenção: “Dai ouvidos”. Esse apelo foi acompanhado por um encorajamento, “Não temais” (20.15), e finalmente por um convite à ação: Amanhã, descereis contra eles” (20.16). O tema principal da mensagem é que o próprio Deus lutará por Judá: “Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o Senhor vos dará” (20.17).

Judá reagiu expressando sua gratidão e fidelidade à palavra de Deus entregue por Jaaziel em meio a uma explosão de louvor. O rei Josafá e a assembleia prostraram-se enquanto os cantores levitas celebravam ao Senhor em alta voz (20.18-19).

No dia seguinte, Josafá e Judá se prepararam para encontrar os inimigos. Antes de saírem, o rei se dirigiu ao povo, encorajando-o a crer na mensagem profética (20.20).

Como sinal de confiança em Deus, a linha de frente do exército não era liderada por soldados, mas por cantores que louvavam ao Senhor (20.21). Foi nesse momento preciso que Deus mesmo iniciou a batalha. Primeiramente, os moabitas e os amonitas destruíram os habitantes do monte Seir em Edom. Depois, os moabitas e os amonitas se voltaram uns contra os outros (20.22-23). A destruição foi completa, sem nenhum sobrevivente (20.24). A palavra dos profetas foi cumprida ao pé da letra. O exército de Judá não precisou lutar. Sua única tarefa foi juntar os despojos do campo de batalha, e isso levou mais de três dias, visto que havia muita coisa para pegar (20.25).

Em sinal de reconhecimento, um culto de louvor foi realizado no local da vitória. Foi dado ao lugar um nome comemorativo: Beraca (NVI, RC), que em hebraico significa vale de Bênção (20.26). Outro culto de louvor foi conduzido no templo quando eles retornaram a Jerusalém (20.27-28).

O resultado mais importante dessa vitória foi paz, a paz resultante do temor do Senhor que tomara posse de todos os reinos circunvizinhos (20.29-30; conforme 1Cr 14:17).

O resumo da vida de Josafá está em 20.31-34. O texto informa sua idade ao assumir o trono, a duração de seu reinado, o nome de sua mãe e as fontes de informação sobre seu governo. Parece que sua campanha para remover os altos registrada em 17:6, não fora completamente bem-sucedida (20.33). Todavia, o tom geral é positivo: Josafá fez o que era reto perante o Senhor (20.32).

O resumo é acompanhado por uma breve informação de outro incidente em seu reinado: uma tentativa de reconciliação entre Josafá e Azarias, rei de Israel. Reis e Crônicas diferem em sua apresentação acerca desse incidente. Reis sugere que Josafá construiu navios para fazer comércio com Társis, mas aquela expedição fracassou. Acazias, então, ofereceu ajuda, mas Josafá recusou (1Rs 22:48-49). Esse relato expõe o papel de Josafá sob uma luz positiva. Crônicas, entretanto, indica que Josafá e Azarias se aliaram na construção dos navios (20.36). Essa aliança, como aquela que Josafá estabeleceu com Acabe, foi denunciada por um profeta. A sentença condenatória de Deus foi a destruição dos navios (20.37). O autor não pode aceitar nenhum relacionamento com um rei que procedeu iniquamente (20.35).

Uma semana abençoada para todos os irmãos na Graça e na Paz do Senhor Jesus Cristo!

Márcio Celso

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 2º Trimestre de 2020, ano 30 nº 115 – Revista da Escola Bíblica Dominical - Adultos – Professor – A família natural segundo os valores e princípios cristãos –Salmos – Uma referência para a vida de adoração e oração do cristão – Pr. Adriel Gonçalves do Nascimento.

Sociedade Bíblica do Brasil – 2009 – Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida.

Sociedade Bíblica do Brasil – 2007 – Bíblia do Obreiro – João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada.

Editora Vida – 2014 - Bíblia Judaica Completa – David H. Stern, Rogério Portella, Celso Eronildes Fernandes.

Editora Vida – 2014 – Bíblia de Estudo Arqueológica – Nova Versão Internacional.

Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.

Editora Central Gospel – 2010 - O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento – Earl D. Radmarcher, Ronald B. Allen e H. Wayne House – Rio de Janeiro.

Editora Vida – 2004 – Comentário Bíblico do Professor – Lawrence Richards.

Editora Central Gospel – 2005 – Manual Bíblico Ryken – Um guia para o entendimento da Bíblia – Leland Ryken, Philip Ryken e James Wilhoit.

Editora CPAD – 2017 – História dos Hebreus – Flávio Josefo.

Editora CPAD – 2005 – Comentário Bíblico Beacon.

Editora Vida – 2014 – Manual Bíblico de Halley – Edição revista e ampliada – Nova versão internacional – Henry Hampton Halley – tradução: Gordon Chown.

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